A Rússia não poupa esforços para derrotar a agressão por procuração da NATO

(Editorial in SCF, 03/07/2026, Tradução Estátua)


A guerra está declarada. Parece não haver outra hipótese.


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Existe agora uma sensação palpável de que a Rússia aumentou significativamente o seu poderio militar para eliminar o regime de Kiev, apoiado pela NATO.

Não é apenas o antro neonazi em Kiev que precisa de ser erradicado. É todo o projeto de agressão por procuração da NATO que o regime personifica. A Rússia está a vencer no campo de batalha, de forma metódica e gradual, mas, dada a campanha de terror aéreo que o regime da NATO está a promover em território russo, o golpe final precisa de ser desferido o mais rapidamente possível.

Esta semana ficou marcada pela maior onda de ataques aéreos russos contra a Ucrânia desde a escalada do conflito em fevereiro de 2022. Vários alvos na capital, Kiev, foram atingidos durante a noite de quinta-feira, assim como outras cidades e regiões. Foram utilizados centenas de drones, mísseis balísticos e munições hipersónicas. As imagens de vídeo indicaram que a maioria dos ataques atingiu os seus alvos com uma interceção mínima por parte das defesas aéreas.

Moscovo afirmou que todos os alvos eram instalações do complexo militar-industrial. Declarou ainda que o uso da força maciça será intensificado até que todos os objetivos sejam atingidos.

Diversos analistas respeitados notaram uma nova determinação da Rússia em vencer em termos militares diretos, abandonando um esforço diplomático paralelo. Andrey Martyanov, Larry Johnson, Douglas Macgregor e John Mearsheimer estão entre estes analistas experientes que avaliam que a liderança russa concluiu que precisa de derrotar o regime de Kiev e os seus aliados da NATO e pôr fim a este conflito rapidamente, nos termos da Rússia.

A via diplomática que os Estados Unidos tinham promovido com Donald Trump chegou a um beco sem saída. Entretanto, o regime de Kiev, sob a orientação da NATO, intensificou os seus ataques terroristas contra a população russa. Nos últimos meses, quase 400 civis russos foram mortos em ataques com drones e mísseis de longo alcance.

A pior atrocidade ocorreu a 22 de maio, quando um dormitório universitário em Starobelsk, Lugansk, foi destruído por múltiplos ataques de drones, matando 21 estudantes, a maioria adolescentes. Foi um ponto de viragem. Após este ato deliberado de assassinato em massa, a Rússia intensificou e manteve o seu ataque militar contra o regime de Kiev e os seus centros de poder. Esta semana, o bombardeamento aéreo aumentou consideravelmente, e Moscovo afirmou que a intensidade irá crescer.

Como comentou o analista Andrey Martyanov, o regime da NATO perdeu a guerra no terreno, exceto nas últimas e cada vez mais pequenas linhas de batalha. O grupo apoiado por Kiev, sob instruções dos seus comandantes da NATO, está a recorrer à última e desesperada arma do terrorismo contra civis russos. Mas Moscovo precisa de esmagar esta tática desesperada para incitar uma guerra em grande escala na Europa, extinguindo preventivamente o projeto da NATO na Ucrânia.

Existe um compreensível sentimento de raiva entre os russos pelo facto de a guerra por procuração da NATO se estar a prolongar e continuar a atingir civis. Esta semana, cinco pessoas morreram quando um mercado na cidade de Tokmak, em Zaporozhye, foi alvo de um ataque de drone ucraniano. Houve também mortes em ataques nas regiões de Belgorod e Nizhny Novgorod. Um bebé de seis meses foi morto por um drone na região de Moscovo, a cerca de 100 km a sul da capital russa.

No dia 17 de junho, um autocarro que transportava uma equipa de futebol juvenil da Bielorrússia foi atingido por drones ucranianos na região de Bryansk, matando uma mulher grávida. Esta semana, um outro autocarro que transportava turistas da Bielorrússia também foi alvo de um ataque.

