(Larry Johnson, in mural de Helder C. Vieira, Facebook, 29/05/2026, Revisão da Estátua)

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Larry Johnson, ex-oficial da CIA com acesso direto ao pensamento estratégico russo, acaba de fazer aquela que é, até agora, a mais clara previsão sobre como esta guerra realmente terminará.
Após anos de desgaste cuidadoso, a Rússia cruzou o seu último limite e agora prepara um ataque terrestre para tomar e manter a posse de Kiev. A ordem direta de evacuação para todos os diplomatas e conselheiros militares ocidentais na capital da Ucrânia não é teatro. É o tiro de partida.
A Rússia decidiu oficialmente mudar toda a sua abordagem ao conflito. O brutal ataque terrorista que massacrou adolescentes em Lugansk foi a gota de água que acabou com qualquer resquício de contenção.
Moscovo não está mais disposta a absorver ataques intermináveis de Kiev contra o seu povo, apoiados pelo Ocidente, enquanto finge que as antigas regras ainda se aplicam. Diplomatas estrangeiros e agentes de inteligência em Kiev foram instruídos, em termos claros, a deixar o país imediatamente.
A Rússia não faz ameaças vazias e esta tem toda a autoridade do Kremlin. A mensagem é inequívoca: limpar a cidade antes que os ataques se intensifiquem, antecedendo a operação terrestre.
Larry Johnson afirma que as forças russas capturarão e controlarão Kiev até o final do verão. E isso não é mera fantasia. É uma avaliação baseada no atual esmagador arsenal russo de mísseis, artilharia e tropas prontas para o combate. A cidade está a ser sistematicamente preparada para a tomada, enquanto as defesas ucranianas continuam a deteriorar-se.
Kiev cai primeiro, mas Odessa e a Transnístria também estão marcadas para serem libertadas antes do fim da campanha. As forças militares ucranianas serão derrotadas completamente no campo de batalha.
A fase de operações militares especiais terminou. As operações de vitória em grande escala começaram. Vladimir Putin instruiu pessoalmente o seu ministro das Relações Exteriores a entregar esta mensagem intransigente a Washington.
A Rússia agora possui tanto a capacidade quanto a vontade política para concluir a sua tarefa dentro da Ucrânia. A cautela anterior era deliberada. Mas esse capítulo foi agora encerrado.
Resumindo: A Rússia absorveu todas as provocações que o Ocidente lhe lançou e agora reuniu as forças e a determinação para encerrar a guerra nos seus próprios termos, capturando Kiev e derrotando o que resta do exército ucraniano nos próximos meses. A previsão é precisa e a janela de oportunidade está a fechar-se rapidamente.
Os detalhes da análise podem ser vistos no vídeo abaixo, com legendas disponíveis em inglês.
Muito gostas tu de “conversar” comigo, amor! Juras que não vais ler os meus comentários, não queres que eu leia os teus, mas não resistes! E não só os meus. Metes conversa com toda a gente e mijas de cima da burra com toda a gente, mas cada vez dizes mais asneiras. Depois levas na corneta e desatas a choramingar: ai não ouçam o que eu digo, que a minha boca está rota! E vá de fazer queixinhas: ó mãe, aquele moço batê-me, deu-me um pontapé do cu!
Tenho uma novidade para ti, ó musculado sabe-tudo: é completamente desprovida de rigor científico a crença de que, quando as galinhas têm dentes, saem os pintos carecas!
Aqui vai, mais uma vez, a canção dos Íris que se inspirou em ti:
https://youtu.be/GE0qR2pp-bg?si=pX0JpxylglLHxJbF
Se a Rússia tomasse Kiev desbararatando a camarilha de Herr Zelensky iam negociar a entrada na NATO com quem?
Claro que a guerra acabaria e o problema de a Ucrânia entrar na NATO nem se punha porque a Rússia poderia sempre voltar a atacar o que restasse da Ucrânia provavelmente com capital em Lviv.
