Donald e Kim

(João Quadros, in Jornal de Negócios, 11/08/2017)

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Enquanto estamos todos, ou quase todos, na praia a gozar o Agosto, os EUA e a Coreia do Norte andam a brincar à WWIII. Ninguém faz uma guerra nuclear em Agosto. É estúpido. As grandes capitais estão vazias, é desperdiçar munições.

Sei que o caro leitor está mais preocupado com o raio do vento e com a água fria do que com a situação mundial. Não quero incomodá-lo. Aliás, provavelmente, uma guerra mundial duraria menos do que as suas férias, por isso é bem provável que já esteja acabada quando voltar de Albufeira.

Sem lhe querer estragar o dia, não sei se sabe, mas o Trump ameaçou a Coreia do Norte com: “Fúria e fogo nunca vistos.” Sinto que o leitor encolhe os ombros, tira a areia da toalha e diz: “Vê-se que não conhece o SIRESP.”

Não o comovo, não é? E se lhe disser que, depois de Trump ter ameaçado responder à Coreia do Norte com “fúria e fogo”, Pyongyang avisou que está a estudar um plano para atacar com mísseis o território norte-americano de Guam, no Pacífico. Pois, não lhe diz nada. Está na República Dominicana? Compreendo, Guam não tem descontos para famílias.

No fundo, o leitor comporta-se como o Trump que, depois de uma escalada verbal e ameaças, resolve, no dia seguinte, ir jogar golfe logo pela manhã. Confesso que me assusta o facto de Trump ter ido jogar golfe. Se ele acabar a noite num “golden shower”, pode ser sinal de que está a aproveitar tudo porque sabe que o mundo acaba amanhã.

É curioso. O tarado do Kim é Presidente porque aquilo é uma ditadura, e não há eleições, mas o maluco do Trump é Presidente porque, na “maior democracia do mundo”, votaram nele. Aposto que se os norte-coreanos pudessem votar, evitariam um e outro.

Uma chatice, esta cena dos mísseis, porque tenho a sensação de que o Trump e o Kim podiam ser grandes amigos. Têm tudo a ver. No estilo, na conversa, são daqueles que, se tivessem sido amigos em pequenos, teriam afogado gatos e rebentado sapos com cigarros.

A verdade é que ninguém quis resolver isto e acabou por sobrar para o Trump. Ao longo dos últimos anos, sempre foram feitas piadas sobre a capacidade bélica da Coreia do Norte. De tal maneira que, ainda hoje em dia tenho a sensação de que os mísseis norte-coreanos são daqueles que a meio desistem com dores de burro. Aquilo é malta norte-coreana a pedalar.

Acho que se podia resolver o problema da Coreia do Norte com um combate de “wrestling” entre o Trump e o Kim. O Trump é um homem do “showbiz” sabe que seria um espectáculo mais visto do que os Jogos Olímpicos. E aposto que o gordo da Coreia aceitava, porque ele é do género de fazer “bullying” e pensa que é o maior.

No fundo, acho que andam a complicar isto. Se o Trump pusesse o Kim a apresentar um “talk show” (por exemplo, o “Shark Tank”, em que os que perdem são atirados aos tubarões) ou lhe oferecesse dois casinos, ou ambos, ele fugia pela calada da noite da Coreia do Norte. Aquilo é uma seca, mesmo para quem é ditador.


TOP-5

Fúria e fogo

1. “Autora de livro ‘A Dieta de Auschwitz’ causa escândalo nas redes sociais” – A senhora que escreveu a dieta de Auschwitz merecia uma semana nas termas de Chernobyl.

2. “Paulo Vistas foi padrinho de casamento de juiz que rejeitou candidatura de Isaltino” – O juiz que anulou a candidatura do Isaltino dava um bom presidente da Câmara para Oeiras.

3. “Sondagem. PS volta a aumentar vantagem sobre o PSD” – Cuidado com os suicídios.

4. “Basílio Horta declarou ao fisco menos um milhão de vezes do que recebeu” – Com o Fisco, fazem ao contrário do Tinder.

