(José Goulão, in AbrilAbril, 19/08/2024)

Nachtigall é o nome escolhido pelo 3.º Batalhão do 14.º regimento separado da Força Aérea Ucraniana que participa na invasão da Rússia iniciada em 6 de Agosto, uma operação que tinha como alvo – falhado – a destruição da central nuclear de Kursk. Se concretizado, seria mais um crime de guerra a somar à longa lista dos que devem ser assacados ao regime nazi-banderista ucraniano criado e pago desde 2014 pela NATO e a União Europeia.
Ler artigo completo aqui
Gosta da Estátua de Sal? Click aqui.

Dizer que não sabiam ou que não sabem quando os bandalhos faziam marchas nazis, com direito a tudo quanto era símbolo daqueles javardos em tudo quanto era cidade da Ucrânia controlada por eles?
Quando bombardeavam o Leste e um bandalho chegou a dizer que “os meus homens alimentam me com o sangue das crianças que falam russo”?
Quando destruiam monumentos a derrota nazista e os substituíam por estátuas de Stepan Bandera e outros trastes assassinos e genocidas?
Quando baptizaram ruas com o nome de Stepan Bandera e outros nazistas?
Quando toda a gente sabia que os neonazis de toda a Europa tinham a sua Meca em Kiev e lá se iam treinar?
Se hoje dizem que não sabem ou não sabiam ou até que não há nazismo na Ucrânia e porque são uns trastes que nunca se habituaram a dizer a verdade.
Que fizeram da mentira um hábito de que nunca se libertarão.
Mas ainda há quem se diga de esquerda que acredite nesta gente a pontos de dizer que o governo russo foi um malandro por evacuar gente de Kursk.
Coitadinhos, obrigados a abandonar as suas casas quando a gente capaz de despeja cinco misseis numa praia apinhada de gente não lhes ia fazer mal nenhum.
Só lhes falta mesmo relinchar, mas ainda bem que são assim tão crédulos que sempre poupam o fígado.
Mas por mim podiam ir todos ver se o mar da megalodonte.
Não podem vir dizer depois que não sabiam o que apregoavam. Seja por ignorância, seja por incompetência e bajulação a terceiros, seja por complacência e colaboração. Uma nova fornada de políticos terá de surgir, esperemos que com maior noção das suas responsabilidades e menos corrupta ou fraca de espírito. Esta já não dá mais, e só falta agora virem dobrar a espinha para dizerem que condenam genocidas (sejam nazis, sejam sionistas, sejam mercenários sem escrúpulos), e que “os nossos valores e a democracia” (que eles sequestram e prostituem) são outros que não esses que tanto têm apregoado.
E não vão ser os libelinhas nem os pategas a colocar ordem no manicómio.
Estamos a caminhar para a catástrofe?
Tudo está prestes a mudar em 2025.
A maior catástrofe é a marginalização povo,sabendo que vai toda contra o muro.
Sem política, apenas factos e realidade, realidade que não queremos necessariamente ouvir, que é perturbador para alguns, mas prefiro saber mais ou menos o que me espera e dizer a mim mesmo que fiz o que podia para remediar a situação à minha pequena maneira do que fingir ignorância e dizer que não sabia.
O ocidente está no seu fim e ninguém quer morrer…A luta vai ser muito grande para sobreviver.
É simples. Existe uma religião invisível para a maioria das pessoas chamada “neo-liberalismo”. Entre aspas, porque não é uma novidade nem uma fonte de liberdade para a maioria… O liberalismo económico é, na realidade, um autoritarismo .
O discurso religioso desta religião está bem mascarado por um discurso pseudo-científico e económico. Os sumos sacerdotes e os crentes fanáticos desta religião são uma legião na televisão. As escolas onde são ensinados os seus dogmas são consideradas as mais prestigiadas.
E, tal como no tempo em que a Igreja Católica era todo-poderosa, uma grande parte da população é subjugada e emburrecida por ela. Aqueles que a denunciam são tratados como hereges e sujeitos ao ostracismo …
“O neoliberalismo é um programa (liberal) de destruição das estruturas colectivas (colectivistas) capazes de se oporem à lógica do mercado puro” Pierre Bourdieu.
O mundo está a ficar cada vez pior.
A síndrome de nos habituarmos a estar no topo faz-nos perder a capacidade de nos adaptarmos à mudança. É isso que está a acontecer ao Ocidente e ao povo em geral.
Normalmente, estas crises sistémicas conduzem a disfunções económicas e sociais e, depois, inevitavelmente, a guerras cruéis… Mas aqui estão a enfrentar o desconhecido, simplesmente porque antes eram impérios coloniais ou neocoloniais…
A quase totalidade da população parece querer ignorar todos estes problemas e aproveitar os benefícios actuais. Só quando estes acontecimentos ocorrerem é que serão realmente tidos em conta, e já é demasiado tarde para fazer alguma coisa.