A Rússia não tem razão para ter medo de uma entrada do que restar da Ucrânia na NATO.
Simplesmente porque desde o início do conflito que já está em guerra com a NATO.
De mercenários, a armas, a instrutores militares a NATO tem mandado para lá de tudo.
A Uniao Europeia tem despejado la rios de dinheiro sem pedir contas e a Ucrânia nem sequer faz parte da União Europeia.
Fosse a Ucrânia um membro da União Europeia e não estivesse em guerra com a Rússia e teria certamente recebido muito menos dinheiro e com muito mais escrutínio e até exigências com muito de desumano, como nós aconteceu a nós e aos gregos.
E a Rússia interessa que isto continue porque tem a economia a crescer, mostra a eficácia do seu armamento e consegue congregar a população em torno do Governo como nunca antes conseguiu.
E carne para canhao também tem onde a ir buscar.
Agora há um limiar de dor que nao pode ser ultrapassado sob pena de criar um descontentamento difícil de gerir.
Foi a contar com isso que o terrorismo ucraniano nazi atacou um dormitório de adolescentes matando 21. Foi sempre a contar com isso que o nazismo ucraniano matou civis.
Claro que a Rússia escalou tentando demonstrar a essa gente que não pode ganhar a guerra e que ações dessas terao um castigo severo.
E outra das razões pelas quais a Rússia quer que isto continue e porque somos nós quem cada vez mais perde dinheiro e direitos neste buraco negro.
E a Rússia também sabe que a não ser a meia dúzia de hereges que todos os outros mandam para a Rússia dizendo que ainda deveriam ser obrigados a pagar o bilhete todos os europeus continuarão a achar isto normal e que devem pagar a camarilha nazi para os deter na Ucrânia sob pena de terem de aprender russo. E o alfabeto cirílico e areia demais para aquelas camionetas.
E no meio disto tudo a nossa vida cada vez anda mais para trás.
E e por tudo isso que a Rússia arrasta o conflito. Não por medo de uma entrada do que restar da Ucrânia na NATO e que os nossos líderes estejam mesmo dispostos a viver o resto da vida em bunkers para salvar os nossos trolhas, mulheres da limpeza e putas.
Não me parece provável, nem sequer útil ou viável, que os russos tentem tomar Kiev. O que me parece possível, e me admira até que ainda não tenha sido feito, é a tomada de toda a região da costa do mar Negro ainda nas mãos da quadrilha de Herr Cocalensky, desde a zona já ocupada de Kherson e Zaporíjia até à Transnístria, incluindo a jóia da coroa, a cidade russa de Odessa.
Uma eventual explicação para que isso não tenha ainda acontecido poderá ser a ambição da quadrilha cocalenskyana de adesão da Ucrânia à NATO, que a Rússia, como sabemos, não aceita. É sabido que os estatutos da famosa organização humanitária proíbem a adesão de países em guerra. Arrastando o conflito em banho-maria, a Rússia mantém a Ucrânia oficialmente em guerra, assim impedindo, com as regras do inimigo, a ambicionada adesão. Não sei se é esta a ideia e, da última vez que falámos ao telefone, o Putin não me confirmou a hipótese, mas não seria mal pensado, não senhor. Vou fazer-lhe a pergunta por pombo-correio, um meio muito mais seguro, à prova de escutas, e transmitir-vos-ei a resposta igualmente por pombo-correio.
Fui esta tarde à apresentação de um novo livro do major-general Carlos Branco, num hotel de Lisboa (“Ucrânia – Variações de Uma Guerra Inacabada”). A sala estava completamente cheia, houve quem ficasse à porta. Pelas minhas contas, mais de 120 lugares sentados, mais uns 30 ou 40 que (como eu) tiveram de ficar de pé. Entre 150 a 160 excêntricos, hereges e infiéis! Um consolo!