5. Nadadoras-salvadoras aconselhadas a vestir calças por cima do fato-de-banho em Espanha – Afogados aconselhados a aguentar mais um bocadinho enquanto as nadadoras se despem.

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Península coreana: está-se a armar um belo sarilho

(Nicolau Santos, in Expresso Diário, 11/08/2017)

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O confronto verbal entre a Coreia do Sul e os Estados Unidos subiu tanto de tom que se está muito perto de subir um degrau, ou seja, passar à agressão militar. Esperemos que haja bom senso para o evitar, embora o líder norte-coreano seja completamente imprevisível e o presidente norte-americano não tenha nenhuma experiência neste tipo de crises.

Para que não haja dúvidas, todos sabemos de que lado estaremos em caso de conflito entre os dois países. É que, para todos os efeitos, a Coreia do Norte é uma ditadura familiar; e os Estados Unidos, com quem partilhamos os mesmos valores, são um farol da democracia, mesmo que um homem de negócios tão impreparado como Donald Trump tenha sido eleito para liderar a nação.

Dito isto, Kim Jong-un tem andado a testar de forma completamente provocatória a paciência de Washington, com a realização de exercícios militares utilizando milhares de homens e o sucessivo lançamento de mísseis, ao mesmo tempo que a agência noticiosa oficial afirma que Pyongyang tem capacidade para alvejar o solo norte-americano a partir do seu território.

Trump respondeu às sucessivas provocações, prometendo responder com “fúria e fogo nunca vistos” em caso de tentativa de agressão. Na resposta, o regime norte-americano não se ficou, afirmando estar a preparar estar a preparar planos para um ataque com quatro mísseis de médio alcance, que sobrevoariam o Japão e teriam como alvo as águas em torno da ilha de Guam, no Pacífico, sob administração norte-americana.

O presidente norte-americano respondeu através do twitter, garantindo que os EUA estão prontos para o caso de Pyongyang agir de forma “imprudente”. “As soluções militares estão agora totalmente instaladas, carregadas e preparadas, caso a Coreia do Norte aja de forma imprudente. Esperemos que Kim Jong-un escolha outro caminho,” lê-se na publicação colocada cerca das 12:30, hora em Portugal Continental.

Pouco depois, Trump voltava a recorrer ao Twitter para republicar um tweet do comando militar norte-americano para a região do Pacífico, em que é sinalizada a prontidão dos bombardeiros B1-B, estacionados em Guam. Ou seja, em caso de iminência de ataque norte-coreano àquela ilha, os bombardeiros americanos estão preparados para agir.

Mas os Estados Unidos não ficaram só pela resposta às provocações e pela preparação contra um eventual ataque. Também vão fazer uma demonstração de força – e uma provocação. Com efeito, o Pentágono norte-americano confirmou que a força militar conjunta dos Estados Unidos e da Coreia do Sul irá iniciar testes militares conjuntos no dia 21 de Agosto, exercícios que durarão cerca de uma semana e meia.

Estamos pois muito próximo da agressão. Até agora, os dois contendores tem lançado provocações e encostaram a cabeça um ao outro. Veremos os passos seguintes. Mas o certo é que a preocupação aumenta em todo o mundo.

A China, o principal aliado de Pyongyang mas que no sábado passado aprovou mais uma ronda – a sétima – de sanções contra a Coreia do Norte, pede moderação: “Apelamos a todas as partes para mostrarem prudência nas suas palavras e ações e a fazerem mais para atenuar as tensões”, declarou Geng Shuang, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.A chanceler Angela Merkel afirmou que não é agravando a retórica de conflito que se vai resolver a situação com a Coreia do Norte mas que também não acredita na via militar.

Por seu turno, o ministro dos Negócios Estrangeiros russo, Sergey Lavrov, reiterou que o país não aceitará uma Coreia do Norte com armamento nuclear e disse esperar que o “bom senso” prevaleça, embora tenha reconhecido que os riscos de um conflito são muito elevados.

