Como o filho de Biden está envolvido no financiamento de programas biológicos na Ucrânia

(Artigo in Resistir, 03/04/2022)

A operação militar russa na Ucrânia permitiu desmantelar cinco laboratórios biológicos que participavam em projectos encomendados directamente pelo Pentágono e cujos objectivos no território ucraniano estavam “longe de serem científicos”, informou o Ministério da Defesa da Rússia

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E para os que acham que não há laboratórios nenhuns ver as declarações da subsecretária de Estado dos EUA, Vitoria Nuland, que admitiu a sua existência perante o Congresso dos Estados Unidos. Ver mais informação aqui.


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Aves de destruição maciça, nova arma do Pentágono

(Beatriz Talegón, in Resistir, 30/03/2022)

– Mensagem urgente de Ignacio Ramonet acerca da guerra biológica made in USA
– A realidade é mais brutal que o pior dos pesadelos
– O imperialismo é o terrorismo

“Urgente” é como começa o texto do jornalista Ignacio Ramonet, director de Le Monde Diplomatique, para explicar o que aconteceu no Conselho de Segurança da ONU. Eis o que informa:

Numa ruidosa reunião no Conselho de Segurança da ONU, realizada a pedido da Rússia, sobre o desenvolvimento de armas biológicas estado-unidenses no interior da Ucrânia, ficou evidenciado o seguinte:

1- O delegado russo entregou documentos e provas para que ficassem registadas na acta da sessão, as quais confirmam o seguinte:

  • Financiamento oficial do Pentágono para um “aparente” programa de armas biológicas na Ucrânia
  • Nomes de pessoas e empresas estado-unidenses especializadas nas provas e documentos envolvidos neste programa
  • A localização dos laboratórios na Ucrânia e as tentativas realizadas até agora para ocultar as provas.

2- Outra surpresa do representante da Rússia foi anunciar as localizações dos laboratórios estado-unidenses que fabricam e ensaiam armas biológicas em 36 países do mundo (um aumento de 12 países em relação à sessão anterior).

3- O delegado russo especificou as doenças e epidemias, os meios para a sua libertação, os países nos quais estão a ensaiar e quando e onde foram efectuados os experimentos com ou sem o conhecimento dos governos destes países.

4- O delegado russo confirmou publicamente que entre os experimentos e os efeitos está o vírus responsável pela actual pandemia e a grande quantidade de morcegos utilizados para transmistir este vírus.

5- Os Estados Unidos negam. Em França e na Grã-Bretanha, seus aliados, o reflexo entre os seus povos é muito violento.

6- A Organização Mundial de Saúde nega ter conhecimento da existência de experimentos biológicos na Ucrânia e diz: Toda a nossa informação é que são laboratórios de investigação médica para combater enfermidades (e a Rússia prova, com evidências, a correspondência regular e visitas de peritos da OMS aos laboratórios estado-unidenses suspeitos em todo o mundo).

7- A China ataca todos e diz ao delegado dos EUA: “Se negas e estás seguro da tua inocência, por que te negas desesperadamente a permitir a realização de uma investigação por parte de especialistas a fim de averiguar a verdade, especialmente com documentos e provas contundentes?”

Aos que queiram saber quais são os pássaros numerados… e como os Estados Unidos matam o mundo sem um só tiro… deixo aqui a informação:

Aves de destruição maciça

A Rússia não esperava descobrir, como parte da sua campanha militar na Ucrânia, aves numeradas produzidas por laboratórios biológicos e bacteriológicos na Ucrânia financiados e supervisionados pelos EUA.

Mas o que são os pássaros numerados?!

Depois de estudar a migração das aves e observá-las ao longo das estações, os especialistas ambientais e os zoólogos poderão conhecer o caminho que estas aves tomam a cada ano na sua viagem sazonal, incluídas as que viajam de um país para outro e até de um continente para outros.

Aqui entra em acção o papel dos serviços de inteligência das partes que conduzem um plano malévolo. Um grupo destas aves migratórias são “detidas”, digitalizadas e providas de uma cápsula de germes que levam um chip para serem controlados através de computadores. A seguir são libertadas de novo para unirem-se às aves migratórias nos países onde se planeia efectuar o dano.

Sabe-se que estas aves tomam um caminho desde o mar Báltico e o mar Cáspio até o continente africano e o sudeste asiático, assim como outros dois voos a partir do Canadá para a América Latina na Primavera e no Outono. Durante o seu longo voo monitora-se o seu deslocamento passo a passo por intermédio de satélites e determina-se a sua localização exacta. Se querem, por exemplo, prejudicar a Síria ou o Egipto, o chip é destruído quando o pássaro está nos seus céus. Mata-se o pássaro que cai levando a epidemia. Assim, as doenças se espalham neste ou naquele país. Dessa forma, o país inimigo é prejudicado sem nenhum custo militar, económico e político.

