Segunda Guerra Mundial – onde se encontra a repetição das ações alemãs – hoje?

(João Gomes, in Facebook, 01/09/2026)


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1 de Setembro de 1939. Há 87 anos, a Alemanha de Hitler invadia a Polónia. Começava aquilo que a História haveria de batizar como Segunda Guerra Mundial.

É difícil olhar para essa data sem olhar também para o presente. Não porque a Alemanha de hoje seja a Alemanha nazi – não é, e qualquer comparação direta seria historicamente “absurda” – mas porque há momentos em que a História, sem se repetir exatamente, parece gostar de nos devolver algumas das suas velhas perguntas.

Em 1939, a Alemanha procurava reconstruir o seu poder, recuperar a sua capacidade económica e militar e alterar pela força a ordem europeia saída da Primeira Guerra Mundial. Hitler tinha uma visão territorial e ideológica que apontava para Leste. A União Soviética, além de inimiga ideológica, era o grande espaço territorial sobre o qual assentava a ambição alemã de expansão. E, curiosamente, antes de combater a União Soviética, Hitler fez um acordo com ela.

O Pacto Molotov-Ribbentrop, assinado em Agosto de 1939, foi um pacto de conveniência entre dois inimigos ideológicos. Estabelecia áreas de influência na Europa Oriental e permitia a Hitler atacar a Polónia sem recear imediatamente uma intervenção soviética. Duas semanas depois da invasão alemã, a União Soviética entrou na Polónia pelo Leste. Menos de dois anos depois, Hitler quebraria o pacto e lançaria a Operação Barbarossa contra a URSS.

A História, portanto, não começou simplesmente com alemães contra russos. Começou com uma Alemanha que queria transformar a Europa, com uma Polónia colocada no centro da disputa e com a União Soviética a ocupar, desde o princípio, um lugar decisivo no jogo de poder europeu. E é precisamente aqui que o presente começa a tornar-se novamente “saliente”. Porque se hoje já não existe o Reich e já não existe Hitler, nem existe a Wehrmacht e se a Alemanha não é nazi, há ambientes na Europa e na Alemanha nesse sentido.

Se existe uma Alemanha democrática, europeia, integrada na União Europeia e na NATO,  existe novamente uma Alemanha que aumenta o seu peso militar, que considera a Rússia uma ameaça estratégica, apoia militarmente a Ucrânia (que se alimenta do velho nazismo) e que participa ativamente na construção de uma nova arquitetura de “segurança europeia” com contornos estranhamente antigos.

Há uma guerra no território que separa historicamente a Europa Central da Rússia. A da Ucrânia. Não é a mesma guerra. Não são os mesmos regimes. Mas não são as mesmas ideologias internas que empurram o governo da Ucrânia? È isso que a Rússia diz- E não o diz por acaso. Há elementos que o afirmam.

A geografia tem uma memória que os políticos frequentemente esquecem. A Ucrânia voltou a ser o espaço onde se quiseram encontrar duas concepções antagónicas da segurança europeia: de um lado, a Rússia que considera a expansão das estruturas ocidentais para junto das suas fronteiras uma ameaça e que tem “cores nazistas”; do outro, uma Ucrânia corrupta q.b. que fez da aproximação à Europa e ao espaço euro-atlântico uma das bases da sua política externa e da sua identidade nacional interessada em criar condições que lhe permitam combater a Rússia. Do meu ponto de vista – e recordando a história mais recente do Euromaidan – é como se as forças nazis internas ucranianas assumissem o papel da Alemanha nazi de 1939.

Atrás está uma Alemanha que, depois de décadas de controle militar, voltou a assumir uma posição central numa “ajuda” que tem laivos do passado.

É aqui que devemos procurar a repetição. Não na propriamente na ideologia. Não no regime da Alemanha (sobre a Ucrânia já falamos). Não nos métodos porque, deixa esse para o proxy ucraniano. Mas talvez na lógica de um poder que perdeu e quer tentar recuperar.

