As fogueiras em que arde a liberdade na União Europeia!

(Hugo Dionísio in Strategic Culture Foundation, 03/04/2024)

A União Europeia demonstra todos os sintomas de uma estrutura em crise profunda.


A União Europeia demonstra todos os sintomas de uma estrutura em crise profunda. Tal como outras organizações, no passado, quanto mais tenta fazer passar uma imagem de coesão interna, maiores as fissuras que cria, a partir da exigência, cada vez mais férrea, de cumprimento das regras que tal aparência de coesão exige.

Para conseguir afirmar o seu poder político, Bruxelas é apresentada como um poder, tão distante quanto inatingível, de tal forma superior, que tudo o que dispõe é inquestionável. Colocando-se em tal pedestal, Bruxelas arroga-se de uma sapiência e omnisciência presumidas, apostando num processo de comunicação muito bem montado, assente na ideia de um poder acima de todos os outros, acima dos poderes eleitos, acima dos “governos do povo”: “A UE disse que…”; “a UE diz que não se pode…”; “o governo pediu à UE que…”; “a UE avisou que…”; “o governo foi obrigado, pela UE, a…” Tudo assim, sem questionamento, crítica ou reflexão. Uma espécie de extensão europeia da teoria da “única nação indispensável”.

Se até certa altura, estávamos perante um poder que se impunha por si próprio, que se bastava a si próprio, cuja inatingibilidade era suficiente para desencorajar qualquer ideia contraditória, face à monumentalidade da tarefa que consistia em enfrentar, não um governo, mas “o governo dos governos todos”; atualmente, Bruxelas deixou de se contentar com essa superioridade ontológica, passando a exigir provas inequívocas de lealdade.

Tal significa que aderir, ou não, à “realidade narrativa” apresentada pela burocracia europeia, há muito que deixou de ser um acto voluntário. A lealdade passou a ser demonstrada pelo vigor e rigor com que se interioriza a ideologia “comunitária” – a meu ver trata-se mais de uma idolatria. Houve um momento que funcionou como um sinal para a ativação de mecanismos conformadores das opiniões, à “realidade narrativa” emanada da União. Esse momento está situado em 25/02/2022. Mesmo no Covid, embora já se sentisse a mão de ferro, na circulação de informação que questionasse as vacinas, métodos e políticas desenvolvidas, não assistimos, na Europa, à utilização corrente de meios coercivos diretos, para silenciar, condicionar ou responsabilizar quem não aderia à narrativa.

Mas, nos últimos dois anos e tal como noutros tempos, também bastante inquisitoriais, passou a ser exigida uma prova de lealdade, consubstanciada na adesão a um discurso, a uma narrativa, a uma idolatria. E se é verdade que os poderes deste tipo, ao longo da história, elegeram sempre a “desinformação” e “propaganda” dos inimigos, como semente originária do condicionamento!

Foi, portanto, ao som do trovejar da guerra que começámos a constatar a chegada do “estado de guerra” da UE e a necessidade de prestação de provas de lealdade. Não o noticiaram, não o questionaram ou analisaram. Como em tudo o que caracteriza o poder europeu, nestes dias, apenas constatamos os factos, a sua inexorável existência. Já o discurso, esse, continua a ser o mais luminoso de sempre, ou talvez mais ainda.

Sabemo-lo, por exemplo, quando utilizamos uma ferramenta de Inteligência Artificial generativa de texto, questionando-a sobre “jornalistas perseguidos na União Europeia no quadro do conflito na Ucrânia”. A resposta é invariavelmente a mesma: “corajosos jornalistas perseguidos” só na Rússia, meus caros. Contudo, quando colocamos os nomes de jornalistas como Alina Lipp, Graham Phillips ou Pablo Gonzalez, descobrimos que, afinal, existem jornalistas: acusados de espionagem e preventivamente detidos (Pablo Gonzalez na Polónia, há mais de ano e meio); acusados e sujeitos a pena de prisão até 3 anos, por delito de opinião “apoio à invasão russa” (Alina Lipp da Alemanha); e, pasme-se, acusados de propagandismo e glorificação da “invasão russa e das atrocidades praticadas” (Graham Philips do Reino Unido), ao ponto de ter sido acusado por alguns políticos de ter “cometido crimes de guerra”, apenas por ter entrevistado Aiden Aslin, um mercenário britânico preso em Mariupol, e em consequência integrado numa lista de sanções pessoais que o impedem de reentrar no seu país de origem.

Estes foram alguns dos primeiros casos – nunca assumidos – de violação da prova de lealdade. Como que para dar o exemplo, um punhado de jornalistas experimentaram o peso com que a mão de Úrsula Von der Leyen trata a deslealdade para com a sua narrativa. Nem que seja aquela em que fala de chips de máquinas de lavar que equipam mísseis e economias em pedaços que afinal até crescem mais do que as da UE.

Consequentemente, como em todos os poderes que já não se bastam a si próprios, algures no tempo, a malha ficou ainda mais apertada, deixando de ser apenas os jornalistas e órgãos de grande mediatismo (como as Tv’s russas), a quedarem-se apanhadas nas redes do ministério europeu da verdade. A polícia da idolatria foi lançada ao ataque e fareja debaixo de todas as pedras pelo mínimo sinal de dissidência.

Recentemente, as autoridades checas decidiram perseguir com a entrada na lista de sanções uma entidade com o perfil virtual de “Voice of Europe”, bem como os seus dois responsáveis, acusando-os de pretenderem “minar a integridade territorial, soberania e independência da Ucrânia”, porque, no entendimento destas autoridades, glorificam a “invasão russa da Ucrânia”. Todos temos vindo a aprender que, na UE do nosso tempo, podemos idolatrar nazis, neonazis e até propagar notícias-falsas. É quando o nosso discurso coincide com o de algum russo, por mais insignificante que seja, que somos alvos da ira de Von der Leyen. Como disse, não se trata de “ser, ou não, verdade”; trata-se de lealdade ou traição.

