(Major-General Carlos Branco, in Jornal Económico, 22/08/2025)

Zelensky e os europeus, que há um ano se preparavam afanosamente para organizar uma conferência de paz na Suíça, sem a presença da Federação Russa, desesperaram agora por um convite para se sentarem à mesa das negociações, apesar de se desconhecer qualquer proposta de paz da sua parte.
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Os últimos desenvolvimentos políticos relacionados com a guerra na Ucrânia estão a ser marcados pela cimeira entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin (15 de agosto), em Anchorage, no Alasca, e pelas reuniões, em Washington, entre os presidentes Trump, Volodimyr Zelensky e vários dirigentes europeus, a pedido destes. Apesar da interligação entre os eventos – os segundos decorrem do primeiro – merecem ser analisados separadamente.
O ambiente ao redor da cimeira no Alasca contrasta com o dos tempos de Obama e de Biden. Assistimos às duas maiores potências nucleares do mundo a tentarem estabelecer um clima de confiança mútua. A Rússia foi reconhecida como um par pelos EUA, abrindo as portas a um novo ciclo de diálogo e de normalização das relações diplomáticas entre os EUA e a Rússia baseado em reuniões de alto nível, em que Putin foi recebido como um igual.
O Alasca poderá ter sido o início de uma nova abordagem ao debate sobre a “indivisibilidade da segurança”. Para desgosto dos europeus, Trump não alinhou na política de ostracização de Moscovo alimentada pelo seu antecessor. Não por preconceito, mas por necessidade.
Percebeu que a estratégia da Administração anterior se tinha tornado insustentável. Não só não conduziu à tão almejada derrota estratégica da Rússia, como está longe de o conseguir, sonho que os alucinados dirigentes europeus ainda alimentam, depois de 18 ineficazes pacotes de sanções. É do interesse da América obter uma solução para o conflito. Neste cálculo, Trump sabe, embora não o diga, que os EUA não dispõem da capacidade e dos recursos que tiveram no passado. Por isso, a América tem de voltar a ser grande outra vez, porque deixou de o ser, por enquanto. Trump está ciente de que não é tão poderoso quanto alardeia publicamente.
Seria ingenuidade concluir que os EUA abandonaram o projeto da primazia global. Como alguém afirmou, “o sistema funciona, leia-se o estado profundo, independentemente de quem está na Casa Branca”. Permanece no ar até que ponto esse projeto foi abandonado depois dos recentes acontecimentos no Cáucaso do Sul, e da assinatura de um acordo de princípios, relativamente ao futuro das relações entre a Arménia e o Azerbaijão, mediado por Trump.
Trump sabia que a ameaça de tarifas contra a Rússia e os países com que Moscovo mantém relações comerciais, utilizada para calar os neocons republicanos, não era exequível. A marcação da cimeira no Alasca foi uma fuga para a frente inteligente, furtando-se a uma derrota humilhante. Trump sabia que Moscovo ia fazer ouvidos de mercador às ameaças, como o fez. Putin encontrava-se numa situação favorável.
Estão ainda por conhecer os assuntos discutidos na cimeira. A guerra na Ucrânia foi apenas um deles. Não se sabe qual foi o empenho de Trump na renegociação do Novo Tratado START e de outras ações no âmbito do controlo do armamento nuclear, ou a resposta à recente colocação de armas nucleares na Europa, em particular no Reino Unido, de onde tinham sido retiradas há 15 anos.
Ainda não foram ultrapassados os vários irritantes que têm vindo a inquinar as relações entre as duas potências, como seja a já acordada restituição do imobiliário russo arrestado pela Administração Biden. E também o desnecessário e inconveniente anúncio do general Christopher Donahue, comandante do Exército dos EUA na Europa e África, da existência de um plano da NATO para tomar rapidamente o exclave russo de Kaliningrado, no momento em que se encontram em curso iniciativas diplomáticas desanuviadoras das relações políticas entre as duas maiores potências nucleares do planeta.
