A maior fonte de fantasia


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A maior fonte de fantasia destinada a distrair as opiniões públicas do REAL objetivo de quem controla o imperialismo norte-americano (e nunca é o Presidente) são os meios de comunicação globalizados.

Reparem por exemplo no 7 de outubro em Israel.

Mas, ALGUÉM, por mais emotivamente condicionado que seja, acredita que o MAIOR proxi dos EUA, o estado pátria da Mossad, o país com o MAIOR programa de monitoramento humano à escala mundial, o recetáculo da MAIS avançada tecnologia de controle territorial, SE DEIXOU INVADIR POR UM BANDO DE MALTRAPILHOS, SEM LEVANTAR QUALQUER OBSTÁCULO?!

Será mais fácil acreditar no Pai Natal.

Agora, se pensarem que a urgência prioritária dos EUA passava por eliminar o regime iraniano, já “devidamente desgastado” pelos mídia ocidentais relatando à náusea os tais “incidentes com burcas” que, sendo o quotidiano na Arábia Saudita e no Qatar, só aqui se tornavam horrificos, assim talvez já entendam.

Morreram mil israelitas? E depois? Quantos morreram no Iraque ou na Líbia?

Netanyahu, um corrupto a contas com a justiça, tal como Zelensky na Ucrânia, era o personagem perfeito no momento ideal, para aceitar as “contingências” do “alto propósito americano”: ELIMINAR O IRÃO.

O plano está em marcha e toda a mediatização à volta do Hamas (mais um Frankenstein norte-americano/israelita) e dos reféns, são apenas o colorido novelístico que condiciona o público a aceitá-lo. Quanto ao conflito russo/ucraniano, o proxy norte-americano, Bruxelas, tem feito todo o trabalho na perfeição.

A difusão mediática da “INVASÃO RUSSA” teve por parte das estruturas da União Europeia e dos fracos líderes que a compõem, honras quotidianas de primeira página e difusão televisiva.

Tal e qual como NUNCA tiveram os “incidentes” que levaram à dita “invasão” nem, muito menos, a aquiescência TOTAL dos europeus, quer à expansão da norte-americana NATO para a fronteira de segurança russa, quer o LOGRO que foram os acordos de Minsk, quer as tentativas frustradas de controlar a Crimeia, quer a “revolução colorida” conduzida pela neocon Nuland, quer os assassínios em massa no Donbass, quer ainda a eleição de um palhaço corrupto que se prestasse ao desempenho do mesmo papel que Netanyhu desempenha em Israel: garantir o sucesso do PLANO norte-americano custe o que custar.

E QUAL É O PLANO?! USAR a sua proxi, Bruxelas, e a NATO, agora entregue a expensas da Europa, para eliminar o regime russo.

E é tão simplesmente porque o plano está em marcha e É TOTALMENTE assumido por Bruxelas, que a guerra continuará “até ao último ucraniano” ou até ao último cêntimo destinado à saúde ou às reformas dos europeus.

Não porque queiram os EUA derrotar a Federação Russa com armas. Sabem bem que tal é uma impossibilidade. Querem sim manietá-la economicamente até sucumbir. Quer através das sanções europeias que, “PASME-SE”, 24 horas após o início do conflito já estavam a ser indicadas por Bruxelas… quer através da mudança TÃO DESEJADA de compra dos hidrocarbonetos para a América.

Após a neutralização do Irão e da Rússia, a estratégia foca-se no Indo-Pacifico, com ênfase na China de Xi, a qual, acredita o Deep State norte-americano, estará fragilizada sem o apoio dos seus maiores apoiantes em armamento.

Dizem os contadores de histórias, que Trump se encontrou com Putin no Alasca para “tentar” afastá-lo de Xi. Ridículo.

Ambos encenaram a parte da novela que melhor condicionava a emotividade popular. E ambos sabiam que a guerra iria continuar. Por sobrevivência para a Rússia, e por interesse estratégico para Trump.

Contrariamente ao que muitos enfatizam, eu penso que poderão ser os europeus, cansados de governos incapazes e de uma liderança europeia de acéfalos submissos, que poderão iniciar a revolta ao maquiavélico Plano norte-americano de controle pela hegemonia global. Paulatinamente as mudanças dão-se e as mentalidades ficam libertas da amarra sub-reptícia dos órgãos de difusão, TODOS ELES a soldo de um mesmo patrono.

