Os governantes elitistas europeus estão a fazer alarde da ameaça russa e da guerra a fim de sobreviverem politicamente

(SCF, in Resistir, 15/04/2025)


– Canalhas políticos europeus, impregnados de russofobia, fogem às suas responsabilidades quando histericamente retratam a Rússia como uma ameaça para o resto da Europa.   Precisam de o fazer para justificar a sua exigência de militarizar as economias europeias, promovendo uma agenda de guerra contra a Rússia.


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Os dirigentes elitistas da União Europeia são a prova do ditado consagrado pelo tempo de que a guerra e o militarismo são uma fuga conveniente aos problemas internos.

E a União Europeia, bem como os seus seguidores, como os valentes britânicos, têm uma abundância de problemas intrínsecos e estruturais que equivalem a um colapso político. Ao longo de décadas, o bloco europeu de 27 membros evoluiu para uma estrutura super-estatal centralizada, em que as decisões políticas se tornaram totalmente dissociadas das preferências democráticas dos seus 450 milhões de cidadãos.

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União Europeia – Manipulação informativa para ocultar a crescente agitação social com as despesas militares

(Ángeles Maestro, in Resistir, 10/04/2025)


Apesar de toda a gigantesca manipulação de informação, cada vez mais pessoas estão convencidas de que os verdadeiros inimigos dos povos são os seus governos, a Comissão Europeia, a NATO e, acima de tudo, a oligarquia que puxa os cordelinhos nos bastidores.


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Nos países de uma UE que se precipita no abismo, as classes dominantes e os seus governos estão conscientes de estarem sentados sobre um barril de pólvora. Para tentar evitar a explosão, dedicam-se com zelo inusitado à tentativa de ocultar a realidade.

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Europa rumo à guerra

(Dmitry Orlov, in Resistir, 28/03/2025)


 Há algo obsceno e cansativamente repetitivo escondido por trás da cortina do falso militarismo europeu:   a corrupção.


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Numa recente reunião cimeira da União Europeia, a ginecologista-chefe Frau Leyen exigiu 800 mil milhões de euros para um plano de quatro anos destinado a rearmar a UE. Apenas 150 mil milhões de euros desse montante viriam dos eurobônus recém-criados; os 650 mil milhões de euros restantes seriam obtidos pelos estados-membros da UE por meio do aumento de suas dívidas soberanas, que já são muito altas. Para facilitar o processo de obtenção de fundos, a regra do limite de 3% do défice orçamental seria dispensada. Todos esses fundos seriam direcionados para o rearmamento, num ritmo alucinante.

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