Como americanos e britânicos impediram que as guerras na Ucrânia terminassem em Abril de 2022  

(José Catarino Soares, 21/12/2024) 

Jean-Daniel Ruch, 9 de Dezembro de 2024

Depois dos testemunhos e confidências de:

Naftali Bennett (ex-primeiro ministro de Israel);

Gerhard Schröeder (ex-chanceler da Alemanha);

Davyd Arakhamia (chefe da delegação ucraniana nas conversações de paz com a Rússia, em Istambul, no fim de Março-início de Abril de 2022);

Olesandr Chaliy (embaixador da Ucrânia, membro da delegação ucraniana nas conversações de paz com a Rússia, em Istambul, no fim de Março, início de Abril de 2022);

Oleskiy Arestovich (ex-conselheiro para as comunicações estratégicas no domínio da segurança e defesa nacional do gabinete presidencial de Zelensky e membro da delegação ucraniana nas conversações de paz com a Rússia, em Istambul, no fim de Março-início de Abril de 2022);

Mevlut Çavuşoğlu (ministro dos Negócios Estrangeiros turco, que organizou as reuniões negociais entre a Rússia e a Ucrânia em Istambul);

— Fiona Hill & Angela Stent (ex-diretora sénior para a Europa e a Rússia do Conselho Nacional de Segurança dos EUA e diretora do Centro de Estudos Eurasianos, Russos e do Leste Europeu da Universidade Georgetown, em Washington D.C., respetivamente); testemunhos que foram oportunamente descritos e analisados aqui,  aqui, aquiaqui e aqui; está disponível mais um testemunho de peso sobre o modo como as duas guerras na Ucrânia (a que se iniciou em 2 de Maio de 2014 e a que se iniciou em 24 de Fevereiro de 2022) poderiam ter terminado na primeira semana de Abril de 2022, não fosse a intervenção maléfica dos próceres do “Ocidente alargado” (com Joe Biden e Boris Johnson à cabeça).

Trata-se do testemunho de Jean-Daniel Ruch, à época embaixador da Suíça em Istambul (Turquia), durante uma longa entrevista (em Francês) concedida à Associação Antithèse, no dia 9 de Dezembro de 2024. Toda a entrevista é interessante, ver vídeo aqui.

Mas a parte que diz respeito ao testemunho de Ruch sobre as conversações russo-ucranianas em Istambul e as consequências nefastas que resultaram da sua sabotagem pelos próceres dos EUA, Reino Unido, Alemanha, França e outras potências menores é a que ocupa o trecho que começa no momento 1h20m16s e termina no momento 1h28m49s. Esse trecho específico pode ser visto e ouvido no vídeo abaixo.

 

 

Um pequeno aldrabão a caminho da fortuna!

(Por oxisdaquestão in Blog oxisdaquestao, 20/12/2024, revisão da Estátua)

Costa está a sair-se bem e em Washington apostam nele para completar o enfeudamento da neta de nazis que por acaso é nazi (dona Vonder Lidl ). Na NATO diz-se que o rapaz português é uma aposta ganha!

 Diz o jornal Público que Costa promete apoio total a Kiev e sem condições, incondicional. Para as normas do deficit não está mal afirmar que o apoio vai ser “custe o que custar”, qualquer que seja o rombo nas finanças nacionais.

Costa é um valente! Vá lá a gente saber quanto, do seu bolso, dará aos do batalhão Azov ou aos da intermediação imobiliária, nas zonas luxuosas do mundo. Nada disso interessa a Costa, lançado como está na senda do “último ucraniano a morrer” e do último euro a ser desviado dos orçamentos para o buraco negro aberto por Zelensky, o ex-presidente que teme eleições e ser chutado para canto!

 Com Costa a presidir é que vai ser, porque Costa faz o seu papel e tem altos objetivos na política europeida atual e futura; quem sabe se não aspira a ser o maior cangalheiro da zona, agora que um milhão já se foi e 2 milhões estão estropiados. As oportunidades são para serem agarradas e, Costa, é homem de peito feito a entrar pela Rússia adentro cavalgando Macron e arrastando Starmer pela arreata.

