Tem tantos milhões mas ainda não lhe chegam…

(Coronel Rodrigo Sousa Castro, in Facebook, 24/05/2026, Revisão da Estátua)


É que ela ainda quer tirar mais alguns milhões a quem trabalha.


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Sejamos claros, isto recorda-nos velhos tempos. O nome dela é Maria do Rosário Palma Ramalho. O cargo não é apenas Ministra do Trabalho. É, com uma ironia que roça o SADISMO, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Mas solidariedade com QUEM? Vamos aos FACTOS, porque a realidade não precisa de adjetivos para ser escandalosa.

Segundo a declaração entregue no Tribunal Constitucional, a mulher que decide o valor do teu salário e as horas do teu descanso acumula um PATRIMÓNIO superior a 5,3 milhões de euros. Leste bem. Cinco. Vírgula. Três. MILHÕES.

Ela não é apenas uma académica. Ela é a ELITE FINANCEIRA personificada. A teia familiar explica a quem ela deve lealdade. O seu marido é António Ramalho. Soa-te familiar? É o EX-CEO do Novo Banco, o homem que geriu a instituição enquanto nós, contribuintes, injetávamos lá milhares de MILHÕES.

Onde está o marido dela agora? É o chairman da Lusoponte. Percebem o ciclo? O marido gere as pontes onde tu PAGAS portagem para ir trabalhar. A mulher gere as leis que permitem que tu sejas EXPLORADO quando chegas ao trabalho. O dinheiro sai do teu bolso e do teu tempo. Fica tudo em CASA DELES.

Não pensem que o CONTROLO se fica pelos bancos e pelas portagens, pois a TEIA fecha-se sobre si mesma. Enquanto a mãe dita as regras de como o teu trabalho deve ser flexível, a FILHA, Inês Palma Ramalho, senta-se na cúpula do PSD como vice-presidente do partido que sustenta o governo, selando o Dinheiro, o Governo e o Partido numa SANTÍSSIMA TRINDADE do poder.

Com um ECOSSISTEMA natural feito de administrações bancárias e partidárias, como pode alguém que acumula mais de 5 milhões de euros legislar sobre o salário mínimo?

Passou a vida inteira nos corredores seletos e asséticos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e em presidências de associações de elite, trancada numa TORRE DE MARFIM a escrever os manuais que ensinam como a lei pode SERVIR o patrão.

Transcrito do X

Fonte aqui.

União Europeia: Da promessa democrática à prisão digital para os povos

(Por BPartisans In Fórum da Escolha, in Facebook, 23/05/2026, Revisão da Estátua)


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A União Europeia vendeu um sonho: a livre circulação, a democracia, a prosperidade, o Estado de Direito. Uma espécie de Disneylândia tecnocrática onde as pessoas supostamente viveriam felizes sob as estrelas douradas da bandeira azul.

Vinte anos depois, a fachada está a ruir e as grades estão a aparecer. Por detrás da retórica tranquilizadora sobre os “valores europeus”, Bruxelas está a construir metodicamente aquilo que se assemelha cada vez mais a uma prisão administrativa sob vigilância algorítmica, com Ursula von der Leyen no papel de diretora de uma penitenciária burocrática, convencida de que está a fazer o bem, apesar dos seus prisioneiros.

A parte mais deliciosa? A hipocrisia industrial do sistema. Durante anos, a UE deu lições a Pequim sobre vigilância digital e a Moscovo sobre autoritarismo. A China e o seu sistema de crédito social? – “Orwelliano”! Exclamou Bruxelas. Leis russas sobre o controlo da informação? – “Uma ameaça à democracia”! Proclamavam solenemente entre duas cimeiras subsidiadas. E hoje? A mesma Europa está a reciclar os mesmos métodos que denunciou ontem, mas com um pacote de marketing mais sofisticado: segurança, resiliência democrática, proteção dos cidadãos. O totalitarismo torna-se aceitável desde que se vista um fato Armani e se ostente uma bandeira americana.

Vejamos a nova obsessão europeia: a identidade digital e a rastreabilidade dos cidadãos. A Comissão Europeia está a promover o seu Bilhete de Identidade Digital da UE, destinado a centralizar a identidade, os documentos e a autenticação online. Paralelamente, vários países europeus estão a avançar com mecanismos de verificação de idade e identidade para as plataformas digitais. Oficialmente, o objetivo é proteger os menores e combater o abuso online. Extraoficialmente? Habituar gradualmente os europeus a mostrarem os seus documentos para existirem online. Ontem, digitalizou o seu passaporte no aeroporto. Amanhã? Para publicar um comentário mordaz ou abrir uma conta numa rede social. Liberdade, ao estilo código QR.

