Europa rumo à guerra

(Dmitry Orlov, in Resistir, 28/03/2025)


 Há algo obsceno e cansativamente repetitivo escondido por trás da cortina do falso militarismo europeu:   a corrupção.


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Numa recente reunião cimeira da União Europeia, a ginecologista-chefe Frau Leyen exigiu 800 mil milhões de euros para um plano de quatro anos destinado a rearmar a UE. Apenas 150 mil milhões de euros desse montante viriam dos eurobônus recém-criados; os 650 mil milhões de euros restantes seriam obtidos pelos estados-membros da UE por meio do aumento de suas dívidas soberanas, que já são muito altas. Para facilitar o processo de obtenção de fundos, a regra do limite de 3% do défice orçamental seria dispensada. Todos esses fundos seriam direcionados para o rearmamento, num ritmo alucinante.

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11 pensamentos sobre “Europa rumo à guerra

  1. Por falar em reptilianos, David Icke é um polémico “teórico da conspiração” (ou pensador-livre, na verdadeira acepção da palavra sem cunhos e rótulos fabricados pela CIA), que insiste na sua existência (não exactamente no mesmo plano dimensional que nós humanos, por vezes, ou actuando nas frequências e nos campos sensoriais de um ser humano normal, e capazes de se metamorfosearem, quase como entidades extra-dimensionais) e já ele falava na tríade Problema – Reacção – Solução.
    Ele descreve o modus operandi daqueles que servem “o demiurgo”, e as famílias da elite nobiliárquica “negra” (que tem características genéticas próprias pela sua consaguinidade secular, e têm laços de sangue comuns entre eles), e a forma como conseguem manipular a sociedade criando Problemas (epidemias, pandemias, guerras, recessões, crises demográficas, inflação galopante, etc), gerando Reacções (usando a mídia, a comunicação social de massas, inclusivamente plataformas digitais, e as frequências mais baixas para passar essas mensagens de medo, muitas vezes subliminarmente, gerando pânico, angústia, ódio, raiva, opressão, etc), e depois apresentando da mesma forma Soluções (vacinas, corrida ao armamento, belicismo, aumento dos impostos ou dos preços, quebra nos rendimentos, salários, pensões e no poder de compra, campanhas de financiamento de regimes ou grupos sectários, sanções, leis repressivas, etc).
    No fundo, não diz mentira nenhuma. E sistematiza de forma simples a realidade, mesmo que de uma forma aparentemente excêntrica e fora-da-caixa.

  2. A nós não nos dão nada, e querem levar e ficar com o que ainda temos.

    Quanto à imagem que completa o artigo, está qualquer coisa. Até reptilianos se juntam à festa dos belicistas. O Papa é que me parece que, desta vez, vai por arrasto e à boleia, até está com cara de quem está meio alheado no meio daquela malta toda.

  3. Eles também não nos estão propriamente a oferecer kits. Estão a tentar estimular a economia dos supermercados mandando nos compra los.
    Vão ver se o mar da Kraken.

  4. Como as milhentas restrições a nossa vida com o COVID visaram amaciar nos para aceitar mos ir em manada meter no bucho uma porcaria não testada, mal amanhada e na realidade perigosa.
    Fui um dos mais de 90 por cento dos portugueses que amaciaram, enterrei gente e prático musculação para não virar um peixe seco e a conta de exercício violento activar o metabolismo celular e expulsar um veneno que ainda haja.
    Medo já tenho, que aquela merda ainda me faça mal por isso nenhum desses javardos me poderá jamais meter medo.
    Metam os kits de sobrevivência onde o sol não brilha e vao ver se o mar da megalodonte.
    E parem de nos contar histórias. A Rússia não quer esta merda para nada, nos e que precisamos dos seus recursos e querem avançar para a pilhagem não interessa o que isso nos custe.
    Para esse peditório dêem os moderados deste mundo.