Não há dúvida de que a NATO e os planeadores europeus estão por detrás deste aumento dos ataques terroristas perpetrados pelo regime de Kiev. A União Europeia, sob a liderança da ex-ministra militar alemã Ursula von der Leyen e outros, está a fornecer à Ucrânia uma ajuda de 90 mil milhões de euros, a maior parte destinada a aumentar o poder de fogo dos drones de longo alcance contra a Rússia.

Os governos ocidentais e os meios de comunicação social estão a encobrir a campanha terrorista da NATO, como sublinha o diplomata russo Rodion Miroshnik.

A cobertura mediática ocidental sobre os ataques deliberados contra civis russos é mínima. O massacre na faculdade de Starobelsk foi largamente ignorado ou, quando noticiado, as negações cínicas do regime de Kiev ganharam credibilidade.

Além disso, as potências da NATO estão a encorajar o regime de Kiev a intensificar a campanha terrorista. Reportagens dos meios de comunicação ocidentais caracterizam os ataques ucranianos com drones e mísseis como legítimos e deleitam-se com a afirmação de que “a guerra está a ser levada para a Rússia”. Existe uma especulação febril sobre “Será que Putin conseguirá resistir?”, o que significa que o Ocidente aprova os ataques contra civis como forma de desestabilizar o Estado russo. Isto é terrorismo por definição.

Na sua obsessão russófoba, o Ocidente está a arriscar iniciar a Terceira Guerra Mundial. Como argumentou o estratega russo Sergey Karaganov, a Rússia deve agir de forma decisiva para eliminar a ameaça que emana não só do regime em Kiev, mas também dos planeadores da NATO que o apoiam.

Outra função de propaganda do Ocidente é retratar os ataques russos como “terroristas” e como chacinas indiscriminadas de civis ucranianos.

Ao mesmo tempo que ignorava as mortes de civis russos, os meios de comunicação ocidentais destacaram as alegadas vítimas ucranianas. O bombardeamento maciço levado a cabo pela Rússia esta semana terá matado entre 20 e 30 civis. Os números baseiam-se em informações de autoridades ucranianas.

Todas as mortes de civis são lamentáveis. Mas os governos e os meios de comunicação ocidentais não condenam a Ucrânia pelas vítimas russas, aliás, nem sequer as reconhecem ou retratam as mortes como justificadas. A Rússia afirma que não está a atacar deliberadamente os centros civis. É preciso ter em conta que o regime da NATO instala rotineiramente fábricas de drones e centros de comando em edifícios civis. Em segundo lugar, assumindo que se verifica o último número de mortos em Kiev, de 20 a 30, os números são notavelmente baixos tendo em conta o enorme poder de fogo russo utilizado, o que indica que a intenção não é ferir civis; caso contrário, o número de vítimas estaria na casa dos milhares.

Outro fator é que as defesas aéreas da NATO são extremamente ineficientes na interceção de mísseis russos. O professor Ted Postol, especialista americano em armamento, numa entrevista detalhada a Nima Alkhorshid, estima que os intercetores Patriot têm uma taxa de sucesso de apenas 2 a 3%. Isto significa que, em qualquer ataque aéreo, dezenas de ogivas Patriot podem atingir edifícios residenciais e outras estruturas civis. Isto poderá explicar as fotos que mostram edifícios residenciais com os andares superiores danificados, que o regime ucraniano alega terem sido causados ​​por ataques russos e que os meios de comunicação ocidentais publicam sem questionamento.

