(Alastair Crooke in Resistir, 05/04/2026)

O contra-ataque estratégico iraniano não foi concebido para facilitar uma negociação, mas sim para criar as circunstâncias que lhe permitam escapar da “gaiola” imposta pelo Ocidente.
As derrotas que o Ocidente continua a sofrer são, acima de tudo, intelectuais. E “não ser capaz de compreender o que se vê implica que é impossível responder eficazmente”. Foi assim que Aurelien argumentou. Mas “o problema vai além da luta no campo de batalha e reside na compreensão da natureza das guerras assimétricas e das suas dimensões económicas e políticas”.
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De facto a parcialidade dos ‘media’ é indesmentivel e vergonhosa, perdeu-se toda a noção de solidariedade humana que ainda podia restar; a morte de alguns norte-americanos e israelenses é notícia a realçar, mas esquecem-se os milhares de civis do outro lado que já morreram no decurso de um conflito provocado sem qualquer pudor por interesses inconfessáveis. No fundo, aqui no Ocidente ainda nos encontramos presos à mentalidade colonialista: os outros não são gente, so atrapalham , sao, como diz ‘ o inominável’, selvagens que ainda vivem na idade da pedra …. mas nos, não, somos a ‘fina flor do entulho’.
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O estreito de Ormuz está aberto. Só está fechado aos vende pátrias e lambe cus de porco gordo que apoiam guerras ilegais e genocídios.
Entre esses conta se, para vergonha da nossa cara, o Governo português.
E temos outros lambe cus.
Ontem bombardeamentos estadunidenses e israelitas reduziram a escombros uma Universidade em Teerão. Parece impossível o ódio que os fascistas teem aos centros de conhecimento. Que teem sido alvos prioritários nesta guerra ilegal.
A escola da Minab foi só o primeiro alvo.
Mas a nossa comunicação social vendida só teve olhos para um prédio destruído no centro de Israel.
Tenham vergonha no focinho.