    • Pergunto-me, se o “kit de sobrevivência” é tão importante e preciosos para o bem estar (e sobrevivência) dos europeus, por que é que quando começou operação militar especial / invasão russa, a von der Leyen fez um discurso onde apenas e só referiu o apoio político (sanções à Rússia e pacotes financeiros) e armamentista à Ucrânia, nem tocando em envio de mantimentos, medicamentos e “kits de sobrevivência”? E por que é que não fornecem “kits de sobrevivência” aos ucranianos com a mesma abundância de arsenais e milhares de milhões de euros?

  5. 1 – «Para a investigadora do Instituto Português de Relações Internacionais (IPR) Sónia Sénica, a crescente divulgação de informações sobre kits de emergência não deve ser vista apenas como uma simples recomendação. Segundo a especialista, a antecipação de cenários catastróficos trata-se de um sinal “muito preocupante” de que a União Europeia já possui informações concretas sobre a possibilidade de um conflito e sente assim a necessidade de alertar a população.

    “Não querendo ser demasiado fatalista, mas eu creio que esta cautela política vinca claramente que possamos estar a abeirar-nos de um cenário muito complicado que pode pôr cobro a décadas de paz na Europa”, diz Sónia Sénica, referindo-se concretamente à ameaça que paira para lá das fronteiras da NATO».
    2 – “Têm havido estudos que indicam que se por algum motivo a Rússia tiver sucesso nas suas campanhas militares na Ucrânia não se ficará por aí. Este tipo de iniciativas tomadas de uma forma mais coordenada pela União Europeia devem ser aceites e postas em marcha o mais depressa possível pelos Estados-membros. Não quer dizer que isto [o kit] nos resolva os problemas, mas pelo menos ajuda a aguentar até que as autoridades nacionais possam por em marcha outro tipo de planos”, afirma o major-general Isidro de Morais Pereira.
    3-«O objetivo do documento é “condicionar” a população, preparando-a para cenários potencialmente assustadores e criando uma sensação de urgência, o que pode facilitar a aceitação de futuras decisões de defesa e segurança mais rigorosas e caras. Nós estamos a falar no fundo de uma preparação que nos amedronta para depois nos amaciar no momento político que essas decisões, algumas delas dolorosas do ponto de vista orçamental, possam ter que vir a ser tomadas”, conclui Azeredo Lopes.

    • Essa Sónia Cénica é uma Ferra Aveia um pouco menos desequilibrada, tão facciosa e regurgitadora de propaganda quanto ela, e ainda mais cínica.
      Daí que entre Cénica e Cínica, venha o diabo e carregue a Sónia.

  6. Não tendo a craveira analítica militar dum «cabo» Isidro, há uma coisa que, contudo, não compreendo: se a razão de todo o investimento em armamento, para produzir efeitos, ao que nos dizem, daqui a 10 anos (investimento que, depois, faltará para a saúde, educação, habitação, cultura, obras públicas, etc.) é justificada pela ameaça da Rússia invadir a Europa e vir até Lisboa, por que é que a mesma não o faz já? Fica à espera que a Europa se arme, para, depois, ser tudo mais fácil para ela?

  7. E agora esses trastes mandam nos ter um kit de emergência com água e comida para tres dias.
    Metam o Kit onde o sol não brilha
    Porque se a guerra total se der só um bunker com água e comida para três décadas nos poderá valer.
    E não me parece que o europeu médio que se levanta cedo para trabalhar tenha disso.
    A coisa visa preparar nos para as consequências da sua psicopatia e dar nos uma falsa sensação de segurança e de algum controle sobre o que ai vem.
    Isto não e um filme, não e o Day After. Com todo o respeito, vao a merda.
    Dizem que a mentalidade de prevenção, leia se de guerra, deve ser o novo normal.
    Já vivi essa conversa antes. Com as máscaras, as restrições de movimentos, o passar as barbatanas pelo álcool para entrar no supermercado, no café,no raio que os parta, e as ameaças a pretexto do COVID.
    Foi querer livrar me desse novo normal que me fez ir dar vacinas e ver a morte a frente dos olhos com enxada e tudo.
    Não volto a cair noutra, ficarei a espera do que vier.
    Se alguém acordar e for para a rua protestar, estarei la.
    Mas como residente em zona sísmica, claro que tenho água e comida para até mais de três dias.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

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