Da cimeira ressaltou uma clarificação da posição de Trump quanto ao futuro do conflito: o acordo de paz deve preceder o cessar-fogo; aceitação das linhas vermelhas russas, em particular, aquelas com implicações securitárias. Em função disso, Trump colocou em Zelensky o ónus da paz, caso não ceda às condições russas. A ideia continua válida mesmo depois da reunião de Trump com Zelensky, na Casa Branca (18 de agosto). Trump abandonou o plano do general Keith Kellogg e as ameaças de sanções a Moscovo.
Alguns analistas desvalorizam a importância da cimeira devido à ausência de um acordo formal, fazendo vista grossa às declarações de Trump relativamente à adesão da Ucrânia à NATO, ao abandono das ilusões que Kiev ainda mantém relativamente à recuperação da Crimeia e de outros territórios do Donbass, em linha com os objetivos de Moscovo, que não podem, de modo algum, ser desconsideradas. Ganharam ainda maior relevância quando foram repetidas uma semana mais tarde em Washington, a Zelensky e aos dirigentes europeus que o acompanharam, aparentando Trump seriedade nas suas convicções.
Depois de uma reunião dos embaixadores dos 27 países da União Europeia (UE), no início da manhã de 16 de agosto, a UE não foi capaz de adotar prontamente uma declaração conjunta sobre a cimeira. Em vez disso, os líderes de cinco dos 27 Estados-membros da UE e do Reino Unido – emitiram uma declaração, que a presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen publicou no X, em que reiterava o discurso conhecido de Bruxelas sem apresentar uma proposta de paz.
A cimeira veio igualmente evidenciar o caminho da justiça penal internacional para a irrelevância. Está a perder eficácia como ferramenta de manobra política para penalizar líderes não alinhados com as políticas do Ocidente. Apesar de a Rússia e dos EUA não serem signatários do Acordo de Roma, não deixa de ser significativo o facto de mais um líder indiciado com um mandado de captura do TPI ser recebido com honras de estado e passadeira vermelha.
As reuniões na Casa Branca
Zelensky e os europeus, que há um ano se preparavam afanosamente para organizar uma conferência de paz na Suíça, sem a presença da Federação Russa, desesperaram agora por um convite para se sentarem à mesa das negociações, apesar de se desconhecer qualquer proposta de paz da sua parte, como acima referido, mesmo que essa aventura pudesse envolver desconsiderações.
O modo como foram recebidos contrasta com a receção dada a Putin. Trump não cumprimentou pessoalmente nenhum dos dirigentes europeus quando chegaram à Casa Branca. Não satisfeitos com o tratamento que receberam em Pequim, submeteram-se voluntariamente a um novo enxovalho. Foram propositadamente recebidos por um membro do staff para lhes mostrar o seu papel subalterno na presente reestruturação em curso da ordem mundial.
Não se registaram progressos tangíveis na reunião de Trump com Zelensky na Casa Branca e nas que se seguiram com a presença dos dirigentes europeus. A conversa de Trump com os seus homólogos, ao vivo e a cores para o mundo assistir, assumiu aspetos verdadeiramente bizarros e patéticos. Enquanto os dirigentes europeus regurgitavam as “lines” acordadas nas reuniões preparatórias com Zelensky, dias antes na Europa, Trump ia-os contradizendo. O chanceler alemão Friedrich Merz falava na necessidade de um cessar-fogo e Trump contrariava-o dizendo que se devia avançar de imediato para um acordo de paz, como condição para negociações futuras. Enquanto a presidente da Comissão Europeia Ursula Von Der Leyen mostrava preocupação com as crianças ucranianas, Trump informava-a que que não estavam ali para discutir esse assunto.
