COSTA e a CONFIANÇA

(Joaquim Vassalo Abreu, 01/04/2017)

 

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Dizem todos os renomados Economistas, mesmo os menos renomados e até quem não é Economista nem renomado, como eu, que a CONFIANÇA é a mais valiosa de todas as variáveis económicas.

Eles (a Esquerda) acreditam nele”. Ouvi eu ainda há pouco Pedro Santana Lopes confessar à Judite de Sousa, recordando aqueles quatro anos em que, como líder da oposição, conviveu na Câmara de Lisboa com o então Presidente António Costa, mostrando a sua incredulidade pelo modo como Costa todos, ele próprio, conseguia convencer. Isto a propósito da (para si inesperado) solução governativa engendrada por Costa.

Mas disse mais Santana Lopes, agora, com a idade, mais avisado e prudente e também mais sábio e condescendente, desta vez a propósito das relações do PR Marcelo com o Governo de Costa: “A princípio achava muito estranha aquela relação de Costa com Marcelo!”. Mas, logo de imediato, reconhece ser Costa o mais hábil Político que conheceu desde o 25 de Abril!

Claro que ele não disse, mas sabe, que esse relacionamento se baseia na tal CONFIANÇA. Das tais coisas que se adquire ou não se adquire e se consegue manter ou não. E quem a consegue obter a pior coisa que lhe pode acontecer é perdê-la! É assim em todas as vertentes da Vida. E essa CONFIANÇA consubstancia-se no pleno, cabal e exaustivo conhecimento do Presidente da República de tudo o que se passa no Governo, das suas ideias e decisões, que ele conhece sempre de antemão.

Por isso, com todo aquele voluntarismo que se lhe conhece, chega até a extrapolar as suas competências, falando antecipada e frivolamente de coisas, mas tudo isto porquê? Porque lhe está no sangue, lhe está na sua extensa cultura, na sua imensa curiosidade pelo saber, pelo desejo de ser interventivo e ajudar. Mesmo, às vezes, não ajudando. Mas tudo isso já passou ao estado de normalidade e a verdade é que, para além de tudo querer saber e de tudo querer ser informado, até faz questão de ir ao pormenor e reunir com Ministros. E tudo Costa lhe faculta! Segredo? Coisa simples: CONFIANÇA e Transparência!

De modo que não existem agora aqueles jogos de sombras, aqueles discursos herméticos e redondos, aqueles “avisos” : os assuntos são partilhados, as decisões ponderadas e transmitidas e nada é, no fundo, escondido. E o Presidente lá cumpre como ninguém até hoje conseguiu, nem sequer Soares, transmitir ao povo esse clima de calma, de estabilidade e de CONFIANÇA imprescindíveis para um crescimento económico que se quer sustentado.

E com estas premissas perfeitamente consolidadas na minha mente, estive também, ao final da tarde, a seguir a conferência de imprensa conjunta do Primeiro Ministro e do Ministro das Finanças, explicando todo o processo de venda do Novo Banco, sem quaisquer equívocos ou subterfúgios, uma hora depois da confissão de derrota de um outro Costa, o Carlos, que, de um modo quase mudo veio confessar a sua ultrapassagem a toda a velocidade pelo Governo, neste e noutros processos  da sua jurisdição (regulação, controle e salvaguarda do Sistema Financeiro), depois de ter gasto, só com este processo, dizem que cerca de 25 milhões Euros! Enfim…

E, com todo o sentimento de surrealismo e pasmo que alguma vez pensei possuir, vi todos aqueles comentadores do “outro regime”, numa unanimidade quase total, a vergarem-se à habilidade, à indómita vontade e à coragem daqueles dois que estiveram ali à sua frente, que  ousaram enfrentar o tal “golias” (eu ia a dizer touro, leão e até dragão, mas não seria conveniente!), a tal Entidade Reguladora Europeia, independente e soberana diga-se,  e domar o tal animal completamente tresmalhado e perdido, chamado “Sistema Financeiro”! E isto em pouco mais de um ano e resolvendo, melhor ou pior, todos aqueles eternos problemas, cínica e irresponsavelmente adiados pelo anterior governo.

