O «Dia da Europa» esconde a ameaça nazifascista 

(José Goulão, in AbrilAbril, 12/05/2025)


«Não os 80 anos da derrota do nazifascismo, mas os 75 anos de uma chamada Declaração Schuman, por eles considerada o primeiro passo no processo de integração europeia»

Os governos da União Europeia limitam-se a assinalar a derrota hitleriana em cerimónias burocráticas e restritas das suas desclassificadas classes políticas e nas quais o povo não cabe nem poderia caber. E fazem-no com zero de convicção e 100% de História falsificada.


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O dia 9 de Maio não significa o mesmo para todas as nações da Europa. O que poderia ser surpreendente, até mesmo absurdo, uma vez que a data representa a derrota do nazifascismo, o maior flagelo continental dos últimos séculos.

Dia 9 de Maio é o Dia da Vitória, a evocação de uma jornada de alegria incontida de todos os povos do continente europeu. Celebrações próprias de um acordar leve e aliviado depois de uma interminável noite de pesadelo. 

Essa alegria extravasou sem restrições, por momentos sem quaisquer manchas ou sombras nos rostos, apesar de quase todos os que celebraram a liberdade terem pelo menos um familiar morto ou ferido durante os seis anos de conflito; aos quais devemos acrescentar os três catastróficos anos da Guerra Civil de Espanha, primeira e sangrenta imagem carimbada pelo terrorismo nazifascista.

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3 pensamentos sobre “O «Dia da Europa» esconde a ameaça nazifascista 

  1. O nazismo é filho da Europa como o sionismo e filho do judaísmo.
    Um Continente que sempre cultivou a ideia de uma superioridade total sobre todos os outros povos do mundo e o direito a explorar os seus recursos teria mais tarde ou mais cedo que dar a luz uma atrocidade como o nazismo.
    Uma religião que diz aos seus fiéis que sao o povo eleito por Deus e por isso superiores aos outros, que tem como mito fundador a tomada de uma terra que lhe foi dada por Deus exterminando os seus habitantes teria mais tarde ou mais cedo que produzir um culto de morte como o sionismo.
    E e também por essa similaridade que os dirigentes europeus parecem dar se tão bem com o sionismo.
    Porque partilham os mesmos ideais de supremacia e conquista.O mesmo desprezo por todos os que são diferentes.
    E, tal como os sionistas sonham com um grande Israel com a destruição de todos os estados vizinhos, os europeus continuam a sonhar o sonho hitleriano e napoleónico de conquistar a Rússia.
    Se para isso tiverem de sacrificar a vida de boa parte de nós, e para o lado que esses trastes dormem melhor.
    Que grande patranha e que grande sarilho em que estamos metidos.

    • Toda a gente sabe (como um iluminado do farol bananeiro relembra ali atrás), que os iranianos querem matar os judeus todos! Mas como são uns burros incompetentes do ca*#lho (como também toda a gente sabe), nem ao menos são capazes de encontrar e matar os judeus do seu próprio país. De modo que, como é evidente, têm de ser os bué da intraligentes escolhidos do Senhor a mostrar-lhes, por meio de bombardeamentos superestraligentes (e democráticos), onde eles se escondem.

      https://youtu.be/YwDBz24RCC0?si=zjFj_0pXMlf3bJld

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