Atingiu-se o clímax com as intervenções do presidente francês Emmanuel Macron e do presidente finlandês Alexander Stubb. O primeiro obcecado por umas inexequíveis garantias de segurança, advogava a presença de “forças de dissuasão” em território ucraniano, reiteradamente vetadas pela Rússia. Como disse o presidente do Conselho Europeu Antonio Costa seria algo “similar ao Art.º 5.º da NATO” conjuntamente com os EUA a continuar o fornecimento de armamento a Kiev e a treinar as forças armadas ucranianas.” A parte americana esclareceu, uma vez mais, que não fornecerá armas nem dinheiro à Ucrânia. “Agora vendemos-lhe armas, e os países europeus pagam-nas.” Segundo a porta-voz da Casa Branca, “os EUA não enviarão tropas para a Ucrânia como parte das garantias de segurança concedidas ao país.”
Para não ficar atrás dos seus homólogos, contradizendo tudo o que tem vindo a dizer antes e depois da reunião, provavelmente sem ter a noção do alcance das suas palavras, e com base na longa experiência de relações da Finlândia com a Rússia, Stubb aconselhou a Ucrânia a seguir o exemplo da Finlândia. Sem o vocalizar, estava a sugerir que a Ucrânia, à semelhança da Finlândia, declarasse neutralidade e cedesse territórios, como teve de fazer em 1944 relativamente à URSS, depois de ter combatido durante a segunda guerra mundial ao lado das forças hitlerianas.
Como observou o Washington Post, “a reunião de várias horas não eliminou as evidentes divergências entre os líderes europeus e Trump, que afirmou estar Putin pronto para a paz e exigiu a Kiev amplas e dolorosas concessões para acabar com a guerra”. A Ucrânia e os seus apoiantes europeus não moveram um milímetro da sua posição inicial, demonstrando claramente os limites da influência de Trump.
Numa conferência de imprensa, imediatamente após as reuniões com os seus homólogos, defronte da Casa Branca, Zelensky admitiu deixar cair a ideia do cessar-fogo. Terá sido a única evolução tangível. Foi intransigente no restante, nomeadamente em relação à cedência dos territórios.
Trump quer realizar uma reunião com Putin e Zelensky, em 22 de agosto, mas Putin deixou bem claro que só se reunirá com Zelensky depois de os detalhes da rendição ucraniana terem sido acordados, o que está longe de acontecer. As condições não se encontram ainda maduras para que tal possa acontecer. Trump está erradamente convencido de que basta reunir Putin e Zelensky para se chegar a um acordo,
Moscovo referiu a possibilidade de estudar a proposta de reunião para que, jogando com a ambiguidade estratégica, confira espaço de manobra a Trump para «trabalhar» com os europeus e Zelensky.
Portanto, a guerra continuará até à exaustão de uma ou das duas partes. Entretanto, a propaganda continua com os mesmos argumentos de há três anos. A economia da Rússia está em dificuldades, a vitória é possível porque a economia russa está numa situação desesperada, à beira do colapso; as forças armadas russas não conseguem derrotar os soldados ucranianos, os soldados russos morrem diariamente aos milhares, e a situação militar encontra-se num impasse, etc. Os propagandistas só devem conseguir dormir mais relaxados depois de regurgitarem as suas verdades. Entretanto, os combates ucranianos continuarão até ao último ucraniano. Por fugas de informação provenientes do lado ucraniano, já terão perecido, segundo fontes ucranianas, cerca de 1,7 milhões de ucranianos. Excluem-se deste valor mercenários e amputados.
“Por fugas de informação provenientes do lado ucraniano, já terão perecido, segundo fontes ucranianas, cerca de 1,7 milhões de ucranianos. Excluem-se deste valor mercenários e amputados.”
Isto é mentira.
Não há fuga de informação. Há um alegado hack, i.e. ROUBO de informação.
Portanto a fuga, não existindo, nao6é do lado Ucraniano. É um hack, e é do lado Russo.
Os hackers russos ALEGAM que hackearam um computador ucraniano onde ALEGADAMENTE essa informação lá estaria.
Nada disto foi confirmado. São os próprios canais Russos e pró-Russos que dão este aviso sobre esta “informação”.