Durante décadas, a Alemanha procurou a Rússia através do comércio. A Ostpolitik e a interdependência económica assentavam na ideia de que seria possível construir estabilidade através das relações económicas. Hoje, essa lógica praticamente desapareceu. A Rússia deixou de ser, para Berlim, sobretudo um parceiro económico difícil e passou a ser apresentada como uma ameaça à “segurança europeia”. E a Ucrânia deixou de ser apenas um vizinho oriental da União Europeia para se transformar num “parceiro estratégico” da Alemanha. O seu proxy disfarçado!

Em Agosto de 2026, esta realidade é particularmente evidente: a Alemanha continua a ocupar uma posição central no apoio europeu à Ucrânia, enquanto Berlim assume uma linha cada vez mais dura perante Moscovo. Então a pergunta deixa de ser: “É a Alemanha de hoje igual à Alemanha de 1939?”. A pergunta verdadeiramente interessante é outra: “Onde encontramos hoje a repetição de determinados movimentos geopolíticos que antecederam a grande confrontação europeia do século XX?”

A resposta está no Leste. Em 1939, a Alemanha dirigiu o seu poder para Leste. Em 1941, tentou destruir a União Soviética. Em 2026, a Alemanha não envia exércitos para conquistar território russo. Mas participa ativamente no armamento e no financiamento no seu proxy que combate a Rússia.

Há uma diferença mas a pergunta histórica permanece. Porque, quando uma potência central europeia volta a considerar indispensável o rearmamento, quando a Rússia volta a ser apresentada como o principal adversário estratégico, quando a Ucrânia se transforma na linha avançada da confrontação e quando a indústria militar volta a ganhar uma dimensão que a Europa julgava ter deixado para trás, deve-se perguntar se estamos apenas perante uma nova guerra ou perante o renascimento de uma velha lógica europeia.

Uma lógica que diz: A segurança da Europa constrói-se contra a Rússia.

Durante a Guerra Fria, havia uma fronteira ideológica clara: capitalismo contra comunismo, NATO contra Pacto de Varsóvia, Ocidente contra União Soviética. Hoje, o comunismo deixou se ser a “base ideológica da Rússia. A União Soviética reergueu-se com outro nome. O Pacto de Varsóvia desapareceu. E a Rússia surgiu com mais força económica, geopolítica e determinação. De certa maneira, o antigo inimigo ideológico transformou-se no actual inimigo geopolítico.

Mudou o nome do adversário. Mudou a ideologia. Mudou o sistema. Mas o Leste continua a ser o lugar onde a Europa quer procurar o seu “maior perigo”. E não podemos ignorar: A Alemanha que, durante décadas, construiu a sua prosperidade em grande medida sobre a energia russa e sobre uma política de aproximação económica a Moscovo é hoje uma das principais potências europeias empenhadas em cortar essa dependência e em reforçar a capacidade militar da Europa.

É como se a Alemanha tivesse passado de uma política de aproximação à Rússia para uma política de contenção da Rússia. E isso não é uma pequena mudança. É uma ruptura histórica.

A questão é saber se esta ruptura produzirá segurança ou se, pelo contrário, contribuirá para consolidar precisamente aquilo que durante décadas a Europa procurou evitar: uma nova divisão militar permanente do continente. Porque a História ensina-nos uma coisa que talvez seja mais importante do que todas as comparações entre Hitler e os dirigentes atuais: as guerras não precisam de repetir os mesmos protagonistas para repetir determinadas lógicas.

Não precisamos de outro Hitler para voltar a existir uma corrida ao armamento. Não precisamos de outro Reich para voltar a existir uma Alemanha militarmente poderosa. Não precisamos de outro Pacto Molotov-Ribbentrop para voltar a existir uma Europa dividida em áreas de influência. E não precisamos de outra Operação Barbarossa para que a Rússia e a Europa voltem a olhar-se como adversários estratégicos.

É precisamente por isso que 1 de Setembro não deveria ser apenas uma data para recordar os mortos da Segunda Guerra Mundial. Deveria ser uma data para recordar como começa uma guerra. Começa muitas vezes muito antes do primeiro tiro.

