(Manuel Augusto Araújo, in Facebook, 08/11/2026, Revisão da Estátua)

O programa Correspondente de Guerra da CNN, hoje com o convidado o brigadeiro – general Mário Alves, e os residentes Diana Soller e José Castello Branco,a comentarem o acto terrorista que sucedeu em Cracóvia, na Polónia com um número brutal de vítimas, fazem uma ginástica ridícula para passar ao lado das evidências do atirador utilizar equipamento militar e ter todos os símbolos do Batalhão banderista Azov!!!
Andam a fazer flics-flacs minimizando ou mesmo ocultando esse facto, muito menos referindo que muito antes da invasão russa, logo a seguir ao golpe de estado de Maidan, foram instalados campos de treino nazis na Ucrânia, o que até foi objeto de reportagens em jornais insuspeitos como o Público! (Ver aqui e aqui).
Muito menos referem o contrabando de armas relacionado com a corrupção em curso na Ucrânia nos círculos próximos de Zelensky. Além desta tropa fandanga repetidamente referir a guerra híbrida sempre tendo por alvo, mesmo quando o não é referido, a Rússia.
Passam ao lado das prisões clandestinas, das torturas normalizadas que até obrigaram a uma intervenção no local de Bodagnov, chefe de gabinete de Zelensky.
A Diana Soller tem o supremo descaramento de afirmar que ao contrário da esquerda radical a direita radical não é normalmente violenta! (Ver vídeo aqui).
A vigarice intelectual normal nesta gente está a ultrapassar o mínimo de decência que ainda até agora os travava à beira do abismo! É o desespero que os assalta ao enfrentarem as evidências da falência das políticas do jardim de flores podres do Borrel!
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A extrema direita não é violenta?
Certamente e menos dada a perder tempo a fazer manifestações arriscando apanhar de bofias que muitas vezes são militantes de partidos de extrema direita ou a queimar caixotes de lixo.
Mas talvez a senhora queira explicar esta teoria ao actor de teatro que personificando Camoes quase que fica sem um olho a sério por ter sido agredido por esses energumenos.
Ou aos desgraçados que no Porto estavam descansados em casa e levaram uma caldeirada de um bando que entrou por ali dentro.
Ou aos familiares do indiano morto a tiro em casa ou do nepalês que levou uns caldeirada de morte em Olhão.
Ou aos familiares que ainda cá andarem de Alcindo Monteiro.
Com muito mais sangue e noutras paragens.
Que tal explicar isso aos familiares das crianças e adolescentes mortos na ilha norueguesa de Utoya? Talvez a levassem a ver os ursos polares.
Ou aos familiares dos mortos em duas mesquitas na Nova Zelândia? Talvez a levassem a ver os grandes tubarões brancos.
Realmente estes javardolas, farsolas, direitolas não param.
Valha lhes um burro aos coices.