É esta a “Europa” que queremos? Não, obrigado

(Dieter Dellinger, 26/12/2018)

polonia

A falta de cultura política levou uma portuguesa de origem luso-africana a ir estudar na Polónia. Aí foi espancada numa boite cheia de gente com alguns colegas espanhóis e italianos.

As centenas de polacos presentes nada fizeram para impedir a agressão extremamente violenta e depois a polícia não queria aceitar o Cartão de Cidadão, pretendendo ver um passaporte porque achavam que não tinha a cor da pele adequada a uma cidadã europeia e, como tal, não deveria pisar o solo polaco onde milhões de judeus e outros foram massacrados. Os polacos que vivem num regime fascista não aprenderam nada.
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As televisões portuguesas, rádios e jornais nada dizem sobre a transformação da Polónia num país fascista, racista, xenófobo e com preconceitos extremistas quanto a pessoas oriundas de outros continentes.

E não é só a Polónia, também a Hungria, a República Checa, a Eslováquia, a Eslovénia, a Sérvia, a Croácia, a Áustria, as Repúblicas Bálticas estão a virar-se para uma extrema direita racista que odeia os africanos e até os europeus do sul.

Com exceção da Áustria, esses povos estiveram mais de 80 anos presos pelo nazismo durante alguns anos e no resto por partidos comunistas que não deixavam sair ninguém, a não ser para a URSS. Não foram educados para a convivência racial e internacional ou multipartidária e multicultural. Daí que não seja aconselhável a ida a esses países de algum português que não seja totalmente branco. Nem é bom que o nosso glorioso Primeiro Ministro Dr. António Costa visite alguma vez a Polónia ou outro desses países.

Mesmo os portugueses brancos não são bem recebidos nesses países.

E não devemos esquecer que o Holocausto foi dirigido e inventado pelos alemães, mas tiveram muita mão de obra polaca, eslovénia, sérvia, ucraniana, etc. a fazer o trabalho mais sujo, obedecendo cegamente ao oficiais das SS policiais e estando até integrados nessas SS.

A Europa está a fascizar-se e a vez pode chegar a Portugal pois já se sente nas televisões um princípio de ódio aos turistas que até proporcionam uma receita de mais de 50 milhões de euros DIÁRIOS e, mesmo, às poucas dezenas de refugiados aqui aceites apesar de muitos se terem ido embora ganhar os altos salários alemães, logo que receberam documentação europeia.

O turismo, já tinha dito, garante 17,5% do PIB distribuído por mais de 250 mil empresas.

Muitos professores, enfermeiros, médicos,. funcionários das finanças, etc. querem mais dinheiro, mas opõem-se a qualquer fonte de riqueza. Quiseram estrangular a Autoeuropa, querem acabar com eucaliptos e oliveiras que proporcionam uma elevada riqueza na exportação de papel de alta qualidade e azeite. Não querem petróleo e já escreveram aqui que acham que o aproveitamento turístico da herdade da Comporta tem de ser feito assim ou assado para dar o menos rendimento possível.

Isto, falando de um certo número de portugueses em geral e que, pelas conversas que tenho nos cafés da minha zona e com familiares, não me parecem ser muito poucos.

António Costa é um grande PM, mas não faz chover dinheiro. A chuva é, sem dúvida, dinheiro, desde que encontre no chão sementes para germinar e plantas e árvores para lhes dar de beber, mas isso só surge com trabalho.

É esta a "Europa" que queremos? Não, obrigado

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(Dieter Dellinger, 26/12/2018)

polonia

A falta de cultura política levou uma portuguesa de origem luso-africana a ir estudar na Polónia. Aí foi espancada numa boite cheia de gente com alguns colegas espanhóis e italianos.

As centenas de polacos presentes nada fizeram para impedir a agressão extremamente violenta e depois a polícia não queria aceitar o Cartão de Cidadão, pretendendo ver um passaporte porque achavam que não tinha a cor da pele adequada a uma cidadã europeia e, como tal, não deveria pisar o solo polaco onde milhões de judeus e outros foram massacrados. Os polacos que vivem num regime fascista não aprenderam nada.
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As televisões portuguesas, rádios e jornais nada dizem sobre a transformação da Polónia num país fascista, racista, xenófobo e com preconceitos extremistas quanto a pessoas oriundas de outros continentes.

E não é só a Polónia, também a Hungria, a República Checa, a Eslováquia, a Eslovénia, a Sérvia, a Croácia, a Áustria, as Repúblicas Bálticas estão a virar-se para uma extrema direita racista que odeia os africanos e até os europeus do sul.

Com exceção da Áustria, esses povos estiveram mais de 80 anos presos pelo nazismo durante alguns anos e no resto por partidos comunistas que não deixavam sair ninguém, a não ser para a URSS. Não foram educados para a convivência racial e internacional ou multipartidária e multicultural. Daí que não seja aconselhável a ida a esses países de algum português que não seja totalmente branco. Nem é bom que o nosso glorioso Primeiro Ministro Dr. António Costa visite alguma vez a Polónia ou outro desses países.

Mesmo os portugueses brancos não são bem recebidos nesses países.

E não devemos esquecer que o Holocausto foi dirigido e inventado pelos alemães, mas tiveram muita mão de obra polaca, eslovénia, sérvia, ucraniana, etc. a fazer o trabalho mais sujo, obedecendo cegamente ao oficiais das SS policiais e estando até integrados nessas SS.