A numeração das aves migratórias é considerada um delito pelo direito internacional, porque são aves que penetram o céu e o ar de outros países. Se se lhes abastece de germes, então esta ave converte-se numa arma de destruição maciça. Portanto, no direito internacional, considera-se proibida a utilização de aves para lançar ataques mortais contra um oponente. Quem comete um acto tão imoral e desumano é castigado. Os EUA não tremem diante de nenhum castigo, pois ninguém se atreve a castigá-los. Mas tremem diante do estigma que acompanhará a sua vida e da sua exclusão completa como país crível, inclusive perante os seus aliados.

Os russos têm uma forte carta de pressão, quando dizem que capturaram as aves. Isto quer dizer que os americanos foram agarrados com as mãos na massa, com todos os pormenores contidos que provam a condenação decisiva. Isto obriga a pensar na possibilidade de que todos os vírus que infectaram humanos neste século, especialmente os últimos, como o ébola que afectou a África, o antrax, a gripe porcina e aviar, e actualmente o Covid-19, provenham todos de laboratórios fianciados e administrados pelos EUA. E foi isto que fez com que a China apresentasse uma solicitação urgente, séria e estricta para realizar uma investigação internacional sobre o surgimento repentino do coronavírus. É muito provável que os Estados Unidos tenham utilizado aves migratórias para matar cidadãos da China.

O grave é que os escândalos dos EUA vão em crescendo.

30/Março/2022

Ver também:
Fox News: Washington financia en Ucrania laboratorios para la investigación de “patógenos letales” desde hace al menos 14 años

[*] Jornalista.

O original encontra-se em diario16.com/el-mensaje-urgente-de-ignacio-ramonet-le-monde-sobre-la-reunion-del-consejo-de-seguridad-de-la-onu-y-las-aves-de-destruccion-masiva/


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O coronavirus e a provável mão oculta dos Estados Unidos

(Arthur González, in Resistir, 09/02/2020)

Para quem conhece a história terrorífica da CIA, pejada de planos de acções encobertas para assassinar personalidades, espiar partidos políticos e seus dirigentes, executar golpes de Estado, desenvolver experimentos para manipular a mente de seres humanos e trabalhar com agentes biológicos a fim de transmitir vírus contra pessoas, animais e plantas, não é inverosímil supor que também pode estar por trás do perigoso Coronavirus, o Pneumonia de Wuhan, detectado na China.

É notória a guerra suja que os Estados Unidos executam contra a China, por considerá-la um perigo para a economia ianque. Daí o presidente Trump aplicar medidas inéditas para afogar a China e evitar que avance como a maior potência económica mundial.

Os ianques desesperados procuram modificar a correlação de forças em escala mundial. Por isso pressionaram o Reino Unido a sair da União Europeia para debilitá-la, além de converter a China no seu novo inimigo estratégico no cenário mundial.

Por isso não é de estranhar que possam estar por trás do surgimento do Coronavirus em Wuhan, obrigando os chineses a paralisar uma das suas regiões de maior desenvolvimento económico e uma população de mais de 11 milhões de habitantes, sendo a sua sétima cidade mais povoada e uma das nove cidades centrais da China com conexões para todo o território nacional.

Wuhan é qualificada como o centro político, económico, financeiro, comercial, cultural e educativo da China central, além de ser um centro principal de transportes, com dezenas de ferrovias, estradas e auto-estradas que cruzam essa cidade, conectando-a com outras importantes.

Essa localização permite a rápida disseminação da epidemia em todo o país, o que obriga a perguntar: será por acaso que o vírus tenha surgido ali? Ou por essas razões foi seleccionada para introduzi-lo entre os seus habitantes?

Afirma-se que o vírus é uma mutação, algo em que cientistas ianques trabalham historicamente nos seus laboratórios militares de guerra biológica.

O pânico criado a nível mundial obriga a não visitar a China, o que afecta sua indústria turística, os investimentos estrangeiros e os intercâmbios comerciais, perante a possibilidade de contágio.

Cuba tem sofrido múltiplos ataques biológicos desde há 60 anos. O primeiro contemplado é a conhecida Operação Mangosta, aprovada em 18 de Janeiro de 1962 pelo presidente J.F. Kennedy, que na sua tarefa número 21 diz textualmente:

“A CIA proporá um plano até 15 de Fevereiro para provocar o fracasso das colheitas de alimentos em Cuba…” As linhas seguintes não foram desclassificadas.