Acresce a isto mais dois factos:
1) bem sequer o Ministério da Defesa Russo, nem os OSINT ligados à Rússia, como o Rybar, falam num número de baixas tão grande:
2) as baixas não são todas gente que “pereceu”, ou morreu. O total de baixas tem sempre os KIA e os WIA, i.e. os mortos em combate e os feridos em combate, nas siglas em inglês.
E há ainda os desaparecidos e os desertores.
Quanto aos feridos em combate, dividem-se ainda em dois grupos: os feridos graves que se tornam baixas irrecuperáveis, e os feridos ligeiros que podem ser baixas temporárias e voltar à linha da frenre mais tarde.
Ao colocar as coisas naqueles termos, o Carlos Branco foi desonesto.
Os canais mais sérios, que fazem uma tentativa de calcular de forma científica e o mais precisa possível o número de baixas, falam no máximo (até este momento) em 1.1 milhões de baixas irrecuperáveis do lado Ucraniano, incluindo KIA e WIA (feridos graves que não v9ltam6ao combate) e desaparecidos e desertores e ainda prisioneiros detidos pelos Russos.
Da última vez que vi estas estatísticas, as estimativas andavam em torno de 1 morto para cada 2 feridos graves irrecuperáveis.
Ou seja, e por alto, e considerando o pior cenário, as estimativas mais sérias falam em algo como 350 mil mortos e 700 mil feridos irrecuperáveis.
Nestes feridos irrecuperáveis podem estar amputados, gente que perdeu a visão, paralíticos, e ainda os mentalmente incapacitados por stress pós-traumático.
Mas, repito, isto são só estimativas, com alto grau de incerteza.
E aqui é preciso falar do outro lado: as baixas Russas. É que quando se assustam com as elevadas estimativas e rumores sobre as baixas ucranianas, convém lembrar a palavras do próprio Putin: o rácio de baixas entre os dois lados andará à volta de 1 Russo para cada 5 Ucranianos.
Ou seja, 1.1 milhões de baixas ucranianos equivalem, nas palavras públicas do proprio Presidente Putin, a mais de 200 mil baixas Russas (incluindo KIA e WIA).
Portanto, para os Russos e pró-Russos que são palermas ao ponto de acreditar nos rumores lançados por estes alegados hackers, convém lembrar ou avisar que se acreditam nos alegados 1.7 milhões que ucranianos que pereceram, então têm de lhes juntar 340 mil Russos também alegadamente perecidos.
E isso é segundo a melhor das hipóteses que foi referida pelo Putin, do tal rácio de 5 para 1. Mas há quem, de forma séria e credível, fale em rácios menos favoráveis aos Russos.
Às vezes a propaganda ou a alucinação de quem come a propaganda com a testa, tem destes casos ridículos, em que se entusiasmam com más notícias sobre o outro lado, e nem têm tempo de activar o cérebro para perceber o que isso significa para o seu próprio lado.
E a propaganda, meus amigos, está em todo o lado, todos os lados a fazem, e todos nós somos vítimas dela.
Por isso o meu aviso de amigo é sempre este: ouçam e leiam tudo o que puderem, do maior número de lados possível, cruzem dados por vocês mesmos, e devidem de TODA a gente, pelo menos até terem a confirmação dos factos ou pelo lado oposto ou através de provas irrefutáveis.
Exemplo: o Carlos Branco afirma que Trump quer a paz e que Putin quer negociar.
Não. São ambas falsidades.
Se Trump quisesse a paz, não teria na Casa Branca um documento estratégico a falar da “divisão de tarefas” na agressão imperial ocidental, onde a Europa fica agora encarregue de enfrentar a Rússia (com armas vendidas pelos EUA), enquanto os EUA se concentram no enfrentamento da China, e também na colaboração com os genocidas sionistas (israelitas) contra o Irão.
Se o Trump proibisse a venda de armas com destino à Ucrânia, a guerra acabava assim que os actuais stocks na Europa chegassem ao fim, i.e. em poucas semanas.
Se Trump não faz isto, é porque não tem interesse nenhum no fim desta guerra proxy.