O conflito na Ucrânia arrasta-se desde o golpe de Estado apoiado pela CIA em 2014 e a subsequente instrumentalização do regime neonazi em Kiev pela NATO. Desde 2014, o regime, que glorifica os colaboradores nazis da Segunda Guerra Mundial, assassinou milhares de russos étnicos em campanhas terroristas deliberadas. A guerra aberta que eclodiu em 2022 poderia ter sido evitada se a via diplomática de Moscovo tivesse sido correspondida em 2015, através dos Acordos de Minsk, e novamente no final de 2021, quando a Rússia ofereceu uma nova estrutura de segurança à Europa. Os Estados Unidos e os seus parceiros europeus rejeitaram qualquer diplomacia, visando, em vez disso, “derrotar estrategicamente” a Rússia através do seu aliado ucraniano.

Os leitores devem consultar o editorial semanal da SCF de 25 de fevereiro de 2022, publicado um dia após a intervenção das tropas russas na Ucrânia, numa operação que foi classificada como militar especial. Sob o título: “A agressão contra a Rússia, apoiada pelos EUA e pela NATO, foi finalmente contida”, escrevemos:

“Há anos que a Rússia alerta que a agressão dos EUA e da NATO representa um perigo crítico para a segurança internacional e que precisa de ser travada. A revogação dos tratados de controlo de armas pelos EUA (ABM, INF, Tratado de Céus Abertos) e a expansão das ameaças de mísseis perto das fronteiras da Rússia tornaram-se intoleráveis. A Ucrânia é apenas um elemento de um quadro muito maior. Mas esta semana, a Rússia finalmente tomou medidas para travar a agressão. É um ponto de viragem histórico.”

É fácil falar depois do sucedido. A operação militar especial da Rússia não foi suficientemente decisiva para erradicar a agressão da NATO e do seu regime neonazi. Havia muita expectativa depositada na possibilidade de um empenhamento diplomático ocidental. A incursão fútil de Trump dissipou qualquer ilusão nesse sentido, enquanto, ao mesmo tempo, as potências europeias da NATO encorajam ainda mais o terrorismo a partir de Kiev.

Mais de quatro anos de guerra aberta e derramamento de sangue, com um número estimado de 1,5 milhões de mortos entre os militares ucranianos, poderiam ter sido evitados. Centenas de civis russos foram mortos pelo terrorismo apoiado pela NATO. A tolerância e a disponibilidade da Rússia para procurar uma solução diplomática não foram correspondidas.

Moscovo parece ter percebido que a solução, neste momento, não passa pela diplomacia nem pela recuperação de território histórico, mas sim pelo fim do projeto de agressão da NATO, que a Ucrânia personifica. Sem dúvida.

Como observou recentemente o presidente russo Vladimir Putin, o Ocidente quer a guerra com a Rússia através da Ucrânia, tal como a Alemanha nazi quis em 1941. Nestas circunstâncias, um murro na cara é mais apropriado e tem maior probabilidade de sucesso do que um falso aperto de mãos diplomático.

A guerra está declarada. Parece não Parece não haver outra hipótese.

Fonte aqui.

O crescente autoritarismo de Bruxelas

(Major-General Carlos Branco, in Jornal Económico, 02/07/2026)


A Lei dos Serviços Digitais permite sancionar indivíduos apenas porque pensam diferente. Seria difícil não considerar esta Lei um inaceitável instrumento de censura.


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O prolongamento da guerra na Ucrânia poderá conduzir a uma confrontação mundial. Esquecendo o resultado das duas guerras mundiais que empurraram as potências europeias para a subalternidade estratégica, a Europa prepara-se afincadamente para travar uma guerra contra a Rússia, fazendo tábua rasa das dramáticas consequências que essa confrontação terá.

A probabilidade de um conflito militar direto entre a NATO e a Rússia é hoje, de longe, superior à de um acordo de paz. Neste turbilhão, assistimos à ação das lideranças europeias tentando convencer as suas populações da inevitabilidade da guerra. E fazem-no das mais variadas formas, não se inibindo de atropelar e subverter as normas básicas que regulam o funcionamento dos Estados democráticos. Assistimos presentemente ao que já vimos no passado, quando acontecimentos históricos foram utilizados para condicionar e reduzir as liberdades dos cidadãos, lembramo-nos, por exemplo, do onze de setembro e da Covid.