Começa quando o adversário deixa de ser apenas adversário e passa a ser considerado uma ameaça existencial. Começa quando o rearmamento deixa de ser excepção e passa a ser necessidade. Começa quando os países deixam de procurar compromissos porque acreditam que a segurança só pode existir através da superioridade sobre o outro. Começa quando cada lado passa a interpretar a defesa do outro como preparação para o ataque. E, sobretudo, começa quando uma geração acredita que aprendeu definitivamente com a História – precisamente no momento em que começa a repetir alguns dos seus mecanismos.

A História não regressa exatamente ao mesmo lugar. Mas às vezes regressa à mesma estrada. E talvez a pergunta que deveríamos fazer neste 1 de Setembro de 2026 não seja apenas: “Como começou a Segunda Guerra Mundial?”

Talvez devêssemos perguntar: “Estamos suficientemente atentos para reconhecer os caminhos que, um dia, podem voltar a conduzir-nos à mesma tragédia?”

A história oculta do ódio à Rússia – Como a Segunda Guerra Mundial moldou as gerações alemãs

(Joseph Praetorius, in Facebook,17/08/2026, Revisão da Estátua)

Civilians amid bombed ruins while soldiers patrol beneath a red hammer-and-sickle flag
Imagem gerada por IA

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Como explicar este ódio ao russo que faz rumar, senão à autodestruição do género humano, pelo menos ao desaparecimento de Berlim, Haia, Bruxelas, Londres e Paris?

Há um pequeno detalhe no fim da Segunda Grande Guerra. As acéfalas megeras alemãs em 30 de Abril – data em que Hitler se teria suicidado – viviam ainda como “mães da raça superior” e, a dois de Maio, acordaram como meretrizes a servirem eslavos, asiáticos e afro-americanos, por um par de meias e umas latas de conservas…

O fenómeno prolongou-se. Embora os preços tenham subido. Os alemães nascidos dez anos antes da guerra, ou dez anos depois, viveram na sombra disso. E ficaram bem marcados. E marcadas.

Estaline fez a única coisa capaz de matizar e contrariar tais traumas. Semeou as ruínas de concertos, récitas e bailado, opondo a tais abismos das existências e das almas as maiores elevações de alma até hoje conhecidas. As marcas de uma e outra coisa, porém, ficaram. A par.

O execrando ar macambúzio do execrando Merz traz disso os estigmas visíveis. Como todos os da sua geração naquela terra é um doente mental.

Merz, como Von der Leyen, estão nesta faixa etária. Merkel também estava e sabe-se como subiu na vida política, porque Kohl o contou. Era a puta a quem ele melhor pagou. (Foi o essencial de quanto disse). Esta gente ficou com a humilhação e a sexualidade infeliz cravada nas almas. 

E a Mossad construiu nesta infelicidade as bases do seu mundo. São as gerações Epstein. E o domínio dos respectivos estados. É o governo da morte. E continuará a sê-lo enquanto não desaparecer.

Trump é um alemão ressentido. A Baviera expulsou do país o avô – um refratário – e o doentio Merz não lhe suscita qualquer simpatia. Merkel também não suscitava. A Alemanha é entidade política a quem ele responderá pelo abandono, ou pela rejeição. Grosseiro e primário, também foi agarrado por Epstein. Pela braguilha, bem entendido.

A UE morreu. A NATO morreu. A Europa morreu. O rato morreu.

(Por Hans-Jürgen Geese , 19/07/2026, Tradução da Estátua)


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Se quer compreender a história dos últimos 81 anos, precisa de começar a sua pesquisa pelo princípio. Logicamente. Mas muito poucas pessoas realmente o fazem. Começar por que evento? Pela morte do presidente norte-americano Franklin D. Roosevelt.

O presidente dos Estados Unidos, Franklin D. Roosevelt, morreu a 12 de abril de 1945, 26 dias antes do fim da Segunda Guerra Mundial na Europa. Tinha 63 anos. A causa da morte foi uma hemorragia cerebral.

Com base na lógica dos acontecimentos subsequentes, deve presumir-se que o presidente Franklin D. Roosevelt foi assassinado. Porquê?