Como é óbvio, um conflito militar na Península da Coreia terá um impacto devastador sobre a economia mundial. E então se se chegar à utilização de armas nucleares, é completamente imprevisível o grau de destruição que pode acontecer.

Mas para já, basta esta escalada na retórica entre Pyongyang e Washington para os mercados terem entrado em pânico. Segundo a Reuters, na sexta-feira as perdas nos mercados accionistas já superavam um bilião de dólares (850 mil milhões de euros à cotação actual), levando os investidores a refugiar-se em activos como o ouro ou o franco suíço.

E um eventual conflito, mesmo na versão não nuclear, pode contribuir para retrair o crescimento naquela zona do globo, em particular na China, que tem sido um dos motores da economia mundial. Se a economia chinesa abrandar, também a economia alemã sofrera, em particular a Alemanha, grande exportadora para o Império do Meio. E abrandando o crescimento na Alemanha, abranda o crescimento na Europa – e nós, como não poderá deixar de ser, apanharemos por tabela.

Não, nenhuma guerra é benfazeja e esta muito menos. Ao contrário do que se passa com outros países noutros pontos do globo, a Coreia do Norte não tem qualquer interesse económico que justifique a importância que os Estados Unidos lhe estão a dar. Esperemos que o bom senso prevaleça. O mundo tem muito mais a perder do que a ganhar com uma guerra na Península coreana.


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Um governo de idiotas

(Paul Craig Roberts, Institute of Political Economy, 15/04/2017, Trad. Estátua de Sal)

VIOLÊNCIA

Tornou-se embaraçoso ser americano. O nosso país teve quatro presidentes seguidos, criminosos de guerra. Clinton lançou duas vezes ataques militares contra a Sérvia, ordenando que a NATO bombardeasse a ex-Jugoslávia duas vezes, tanto em 1995 como em 1999, o que responsabiliza Bill por dois crimes de guerra. George W. Bush invadiu o Afeganistão e o Iraque e bombardeou as províncias do Paquistão e do Iémen. Contabilizam-se assim quatro crimes de guerra para Bush. Obama usou a NATO para destruir a Líbia e enviou mercenários para destruir a Síria, cometendo dois crimes de guerra. Trump atacou a Síria com as forças dos EUA, tornando-se um criminoso de guerra, logo no início de seu mandato.

Acresce que a ONU participou nesses crimes de guerra em conjunto com os vassalos de Washington, europeus, canadenses e australianos, pelo que todos são culpados de crimes de guerra. Talvez a própria ONU devesse ser levada ao Tribunal de Crimes de Guerra juntamente com a UE, EUA, Austrália e Canadá.

Um bom recorde. A civilização ocidental, se é que isto é civilização, é a maior autora de crimes de guerra na história humana.

E há outros crimes – a Somália, e os golpes de Obama contra as Honduras e a Ucrânia, bem como as tentativas em curso, a partir de Washington, para derrubar os governos da Venezuela, Equador e Bolívia. Washington quer derrubar o Equador para capturar e torturar Julian Assange, um dos mais importantes democratas do mundo.

Tais crimes de guerra cometidos por quatro presidentes norte-americanos causaram milhões de mortos e feridos civis e desalojaram e deslocaram milhões de pessoas que agora chegam como refugiados à Europa, Reino Unido, EUA, Canadá e Austrália, trazendo os seus problemas com eles, alguns dos quais acabam por se tornar num imbróglio para os europeus, como as violações por gangues.

Qual é a razão de tanta morte e destruição, do crescente fluxo de refugiados para o Ocidente, e da violência sem disfarces do próprio Ocidente? Não sabemos. Dizem-nos mentiras: as “armas de destruição em massa” de Saddam Hussein, que o governo dos EUA dizia ser um facto inquestionável, não existiam. “O uso de armas químicas por Assad”, uma mentira óbvia e flagrante. “Armas nucleares iranianas”, outra mentira flagrante. As mentiras sobre Gaddafi na Líbia são tão absurdas que é inútil repeti-las.