Bem, Ok, eu sei que, neste caso, com uns certos requintes de malvadez para com os tais Bancos do “Sistema” e que estavam ou parece estarem contra esta decisão. Não queriam ter o ónus que lhes foi transmitido, através do Fundo de Resolução, de cuidarem que os Activos em posse do chamado “Side Bank”, um Banco dentro do Banco, que terão que vender ou rentabilizar para não serem chamados a pedir mais dinheiro ao Estado que, num acto de boa vontade e benevolência, lhes esticou os prazos de pagamento dos tais 3,9 mil milhões para trinta anos. Mas os juros pagam, claro, pois o Estado também se endividou, ora! Venham agora dizer que não…É que isto não é só fazer asneiras e depois assobiar para o lado…

É uma solução equilibrada, disse António Costa, e que, a correr com normalidade, garante que os contribuintes não sejam chamados a pagar seja o que for mas que, ao mesmo tempo e como disse, compromete os Bancos do “Sistema”, que o anterior governo esqueceu e este ajudou a resgatar. Ser contra? É que não faltava mais nada!

Eu não vou aqui especificar os termos do negócio (não faltarão por aqui textos de Especialistas, uns mesmo e outros meramente curiosos, tanto hoje, como amanhã ou depois…), mas quero aqui frisar dois ou três pequenos pormenores que, por muito que o PCP e o BE recorram a posições de princípio (eu também as tenho), são do maior interesse e condicionam, para o bem e para o mal, os termos finais do negócio:

  • Pertencemos à CE e estamos obrigados aos tratados que assinamos. União Bancária, por exemplo.
  • Existe uma Entidade Reguladora Europeia, como disse, independente e soberana, que rege ao seu critério estes mecanismos e com quem é deveras difícil negociar, ainda por cima quando, contra os dogmas em vigência, esta solução pressupõe que o Estado fique com 25%!
  • Que uma “nacionalização” pura e simples, para além de afrontar essas Entidades Europeias que, já tendo sido convencidas a não considerar ajuda do Estado a recapitalização da CGD (não ser considerada para o défice), nunca aceitariam que esta não o fosse e, indo ao défice, tal poder abrir uma autêntica “caixa de Pandora”, de consequências imprevisíveis.
  • E, por último, fazendo alarde da credibilidade já adquirida perante os seus pares Europeus, credibilidade obtida não só pelos resultados do défice de 2016, mas também pelos recentes dados da economia, desde o crescimento, ao emprego, ao comportamento das exportações etc, reconhecidas por todos, desde o BP, ao INE e até ao CFP da Teodora Cardoso, até à afirmação plena desta solução política e à sua completa desmistificação, este é um passo importante, a par da saída do PDE (procedimento por défice excessivo), do reforço dessa afirmação que, espero, também se venha a reflectir na avaliação das agências de rating e nas taxas de juros cobradas pelos mercados.

Podem acusar-me alguns de situacionismo, mas esta é a realidade e, no imediato, não podemos fugir dela. A mim o que me agrada é que tudo isto o que foi conseguido em pouco mais de um ano, foi obtido contra tudo e todos, com afirmação e nunca com subserviência. E não foi impunemente que na tal entrevista o Pedro Santana Lopes tenha apelado ao seu Partido: “Deixem-se de cavalgar os casos e casinhos, os SMS e as taxinhas e apresentem é propostas construtivas…pois assim…”.

De modo que este fim de tarde, olhando para aqueles dois Homens, que não se esconderam, deram o peito às balas e responderam, sem quaisquer subterfúgios, a todas as questões que lhes foram colocadas, pensei: ESTES TRANSMITEM-ME CONFIANÇA. NESTES EU CONFIO!

