Nachtigall, batalhão hitleriano da NATO

(José Goulão, in AbrilAbril, 19/08/2024)


Nachtigall é o nome escolhido pelo 3.º Batalhão do 14.º regimento separado da Força Aérea Ucraniana que participa na invasão da Rússia iniciada em 6 de Agosto, uma operação que tinha como alvo – falhado – a destruição da central nuclear de Kursk. Se concretizado, seria mais um crime de guerra a somar à longa lista dos que devem ser assacados ao regime nazi-banderista ucraniano criado e pago desde 2014 pela NATO e a União Europeia.

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Em Kiev será derrotado o globalismo ocidental e o seu instrumento nazi-fascista!

(Hugo Dionísio, in Strategic Culture Foundation, 13/08/2024)

A infiltração de nazis, simpatizantes nazis, descendentes ou não de nazis e de colaboracionistas nazis, nos corredores do poder ocidental, não significa uma abertura recém aproveitada para a glorificação e branqueamento de todos os que se encontravam no lado oposto ao russo, soviético ou bolchevique. Este autêntico movimento de reescrita histórica e de reaproveitamento do potencial ideológico instalado representa, sobretudo, o encerramento de um círculo histórico, iniciado pelos sectores mais reacionários e fascizantes da elite ocidental.

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9 de Maio – Dia da Vitória sobre o nazismo!

(Por João-Mc Gomes, in VK, 09/05/2024)

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Hoje é um dia que deveria ser solene em todo o Mundo, porque se comemoram os 79 anos da derrota de Hitler, que permitiu o fim da Segunda Guerra Mundial. Uma data que ecoa não apenas a vitória das forças aliadas sobre o fascismo e o nazismo, mas também o triunfo da liberdade sobre a opressão, da justiça sobre a tirania.

Entre 1940 e 1945 os anos foram sombrios e marcados pelo rugido dos canhões e pelo clamor dos que lutavam por um mundo livre. Milhões de europeus, homens e mulheres corajosos, enfrentaram o fogo e a fúria dos seus inimigos, sacrificando as suas vidas em nome de um ideal maior: o de derrotar um mal que ameaçava engolir o mundo inteiro.

Nas trincheiras, nos campos de batalha, nos campos de concentração, o sacrifício foi a moeda de troca pela esperança. Cada vida perdida, cada lágrima derramada, foi um tributo à coragem e à determinação daqueles que se recusaram a curvar-se diante da injustiça.

Mas não foram apenas as armas que garantiram a vitória. Foi a força inquebrantável do espírito humano, a solidariedade entre nações e povos, que permitiu a reversão do curso da história. Foi o sacrifício dos soldados, dos civis, dos heróis anónimos, que fez toda a diferença no destino da humanidade.

Hoje, apenas alguns países celebram essa paz conquistada com tanto esforço e a morte de milhões dos seus. Os que não a comemoram é porque voltaram a ter politicas que querem exercer o poder indiscriminado sobre os seus próprios povos, sem perceber que os cidadãos não se esquecem do seu passado doloroso.

Aqueles que deram suas vidas para que pudéssemos viver em liberdade devem ser recordados. Os seus nomes podem ter-se perdido no tempo, mas o seu legado perdura, como uma chama que jamais se extinguirá.

Que estas comemorações nos lembrem sempre da importância de honrar a memória daqueles que lutaram e sofreram durante a Segunda Guerra Mundial. Que nunca esqueçamos o preço da liberdade e que estejamos sempre vigilantes contra qualquer ameaça que nos tente privar desse bem tão precioso.