Falência da FTX: o branqueamento por Biden, Partido Democrático, Israel e Zelensky

(Por Alfredo Jalife-Rahme, in geopol.pt, 22/11(2022)

A falência da empresa de fraude criptográfica FTX, com sede no paraíso fiscal das Bahamas (sic), para além do contágio financeiro, expôs um gigantesco esquema triangular de branqueamento entre Biden, o Partido Democrático, Israel, Zelensky e o mocinho Sam Bankman-Fried (SBF), de 30 anos.


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Falência da FTX com sede nas Bahamas: o branqueamento por Biden, Partido Democrático, Israel e Zelensky


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BIDEN, EL FIRME

(Por José Gabriel, 22/08/2021)

As sucessivas comunicações de Biden sobre a situação no Afeganistão lembram aquela velha história do turista que, depois de ser informado sobre a hiena, perguntava: “mas se ela é tão feia, come merda e só faz sexo uma vez por ano, ri de quê?”. Pois.

Biden ufana-se de quê? De onde lhe vem aquela firmeza de pechisbeque pouco condicente com alguém que está, literalmente, de calças na mão? Porque acha um feito tão extraordinário a operação de retirada em curso? Que raio significa o anúncio de que os europeus ficam com os refugiados, dos quais os norte-americanos escolherão, após cuidadoso escrutínio, os melhores – ou os que lhes convêm? Biden, de facto, não consegue garantir nada, não sabe nada sobre o que pode acontecer.

Biden têm as mãos sujas de sangue desde tempos idos em que era um entusiasta das invasões do Iraque – a que a situação actual do médio-oriente está irremediavelmente ligada -, das golpadas sujas na Ucrânia, da tragédia na ex-Jugoslávia, das “primaveras árabes”, das negociatas com os terroristas promovidos a libertadores dentro do velho princípio da política externa norte-americana “são uns filhos da puta, mas são os nossos filhos da puta”.

Biden tenta equilibrar a frágil canoa do seu estatuto de “líder do mundo livre” – o que raio queira dizer tal coisa a que, francamente, nunca vi nenhuma serventia. Lá atrás, em silêncio, a triste da dona Kamala Devi Harris, volátil defensora dos direitos das minorias, de direitos humanos, da igualdade de género – à qual não ouvimos uma palavra que faça uma réstia de diferença, que acenda uma ténue luz neste sombrio cenário.

O império está à rasca, numa palavra. E da insegurança e necessidade de afirmação nunca nasceu nada de bom. Lá longe – no tempo e no espaço – o velho sábio sorri triste e repete: “estes americanos; tanto poder e tão pouca sabedoria”. Nem, diria eu, lhes ocorre a cartesiana ideia de que não existem métodos fáceis para resolver problemas difíceis.


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