(Zachary Foster, in Resistir, 05/08/2024)

(Senti náuseas ao ler este texto que me trouxe algumas realidades cujos pormenores ignorava. Eis a “democracia” israelita em todo o seu esplendor de apartheid e xenofobia, “democracia” de nazismo invertido: neste caso não é a raça ariana a eleita, mas sim os judeus. Dessa eleição predestinada partem para o crime e para o genocídio, como se vê em Gaza. Os EUA apoiam e respaldam-lhes as costas, os políticos da UE, olham para o lado e assobiam para o ar. Cá no burgo, como toda a classe política alinha com o Império no que toca à política externa – a única excepção é o PCP -, todos são coniventes e, mesmo quando criticam a mortandade, põem-se em bicos de pés para não serem acusados de antissemitismo ou, pior ainda, de putinismo.
Conivência com crime, também é crime (“tanto é ladrão aquele que rouba como o que fica à porta”), mas são estes os políticos que temos: pequenos, vassalos, sem cerviz. O que é mais dramático, e simultâneamente caricato, é chamarem ao apartheid “democracia”, e ao genocídio “direito à defesa”.
Estátua de Sal, 05/08/2024)
Gosta da Estátua de Sal? Click aqui

O Estado de Israel reconhece oito níveis de pessoas sob o seu controlo. Para todos os oito níveis, Israel controla o registo de nascimentos, casamentos, divórcios, mortes e mudanças de endereço. Israel controla as redes de telecomunicações, as redes de eletricidade, o abastecimento de água, o espaço aéreo e a moeda. Israel controla o movimento de pessoas que entram e saem do país. Todos os níveis de pessoas são controlados por um único Estado, com um único Primeiro-Ministro, um único ministro da Defesa, um único gabinete e uma única cadeia de comando militar.
Ler artigo completo aqui

