Demissões de altos funcionários na Ucrânia: “Carros desportivos, mansões e férias de luxo com o dinheiro dos ocidentais”

(Redação, In lemediaen442.fr, 25/01/2023, Trad. Estátua de Sal)

Acusações de corrupção em larga escala levaram à demissão de altos funcionários ucranianos, incluindo vice-ministros e governadores regionais. Os fundos de ajuda ocidentais foram desviados para fins ilegais.


O governo da Ucrânia confirmou, na passada terça-feira, a demissão de vários altos funcionários acusados ​​de corrupção de alto nível, no que é visto como o maior escândalo de renúncia em massa e corrupção desde o início da invasão russa. Os fundos de ajuda alocados pelos países ocidentais foram usados ​​para fins ilegais nas costas dos europeus, eles que estão a apertar o cinto.

Demissões em massa

Uma dezena de funcionários deixou os cargos após uma grande convulsão política ligada a acusações e investigações sobre casos que vão desde corrupção, à má administração de fundos de ajuda para a compra de alimentos, enriquecimento de pessoal e posse e condução de carros de luxo, enquanto pessoas comuns sofrem as agruras da guerra.

Os europeus são os perus do recheio

Este escândalo de corrupção é um dos maiores na Ucrânia desde o início da invasão russa e o mais embaraçoso para os países que dão biliões ao presidente ucraniano Zelensky. As acusações são extremamente graves e variam de corrupção a enriquecimento pessoal e má administração de fundos de ajuda. A mídia ocidental tende a minimizar essas revelações, enquanto os europeus pagam um preço alto. Na França, as padarias estão a fechar, os franceses tem que ligar o aquecimento no mínimo. o preço dos alimentos explodiu…

E, enquanto isso acontece, os oligarcas ucranianos no governo conduzem altos carros, vivem em vilas e levam uma vida luxuosa graças aos milhares de milhões de euros provenientes dos bolsos dos contribuintes europeus e americanos.

As personalidades envolvidas

Um conselheiro presidencial de alto nível e quatro vice-ministros – incluindo dois oficiais de defesa – bem como cinco governadores regionais foram forçados a abandonar os cargos. Entre os governadores regionais que renunciaram estavam autoridades responsáveis ​​por regiões onde ocorreram intensos combates, incluindo as regiões de Zaporizhia e Kherson.

As acusações

  • Procurador-geral adjunto Oleskiy Symonenko é acusado de corrupção.
  • O vice-ministro do Desenvolvimento Comunitário e Territorial, Ivan Lukeryu e Vyacheslav Negoda, são acusados ​​de má gestão de fundos de ajuda para a compra de alimentos.
  • O vice-ministro de Política Social, Vitaliy Muzychenk, é acusado de receber um suborno de 400.000 dólares para ‘facilitar’ a compra de geradores a um preço inflacionado e de conduzir carros de luxo à custa da liberalidade ocidental.
  • O vice-ministro da Defesa, Vyacheslav Shapovalov, é acusado de ter assinado contratos para comprar alimentos a preços sobrevalorizados e de ter provavelmente beneficiado de subornos.
  • O vice-chefe do governo Zelensky, Kyrylo Tymoshenko, é acusado de levar um estilo de vida luxuoso durante a guerra.

Estas revelações são apenas a ponta do iceberg e é provável que surjam mais escândalos nos próximos dias/semanas.

Fonte aqui


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Eu não estou aqui para certificar o que você diz

(Estátua de Sal, 24/01/2023)

O Major-General Carlos Branco é das poucas vozes sabedoras, lúcidas e independentes que opinam nas televisões sobre a guerra na Ucrânia. A grande maioria dos comentadores são propagandistas da NATO, alguns devem mesmo receber memorandos dos serviços de informação ocidentais que determinam os focos do momento que devem nortear as suas intervenções.

Assim sendo, qual a razão para se convocar o Major-General Carlos Branco para opinar, sendo sabido que este é uma espécie de “ovelha negra” no reino do comentariado sobre a guerra? Convém dar um ar de verossimilhança e de imparcialidade à propaganda “pró-guerra” que a CNN – o canal de televisão que mais vezes o convida -, despeja diariamente sobre os espectadores. E isso é feito tentando dar a ideia de que se ascultam todas as opiniões, num exercício prático de democracia e de liberdade de expressão. Nada mais falso. Por cada intervenção de Carlos Branco há 10 intervenções do General Isidro Pereira ou do Comandante João Ribeiro. E mais: são estes que opinam durante o prime-time e o Branco quase sempre no jornal da meia-noite.