Agostinho Costa: “Estamos próximos de um incidente que alastrará a Guerra”

(Agostinho Costa, in CNN, 01/10/2025)

(Continuamos na alucinação e a brincar com o fogo. Queremos mesmo uma guerra que destrua o mundo. Estamos nas mãos de loucos. Na sequência dos últimos acontecimentos relativos ao conflito na Europa entre a Ucrânia e a Rússia, o especialista em segurança e defesa Major-General Agostinho Costa analisa os principais detalhes dos mais recentes acontecimentos.

• Zelensky continua a dispersar a nossa inteligência.

• António Costa finalmente despertou para os assuntos de segurança.

• A defesa da Europa é muito mais complexa;

• A guerra mudou e o mundo mudou;

• Estamos próximos de Um Incidente Que Alastrará a Guerra;

• A Ucrânia não tem capacidade para operar Tomahawks seriam os americanos a operar.

É ver o vídeo aqui


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L’appât du gain

(Major-General Raúl Cunha, in Facebook, 19/09/2025, Revisão da Estátua)


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Muitas vezes, há alguns dos meus “amigos facebookianos”, que têm o arrojo de comentar e conjeturar sobre os meus ‘posts’, denunciando uma óbvia falta de isenção e informação, motivados vá lá saber-se porquê… Além de ser exibida alguma degradação moral, denotam também algum desrespeito por mim, sabendo eles os princípios que norteiam a minha conduta e o nível de conhecimentos que atingi e que eles nunca conseguiram superar.

Apesar de nunca os questionar diretamente da forma insultuosa e ignorante, como por vezes me interpelam (obviamente que os que assim procedem recebem depois o merecido bloqueio), procuro, na medida das minhas possibilidades, tentar elevar o nível do debate e, por isso mesmo, dedico a esses “amigos” os dois parágrafos que se seguem.

A maioria da informação existente está a ser produzida seguindo a orientação vigente no Ocidente e sob uma poderosa propaganda, que tenta fazer acreditar que se trata de uma situação em que a intervenção ocidental é bem-intencionada e que terá resultados benéficos. As operações de informação (as mais das vezes sob orientação dos serviços da “pérfida Albion”) têm prosseguido sem descanso com aquele objetivo, mas as verdades convencionais e óbvias, sobre a guerra na Ucrânia, que sustentam aquela visão, são facilmente desmontadas quando submetidas a uma inspeção rigorosa, como se viu agora no caso dos ‘drones’ em que foram sendo desmascaradas as suas mentiras, quanto mais se alastravam em fabricar outras fantasias (a dos depósitos suplementares, que nunca foram mostrados pois não podem existir em drones de madeira leve e porosa, é de bradar aos céus).

A aceitação generalizada do desavergonhado apoio e da notória parcialidade demonstrada pelos autores dessas informações assenta, em parte, na habitual subserviência dos meios de comunicação e da comunidade intelectual para com as posições políticas oficiais, mas é também o resultado de uma acentuada estigmatização dos russos como sendo os “novos nazis” ou “os últimos dos soviéticos”, epítetos que na realidade se aplicam com muito maior propriedade à maioria dos dirigentes europeus e seus acólitos.

Assim, uma acrítica veiculação de propaganda anti russa – incluindo rumores não confirmados e desinformação pura e simples – não passou a ser somente aceitável, mas acabou mesmo por render prebendas e sinecuras aos seus autores e, infelizmente, alguns dos meus camaradas de profissão e estatuto não resistiram àquilo que os franceses chamam de “l’appât du gain”.

«L’appât du gain» désigne la cupidité ou l’attrait intense pour l’argent et le profit, qui pousse une personne à agir par pur intérêt matériel, souvent au détriment de considérations morales.

Traduzindo do francês:

«L’appât du gain» refere-se à cobiça ou à atração intensa pelo dinheiro e pelo lucro, que leva uma pessoa a agir por puro interesse material, muitas vezes em detrimento de considerações morais.