Outra forma dos EUA acabarem esta guerra proxy IMEDIATAMENTE, seria darem essa ordem aos seus vassalos nazis corruptos no regime ucraniano.
O facto do ditador Zelensky rejeitar quase tudo o que veio da cimeira no Alaska, é prova que os EUA não querem o fim da guerra. Zelensky, afinal de contas, só diz aquilo que a CIA e Pentágono e Deep State lhe ordenam.
E se o Putin quisesse negociar, fazia cedências. Ora, desde 2021 que a Rússia deixou de fazer cedências, e é exatamente por isso (e por o ocidente não ter dado outra alternativa à Rússia) que estamos nesta situação.
Pior, a Rússia tem estado a alargar a exigências: em Fevereiro de 2022 a Rússia só queria garantir a Crimeia de uma vez por todas, e a independência das repúblicas do Donbass. Agora a Rússia quer as 5 regiões todas para si, incluindo o que ainda não controla nos oblasts de Zaporojie e Kherson.
Quando alguém quer negociar, faz cedências afastando-se da proposta inicial e indo em direção a um ponto intermédio, não faz mais exigências do que as propostas inicialmente.
Assim sendo, a guerra só vai terminar quando os EUA derem essa ordem aos seus vassalos corruptos na Europa, ou quando a Rússia atingir todos os seus actuais objectivos, e quiçá mais alguns…
Existe ainda uma outra forma desta guerra proxy acabar, mas é a menos provável: os povos europeus deixam de ser ignorantes, desmascaram a manipulação dos MainStreamMedia, deitam abaixo os oligarcas/políticos corruptos vassalos dos EUA/NATO/sionismo, e deixam de ser idiotas úteis nesta guerra proxy contra a Rússia.
Ora, sem proxies, os EUA são tão fracos como todos os outros. Aliás, ainda recentemente levaram no focinho nas águas em redor do pobre Iémen. Os pés de chinelo do Ansar Allah fizeram os porta-aviões dos EUA dar meia volta e fugir com o rabo entre as pernas!
E sem agentes/vassaloa corruptos na Europa, vai-se de uma só vez a espinha dorsal do imperialismo USAmericano.
Acabava-se a guerra na Ucrânia, a guerra/genocídio na Palestina, e várias outras guerras, incluindo algumas que ainda agora estão a ser preparadas, como é o caso da guerra proxy em Taiwan contra a China continental.
PS: e onde estão os meios de combate a incêndios? Os excelentes helicópteros Kamov foram parcialmente desmontados e enviados de borla, em camiões, para a ditadura nazi ucraniana, para serem pintados, armados, e se prolongar a guerra tal como os EUA mandaram.
Esses helicópteros não fazem falta? E o dinheiro que demos por eles, e o dinheiro que demos para os subsituir mal e parcamente por aluguéis a privados e compras de helicóptero de fabrico ocidental mais caros?
Uma pergunta que nunca será feita por quem (o que resta do BE, o Livre, PS, PAN, PSD, CDS, IL, e Chega) em Lisboa está mais interessado em defender os interesses imperiais dos genocidas EUA/NATO e da ditadura UE, do que os interesses dos Portugueses.
Discordar do Carlos Branco é uma coisa, chamar-lhe desonesto é uma ofensa infantil e gratuita.
Você baseia a sua discordância, ainda por cima em “Mas, repito, isto são só estimativas, com alto grau de incerteza.” Você, como diz, não tem certezas mas parte logo para a ofensa, Enxergue-se e coiba-se de ser espalha-brasas. Tem razão em muitas coisas que diz, mas com esse estilo perde-a.
Sobre a Cimeira, a coligação de “dispostos” e o нет! (Não!) de Lavrov:
https://sonar21.com/nato-trying-to-game-russia-over-security-guarantees-for-ukraine-and-moscow-says-nyet/
Ainda bem que o podemos ouvir e ler. A corja nazi não pára de atirar areia para os olhos!