(BPartisans, In Fórum da Escolha, in Facebook, 27/05/2026, Revisão da Estátua)

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Durante décadas, Washington vendeu ao mundo uma mitologia industrial: a de uma superpotência capaz de travar várias guerras em simultâneo, bombardear todo o planeta antes do pequeno-almoço e, depois, dar palestras sobre “resiliência estratégica” ao jantar. Mas agora, um pormenor embaraçoso entrou em cena no Pentágono: sem tungsténio, não há Tomahawks. Sem tungsténio, não há Patriots. Sem tungsténio, a máquina imperial assemelha-se, de repente, a um Ferrari sem motor — demasiado caro, demasiado arrogante, mas imóvel.
A ironia é quase poética. O país que dá palestras ao mundo sobre “cadeias de abastecimento seguras” depende de um metal amplamente dominado pela… China. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), Pequim controla a grande maioria da produção global de tungsténio refinado e é o ator dominante no mercado mundial, enquanto os Estados Unidos importam este mineral crítico em grande escala. O próprio Departamento de Energia dos EUA classifica o tungsténio como um material estratégico com elevado risco de interrupção do fornecimento.
E, no entanto, Washington age como um bilionário que queima os seus móveis para aquecer a sala de estar. A guerra de 2026 contra o Irão, uma dispendiosa montra para o complexo militar-industrial, teria revelado um problema mais grave do que um simples estouro orçamental: o consumo de mísseis excede em muito a capacidade de produção anual. Mais de 1.000 mísseis Tomahawk foram disparados e mais de 1.200 intercetores Patriot foram implantados, de acordo com várias estimativas dos meios de comunicação social, enquanto a produção industrial já luta para satisfazer as necessidades da Ucrânia, do Médio Oriente e da região Indo-Pacífica.
O aspecto mais delicioso desta farsa estratégica continua a ser o contraste entre a retórica e a realidade. Washington exige que os seus aliados “reduzam os riscos” nos seus laços com Pequim, mas não consegue produzir alguns dos seus sistemas mais sofisticados sem minerais chineses. Isto revela a verdade por detrás das conferências do Pentágono em tempo de guerra: o poderio militar americano depende do fornecedor que considera a sua ameaça existencial.
A Casa Branca pode até aumentar os orçamentos militares — mais de 880 mil milhões de dólares anuais para o Pentágono, segundo o Congresso norte-americano —, mas ainda precisa dos metais para transformar esses milhares de milhões em mísseis. Pois a superpotência pode ter-se esquecido de uma regra básica da guerra industrial: os slogans não substituem a matéria-prima.
O “exército mais poderoso do mundo” está, por isso, a descobrir uma verdade humilhante: as guerras não se ganham com apresentações em PowerPoint, bandeiras e comunicados triunfantes. O tungsténio também é necessário. E agora, fala mandarim.
O sucesso da viagem “americana” à Lua, no século passado foi, na realidade, um feito do nazi recauchutado Wernher von Braun, criador do primeiro míssil balístico a nível mundial, o V2, que na II Guerra Mundial matou milhares no Reino Unido. Ou seja, a viagem americana à Lua foi, na realidade, uma viagem alemã, um sucesso do nazismo alemão. Talvez esteja na altura entregarem de novo aquela merda a nazis certificados, autênticos, da Bayer, em vez de manterem ao volante nazis de aviário, tipo Trump, Rubio ou Hegseth, cuja vocação não vai além dos intervalos, em que entretêm o pagode como palhaços. Merda por merda, mais vale merda certificada, ainda que Nossa Senhora do Santíssimo Autoclismo, nossa adorada padroeira, não faça discriminações e mande toda a merda para o mesmo sítio! Oremos!
Deve ser das poucas viagens onde o risco de contrair hantavírus ou transportar roedores é praticamente nulo… e dizem que o ar é muito puro, de tão rarefeito… não há metais pesados… daí haver tanta gente famosa a viajar para o espaço e muitas mais a investir na exploração espacial e em futuras viagens à Lua (até 2030) e a Marte (que já dizia o grande Elão, será bem antes de 2030)… entretanto mais uns percalços, umas pedras na engrenagem, uns fusíveis soltos e uns parafusos mal apertados… só mais um dia no serviço…
As gentes famosas viajam de borla, em promoções da agência respectiva, seja a do Bezos seja a do Elon, aterrando perfeitamente e em directo, para mostrar quão ultra-fixe e super divertido, quase “efortless”, é ir ao espaço pré-lunar ou pós-lunar (antes ou mais além da trajectória orbital da lua) e voltar ileso, risco 0 e experiência nota 10.
Depois há os testes dos veículos que farão não apenas o transporte de satélites e equipamento para a viagem e alunagem tripuladas, como também e posteriormente o próprio transporte da tripulação que vai alunar e desempenhar a missão, e esses nunca funcionam bem, ou têm uma combustão final, no regresso à terra, normalmente por amaragem, ou agora nesta situação da Blue Origin uma explosão inicial, como em outros testes da SpaceX que já foram cancelados, abortados ou mesmo desastrosos.
Eu sei quem não lhes comprava acções, quanto mais bilhetes e merchandising…
E ainda há (ou havia) a Virgin do Ricardo Brasonado, que também chegou a fazer umas coisas parecidas com vedetas e agora parece que tem andado a voar mais baixo, deixando os grandes voos para a SpaceX e Blue Origin… ele lá saberá… há quem diga que o próximo estouro, seguido de crash vai ser ainda maior, Tunguska e o Krakatoa juntos iam parecer um susto ao pé de tal cataclismo económico…
Entretanto, mais um “great sucess” made in America… será que os elementos da equipa da Blue Origin também bateram palmas após a ignição do veículo, como a malta da SpaceX fez após a amaragem seguida da combustão do último protótipo?
https://tek.sapo.pt/noticias/ciencia/artigos/explosao-do-foguetao-da-blue-origin-pode-afetar-planos-para-regressar-a-lua-nasa-vai-investigar-impacto/
Quem não tem tungsténio não Tunguska, já dizia o velho ditado dos xamânico…
E sem tungsténio também não podem criar armas para invadir a China e pilhar o material que la há. Ora embrulhem.