Roosevelt queria criar um mundo de cooperação e paz após a guerra. Isto também se aplicava à sua relação com a União Soviética, à qual tinha generosamente prometido ajuda para a reconstrução. Mas isso nunca aconteceu.

A 12 de abril de 1945, Harry S. Truman tornou-se presidente dos Estados Unidos da América. Truman, um antigo funcionário bancário que mais tarde geriu o seu próprio negócio de vestuário antes de chegar ao Senado, percebia muito pouco de política mundial.

Após o fim da guerra, Truman tomou três decisões devastadoras que influenciaram o curso da história mundial até aos dias de hoje:

Em primeiro lugar, optou por uma política de confronto contra o comunismo. O início da Guerra Fria data de 1947/48.

Em segundo lugar, a 26 de julho de 1947, Truman fundou a CIA. Anos mais tarde, admitiu que esse foi o maior erro da sua vida. Disse estar “profundamente perturbado” com o facto de a CIA se ter tornado um braço operacional e político, independente do governo. A CIA começou logo a instalar e a remover governos na Europa e noutras partes do mundo.

Terceiro: Os alemães queriam tornar-se neutros após o fim da Segunda Guerra Mundial. Truman negou aos alemães o direito à autodeterminação.

Truman rejeitou um entendimento com a União Soviética, em parte porque a União Soviética tinha proposto uma Alemanha neutra, unificada e desarmada. Os EUA, no entanto, queriam a rica Alemanha como um Estado vassalo.

O início da era das guerras intermináveis.

Truman enviou tropas norte-americanas para a Coreia em 1950 sem a aprovação formal do Congresso, como exige a Constituição. Chegou mesmo a autorizar a travessia do paralelo 38. Esta decisão provocou a entrada maciça da China no conflito. Quem provocou esta guerra? A CIA.

Em suma: desde 26 de julho de 1947, data da fundação da CIA, que a política externa dos Estados Unidos da América é controlada e decidida pela CIA. Não por Truman. E nem por Trump.

O Presidente Eisenhower revelou esta verdade no seu discurso de despedida televisionado, em 17 de janeiro de 1961.

Quando o presidente Kennedy chegou a conclusões semelhantes, disse que queria “destruir a agência de informação em mil pedaços e espalhá-los ao vento”. A CIA assassinou-o então. O diretor da CIA, Allen W. Dulles, demitido por Kennedy, foi membro da Comissão Warren, que investigou o assassinato de Kennedy. O mundo conhecia agora o poder da CIA.

Ao longo dos anos, a CIA conseguiu construir uma rede mundial, aliando-se a outras agências de inteligência e adquirindo milhares de milhões de dólares através de atividades ilegais como o tráfico de droga, o comércio de armas e a escravatura, de forma a executar os seus próprios planos independentemente do Congresso.

Em 1976, a CIA foi investigada pelo Congresso pela primeira e única vez (Comissão Church). A CIA foi apanhada a realizar atividades de espionagem doméstica. Isto foi em 1976. Ninguém no Congresso dos EUA ousaria conduzir hoje uma investigação â CIA.

Todos os presidentes dos EUA desde John F. Kennedy não passaram de idiotas úteis para a CIA. Donald J. Trump não é exceção. Sobretudo Donald J. Trump. Goza do privilégio de enriquecer à vontade, sob a supervisão da CIA.

Importante: Se trabalha para a CIA, é “imortal”. Caso contrário, o jogo com a CIA não funciona, porque todos os presidentes e outros participantes querem naturalmente colher os frutos desta relação. Isto também se aplica, por exemplo, a Volodymyr Zelenskyy.

Sim, todos os aliados da CIA são intocáveis. Pergunte a Macron, Merz ou Merkel. Os índices de aprovação pública são completamente irrelevantes. A democracia não passa de uma bela fachada. É preciso dizer que todos os cidadãos destas democracias não passam de idiotas úteis.

A União Europeia (UE)

A ironia da história da UE reside certamente no facto de a UE e as suas organizações antecessoras terem sido criadas para evitar outra guerra na Europa. E agora a UE está praticamente obcecada em travar uma guerra na Europa. Repare, a UE sempre teve uma ligação muito limitada com a economia.