Em Junho de 1971 comprovou-se a presença na Ilha do vírus que causa a Febre Porcina Africana, o qual jamais havia sido reportado em Cuba. Foi preciso sacrificar centenas de milhares de porcos para evitar sua disseminação por todo o território nacional, com uma perda económica e alimentar de grande envergadura.

Em Abril de 1981 foram detectados em Havana vários casos de febre hemorrágica, provocando a morte de quatro crianças. Foi possível comprovar que se tratava de uma estirpe nova do vírus “Nova Guiné 1924”, serotipo 02, única no mundo naquela época, sendo uma estirpe elaborada em laboratório.

Em Agosto de 1981 detectou-se em Sancti Spiritus, província central de Cuba, o herpes vírus BHV2, endémico em África e isolado no laboratório de doenças exóticas em Plum Island , Estados Unidos. Esse agente viral é o causador da Pseudodermatose Nodular Bovina e afectou a produção de leite.

Em 1983 Eduardo Arocena declarou no tribunal de Nova York – que o julgava por assassinar um diplomata cubano acreditado na ONU – que, como agente da CIA, cumpriu a missão de introduzir germes patogénicos em Cuba, quando na Ilha enfrentava-se a epidemia do Dengue Hemorrágico.

A lista de semelhantes acções é ampla. Por isso não é de estranhar que a China agora seja alvo desse trabalho sujo que os ianques costumam executar [1] . Isto se deve à potência económica desse gigante asiático e em particular Wuhan, território de amplas transformações industriais que possui três zonas de desenvolvimento nacional, quatro parques de desenvolvimento científico e tecnológico, mais de 350 institutos de investigação, 1.656 empresas de alta tecnologia, numerosas empresas e investimentos de 230 empresas listadas na Fortune Global 500.

Ali tem sede a mega empresa Dongfeng Motor Corporatiion, complexo industrial que fabrica automóveis, unido a dezenas de institutos de educação superior, inclusive a Universidade de Wuhan que em 2017 ocupou o terceiro lugar a nível nacional, mais a Universidade de Ciência e Tecnologia de Huazhong.

Nesse ano a UNESCO declarou Wuhan “Cidade Criativa” no campo do design e hoje está classificada pela Globalization and World Cities Research Network, como uma cidade beta mundial.

Os EUA já emitiram um aviso de viagem de nível 4, depois de a Organização Mundial de Saúde (OMS) ter declarado a eclosão como uma emergência de saúde pública de preocupação internacional, em que exorta seus cidadãos e residente a não viajar à China.

O Departamento de Segurança Nacional informou que há 11 aeroportos designados, inclusive os Aeroporto Internacional John F. Kennedy, o Aeroporto Internacional de Los Angeles e o Aeroporto Internacional Hartsfield-Jackson de Atlanta, pelos quais os viajantes procedentes da China podem entrar nos EUA.

Por sua vez, o Departamento da Saúde declarou que “se os passageiros forem examinados e não mostrarem sintomas, serão relocalizados no seu destino final e se lhes solicitará que se ponham em quarentena dentro da sua casa”.

Para semear mais terror disseminaram a notícia de que “o coronavirus pode contagiar ainda sem sintomas”, segundo critérios do principal médico de infecções dos EUA. E em Hong Kong trabalhadores da saúde declararam-se em greve para exigir ao governo que encerre a fronteira com a China.

Há ou não há razões para suspeitar que a mão dos Estados Unidos está por trás da epidemia, com todos os antecedentes que a CIA tem em guerra biológica?
A China faz todo o possível para enfrentar a epidemia e constrói dois hospitais em tempo recorde, demonstrando ao mundo a vontade resolver o problema. Ao mesmo tempo, exibe a sua potencialidade económica, algo que enfurece os ianques que não seriam capazes de fazer algo semelhante.

Algum dia se saberá a verdade, mas enquanto isso a China seguirá seu passo firme para sair vitoriosa deste mal. Como disse José Martí:

“Não é possível que passem inúteis pelo mundo a piedade incansável do coração e a limpeza absoluta da vontade”.


[1] O governo dos EUA fez experimentos de guerra bacteriológica contra Coreia e a China na década de 1950.   Este facto está comprovado no Report of the International Scientific Commission for the Investigation of the Facts Concerning Bacterial Warfare in Korea and China (764 páginas, 235 MB).

Ver também:
China recibe medicamento cubano para enfrentar el coronavirusAcerca da guerra bacteriológica durante a Guerra da CoreiaBioarmas: Um crime do governo americano digno de NurembergExército dos EUA patenteia granada para lançar armas biológicas, violando a Convenção internacionalPreparação para guerra biológica?   Vacina contra o antrax para os soldados no Iraque, Afeganistão e Coreia do Sul

[*] Jornalista, cubano.