Da ordem internacional à (des)ordem internacional com o Major-General Agostinho Costa

(Agostinho Costa, in canal do YouTube ABC do Mundo, 18/05/2026)


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Uma vaga de novas lideranças políticas nos principais eixos de poder mundiais está a mudar a Ordem Internacional como a conhecemos. As alianças e o equilíbrio de poderes que tomávamos como garantidos mudou e muitas mais alterações estão a caminho. Para tentar descodificar este novo mundo e esta “desordem” internacional, convidámos o comentador e especialista em temas internacionais Major-general Agostinho Costa, uma das vozes mais conhecidas de Portugal nos temas de relações internacionais. O ‘O’ de Ordem Internacional é o mote para a conversa com Bruno Mourão e Alberto Cunha, membros permanentes do nosso painel. Passamos pelos Estados Unidos, China, Rússia, União Europeia e vários outros pontos do Mundo para ir a fundo neste ‘novo normal’. Sem o nosso comentador Bernardo Valente, interrompemos esta semana o nosso habitual TML – Tema Mais Leve, mas para compensar temos um segmento pensado especialmente para conhecer melhor o nosso convidado, uma espécie de questionário de Proust à moda do ABC do Mundo. Não podem perder!

É ver o vídeo abaixo.


Da propaganda odiosa à sensação de ridículo

(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 24/05/2026, Revisão da Estátua)


Julgando tratar-se do argumento infalível vazado do princípio a que comummente se chama navalha de Occam, os inimigos da Rússia – aqueles que ainda há anos afirmavam ser a Rússia uma bomba de gasolina armada de armas nucleares – repetem ad nauseam «não haver uma só marca russa», argumento a que infalivelmente acrescentam «não ter a Rússia vencido a guerra em quatro anos de combates».

Ora, se a Rússia não tem a Zara, a Hermès, a L’Oréal ou a Amazon, possui os Orechnik, os Kinzhal, os Zircon, os Sukhoi Su-57, os Sukhoi Su-35, a Estação Espacial Internacional, a Rosatom e a maior produção de isótopos para a medicina nuclear. Entre trapos, perfumes e chefs, a Rússia tem engenheiros, cientistas e tecnólogos que proporcionalmente excedem a soma de todos os seus pares internacionais.

Quanto ao aspecto militar, se Israel não conseguiu tomar Gaza, território com a dimensão da Costa da Caparica, se os EUA foram batidos por pastores de sandálias no Afeganistão e agora retiram humilhados da guerra com o Irão invicto, a Rússia bateu uma coligação de 27 Estados que se empenharam encarniçadamente para a bater económica, política e militarmente sem, contudo, o lograrem.

A simplificação serve para alimentar a propaganda, mas esta só é convincente se acertar com os factos. Ora, estes demonstram que a Rússia se mostrou superior na tecnologia e na guerra, pelo que as ilusões da propaganda, tantas vezes odiosa, em breve darão lugar a uma inocultável sensação de ridículo.

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Tem tantos milhões mas ainda não lhe chegam…

(Coronel Rodrigo Sousa Castro, in Facebook, 24/05/2026, Revisão da Estátua)


É que ela ainda quer tirar mais alguns milhões a quem trabalha.


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Sejamos claros, isto recorda-nos velhos tempos. O nome dela é Maria do Rosário Palma Ramalho. O cargo não é apenas Ministra do Trabalho. É, com uma ironia que roça o SADISMO, Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Mas solidariedade com QUEM? Vamos aos FACTOS, porque a realidade não precisa de adjetivos para ser escandalosa.

Segundo a declaração entregue no Tribunal Constitucional, a mulher que decide o valor do teu salário e as horas do teu descanso acumula um PATRIMÓNIO superior a 5,3 milhões de euros. Leste bem. Cinco. Vírgula. Três. MILHÕES.

Ela não é apenas uma académica. Ela é a ELITE FINANCEIRA personificada. A teia familiar explica a quem ela deve lealdade. O seu marido é António Ramalho. Soa-te familiar? É o EX-CEO do Novo Banco, o homem que geriu a instituição enquanto nós, contribuintes, injetávamos lá milhares de MILHÕES.

Onde está o marido dela agora? É o chairman da Lusoponte. Percebem o ciclo? O marido gere as pontes onde tu PAGAS portagem para ir trabalhar. A mulher gere as leis que permitem que tu sejas EXPLORADO quando chegas ao trabalho. O dinheiro sai do teu bolso e do teu tempo. Fica tudo em CASA DELES.

Não pensem que o CONTROLO se fica pelos bancos e pelas portagens, pois a TEIA fecha-se sobre si mesma. Enquanto a mãe dita as regras de como o teu trabalho deve ser flexível, a FILHA, Inês Palma Ramalho, senta-se na cúpula do PSD como vice-presidente do partido que sustenta o governo, selando o Dinheiro, o Governo e o Partido numa SANTÍSSIMA TRINDADE do poder.

Com um ECOSSISTEMA natural feito de administrações bancárias e partidárias, como pode alguém que acumula mais de 5 milhões de euros legislar sobre o salário mínimo?

Passou a vida inteira nos corredores seletos e asséticos da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e em presidências de associações de elite, trancada numa TORRE DE MARFIM a escrever os manuais que ensinam como a lei pode SERVIR o patrão.

Transcrito do X

Fonte aqui.