Isto é também evidente pelo facto de que, quando um novo país é admitido na UE, necessita quase sempre de se tornar mais tarde membro da NATO.

O principal objetivo da UE não é, portanto, o bem-estar económico dos seus cidadãos, mas sim o controlo sobre os mesmos. É simplesmente mais fácil controlar a UE do que todos os países individualmente. Isso seria uma tarefa gigantesca. Agora, passados ​​muitos e muitos anos, conseguiram instalar idiotas intelectuais e morais como chefes de governo em todos os países da UE. Uma conquista verdadeiramente admirável. Não há um único país com um dissidente. São todos agentes impecáveis ​​da CIA.

Se a Alemanha se tivesse tornado neutra em 1945 e nunca tivesse aderido à União Europeia, seria hoje praticamente um paraíso na Terra. Claro que isso não podia acontecer. Muito provavelmente, teria levado a uma estreita cooperação com a União Soviética, para benefício de ambos os países. Uma perspetiva assustadora para Washington e Londres.

Em contrapartida, a República Federal da Alemanha é agora o tesoureiro da Europa. Hoje, a riqueza da República Federal está a ser sistematicamente explorada em benefício de outros. Restará pouco. O objetivo é uma espécie de asilo para pobres.

A abolição do marco alemão foi um erro colossal. O que raio levou Kohl a pensar isso? Que loucura! Regra número um para um Estado soberano: nunca abdique da sua soberania. Jamais. Contudo, a República Federal da Alemanha não pode abrir mão da sua soberania hoje. Porque, para começar, ela não a possui.

NATO

Ouça os discursos proferidos pelos políticos na Conferência de Segurança de Munique (13 a 15 de fevereiro de 2026) e na recente cimeira da NATO em Ancara (7 e 8 de julho de 2026). Estes políticos estão completamente desvairados. A única coisa que lhes importa é a guerra. E trata-se de desperdiçar centenas de milhares de milhões de euros na guerra planeada contra a Rússia. No final do dia, isto representará biliões de euros — dinheiro desesperadamente necessário para investimentos em infraestruturas, educação, saúde e outras áreas na Europa. Estes políticos estão obcecados com a ideia de derrotar a Rússia. O bom senso já não tem qualquer efeito  neles.

Se alguma vez quis saber como se deu a Primeira ou a Segunda Guerra Mundial, então está agora a viver uma projeção desses tempos no presente.

A NATO deveria ser abolida. Assim como a UE. Ambas as organizações são instrumentos do diabo. É preciso dizê-lo sem rodeios. Nada de bom pode vir destas organizações. Vejam Ursula von der Leyen. Corrupta até à medula. Ou o Secretário-Geral da NATO, Mark Rutte, que chama “papá” a Donald Trump. Figuras tão patéticas lideram a Europa. Repito: como pode algo de bom advir disto?

É necessário reconhecer que o dinheiro governa o mundo, logicamente, direta ou indiretamente, e que todas estas organizações representam, em última análise, modelos de negócio concebidos para canalizar ainda mais dinheiro, direta ou indiretamente, para canais específicos.

A depravação, a corrupção, a pura crueldade da classe política são difíceis de discernir e compreender para nós, cidadãos. É necessária uma predisposição psicopática para cometer tais crimes. Todos os dias, centenas de pessoas morrem na guerra na Ucrânia. Todos os dias, centenas de pessoas morrem nas guerras no Médio Oriente. Os políticos podiam pôr um fim a isto. Mas não o fazem. São escravos de uma agenda obscura. A UE e a NATO não são mais do que organizações criminosas.

Europa

Vivi e trabalhei em vários países. É uma ilusão presumir que um alemão e um francês pensam e agem da mesma forma. Basta perguntar a um maestro alemão se interpreta a música da mesma forma que os seus colegas italianos. Culturas diferentes criam pessoas diferentes. Isso é simplesmente da natureza humana. Mas é precisamente esta diversidade que enriquece a Europa. É algo muito positivo.

Serão muito poucas as pessoas que se descreverão primordialmente como europeias. Nunca conheci ninguém que tenha feito tal afirmação.