Para convencer os cidadãos da inevitabilidade dessa confrontação e da sua adesão a esses propósitos, os dirigentes europeus estão a silenciar as vozes que se opõem à loucura. Expressões como “desinformação” e “ameaças híbridas” tornaram-se recorrentes, sendo utilizadas como pretexto para policiar a liberdade de expressão. Tornou-se, segundo eles, uma “necessidade”, para defender a liberdade de expressão. O pensamento não alinhado com Bruxelas passou a ser tratado como traição.

O domínio digital tem sido um campo de intervenção privilegiado da União. As decisões que têm vindo a ser tomadas levantam-nos sérias dúvidas sobre o que se pretende: proteger ou controlar o cidadão?

Em 2021, o Parlamento Europeu aprovou a derrogação da privacidade nas comunicações eletrónicas, permitindo que os prestadores de serviços de correio eletrónico e de mensagens pesquisassem automaticamente todas as mensagens pessoais de cada cidadão, em busca de conteúdos presumivelmente suspeitos e que os comunicassem à polícia. Trata-se, pois, da vigilância em massa dos cidadãos, para adquirir a capacidade de analisar toda a correspondência privada em busca de material «problemático», de «matéria sediciosa e subversiva». Apesar de em 25 de março de 2026, o Parlamento Europeu ter votado contra a prorrogação do regime de derrogação da privacidade, a controvérsia está gerada e nada é irreversível.

Um marco neste processo foi a adoção, em 2022, pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da Lei dos Serviços Digitais, que estabeleceu regras para os serviços online utilizados pelos cidadãos europeus no seu dia-a-dia, como sejam, plataformas de comércio eletrónico, redes sociais, lojas de aplicações, plataformas de viagens e alojamentos online. Regras essas que atribuem à Comissão Europeia poderes sem precedentes.

Com alegado propósito de proteger os cidadãos, na verdade a Comissão pretende exercer controlo político sobre espaços onde a sua narrativa oficial é contestada e se encontra desacreditada, numa intromissão inaceitável.

Quem não subscrever a narrativa belicista da Comissão sobre o que se passa no conflito na Ucrânia, corre o sério risco de passar a ser acusado de espalhar “desinformação” ficando, como tal, sujeito a sanções.

A Lei dos Serviços Digitais permite sancionar indivíduos apenas porque pensam diferente. Seria difícil não considerar esta Lei um inaceitável instrumento de censura. As designadas “ameaças híbridas” passaram a ser o pretexto para punir quem ousar contestar a versão oficial da Comissão, conferindo-lhe poderes para congelar os bens dos “prevaricadores” e proibir a sua circulação no espaço da União, sem lhes garantir o direito de defesa ou a oportunidade de contestar as acusações.

As sanções já tomadas não resultaram de um processo judicial, ou de um veredicto de qualquer tribunal da UE ou outro internacional. Os cidadãos atingidos não tiveram o direito a serem ouvidos, sendo impostas sem juiz, sem julgamento, sem supervisão e sem transparência.

As sanções disfarçadas de “medidas de política externa” não resultaram de uma decisão judicial. São decisões políticas, administrativas e extrajudiciais, ao abrigo da Política Comum de Segurança e Defesa da UE, sem que tenha ocorrido a violação de qualquer lei, seguindo o princípio arbitrário de “pensas (diferente), logo violas”.

O debate político só é válido se subscrever as posições oficiais. A hipocrisia destas medidas é assustadora. Se, por um lado, a União premeia jornalistas presos noutras paragens pela dissidência, por outro, “intimida” os seus próprios cidadãos pela “opinião que expressam”. Mesmo quando se limitam a citar fontes ocidentais ou ucranianas, correm o risco de serem rotulados propagandistas estrangeiros.