Quais foram as mentiras usadas para justificar bombardeamentos a tribos no Paquistão, para bombardear um novo governo no Iémen? Nenhum americano sabe ou se importa. Porquê a violência dos EUA contra a Somália? Mais uma vez, nenhum americano sabe ou se importa.

Ou os idiotas viram um filme.

Violência em seu próprio benefício. É nisso que os Estados Unidos se tornaram.

Na verdade, a violência é o que é a América. Não há mais nada lá. A violência é o coração da América.

E deve ter-se em conta não apenas os bombardeamentos e a destruição de países, mas também a interminável violência gratuita e ultrajante da polícia contra cidadãos norte-americanos. Se alguém deve ser desarmado, é a polícia dos EUA. A polícia comete mais “violência armada” do que qualquer outra pessoa, e ao contrário dos gangues de traficantes que lutam uns contra os outros por território, a violência policial não tem outra razão senão o gosto de cometer violência contra outros seres humanos. A polícia americana até já disparou contra crianças americanas de 12 anos de idade, sem fazer previamente qualquer pergunta, e fá-lo especialmente se eles forem negros.

A violência é a América. A América é violência. Os liberais imbecis culpam os donos de armas, mas é continuamente o governo que é a fonte da violência. Essa é a razão pela qual os nossos Fundadores nos deram a Segunda Emenda. Não foram os proprietários de armas que destruíram, no todo ou em parte, oito países. É o governo armado dos EUA que, à custa dos impostos dos contribuintes americanos, comete a violência.

A ânsia da América por violência está a virar agora os idiotas de Washington contra povos que podem ripostar também com violência: os russos e chineses, o Irão e a Coreia do Norte.

Desde o idiota do Clinton, todos os governos dos EUA quebraram ou retiraram-se dos acordos com a Rússia, acordos que foram feitos a fim de reduzir as tensões e o risco de uma guerra termonuclear. Washington, inicialmente, tentou disfarçar os seus passos agressivos contra a Rússia com mentiras, como quando disse que os silos de mísseis ABM na fronteira da Rússia estão lá para proteger a Europa dos (não-existentes) misseis intercontinentais nucleares iranianos.

O governo de Obama ainda disse mais mentiras, mas optou por intensificar acusações falsas contra a Rússia e o presidente da Rússia, a fim de fomentar tensões entre as duas potências nucleares, a antítese da política de Ronald Reagan. Contudo, os liberais imbecis amam Obama e odeiam Reagan.

Sabia que a Rússia é tão poderosa, e a NSA e a CIA tão fracas e impotentes, que a Rússia pode determinar o resultado das eleições nos EUA? Você deve saber disso e acreditar nisso, porque foi isso que ouviu do Partido Democrata, da CIA, do FBI, dos média americanos prostituídos e dos idiotas que ouvem a CNN, MSNBC, NPR ou leem o New York Times e o Washington Post.

Certamente já ouviu dizer, pelo menos mil vezes, que a Rússia invadiu a Ucrânia; contudo o fantoche de Washington ainda senta-se em Kiev. Não é preciso ter um QI acima de 90 para entender que se a Rússia tivesse invadido a Ucrânia, ele já não estaria lá.

Você sabia que o presidente da Rússia, que as pesquisas mundiais mostram que é internamente o líder mais respeitado do mundo, é, de acordo com Hillary Clinton, “o novo Hitler”?

Você sabia que o líder mais respeitado do mundo, Vladimir Putin, é um chefe mafioso, um bandido, uma tarântula no centro de uma rede de espionagem, de acordo com os membros do governo dos EUA, que são tão estúpidos que nem sequer sabem soletrar os seus próprios nomes?

