Cessar-fogo na Ucrânia? “Há uma alteração completa da narrativa, Putin já não está a ser demonizado e estão criadas as condições”

(Major-General Carlos Branco, in CNN, 13/02/2025)


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A política mundial está a mover-se a uma velocidade imprevista e impensável. A narrativa está a alterar-se e a Rússia já está a deixar de ser considerada um estado pária pelo Ocidente, pois já se lhe reconhece uma envergadura de grande potência, no contexto da redefinição de novos equilíbrios geopolíticos, e daí na solução do conflito na Ucrânia.

É ouvir quem sabe. Desta vez deram mais tempo de antena ao Major-General Carlos Branco. Entre muitos temas, analisa o telefonema entre Donald Trump e Vladimir Putin e o eventual início das negociações de paz.

Podem ver o vídeo aqui.

A guerra final da América

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(Andrei Martyanov, in Resistir, 12/02/2025)


Capítulo 12 (Conclusão) de America’s Final War, o último livro de Martyanov. Apreciação da Estátua: Imperdível para quem queira ter mais alguma luz sobre o atual momento histórico.


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É IMPOSSÍVEL terminar adequadamente o texto sobre o impacto do conflito da Rússia com o proxy da NATO, a Ucrânia, porque a operação militar especial (OME) evoluiu para o que a Rússia agora designa como guerra. No entanto, o resultado não deixa dúvidas e algumas conclusões preliminares, e até previsões, já podem ser feitas.

A conclusão mais importante é a derrota histórica do Ocidente combinado e do seu líder, os Estados Unidos. A forma como foi derrotado militarmente é óbvia – os países da NATO viram-se totalmente impotentes face a um adversário com uma economia maciça e sofisticada e, no estado atual, com as forças armadas mais avançadas do mundo.

Ler artigo completo aqui.

O oráculo de 4 de Março de 2022

(Estátua de Sal + Miguel Castelo Branco, in Facebook, 13/02/2025)

Major-General Agostinho Costa

(Não resisto a juntar-me ao autor do texto que segue. E os alienados russofóbicos chamavam ao Major-General Agostinho Costa “putinista” e, agora no estertor em que esbracejam, devem apodá-lo ainda com mais raiva. Afinal o homem acertou em tudo, logo no 8º dia da guerra, contrariamente ao Isidro que chegou a dizer que a Rússia só tinha munições para quize dias… 🙂

Os zelenkistas da Europa parecem agora baratas tontas e até o Costa já quer dar conselhos ao Trump, não tendo a noção do ridiculo em que navega, devido à insignificância da Europa.

E também me tenho divertido à brava ao ver o “contorcionismo” sem rede dos comentadeiros das televisões a quererem justificar como plausível aquilo que andaram três anos a negar.

Mas, mais que tudo, registo a alegria de ouvir as palavras ACORDOS, NEGOCIAÇÕES E PAZ a toda a hora. Talvez a insanidade se tenha afastado do horizonte de vontade dos que mais mandam no Mundo. Restam apenas os latidos dos caniches.

Contudo, deixemo-los em paz – acabarão por ficar encolhidos a abanar a cauda. Sim, porque nem são cães de ladrar. E mesmo, perante os que ladram, a caravana passa. 🙂

Estátua de Sal, 13/02/2025)


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No domínio da Geopolítica e da Geoestratégia, a análise dos conflitos, ou seja, da polemologia, requer ao observador uma base conceptual sólida capaz de interpretar os fenómenos ou acontecimentos e as respetivas tendências.

Neste aspecto, a neutralidade e a honestidade na análise são garantias de fiabilidade e sucesso, pelo que a coerência não pode ser confundida com teimosia, mas como manifestação de um pensamento articulado e seguro que se desdobra no tempo, é passível de revisão e ajuste.

Ao rever as imagens do vídeo abaixo, datadas de 4 de Março de 2022, muitos compreenderão a honestidade de quantos, desde o primeiro dia da guerra, pediam racionalidade, objetividade e isenção.

Agostinho Costa disse-o perante o estupor, os gritos e insultos de uma mole de desvairados e, como se vê, nada do que então afirmou estava inquinado de parcialismo. Impressionante como cada palavra ganha hoje pleno significado. É ver o vídeo.