A Comissão Europeia planeia levar por diante a monitorização geral e indiscriminada de chats, emails e Messenger; propôs obrigar os prestadores de serviços a pesquisar automaticamente todas as conversas privadas, mensagens e e-mails em busca de conteúdos suspeitos.

A censura de Bruxelas vem-se manifestando de muitas outras formas. Por exemplo, proibindo a transmissão de meios de comunicação social russos, como a RT e Sputnik, até à censura de redes sociais e veículos de notícias. A sua intervenção vai ao ponto de ingerir-se e reverter resultados de referendos e de eleições em que os povos exprimiram a rejeição das suas tentações autoritárias. Temos presente o que aconteceu nas eleições na Moldávia, na Bulgária, na Roménia, na Geórgia ou na Polónia, ou as tentativas de ilegalizar partidos e movimentos políticos, assim como de afastar candidatos a cargos presidenciais.

Apesar da imensa evidência disponível, passou a ser crime expor a corrupção do governo de Zelensky. Sobre a matéria, a UE mantém-se em silêncio e não sanciona funcionários ucranianos que desviam dinheiro dos nossos impostos; não reprova o brutal recrutamento de homens ucranianos levados à força para a guerra; não condena as operações de falsa bandeira da Ucrânia, como foi o recente ataque à Roménia com drones marítimos, que correu mal a Kiev. A ser bem-sucedida poderia ter tido resultados imprevisíveis. Os exemplos são infindáveis.

Este modo de atuação começou a alastrar-se aos Estados-membros. Por exemplo, o governo alemão decidiu, em 2025, começar a premiar a delação, pedindo aos seus cidadãos que denunciem familiares que tenham «visões conspirativas», promovendo um projeto designado por «Conselhos sobre o Pensamento Conspiratório», cujo objetivo é aconselhar quem «suspeite que amigos possam estar envolvidos numa conspiração ou que membros da sua família tenham sido vítimas de teorias da conspiração».

Isto é um déjà vu que nos lembra outras paragens e outros tempos, onde os códigos penais eram utilizados pelas autoridades para perseguir a dissidência, onde pensar fora dos cânones oficiais era considerado agitação e propaganda antirregime. A história repete-se agora, mas para pior, por ocorrer fora dos códigos penais.

Vemos na Europa o início de uma certa «caça às bruxas» com tiques de macartismo. Aquilo a que assistimos não representa um aprofundamento da democracia, mas sim o seu retrocesso, com a ausência de respeito pela liberdade de expressão. Como alguém escreveu, caminhamos para um «goulag intelectual, presidido pelo “politicamente correto”. Se as vossas opiniões não forem as “boas”, “politicamente corretas”, sereis ostracizados.»

Vive-se a emergência de um autoritarismo gerido e promovido por tecnocratas não eleitos que decidem sobre as nossas vidas, sobre como devem os cidadãos pensar e comportar-se. Hoje são as “ameaças híbridas” russas, amanhã não se sabe o que será. Na prática estas medidas visam meter medo, tornar as pessoas obedientes, medrosas e receosas de terem opiniões dissentes. Falamos de uma acentuada degradação da democracia.

É este o caminho que a Europa está a trilhar. É altura de nos questionarmos se é por aqui que queremos seguir. Não pode haver quaisquer cedências nesta matéria. A defesa da democracia e da liberdade de expressão não se faz com sanções, proibições de vistos, pressão regulatória e controlo do que é dito online e por quem. Trata-se da completa negação do Estado de Direito por que tantos lutaram. É um retrocesso civilizacional

Ataque da Rússia “é uma mensagem para a cimeira da NATO”

(Agostinho Costa, in CNN, 02/07/2026)


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O major-general Agostinho Costa diz que o mais recente ataque russo a Kiev (esta noite) teve como alvo infraestruturas ligadas à produção de drones e à logística militar ucraniana. O especialista em defesa e segurança aponta ainda que a ofensiva pretende enviar uma mensagem ao Ocidente antes da cimeira da NATO da próxima semana.

É ver o vídeo aqui