A Europa está a fascizar-se e a vez pode chegar a Portugal pois já se sente nas televisões um princípio de ódio aos turistas que até proporcionam uma receita de mais de 50 milhões de euros DIÁRIOS e, mesmo, às poucas dezenas de refugiados aqui aceites apesar de muitos se terem ido embora ganhar os altos salários alemães, logo que receberam documentação europeia.

O turismo, já tinha dito, garante 17,5% do PIB distribuído por mais de 250 mil empresas.

Muitos professores, enfermeiros, médicos,. funcionários das finanças, etc. querem mais dinheiro, mas opõem-se a qualquer fonte de riqueza. Quiseram estrangular a Autoeuropa, querem acabar com eucaliptos e oliveiras que proporcionam uma elevada riqueza na exportação de papel de alta qualidade e azeite. Não querem petróleo e já escreveram aqui que acham que o aproveitamento turístico da herdade da Comporta tem de ser feito assim ou assado para dar o menos rendimento possível.

Isto, falando de um certo número de portugueses em geral e que, pelas conversas que tenho nos cafés da minha zona e com familiares, não me parecem ser muito poucos.

António Costa é um grande PM, mas não faz chover dinheiro. A chuva é, sem dúvida, dinheiro, desde que encontre no chão sementes para germinar e plantas e árvores para lhes dar de beber, mas isso só surge com trabalho.

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Turismo

(Dieter Dellinger, 22/12/2018)

lisboa2

Foto: A imponência de uma das cidades mais belas do Mundo.

A galinha dos ovos de ouro de Portugal é, sem dúvida, o Turismo que proporciona uma receita nacional este ano da ordem dos 53 milhões de euros diários ou mais 17 mil milhões por ano que, por sua vez, representam 13,7% do PIB. Desde que o “diabo” se instalou em Portugal de acordo com a ideias idiotas de Passos Coelho, o turismo cresceu “apenas” 71%.

Se a situação foi ótima até hoje, o futuro próximo não é brilhante devido à falta de capacidade dos aeroportos nacionais para receberem mais aviões, entregues a um monopólio francês que se contenta em ganhar a 100% e não lhe interessa investir no Montijo e, menos ainda, num novo aeroporto.

Este ano, o número de passageiros desembarcados nos aeroportos portugueses foi de 27,4 milhões de pessoas, mais 7% que no ano anterior. Claro que não são todos turistas, mas a maioria é certamente, pois os hotéis registaram 21 milhões de turistas que dormiram 57 milhões de noites e não há conta certa quanto o alojamento local.

No Expresso um tal J. Vieira Pereira diz que o crescimento do PIB se deve aos empresários, mas o peso do turismo é tal que significa que a Geringonça com a sua política financeira certa à Mário Centeno criou um tal estado de confiança em Portugal que o país ficou na Moda. Aos empresários franceses da Vinci, Portugal não deve nada porque nem planearam algo para o futuro e estão à espera que o alargamento da capacidade aeroportuária nacional para eles explorarem seja paga pelos contribuintes nacionais.

A televisão SIC e as outras dos empresários como Balsemão e companhia fizeram mesmo o contrário de incentivar o turismo, tentando indispor a população contra o “excesso” de turistas e contra a renovação do imobiliário. Há empresários que exportam mais e há os que procuram criar obstáculos e não vislumbram no turismo uma atividade que fez diminuir o desemprego e aumentar o Valor Acrescentado Nacional, pois o turismo é a atividade com mais VAB a par da indústria do papel de alta qualidade tipo Navigator que tem o contra de implicar muito eucalipto que é presa fácil dos empresários do fogo posto de que Pereira não fala por ser da extrema direita.

A comunicação social tem sido crítica do turismo como se os portugueses devessem viver de algo caído do céu ou dos investimentos públicos de que tanto fala a direita e que estão a ser feitos sem aquilo que Oliveira Martins designava de “obsessão pelas obras públicas” no seu “Portugal Contemporâneo” e que não era correto.

O turismo equivale a 22% das exportações nacionais e se não tivesse crescido tanto estávamos em más condições financeiras porque parte da receita turística é IVA e outros impostos.

O economista da extrema direita Vitor Bento criticou na Antena 1 a descida do IVA da restauração dos 23% para os 13%,dizendo que isso iria favorecer apenas a classe rica que frequenta restaurantes de luxo quando há 100 vezes mais restaurantes baratos com doses a 6 euros que caros e o preço mais baixo das refeições é um dos atrativos do turismo, levando muita gente a dizer que só vem turistas com baixo poder de compra que há anos eram designados por turistas de pé descalço quando toda a atividade económica só é rentável desde que abranja um vasto mercado.

O aumento do turismo em Portugal e no Mundo deve-se em grande parte aos voos “low cost” que permitiram centenas de milhões de casais de todas as idades viajarem para as mais diversas cidades, alargando o turismo das praias para o das cidades menos conhecidas anteriormente, como Lisboa e Porto, e agora já vão para o interior do País.

Em 2017, o turismo dava emprego a 20,4% da mão de obra nacional e deverá ter aumentado em 2018 em concomitância com os aumentos salariais na hotelaria dada a falta de pessoal que se começa a sentir.

Portugal é competitivo em hotéis de luxo, médios e até baixos de uma a duas estrelas, além dessa coisa notável que é o alojamento local que muita gente quer obstaculizar.

Enfim, mais de 250 mil empresas e empresários singulares ganham com o turismo, proporcionando um crescimento do nível de vida português.