Tal como a diversidade na Europa é o que a torna rica, a diversidade do povo alemão é o que torna a Alemanha rica. Um saxão não é um bávaro.

Se a Europa for inundada por estrangeiros, esta vantagem cultural desaparecerá. E é esse o objetivo desta entrada de milhões de pessoas de culturas estrangeiras que nunca poderão ser integradas.

Basta observar as taxas de natalidade dos alemães e dos imigrantes para calcular quanto tempo levará até que os alemães se tornem uma minoria no seu próprio país. Isso já é previsível. É irreversível. Isto é uma guerra contra os alemães.

“A Alemanha está a autodestruir-se”, “A Europa está a autodestruir-se” são meras conclusões, nada mais do que o resultado da aplicação do senso comum. Quem discordaria disto hoje em dia?

A Europa, enquanto instituição, foi e continua a ser um nado-morto

Após os Estados Unidos assumirem a hegemonia mundial após a Segunda Guerra Mundial, tiveram naturalmente de se livrar dos seus adversários mais próximos. Para além da União Soviética, estes incluíam a Europa Ocidental, especialmente a Alemanha.

O Plano Marshall não foi mais do que um programa de estímulo económico para a economia americana. Depois de os americanos terem bombardeado a Alemanha até a destruir completamente, sem qualquer sentido, depois de terem morto centenas de milhares de civis, também sem qualquer sentido, e lucrado enormemente com isso, ofereceram-se generosamente para reconstruir tudo. Só para lucrar com a guerra mais uma vez.

O que estes alemães adoradores dos americanos não compreenderam, e não querem compreender, é o seguinte: na América venera-se o dólar. Dinheiro.

Os alemães, no entanto, sempre viveram numa cultura diferente, onde, para além do dinheiro, existem valores muito mais importantes, especialmente o bem comum, que na América é equiparado ao socialismo ou mesmo ao comunismo.

A americanização da Europa significa o fim da Europa. Significa também, antes de mais, um completo emburrecimento da Europa, o que é praticamente o pré-requisito para alcançar a desejada americanização e, consequentemente, o seu declínio.

Nota: A educação era o bem supremo para os alemães. A educação era o bem supremo para os europeus. Os americanos nunca conseguiriam competir com isso. Então, qual foi a solução para os americanos? O abaixamento do nível educacional dos europeus. Diplomas do ensino secundário para todos.

A Europa é uma colónia dos americanos

Pode achar essa afirmação exagerada. Mas os americanos consideram-nos seus súbditos. Basta ouvir Trump ou os seus comparsas. Não nos levam a sério. E até o dizem abertamente.

Só pode negociar ou conviver com alguém se negociar em termos iguais e for visto como um parceiro em pé de igualdade. Isto aplica-se ao seu casamento. Isto aplica-se à coexistência das nações.

A saída é uma rotura radical com os Estados Unidos. A Europa precisa de se reinventar. Mandem os americanos para casa. Todos eles. De preferência hoje. E que Trump seja feliz no seu Washington. Ignorem-no.

Por isso, falem com os russos e encontrem uma solução para o conflito na Ucrânia. Sem os americanos. Porque, para os americanos, o que é a guerra? Um modelo de negócio. Sempre foi e provavelmente sempre será. Em 250 anos de história, tiveram apenas 19 anos sem um conflito militar! 19 anos em 250!

A Alemanha para os alemães. E Europa para os europeus. Que uma nova Alemanha e uma nova Europa surjam então da paz e da prosperidade. Nós, europeus, nós, alemães, devemos esperar pela ressurreição de pelo menos parte da Europa no futuro. A Europa de outrora, a Europa de hoje, nunca mais voltará a existir. Só em bolsas isoladas a cultura europeia, e consequentemente a cultura alemã, poderá sobreviver.

Atingir esta modesta meta só será possível em cooperação com a Rússia. Sem a UE, sem a NATO, sem estes políticos idiotas. A profissão de político deve ser abolida de uma vez por todas. Tal processo não funcionou. São controlados por outros. O povo precisa de aprender a autogovernar-se. 

Fonte aqui