Do jornalixo ao apoio, passando pela mesma choldra de sempre!

(Por oxisdaquestão in blog oxisdaquestao, 16/04/2024, revisão da Estátua)

Ainda há gente do jornalixo que não compreendeu que o seu discurso enviesado é ridículo. Um exemplo trazido a lume de novo: o bombardeamento por Israel da embaixada do irão, na Síria, foi noticiado sem a gravidade que teve, por ser um ataque a um país terceiro, e por se infringir a regra máxima de não se atacar instalações diplomáticas alheias, regra que nem Hitler ultrapassou. Calado este grave incidente, agora faz-se do Irão o mau da fita, quando usa o seu direito a responder.

Veja-se: Israel pode retaliar; ao Irão reserva-se o estatuto de agressor, sem se dizer qual a sua causa. O jornalixo fez o mesmo com a operação militar russa na Ucrânia ao calar, durante oito anos, os bombardeamentos dos nazis de Kiev às populações do Donbass que não aceitaram o golpe de estado, pago e organizado pela NATO/EUA/UE. Então os russos “invadiram” e não foram em socorro das populações ligadas à Rússia. Ainda hoje estamos com essa ladainha. O Hamas atacou em 7 de outubro e Israel não tinha roubado terras, desalojado populações palestinas, feito doze mil reféns-prisioneiros, assassinado políticos e líderes sociais desde que o sionismo se estabeleceu num território que nunca lhe tinha pertencido. Justifica assim, o Ocidente da NATO/EUA/UE o genocídio que comete e a destruição sistemática de Gaza. O homem é um dos poucos animais estúpidos; o jornalista que mente é um ser hediondo e nojento.

Qualquer um de nós gostaria de saber que vantagens advieram do golpe de mudança de governo. Até ver, nenhumas; estamos no mais do mesmo, cheios de nódoas de banha de cobra. Somos um país de pategos e talvez não tenhamos redenção.

Ao Montenegro, o rei da aldrabice, preocupa-o o drogado de Kiev. Já lhe prometeu TODO o “a-poio” e até já o tem num carrinho de mão. Vai o Rangel levá-lo de mãos dadas com o Melo. Olha que 2!


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A caraterística mais surpreendente do caso Assange

(Paul Craig Roberts, in Resistir, 28/03/2024)

A coisa mais extraordinária sobre Julian Assange é que ele está a ser tratado como se fosse um cidadão americano. “Traição” foi o grito original, agora convertido em “espionagem”.

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Julian: A longa e dolorosa espera de um jornalista preso no Reino Unido

(Entrevista a Stella Assange, in Página Um, 26/03/2024)

A Justiça britânica reconheceu, esta terça-feira, que o pedido de extradição do jornalista Julian Assange por parte dos Estados Unidos viola o direito à liberdade de expressão, expõe o fundador da WikiLeaks à pena de morte e também à possibilidade de ser prejudicado no julgamento devido à sua nacionalidade. O tribunal deu aos Estados Unidos até ao dia 16 de Abril para apresentar garantias de que aqueles receios não se cumpram. Na sequência desta decisão de hoje, o PÁGINA UM republica a entrevista a Stella Assange, mulher do fundador da WikiLeaks, divulgada no dia 5 de Março. 

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