NOTA 1: Em 03/08/2014, aquando da decisão da “resolução do BES”, Passos estava na Manta Rota, a Cristas bronzeando-se numa praia qualquer e quem presidiu àquele Conselho de Ministros electrónico foi Paulo Portas.  Algum alguma vez deu a cara por aquela solução? Não! A responsabilidade era toda do Carlos Costa! Eles limitaram-se a fazer a lei à medida…Mais nada!

NOTA 2: Também parece que o “Abutre” vai ter, pelo menos durante uns anos, as asas atadas!


Fonte aqui

CRISTIANO, “THE STAR ALONE”!

(Joaquim Vassalo Abreu, 29/03<72017)

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Antes que me chamem a atenção para o título, dizendo-me que é bem “Lone Star” e não “Star Alone”, o que a seguir explicarei, quero-vos dizer que saiu tudo ao contrário do que eu, no mais profundo âmago do meu ser, queria e até previa. Mas aconteceu!

Antes de mais, e para ficar assunto arrumado, é só para que fique bem clara a diferença entre um “Lone Star”, estrela solitária em portuga, a quem chamam também de um “Fundo Abutre”, e um “STAR ALONE”, uma estrela só, sozinha sim, porque parece que anda agora com uma Georgina, que dizem Espanhola mas tem a efusividade de uma Russa, a não ser que engane, a gente não sabe, e ao invés de um “Fundo Abutre” é um “Abutre Sem Fundo”…de tanto dinheiro que ganha!

Isto porque eu tinha uma tese. Era secreta e por isso nunca a divulguei. Mas era uma tese. Eu sinto-vos um pouco atarantados com este palavreado de “chacha”, mas mais perplexos irão ficar quando vos apresentar a minha tese, tese essa que não vou conseguir defender, apenas porque carecendo de verificação científica, foi ultrapassada pelos acontecimentos!

É o que dá o protelar, protelar e protelar. Depois queremos e o adequado tempo foi-se. É como o comboio, nunca aprendemos… Mas, mesmo assim, aqui fica ela, para memória futura.

É que dizem por aí que uma coisa chamada “Lone Star” vai mesmo comprar o Novo Banco, e vai comprá-lo por “tuta e meia”. SOU CONTRA! E sou visceralmente contra porque vim a saber que o tal “Lone Star” não era o Cristiano Ronaldo! E foi aí que me dei conta que vão vender o Novo Banco um “Fundo Abutre” em vez de o vender a um “Abutre Cheio de Fundos”.

É que, como ele era accionista do BES (não recebia em acções?) e não consta, ao contrário da D. Inércia, ter passado para o Banco Mau, eu sempre pensei que esse misterioso “Lone Star” que, em vez de “estrela solitária” poderemos também, no caso do Cristiano, dizer de “única”, fosse ele mesmo, o Cristiano Ronaldo!

Pois que, até por reconhecimento por esse enorme serviço pátrio, o de não deixar que um dos principais Bancos nacionais fosse parar a um “fundo abutre” qualquer, até tinha sido, por decisão superior, decidido que o Aeroporto do Funchal passasse a ter o seu nome: Aeroporto Cristiano Ronaldo ou, mais simplesmente, CR7! Pensava eu…

E esta minha tese mais fortificada ficou, quando o presidente Marcelo, numa manobra que eu considerei de pura pressão psicológica sobre o “penso que”, só poderia ser, se manifestou contra, tendo depois decidido, ele mais o seu Costa (não confundir com guarda costas, deixem-se de malícias), ir à inauguração da imprescindível placa e busto, de cabelo erguido pelo vento do Funchal.

Mas houve para aí muita gente inteligente a manifestar-se contra também, sem qualquer tese e apenas por dor de cotovelo, claro, como um Seixas da Costa, um que até é ou foi Embaixador e escreve por aí nas redes sociais, que se manifestou ostensivamente contra e até terá afirmado que mais o mereceria o Alberto João. Que também usa o sobrenome de Jardim.

