O novo delírio ursulino: Quando a União Europeia sonha controlar as mentes dos adolescentes

(In Fórum da Escolha, in Facebook, 13/05/2026, Revisão da Estátua)


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A avaliar pelo que diz Ursula von der Leyen, Bruxelas embarcou numa cruzada moral contra os pecados digitais: o TikTok e a sua “rolagem infinita”, o Meta acusado de ignorar as restrições de idade, o X sob vigilância por conteúdo ilegal relacionado com a exploração sexual de menores. A narrativa é nobre, quase bíblica: salvar as crianças das tentações algorítmicas. Bruxelas como o cavaleiro branco do bem comum, armado não com uma espada, mas com regulamentos que somam centenas de páginas.

Só que, na Europa, toda a cruzada digital acaba por levantar uma questão incómoda: onde termina a proteção e onde começa o controlo?

Pois, por detrás da retórica paternalista, reside uma ambição muito maior: conter plataformas que se tornaram demasiado poderosas para serem ignoradas, demasiado influentes para serem deixadas sem controlo. Desde a adoção da Lei dos Serviços Digitais (DSA) em 2022, a UE concedeu-se um poder sem precedentes: exigir auditorias, impor obrigações de moderação, solicitar dados sobre algoritmos e aplicar multas até 6% da receita global de uma plataforma em caso de violação. Oficialmente: para proteger os cidadãos. Extra-oficialmente? Muitos vêem tudo isso como uma tentativa de recuperar algum controlo político sobre espaços onde a narrativa oficial da Comissão Europeia já não reina incontestada.

Bruxelas alega estar a agir em nome dos menores. A DSA impõe, de facto, proteções reforçadas para as crianças, limita a publicidade direcionada e visa mecanismos considerados aditivos. A Comissão Europeia abriu processos contra o TikTok, Meta e X relativamente a várias questões de conformidade. Os factos são claros. Mas os resultados, no entanto, continuam mais modestos.

Porque há um pormenor tragicamente irónico nesta batalha: quanto mais Bruxelas aperta o cerco, mais as plataformas se transformam. Os jovens migram, contornam as restrições e divertem-se noutros locais. Telegram ontem, Discord hoje, uma nova aplicação amanhã. A história da internet assemelha-se a uma perseguição interminável, onde o regulador avança com um manual administrativo enquanto o algoritmo corre a passos largos, impulsionado por milhares de milhões.

O aspecto mais revelador continua a ser o paradoxo europeu: uma União que denuncia os monopólios digitais americanos, mas que depende deles para o seu debate público, as suas notícias, a sua economia criativa e até a sua comunicação política. Ursula von der Leyen critica as redes sociais… nas próprias redes sociais.

No fundo, Bruxelas talvez não esteja a travar uma guerra contra o TikTok ou o X. Está a travar uma guerra contra uma realidade mais perturbadora: a de um mundo onde o poder narrativo já não pertence exclusivamente aos governos, aos grandes meios de comunicação ou às instituições. E para uma tecnocracia habituada a falar de cima para baixo, este é provavelmente o algoritmo mais insuportável de todos.

(Por B.Partisans)

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A cronologia vitoriosa dos chips das máquinas de lavar…

(Maria Manuela, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua)

Imagem gerada por IA

Há quatro anos atras, a Rússia avisou os EUA e o Reino unido que não permitiria a inclusão da Ucrânia na NATO, assim como, e após o volte-face do Ocidente aos acordos de Minsk, estava disposta a reconhecer as repúblicas independentes de Luhansk e de Donetsk, ambas alvo de crimes de genocídio étnico por parte de Kiev.

Há quatro anos atrás, Bidé – o senil macabro -, desdenhou dos avisos do Kremlin, crente de que uma invasão da Ucrânia pela Federação Russa seria o epílogo ansiosamente aguardado e amplamente planeado, para acabar com o regime de Moscovo.

Afinal, desde a revolta colorida de Maiden, da destituição do presidente eleito, da nomeação de um comediante corrupto para o seu lugar, das afrontas e dos actos criminosos cirurgicamente planeados e executados contra a população russófona do Donbass, da alteração da constituição ucraniana para incluir a adesão à NATO como requisito fundamental, até à instalação de bases da CIA na fronteira com a Rússia e ao armamento intensivo dos nazis que agora faziam parte do exército de Kiev, TUDO havia sido minuciosamente planeado, aguardando simplesmente o BASTA do Kremlin para esmagar um país que, segundo vários “analistas” sem vergonha mas com muita marreca, possuía um exército sem botas, sem meias, sem mapas atualizados, sem armamento moderno e, cujos soldados, tinham aprendido a usar armas na Wikipédia.

Mesmo a corrupta e belicista alemã da Comissão Europeia chegou a declarar em público que a Rússia “desmanchava máquinas de lavar roupa para conseguir chips para o armamento”.

A REALIDADE, a única realidade, é que volvidos estes quatro anos e agora já TRANSPARENTE e ASSUMIDO o envolvimento da NATO na guerra, os factos mostram-nos:

– Quatro oblasts da Ucrânia integrados na Federação Russa.

– Uma Ucrânia depauperada de soldados e de armamento.

– Kiev no seu esplendor corrupto.

– A EUROPA exaurida económica e militarmente.

– Os EUA a deixarem de financiar a Ucrânia.

– A NATO, ou não fosse representada por um pseudo homem, de cócaras perante os ditames norte-americanos.

– A Federação Russa a manter, e mesmo a aumentar, o seu desenvolvimento militar.

– Cada vez mais países europeus a afastarem-se de Bruxelas cientes da sua incomensurável estupidez e incapacidade.

