Bruno Amaral de Carvalho

(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 02/04 de 2025, Revisão da Estátua)


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Na vereda sombria na qual entrámos há três anos e que a todos desde a primeira hora aconselhou mil cuidados no recurso a jogos de habilidade que impedissem aos inquisidores, aos denunciantes e aos perseguidores da liberdade alheia mais impunidade, o nome de Bruno Amaral de Carvalho ocupa um merecido lugar de destaque. Terá sido o único português a arrostar todos os perigos e a deslocar-se para o centro do conflito armado e oferecer aos seus concidadãos o contraditório à carapaça de mentiras que desde 2022 passou a ser lei.

Quando há cerca de um ano a sua obra saiu, a maquineta totalitária pôs-se de imediato em movimento. Sofreu a censura, as ameaças, a perseguição, a difamação e até as tão características esperas em que as polícias políticas informais se especializaram para calar de vez as vozes incómodas. Entretanto, o edifício repressor abriu fendas. Parte da opinião pública foi saindo do estado de embrutecimento, procurou outras fontes e rendeu-se ao trabalho de Bruno Amaral de Carvalho.

No momento em que desaparecem dos escaparates das livrarias as biografias encomiásticas de Zelensky e do seu detestável regime, o Guerra a Leste: 8 meses no Donbass, chega à terceira edição e ascende ao merecidíssimo lugar de destaque. Uma grande vitória para a liberdade e um prémio de valor para o homem que quis contar aos portugueses que aquela guerra era, afinal, a guerra de libertação dos russos da Ucrânia.

Breve reflexão sobre o que se está a passar na Síria

(Bruno de Carvalho, In Facebook, 07-12-2024)

Bruno Amaral de Carvalho

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Uma breve reflexão sobre o que se está a passar na Síria empurra-nos imediatamente para entender a quem beneficia esta ofensiva de forças anteriormente ligadas à al-Qaeda. Em primeiro lugar, à Turquia que vê aqui uma oportunidade para pôr em cheque a existência do Estado sírio e cumprir o velho sonho de fazer crescer as fronteiras turcas.

Vale a pena recordar que sobre o genocídio em curso na Faixa de Gaza a dita oposição democrática síria disse pouco ou nada. E vai-se percebendo porquê. Como se sabe bem porque é que combatentes que se dizem radicais islâmicos e que dizem combater os infiéis preferem combater apenas contra países desalinhados com os Estados Unidos e a União Europeia. Quantos ataques contra Israel fez o Estado Islâmico, a al-Qaeda ou a sua versão síria recauchutada?

Simultaneamente, ganha a Ucrânia porque esta ofensiva na Síria é mais problemática para a Rússia do que a invasão de Kiev à região de Kursk. E, finalmente, sobre todos, ganham os Estados Unidos e aliados que durante décadas têm apostado na balcanização do Médio Oriente. Cabe até perguntar se o momento escolhido não terá a ver com um eventual cessar-fogo na Ucrânia dentro de poucos meses (e com isso a Rússia ter capacidade para responder de outra forma).

Depois da Segunda Guerra Mundial, com as independências e o pan-arabismo, e as alianças com a União Soviética, estes países construíram Estados em que souberam conciliar religiões e culturas distintas. O Ocidente fez de tudo para destruir esse delicado equilíbrio, lançando a região no caos. Hoje, parece que a uma eventual queda do actual regime sírio só sobra a possibilidade de um Estado entregue aos fanáticos religiosos, representantes dos interesses, ainda que por vezes contraditórios, da Turquia, de Israel e dos Estados Unidos.

Sabemos como acabou o Afeganistão, sabemos como acabou a Líbia. Se alguém acha que os chamados rebeldes sírios lutam pela democracia é porque não percebe nada do que se está ali a passar.

Fonte aqui.


Censura: Pavlo Sadokha lidera campanha para proibir livro de Bruno de Carvalho

(In AbrilAbril, 08-04-2024)

Bruno Amaral de Carvalho

“No 50.º aniversário da revolução de Abril e do fim da ditadura fascista, pretende-se coartar a liberdade de expressão usando contra mim todo o tipo de calúnias e mentiras”, refere nas suas redes sociais Bruno Amaral de Carvalho. O jornalista, ao longo de oito meses, cobriu a guerra na Ucrânia na região do Donbass, acompanhando os efeitos devastadores impingidos às populações, martirizadas por oito longos anos de guerra civil, bombardeamentos e milhares de vítimas.

Líder da Associação de Ucranianos, fazendo juz às suas origens extremistas, quer declarar novo livro do jornalista «ilícito». Ameaças não impedem apresentação de A Guerra a Leste: 8 Meses no Donbass na Bucholz, em Lisboa (9 de Abril às 18h30).

Ler artigo completo aqui.


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