Mandem mais dinheiro para a Ucrânia e depois não se queixem!

(Francisco Fortunato, in Facebook, 26/08/2025, Revisão da Estátua)


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É absolutamente inacreditável o número de pessoas de esquerda que abomina esta governação do PPD e do Chega, que manifesta a sua imensa preocupação pelos ataques ao Estado Social, e ao futuro negro que tal política nos reserva, mas depois aparecem solidários, ao lado de políticos impostores, vendidos aos interesses dos fabricantes de armas, em especial os norte-americanos. Ele é o chanceler alemão, Metz, a presidente da UE, Ursula, o presidente francês, Macron, o Primeiro-ministro inglês, Starmer, a Primeira-ministra italiana, a neofascista Meloni, o Secretário-geral da NATO, Rutte, a louca da Estónia, a Kallas e outros de uma a lista interminável de malfeitores, apoiantes da guerra na Ucrânia. Tal é uma verdadeira desgraça para a manutenção do Estado Social.

Será que, essas pessoas e organizações, não são capazes de discernir que a continuação da guerra – que a Europa, desses políticos impostores, inequivocamente apoia -, liquidará sem apelo nem agravo o Estado Social? Que o dinheiro para o rearmamento europeu, para uma guerra que não existe, virá exclusivamente dos ataques que os governos preparam aos direitos das pessoas? Não sou eu que o digo é o próprio chanceler alemão que o confirma.

Se os que nada têm e votam na Direita e extrema-direita são acéfalos, o que chamar aos que cegamente continuam a defender a narrativa da NATO e a considerar herói um fulano que é uma marionete manipulada por interesses que são estranhos ao seu país e que ele diz defender?

Uma guerra que, a continuar, se saldará por mais destruição da Ucrânia e mais mortes e mais dinheiro dos europeus, vindo do Estado Social, enterrado no caos.

Estranho mundo este, onde pessoas, que até prezamos, dizem combater a Direita e a extrema-direita mas são incapazes de resistir aos cantos, não das sereias, mas de malfeitores, sem sequer se darem conta disso.

Alemanha – agente de destruição

(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 28/05/2025, Revisão da Estátua)


A Alemanha tem sido, desde 1871, um perigoso agente de destruição. Vence todas as batalhas, perde todas as guerras e com as suas derrotas empurra o continente para a irrelevância.

 Com a derrota em 1918, ditou a sentença de morte do euro-mundo e anunciou o fim dos impérios europeus. Com a derrota de 1945, trouxe para dentro da Europa os EUA e doravante, pela primeira vez na história da nossa civilização, uma potência extraeuropeia passou a determinar o destino do continente.

Agora, com as veleidades centrípetas de Merz (ver aqui), advogado de uma guerra com a Rússia para, assim, manter vivo o projeto [alemão] da União Europeia – a UE é, mutatis mutandis o Zollverein – faz sentido aquela sentença muito conhecida de Goethe que afirmava algo como «os alemães sabem corrigir, mas não sabem dirigir», se bem que hoje já não saibam nem corrigir, nem dirigir.

 A Alemanha é, em termos globais, uma pequena potência política, uma média potência económica é uma pequeníssima potência militar (longe estão os tempos do exército de Frederico o Grande, o exército do Kaiser e a Wehrmacht do início dos anos 40), mas hoje está a desperdiçar a única via para conseguir manter-se à tona na era que já começou.

A sabedoria aconselhá-la-ia a preservar a paz e poder ser, finalmente desde Yalta e Potsdam, um importante agente de mediação e equilíbrio entre os mundos russo, chinês e norte-americano.

 Desastradamente, tornou-se impertinentemente agressiva com a China, furiosamente inimiga da Rússia e irritante com os EUA. Quer a guerra, mas ao longo de décadas autoinfligiu a si mesma a destruição do espírito alemão, confundiu patriotismo com o interregno nazi, intoxicou os alemães de culpas e desistiu de ser a Alemanha, outrora uma potência científica e cultural.

Medvedev fala por terceiros, pelo que da linha vermelha agora gravemente anunciada a Rússia não vai recuar. A acontecer uma guerra, deveremos mais uma vez a miséria, a destruição e a morte à Alemanha.

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Como a América Eliminou o Gasoduto Nord Stream

(Seymour Hersh, in A Tertúlia Orwelliana, 05/04/2025, Trad. de Fernando Oliveira) 

Foto do Comando de Defesa Dinamarquês, mostrando a fuga de gás resultante das explosões que destruíram 3 dos 4 gasodutos Nordstream no Mar Báltico.

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O Centro de Mergulho e Salvamento da Marinha dos EUA pode ser encontrado num local tão obscuro como o seu nome — o que outrora foi um caminho rural na cidade rural de Panama City, uma cidade turística actualmente em expansão no sudoeste da Florida, cerca de 110 km a sul da fronteira do Alabama. O complexo do centro é tão desinteressante como a sua localização – uma estrutura pardacenta de betão pós Segunda Guerra Mundial que tem o aspecto de uma escola secundária profissional do Oeste de Chicago. Do outro lado do que é agora uma estrada de quatro faixas temos uma lavandaria que funciona com moedas e uma escola de dança.

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