Sabia que Putin, que se absteve de responder agressivamente às provocações norte-americanas, não por medo, mas por respeito à vida humana, diz-se que está decidido a reconstruir o Império Soviético? No entanto, quando Putin enviou uma força russa contra o exército da Geórgia – armado e treinado pelos EUA e por Israel para atacar a Ossétia do Sul -, o exército russo conquistou a Geórgia em cinco horas; mas retirou-se depois de dar aos demónios uma lição. Se Putin quisesse reconstruir o Império Russo, por que não se manteve na Geórgia, uma província russa durante 300 anos, até à dissolução, por Washington, do Império Russo quando a União Soviética entrou em colapso? Washington seria impotente para fazer fosse o que fosse se Putin tivesse declarado que a Geórgia passaria a ser novamente parte da Rússia.

E agora temos o embaraço do diretor da CIA de Trump, Mike Pompeo, talvez a pessoa mais estúpida da América. Aqui temos um idiota do mais alto grau. Eu não tenho a certeza se por lá há algum QI. Possivelmente há zero.

Este idiota, se é que ele tem nível suficiente para o qualificarmos como tal, o que eu duvido, acusou Julian Assange, o Primeiro jornalista do mundo, a pessoa que mais do que ninguém representa a Primeira Emenda da Constituição dos EUA, de ser um demónio que se alinha com ditadores e põe em perigo a Segurança da hegemonia americana, com a ajuda da Rússia. Tudo porque o Wilileaks publica material de fontes oficiais, revelando o comportamento criminoso do governo dos EUA. O Wikileaks não rouba os documentos. Os documentos são entregues ao Wikileaks por denunciantes que não podem tolerar a imoralidade e as mentiras do governo dos EUA.

Todos os que dizem a verdade são, por definição, contra os Estados Unidos da América. E o idiota Pompeo pretende capturá-los.

Quando li pela primeira vez a acusação de Pompeo contra Assange, pensei que devia ser uma piada. O diretor da CIA quer revogar a Primeira Emenda da Constituição americana. Mas o idiota do Pompeo realmente afirmou isso mesmo. (Ver aqui).

O que devemos fazer, o que é que o mundo deve fazer, quando temos idiotas completos como Diretores da Agência Central de Inteligência, como Presidentes dos EUA, como Assessores de Segurança Nacional, como Secretários de Defesa, como Secretários de Estado, como Embaixadores dos EUA Para a ONU, como editores do New York Times, Washington Post, CNN, NPR, MSNBC? Como pode haver alguma inteligência quando só há idiotas a mandar?

Quem estúpido é como tal se porta. O governo chinês disse que os americanos idiotas poderiam atacar a Coreia do Norte a qualquer momento. Uma grande frota dos EU está a dirigir-se para a Coreia do Norte. A Coreia do Norte, aparentemente, agora tem armas nucleares. Uma arma nuclear norte-coreana pode destruir a totalidade da frota americana. Porque será que Washington está a tentar provocar a esse desfecho? A única resposta possível é a estupidez idiota.

A Coreia do Norte não está a incomodar ninguém. Porque está Washington a escolher a Coreia do Norte? Washington quer guerra com a China? Em qual caso, Washington estará conluiada com a costa oeste dos EUA? Por que razão a Costa Oeste iria apoiar políticas que implicam o fim da Costa Oeste dos EUA? Será que os idiotas da costa oeste pensam que os EUA podem iniciar uma guerra com a China ou a Coreia do Norte sem qualquer consequência para a Costa Oeste? Serão os americanos assim tão profundamente estúpidos?

A China ou a Rússia podem individualmente acabar com os EUA. Juntos, podem tornar a América do Norte inabitável até o fim dos tempos. Porque será que os idiotas de Washington estão a provocar poderosas potências nucleares? Será que os idiotas de Washington pensam que a Rússia e a China se submeterão a ameaças?

A resposta é: Washington não passa de uma coleção de idiotas, pessoas estúpidas abaixo do significado de estúpido. Pessoas tão distantes da realidade que imaginam que o seu excessivo orgulho e arrogância os eleva acima da própria realidade.

Quando o primeiro Satan 2 chegar a Washington, a maior chusma de idiotas do mundo deixará de existir.

O mundo vai respirar um grande suspiro de alívio.

Pode vir! Força, idiotas, auto-eliminem-se! Nós, os outros, não podemos esperar mais.


Artigo original aqui