Mas, convenhamos, por todo o respeito que possa ter pela sua opinião pois, como notaram eu também era contra mas, ao contrário dele, tinha uma tese, um nome como João Jardim é assim mais apropriado para dar nome a rotundas e a praças. É que mesmo para Túneis seria duvidoso! Agora, Aeroportos, ó Seixas? Aeroporto Jardim será nome para alguma pista? Pronto dêem-lhe lá o nome de uma aeronave restante pois as outras já estão destinadas e acaba tudo em “Aveiro”!

Mas sinto-me desiludido pelo estrepitoso falhanço da minha tese. Mas não conformado, resolvi investigar e vi ali dedos vários, entre os quis, para além do Mendes e do Bataglia, o do Ricciardi e, acima de todos, o de Sócrates! Poderia lá faltar?

O Mendes é, como toda a gente sabe, um espertalhão e o TedxMonteiro deve-o ter contactado para este falar com o Cristiano para o convencer de que, só com o que auferia num ano, poderia comprar o Novo Banco. Banco onde já era acionista, relembre-se, questão não despicienda, pelo que ficaria tudo em casa!

Só que o Cristiano, depois de aconselhado pela D. Dolores, terá dito ao Mendes para ligar ao seu amigo Ricciardi, que mais uma vez passou a perna ao Ricardo, para ele dar a sua opinião. “Nem penses nisso ó Cristiano, aquilo não é para o teu “bico”. Aquilo será meu, mais dia menos dia, percebes? Depois falaremos!”. Também terá dito…

Ao que o Cristiano, sagaz como é, terá percebido e terá pensado: mais vale ficar com o nome no Aeroporto pois, ao menos, ali não há imparidades.

Mas quem ficou para lá de doente foi a D. Inércia, que daí não saiu…

De modos que foi assim…


Fonte aqui

2,06%!

(Joaquim Vassalo Abreu, 27/03/2017)

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Que título, dirão vocês? É realmente esquisito, mas não é nem um número mágico, nem tão pouco um número cabalístico.

Andaram para aí a vender que seria 2,1%, que seria o mais baixo défice orçamental da nossa Democracia e eis que o Cadilhe, logo secundado pelo Passos, vem dizer: Na,Na,Na,Na…em 1989 eu também atingi esse valor: 2,1%, nada mais nada menos! Porque ninguém se lembra, perguntava ele indignado?

E eis que o INE vem dizer que, afinal, estavam todos errados: o Défice final foi de 2,06%!

Foi bom? Foi! Foi óptimo? Não! Mas porquê, perguntar-me-ão?

Não é por nada do que argumentou a Oposição, que está numa fase em que não sabe o que diz, por muito que o Marques Mendes na sua “missa” dominical os chame  à atenção, mas porque continua a ser um défice. E havendo um défice ele tem que ser colmatado. Como? Com mais Dívida. E mais Dívida é mais dependência, que é o contrário de independência, quer se queira quer não.

Claro que esta redução do défice é extremamente positiva, e por várias razões:

  • Demonstra à saciedade que existia alternativa ao “não havia alternativa”!
  • Que essa alternativa não passava pela simples austeridade sempre sobre os mesmos, tidos por únicos responsáveis pelo descalabro das contas públicas.
  • Porque se demonstra que os Bancos portugueses e internacionais, os verdadeiros grandes responsáveis tinham, não pés de barro, mas pés de areia e movediça…
  • Que a paz social, as reversões e a confiança geral que, por si só, impulsionam a economia, são mais importantes que quaisquer discursos macroeconómicos, sempre discutíveis.