Depois temos o grupo das “especialistas” em relações internacionais – que nunca devem ter visto uma pistola na vida -, a analisar a guerra, as possibilidades do armamento de cada contendor, e em uníssono a soltarem trinados belicistas, qual deles o mais agudo. Eu não sei se as tipas tem filhos, mas gostava de lhes perguntar se o seu fervor guerreiro é tão grande ao ponto de mandarem as botifarras dos meninos pisarem solo ucraniano.

E temos também o solo dos pivots que ficam de cabelos em pé quando os convidados desmontam a narrativa dominante. Interrompem, mudam de assunto, tentam pôr açucar nas amargas verdades que os heterodoxos convidados põem a nu. Isso mesmo ficou escandalosamente a claro no vídeo que abaixo publicamos, em que o jornalista Cláudio Carvalho tem um comportamento sobranceiro e inquisitorial a roçar a censura, que levou o general a soltar uma espécie de grito do Ipiranga: “Eu não estou aqui para certificar o que você diz”. É ver, na parte final.

Finalmente, há os repórteres no terreno, todos no lado do exército ucraniano, e as peças que os serviçois de informação ocidentais mandam “plantar” em todos os canais de televisão. Nessas peças, os mísseis russos só atingem alvos civis, de preferência escolas, hospitais e maternidades, já que nunca mostram nenhum quartel ou carro blindado ucraniano a ser atingido. Uma enorme falta de pontaria…

Em síntese desta temática, aproveito o ensejo para publicar um texto que, em termos jocosos, dá bem conta do enviezamento propagandistico e noticioso a que estamos sujeitos.


(Por Sofia Smirnov, in Facebook, 23/01/2023)

Oi… O Sérgio Furtado pela primeira vez em 10 ou 11 meses assumiu que a Ucrânia está a sofrer baixas pesadas, só agora? Há mais de uma semana, deve ser o fuso horário que atrasa as notícias… A Ucrânia precisa de mais militares para a frente é agora…

Portugal tem um pelotão para enviar assim já à cabeça:

1) Major General Isidro Pereira (o estratega).

2) Comandante João Fonseca Ribeiro (o táctico).

3) Paulo Portas (o especialista em armas).

4) João Cravinho (o negociador).

5) José Milhazes (o gajo do tambor, já não tocam o tambor de guerra?)

6) Nuno Rogeiro (o navegador, ou seja o gajo que lê os mapas).

7) Major General Arnaut Moreira (o cripto).

8.) Azeredo Lopes (o municiador, aquilo é que vai ser multiplicar munições, elas vão brotar daqueles solos férteis).

9) Embaixador Seixas da Costa (o espião).

10) António Telo (o observador).

11) Diana Soller (a sniper magra).

12) Professor Marques Guedes (o aguadeiro).

13) Helena Ferro Gouveia (a sniper cu de chumbo).

14) Sónia Sénica (a porta estandarte).

15) Cláudio Carvalho (o recruta).

16) Major General Vieira Borges (o artilheiro).

17) Prof Proença Garcia (o condutor).

18) Marques Mendes (o columbófilo).

19) Ana Gomes (a denunciante ou seja a Chiba).

20) Mário Machado (o kamikaze).

21) Cristina Reyna (a enfermeira).

Ainda se arranjam mais meia dúzia mas só com estes já é um reforço brutal, os russos até tremem…


Mais armas para os ucranianos como caminho para a paz

(Dmitry Orlov, in Resistir, 24/01/2023)

“As armas são o caminho para a paz”, disse o secretário-geral da NATO, Stoltenberg, na conferência de Davos, defendendo o envio de mais armas para a ditadura nazista em rápido declínio em Kiev. Aqueles que conhecem e amam o velho Jens provavelmente ouviram isso e bateram palmas de alegria – “Viva, mais armas!” uma vez ele falou a verdade absoluta e não adulterada: canalizar todas as armas da NATO (exceto as nucleares, é claro) para os infelizes ucranianos seria muito propício não apenas para livrar o mundo dessas armas terríveis, mas também para eliminar os restos de nazistas ucranianos e quaisquer mercenários estrangeiros e forças especiais da NATO que estejam presentes no campo.


Artigo completo aqui: Mais armas para os ucranianos como caminho para a paz


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