Na sua função de paleio, Costa tem todos os ases na mão; até a senhora Lidl se apaga para Costa refulgir e poder fazer todas as promessas que a NATO lhe indica: “até ao último desgraçado”, “até ao último tanque”, “até ao último euro”, “até ao último atentado terrorista”!

Costa é um sortilégio que casa bem com tudo quanto é último. Foi ele o último a levar um pontapé no cú para saltar do governo e deixá-lo aos parasitas da AD, que são mais do mesmo, excrescências de uma burguesia rasteira, falida e oportunista dos quatro costados.

 Outras coisas, porém, não iremos nós ver: Costa a comandar uma brigada de nazis debaixo de fogo ou a capturar um desgraçado para ser terrorista, treinado pelo MI6 inglês. O fato, a camisinha e a gravata não o permitem por serem tipo Conselho Europeido; são assim estas coisas…

Igor Kirillov: Combatente contra a Big Pharma

(Raphael Machado in Twitter, 20/12/2024)


No início do ano, num dos meus primeiros artigos para a Fundação Cultura Estratégica, escrevi sobre a epidemia de dengue no Brasil à luz de notícias de anos atrás sobre como a empresa Oxitec estava espalhando mosquitos geneticamente modificados para “combater a dengue”.

Em vez da dengue desaparecer, porém, os noticiários brasileiros informaram sobre a transformação dos mosquitos aedes aegypti em “supermosquitos” resistentes aos métodos tradicionais de combate e se espalhando com vigor renovado.

Até poderia ser coincidência, mas deu para descobrir que havia escândalos envolvendo a Oxitec em outras partes do mundo, e em boa parte desses escândalos, misteriosamente, as condições de saúde pioravam e epidemias surgiam.

Rastreei a Oxitec até a Blackrock e a Fundação Bill & Melinda Gates, e é aqui que entra a importância de Igor Kirillov. Graças aos relatórios de Igor Kirillov sobre os experimentos que eram realizados nos bio laboratórios ocidentais em território ucraniano foi possível encaixar a epidemia brasileira de dengue em um contexto mais geral de testes de armas biológicas.

Porque, como se sabe, os relatórios de Igor Kirillov discorreram amplamente sobre as origens da Covid-19 nos EUA, sobre armas biológicas etnicamente direcionadas, sobre experimentos farmacêuticos em seres humanos, sobre testes de vacinas feitos sem critérios de segurança, sobre a instrumentalização de mosquitos como vetores de doenças, etc.

Bem como sobre como foi um fundo de investimentos dirigido por Hunter Biden, o Rosemont Seneca, que financiou as atividades desses bio laboratórios.

Kirillov especificamente descobriu e revelou que nas atividades financiadas pela Fundação Bill & Melinda Gates estavam inclusos estudos do mosquito aedes aegypti nesses biolabs ucranianos, e menciona a Oxitec como uma empresa ligada ao Departamento de Defesa dos EUA, como possível produtora em massa de vetores de infeção por dengue como parte de uma estratégia de armas biológicas.

Não surpreendentemente, os relatórios passaram despercebidos no Brasil, onde tanto as autoridades quanto os jornalistas e os especialistas acreditam cegamente em todas as “versões oficiais” vendidas pelo Ocidente, sempre crédulos no altruísmo dos “cientistas” e dos “filantropos”.

Mas na verdade, os relatórios de Kirillov foram revolucionários por confirmarem aquilo que já era objeto de especulação há vários anos, como o papel desses biolabs na difusão do Evola, ou sobre as estranhas e repentinas eclosões epidémicas de doenças exógenas na região do Cáucaso…ou o próprio caso da Covid-19 e suas verdadeiras origens.

Aqui é necessário concluir para apontar que a morte de Kirillov não é uma perda para a Rússia, simplesmente. Kirillov não comandava tropas, sua morte não afetará ou atrapalhará a operação militar especial.

A sua morte foi uma perda para a humanidade e demonstra que, o objetivo das elites globalistas, não é derrotar o povo russo para exaltar os povos “ocidentais”, mas simplesmente destruir a Rússia enquanto barreira contra a escravização de todos os povos do mundo.

Fonte aqui