(Gago Coutinho, in Facebook, 21/07/2026, Revisão da Estátua)

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Os EUA não aguentam uma guerra assimétrica nem os parceiros do Golfo nem o seu proxy a Ucrânia, ou seja, os custos com pequenos drones destrói toda a logística e bases por um custo baixo.
A vantagem tecnológica de mísseis hipersónicos do Irão deixa completamente obsoletos os porta-aviões caros – têm de ficar fora do alcance dos mísseis iranianos -, os aviões de abastecimento americanos são a única hipótese para manter os bombardeamentos e manter os caças no ar. Contudo se meterem os KC-35 de abastecimento em terra, estes são bombardeados. Israel proibiu-os no aeroporto Ben Gurion. Ou seja, o poder de fogo é escasso. Os aviões que regressaram ao Médio Oriente foram de apoio logístico, mas o problema estrutural mantém-se. O símbolo do império dos EUA, o porta-aviões, ficou obsoleto perante os mísseis hipersónicos, e a guerra assimétrica de drones, além de perda de superioridade tecnológica: quem copia drones são os EUA ao irão e não o contrário.
E os EUA deixaram de ser uma potência industrial. A China veio substituir os EUA, no Ocidente e na Europa ocupada pelo império americano (NATO), e não conseguem produzir a quantidade de munições que supostamente precisariam para manter guerras em vários países e pontos de estrangulamento das rotas comerciais.
A Rússia produz mais tanques de combate de superioridade tecnológica do que o resto do planeta. A Coreia do Norte tem mais capacidade de obuses de 155mm que os EUA.
Os EUA perderam para a China/Rússia o acesso aos metais raros que permitem compósitos. A Rússia, por exemplo, lidera na produção de mísseis hipersónicos. Diziam, há 4 anos, que a Rússia teria apenas 10 Zircon ou 10 Kinzhal (misseis hipersónicos), mas a Rússia lança isso por mês, um míssil destes precisa de 500 chips, só para que se entenda.
A única vantagem dos EUA é ainda controlarem a imprensa. Temos uma horda de mentecaptos em psicose e arrogância a pensar que têm os melhores políticos, as melhores tecnologias, as melhores economias, e passam o tempo a analisar e a apresentar a Rússia à luz das políticas de uma economia socialista com planeamento central, quando o bloco soviético abandonou as mesmas com a queda do Muro de Berlin. A imprensa, no Ocidente, é controlada pela CIA, e quem controla a imprensa controla o poder político.
A política no Ocidente é controlada por meia dúzia de banqueiros, Rothschild, Rockefeller, Morgan, controlam os Bancos Centrais, os juros e a impressão de moeda. Assim, os Bancos Centrais no Ocidente acabam por ser privados, já que são os donos dos bancos que decidem as políticas dos Bancos Centrais. Uma espécie de gestão privada que destrói por completo o Ocidente com inflação, políticas verdes e os impostos que a banca depois absorve.
Mas quem controla a imprensa são os privados: a Administração Pública e as eleições são financiadas por estes banqueiros, e também é óbvio que a CIA controla os políticos e obedece a estes banqueiros.
Por estas razões o Ocidente não consegue nem tem capacidades para manter uma guerra sem entrar em colapso económico.
E isso já está a acontecer. Os EUA ao controlarem a política na Europa, destruíram os seus gasodutos que abasteciam a Alemanha e mantinham a indústria, destruíram a Europa, deslocalizaram a indústria para os EUA, para tentar enfraquecer a Rússia. Não conseguiram, a Ucrânia vai desaparecer, e o acesso da Europa aos recursos baratos foi barrado.
O Ocidente continuará a empobrecer enquanto a Ásia enriquece, a Eurásia cresce, a África cresce. O tempo em que a Europa beneficiava da máquina de guerra do império americano e quando as sanções e superioridade bélica funcionavam, todo esse tempo acabou.
O sistema de pagamentos dos Brics já funciona, não precisam do Swift, não precisam mais de serem subjugados para albergar os interesses daa famílias de oligarcas financeiros que controlam a administração americana, israelita e britânica, alemã e francesa.