E enquanto nos dizem que esta vigilância é “para a sua segurança”, os ciberataques estão a explodir, os dados estão a ser divulgados e as infraestruturas europeias continuam a ser peneiras digitais. A Agência Europeia para a Cibersegurança (ENISA) emite alertas cada vez mais frequentes sobre ataques dirigidos a instituições, infraestruturas e cidadãos europeus. A resposta de Bruxelas? Mais bases de dados, mais interligações, mais centralização. Uma lógica fascinante: já que o cofre é invadido regularmente, vamos construir um gigantesco onde todos terão de depositar as suas informações pessoais. Pura genialidade burocrática.

No topo desta pirâmide de virtude obrigatória, Ursula von der Leyen governa como uma diretora de Recursos Humanos continental, convencida de que o problema da Europa reside nos seus próprios cidadãos: demasiado céticos, demasiado recalcitrantes, demasiado apegados a soberanias nacionais consideradas relíquias embaraçosas. Assim, infantilizamos, regulamos, monitorizamos, moralizamos.

O cidadão europeu ideal já não é um indivíduo livre: é um utilizador complacente, digitalmente identificável, politicamente dócil e suficientemente ansioso para aplaudir cada nova restrição apresentada como proteção.

A União Europeia não está a tornar-se um gulag, não vamos exagerar. É mais sofisticado, mais insidioso e provavelmente mais eficiente. Uma democracia em estado vegetativo tecnocrático, onde se pode falar, votar e até protestar… desde que tudo seja devidamente verificado, registado, moderado e compatível com as mais recentes normas administrativas.

Bem-vindos à prisão europeia das nações: as portas estão abertas, claro. Mas tente escapar ao software.

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O mundo vive os estertores do capitalismo

(Por José Goulão, in SCF, 23/05/2026, revisão da Estátua)


O Ocidente colectivo fragmentou-se, mas em todos os nichos a única estratégia de sobrevivência que conhece é a guerra.


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O chamado Ocidente colectivo entrou numa deriva existencial que pode arrastar o mundo para o caos e uma tragédia de proporções imagináveis, porque o único antídoto que conhece é o da guerra – método da mentalidade colonial perene e da sua expressão extrema, o imperialismo.

O Ocidente, dizem os estrategos ocidentalistas, é a “nossa civilização”. Um conceito que assume o autoconvencimento de uma superioridade rácica, do direito a definir princípios civilizacionais e humanos únicos – os “nossos valores – da posse das riquezas do mundo por uma espécie de usucapião divino. E que, se necessário, assenta em supremacia religiosa – o espírito de cruzada. De que a guerra contra o Irão e as atrocidades na Palestina são exemplos.

Porém, o Ocidente colectivo está a fragmentar-se.

Em termos simplistas, começou por quebrar-se em dois, devido ao terramoto Trump, um imperador que tem qualquer coisa de Nero e coloca o seu narcisismo psicopata acima de tudo, principalmente da vida humana.

Trump, contudo, não é um fenómeno que surgiu do nada, como uma espécie de erro histórico. É fruto do estado de decadência e de disfuncionalidade a que que chegou o motor do dinheiro, que faz mover o Ocidente colectivo e garante a fonte de todas as suas supostas superioridades. O capitalismo entrou na fase decisiva da sua crise existencial.

Isto é, depois de atingir o estado de anarquia neoliberal, e uma vez que esta não consegue, mesmo assim, sustentar todas as farsas como representante da democracia, da liberdade, do humanismo e dos direitos humanos, derrapa agora para um desespero ainda mais extremista: o fascismo.

É aí que estamos, embora o fascismo esteja a chegar-nos com facetas diferenciadas, por exemplo entre a franqueza descuidada de Trump e as elaborações próprias, com resquícios aparentes de democracia, de um Merz (num país que arreganha os dentes), de um Starmer, de um Montenegro venturista, de um Zelensky, de um Modi, de um Macron, de uma Meloni, etc.

O Ocidente colectivo fragmentou-se pelo Atlântico, entre os Estados Unidos e a Europa, mas não se fica por aí. Na Europa, a União Europeia desmorona-se numa angústia de orfandade, porque Trump parece levar a sério a intenção de lhe retirar a tutela militar.

Os Estados Unidos e Israel, numa simbiose que materializa o imperial-sionismo em termos operacionais militares, ocupam-se do Médio Oriente, de maneira a tentar garantir as riquezas naturais e estratégicas reforçando a presença policial do estado sionista.

Trump deixou à União Europeia, num quadro em que a NATO não sabe às quantas anda, a tarefa de se haver com a Rússia e, para já, defender o fascismo zelensquista até ao derradeiro suspiro. Vale à União Europeia que a Rússia não é uma ameaça militar real. Mas se continuar a insistir…

O Ocidente colectivo fragmentou-se, mas em todos os nichos a única estratégia de sobrevivência que conhece é a guerra. É isso que nos leva ao caos e, quiçá, à tragédia.

São os estertores do capitalismo, que assim dispara em todas as direcções manejando o fascismo. Mas que haja luta até que os povos de todo o mundo acordem e tentem evitar que o desespero da anarquia capitalista conduza o planeta ao extermínio da vida tal como a conhecemos.

Fonte aqui