Mas não basta ter descido em 2016. É preciso que a trajectória continue descendente, e o Governo assim promete e tem orçamentado. Porquê? Porque só assim se fundamenta sem quaisquer hesitações e suspeitas por parte das instituições europeias a sua sustentabilidade e a certeza de um caminho correcto para afirmação política deste Governo e desta solução governativa.

E quando se fala em pelotões, como se de uma prova ciclista se tratasse, é bem melhor ir à frente, do que se ter que fazer um esforço de recuperação que pode ser inútil. Para mais porque, a ser verdade que o BCE vai a partir do fim do ano restringir as compras de dívida pública dos países sujeitos a resgate, é necessário apresentar bons índices de rendibilidade, de execução orçamental, de diminuição do seu défice e de aumento do saldo primário, para que o “garrote” do serviço da dívida possa apresentar um menor peso e as renegociações constantes de “tranches” da nossa dívida, possam ser efectuadas por prazos mais longos e com juros mais baixos, de modo a fazer com que ela “coma” cada vez menos parte da nossa receita e mesmo superavit.

O objectivo deste governo tem que ser, portanto, o de atingir o défice Zero, é o que eu penso. E porquê? Porque, diz a nossa experiência profissional e de vida, que nunca se consegue negociar bem quando se está na mó de baixo. Quando se vai de chapéu baixo ou de calças caídas. Só se negoceia bem quando se tem argumentos, é da vida e dos livros.

Por isso falar-se em “reestruturar” a dívida é inapropriado porque, não sendo o mesmo que “renegociar”, ela remete para algo como um “aircut” (redução ou corte da mesma), que só acontece quando não se consegue mesmo pagar e se fica sujeito a todas as condições.

Falar em “renegociar” já é coisa bem diferente pois, apresentando números progressivamente fiáveis, favorece a aceitabilidade por parte dos detentores da dívida para a tal extensão da mesma, em condições mais favoráveis e dentro do “sistema” onde se integra. E é minha convicção que essa tal “renegociação” só se alcançará com sustentabilidade financeira (sem défice e consequente aumento dessa mesma dívida) e que só poderia ter alternativa de emissão de dívida interna (emissão de obrigações do tesouro, bilhetes do tesouro e instrumentos afins) se a nossa poupança interna não fosse o que é e o nosso sistema financeiro fosse outro também…

De modo que, finalizando, é com alguma preocupação que vejo o Bloco de Esquerda apresentar um discurso absolutamente errático e sem quaisquer soluções alternativas. Assim como se aquilo que eu deseje seja aquilo que escrevi. Não é! Como a minha vida também não o é. É o que é, é o que pode ser e, se não conseguir suster os meus gastos, que outro caminho me resta?

Posição diferente é a do PCP, que não é novidade, há muito que não o é, e é sim uma afirmação de denúncia e de aviso para, a não serem conseguidos, sou levado a pensar, os objectivos que atrás enunciei, Portugal se vá preparando para um “Euroexit”. Com que custos? Esse é que é o problema!

Por isso, neste momento, tendo-se alcançado aquilo que nunca se alcançou, tendo-se conseguido uma afirmação perante a CE que não existia, sendo possível apresentar argumentos, em suma, creio ser salutar continuar este caminho, para mim o caminho certo.

Quem não estiver de acordo que objete e apresente outro. Por isso eu entendo que, sendo legítimas as críticas e as objecções dos dois Partidos mais à esquerda e que suportam a nível parlamentar este Governo, estes devem medir bem aquilo que dizem e propõem porque, julgo estar certo e eles devem ter essa consciência, numas próximas eleições, depois de uma recuperação do País, ninguém compreenderia a apresentação de alternativas de muito difícil imediata sustentação e seriam fatalmente afectados eleitoralmente.

Eu coloco e todos podemos colocar todas as reticências ao rumo que a Europa leva etc, mas, quer queiramos quer não, é a que temos. E o que temos é que, dentro da que temos, conseguir a nossa afirmação!

Por tudo isto continuo a apoiar este Governo!


Fonte aqui