Há quatro anos atrás, ESTA União Europeia de eunucos incompetentes, deixou que os EUA usassem o seu braço armado – a NATO – para criar uma guerra proxi com a Federação Russa no território ucraniano, relegando quer o facto da VIZINHANÇA imutável da Rússia, quer sobretudo a IMENSA mais-valia que de lá fluía em combustíveis, em capital e em materiais valiosos.

Hoje, Bruxelas, e TODOS NÓS, somos relegados para o canto infame onde coabitam os cobardes com os subalternos, e mandam os lunáticos que tentam desalmadamente polarizar a REALIDADE com lentes virtuais. Uns infelizes.


Os patetas na festa de anos sem força para apagar as velas…

(Maria Manuela, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua)

Imagem gerada por IA

Este aniversário do 4.º ano da operação militar especial da Rússia na Ucrânia contra a NATO está no mínimo a ser hilariante.

Ele é o Bosta, de novo gordo e anafado como um suíno, que em conjunto com a Pústula Vonderlata vão numa excursão sem acompanhantes a Kiev oferecer uma mão cheia de nada.

Ele são os coligados da triste figura a fazerem o que melhor sabem: figura de idiotas.

Ele é o larilas da NATO a fazer peito a Putin mas do aconchego do seu covil.

Ele são uma cambada de prefessorecos de universidades de meia tigela, em cursos sem sequer tigela serem, a fazerem pela viduxa afirmando as maiores bacoradas sobre a Rússia e sobre a realidade da guerra, na esperança de conseguirem subir um degrau numa carreira de merda.

Ele são os pivots televisivos a porem-se em bicos de pés para demonstrar que lambem melhor, que o colega do horário anterior, as partes dos patrões.

Ele são os generais e coronéis de caserna, a esganarem-se por acrescentar um extra à reforma conseguida sem mérito, demonstrando a sua faceta assumidíssima de invertebrados pegajosos.

Ele é, por último, uma catrefa de adeptos e apoiantes do Zé cocaína que percebem, enfim, a figura de imbecis que têm andado a fazer. Ou não, o que é ainda mais lastimável.


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II Guerra Mundial – 1 de setembro de 1939

(Carlos Esperança, in Facebook, 01/09/2025)


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Há 86 anos, Hitler invadiu a Polónia, apesar dos correligionários que aí tinha, e iniciou a II Guerra Mundial. O clima político e económico tinha semelhanças com o atual. As fronteiras e o «espaço vital», hoje trocados pelos mercados, foram detonadores de uma catástrofe em que, pela segunda vez, a Alemanha ganhou todas as batalhas e perdeu a guerra.

Dessa tragédia, do desvario belicista, dessa delinquência nacionalista, a História regista nomes sinistros: Hitler, Goebbels, Bormann, Himmler, Goering, Eichmann, Ribbentrop, Rosenberg e Rudolf Hess.

Hoje, 86 anos depois, parecem mais confiáveis os principais entusiastas da corrida ao armamento e mais generosa a justificação. Defender as fronteiras de um país invadido é bem mais aceitável do que pretender conquistar um território, mas o entusiasmo de dois alemães causa alguma perplexidade.

Friedrich Merz e Von der Leyen, o primeiro em nome da Alemanha, e a segunda no da UE, apoiam o país europeu invadido por outro igualmente europeu, e arrastam a Europa para um confronto que só acabará, como todas as guerras, pela capitulação de um deles, ou à mesa das negociações. E surpreende que, depois de três anos e meio de guerra, jamais tenham equacionado um plano de paz para negociar.

Quem apoiou a divisão da Jugoslávia e o ataque à Sérvia, para lhe amputarem o Kosovo, e se conformou com a ocupação de cerca de 37% do território e divisão do Chipre pela Turquia, certamente justificaria maior recato na defesa de uma causa, por mais justa que seja, com recurso à guerra.

A política externa da UE, ora confiada a Kaja Kallas, só beneficiou a Turquia e a China, dois países que são a antítese das democracias que nós defendemos. Não foi a Rússia, o País invasor da Ucrânia, que virou costas à Europa Ocidental, foi esta que a escorraçou para benefício geoestratégico dos EUA.

Agora, quando os EUA se desinteressam da guerra na Ucrânia, limitando-se a vender-nos armas para manter a guerra, ainda nos impõe tarifas sem reciprocidade e exige o sacrifício de 5% do PIB em detrimento dos apoios sociais.

E a senhora Von der Leyen, parece uma gladiadora a gritar ao imperador Cláudio, digo Trump, “Salve, César, aqueles que vão morrer te saúdam”.

O mundo está diferente e quando pensávamos que já não havia um país comunista, apenas ditaduras e democracias, vemos o neoliberal Trump a disparar tarifas e o “comunista” Xi Jinping, a defender o comércio livre! 😊

O que dói é ver a deriva belicista e o desvario de Trump sufragados pela UE e a China a ser a beneficiária da guerra na Europa, que destrói a UE e a confiança nos EUA.

Ontem assistimos ao tropismo da Índia para a China, a esquecer a rivalidade histórica, com o PM Narendra Modi a declarar que o problema das fronteiras estava resolvido.

Abandonámos o Brasil à vingança de Trump, provavelmente a vítima que não resiste a mais uma ditadura pró-americana, e assistimos ao regresso do obscuro regime da Coreia do Norte ao convívio da China, Rússia e Índia.

E a UE fica a persistir na guerra com o RU, o país satélite dos EUA que quis destruí-la.  A UE quis isolar a Rússia e isolou-se.

É de desconfiar da pressa e segurança com que a senhora Von der Leyen atribuiu à Rússia o ataque ao sistema de GPS no voo que a levou à Bulgária.

Sabemos como começam as guerras. Raios partam a sorte!

1 de setembro de 2025