(Alastair Crooke in SakerLatam.org, 21/09/2026)

Será que as civilizações conseguem reunir os fragmentos de percepções e conhecimentos mais antigos para fornecer o contexto que torne o discurso moral novamente compreensível?
(Esboço de uma palestra proferida na Escola Superior de Economia, em Moscou, em 07 de setembro de 2026.)
Ajude a Estátua de Sal. Click aqui

O futuro global é frequentemente descrito como um mundo multipolar ou multinodal, com a suposição implícita de que os Estados se dariam melhor – e resolveriam suas diferenças mais facilmente por meio do diálogo do que pela guerra.
Essa era uma ideia amplamente difundida nos anos que antecederam a Primeira Guerra Mundial. Livros foram escritos para sugerir que a guerra não poderia acontecer: o texto definitivo sobre esse conceito, publicado originalmente em 1910 como A Grande Ilusão, tornou-se um best-seller internacional
Continuar a ler o artigo completo aqui.
Este também é interessante… e elucidativo.
https://youtube.com/shorts/1tBTvMS2fbo?si=j3uNYGNQtQSJ3FIx
A aversão a Netanyahu na AG da ONU, levando à saída da maioria das delegações internacionais
https://youtube.com/shorts/MlYnCsRhHK0?is=MYgVXWNrY9fw01sB
Protestos da juventude e sociedade civil alemã contra a conscrição militar forçada para a guerra com a Rússia (ou como nem toda a gente cai nas patranhas da UE, dos governos europeus e da von der Leyen)
https://youtube.com/shorts/lPB_EVVTlPo?is=ZZSLQaoet5YjUHR5
Gente que pensa é outra coisa. E o autor do artigo é um excelente praticante dessa modalidade. Mas há quem prefira disparar. Disparar muito, disparar sem cessar, disparar primeiro e pensar depois, disparar sem pensar ou disparar sobre o que outrem pensou sem perder um minuto sequer a analisar o pensamento verbalizado. Dá asneira, claro. Resumindo: eu diria (ou “dizeria”, como “dizeriu” o saudoso professor Teodoro) que para comentar ou criticar um texto convém lê-lo primeiro.
Isto está a atingir proporções a que nunca sonhei assistir. Olhem aqui o que eles já dizem abertamente numa televisão da Pérfida Albion. Por cá, não deve faltar muito para que Merdazes, Nogeiro, Morais Pereira e outros génios encham a boca com a mesma necessidade “democrática”. Em nome da liberdade, claro!
https://x.com/davidkurten/status/2102284223810035804
Eu sei que o que vou dizer me vai valer a preparação, pelo comissário político de serviço… perdão, pelo honorável guardião da pureza da fé, de três guilhotinas (duas sobressalentes) dedicadas em exclusivo ao meu pescocinho, mas vou dizê-lo na mesma. Quem quiser apreciar o ridículo “elevado” à categoria de arte não deve perder o episódio desta noite, no Jornal da Noite da SIC, da rubrica humorística “Cantinho dos Palhaços”, com os palhaços pobres (de espírito) José Merdazes e Nuno Nogeiro. É um fartote, prometo!
O mundo está como sempre esteve. Com muita gente, em especial lideres políticos, a matar aulas de história.
E com muita psicopatia e desprezo pelas vidas dos povos a mistura.
O que não faltou também ao longo da história foram líderes políticos completamente psicopatas.
Gente que para conquistar a outros povos recursos não se importou de sacrificar tantas vidas quantas acharam precisas.
Poderiamos era pensar que com mais tecnologia, com melhores condições de vida, com todo o tipo de recursos disponíveis os líderes políticos podiam entender que e melhor fazer negócio honesto do que tentar pilhar as terras dos outros.
Mas para nosso azar, a diferença entre um Trump e um Gengis Khan e apenas tecnológica.
E para mais azar ainda dos povos onde há os recursos que este Hitler XXL quer pilhar.
Mas o mundo não está virado do avesso. Esta como sempre esteve.