Esta intransigência para com os discursos, mesmo quando proclamados por gente sem exposição mediática, apenas com uma limitada exposição virtual, é em si sintomática de que o nível de tolerância para com o pensamento diverso, crítico ou controverso, está no seu nível mais alto de sempre. Tal fundamentalismo discursivo – e comportamental – está em linha com o que depois nos é dado a ver no mundo real, sobretudo no epicentro da idolatria europeia: Bruxelas.

É em Bruxelas que encontramos o centro simbólico ao qual devemos ser leais. O “projeto ucraniano”, para os idólatras do poder central – e seus seguidores –, que assenta nos órgãos que compõem a União Europeia, tem uma dimensão fundadora, tendo-se tornado o símbolo máximo do regime; um regime que já não se afirma pelo que é, mas por aquilo que defende como símbolo máximo do antagonismo Russo: o apoio ao regime de Kiev. Quanto mais rígido, intransigente e exigente, no apoio a Kiev, mais anti russo se é, sendo essa a prova última de lealdade. Será razão para dizermos que esta UE já não é a mesma. Ou será que… Agora é que é o que deveria ser?

Apresentada como projeto de paz, mas acabando a financiar a guerra, em Bruxelas, mesmo a um qualquer transeunte mais distraído, não passa despercebido o símbolo máximo do regime. Bruxelas passou a ser, especialmente desde 25 de Fevereiro de 2022, uma cidade banhada a azul e amarelo. Dos outdoors às vedações das obras públicas, tudo parece denunciar a verdade única à qual temos de ser leais. A Ucrânia de Zelensky é, de facto, um estado membro da EU! A legitimidade que lhe falta na lei formal, sobra-lhe na manifestação da parafernália simbólica e no frenesim perseguidor com que as instituições europeias abraçam a sua proteção.

Dispensando os usuais trâmites de acesso, os quais apenas visam conferir alguma legitimidade formal a todo um fenómeno (Ucrânia na “fast track” para a EU) observável de facto, a Ucrânia beneficia de todo um altar que constitui o símbolo máximo deste fundamentalismo idólatra e desta adoção de facto materializada.

Nada é mais esmagador do que uma ida à praça central do “Luxembourg”, local em que se situa o Parlamento Europeu, sob um olhar próximo de uma Comissão Europeia vigilante e de um Conselho Europeu amestrado, por poderes bastante mais distantes. O amarelo e o azul são tão intensamente proeminentes nesse local, que parece estarmos simultaneamente no céu e perto do sol. Dizem que são as cores da UE… A sua presença nunca foi tão forte como hoje. Também nas cores a Ucrânia e a UE se confundem.

A imagem de Zelensky sobressai desse mar duo cromático, inundado de mensagens como “stand with Ukraine” ou outdoors dizendo “the brave people of Ukraine, represented by their president (…).” Como que a provar que o que está fora, emana de dentro, o estado ucraniano, sem qualquer respaldo democrático que não seja o gerado pela imensa propaganda que nos inunda os sentidos, tem, inclusive, o seu espaço no próprio hemiciclo do Parlamento Europeu. Para além de todas as cabinas de tradução simultânea, para cada uma das línguas que integram o projeto europeu, também o “projeto ucraniano” tem aí a sua. Mesmo que não tenha eurodeputados.

Até os 50 mil milhões de Euros recentemente aprovados pelo Conselho Europeu, para os 4 anos que faltam do Quadro Financeiro Plurianual (normalmente vai até um ano depois do período nominal, que é 21-27), retirados do respetivo bolo financeiro, parecem reproduzir, mais ou menos, aquilo que receberia um país, com 35 a 40 milhões de habitantes e com um rendimento per capita abaixo da média europeia. Ou seja, nem os fundos faltam para o desenvolvimento das metas da estratégia 2030. Agora, digam lá que a Ucrânia não é já um estado-membro?

Poderíamos também tomar, como exemplo, a guerra que a UE comprou com os agricultores Húngaros, Búlgaros, Romenos, Polacos, Eslovacos, porque inunda os mercados europeus de produtos produzidos sem cumprir as mesmas regras a que os outros estão sujeitos. Desta forma, estes países são obrigados a reviver, em relação à Ucrânia, o mesmo sentimento de menorização que qualquer país europeu periférico sente, quando tem de se confrontar com interesses de países mais poderosos, como a Alemanha ou a França. Hoje, até estes dois se submetem aos ditames do tridente “banderista”.

Se, por toda a União Europeia, por todos os estados membros, deparamos com a propaganda do regime, relembrando-nos, a cada passo, de que tudo o que somos e temos se deve, tão só, à “divina” (ou diabólica) presença da “humana, inclusiva, democrática e livre UE”, é na capital e no seu centro nevrálgico que esta propaganda é mais esmagadora. Como um poder que se expande do centro para a periferia.

Perante a derrocada, mais do que anunciada, do regime de Kiev e de tudo o que ele significa, coloca-se à UE um desafio de sobrevivência. Pois as idolatrias têm destas coisas: falta-lhes substância. Por mais que tentem fazer aderir ao “estado-membro ucraniano” a ideia de que este constitui um bastião dos “valores europeus”, tudo se esvai quando é, na Ucrânia de Bandera, que mais se negam os direitos que a UE diz representar.

Por sua vez, foi a Rússia (na URSS) que mais contribuiu para defender tais valores. A única forma de isto não ser um completo equívoco, é se assumirmos, como premissa, que, afinal, esta UE não renega o nazi-fascismo e, ao contrário, odeia a Rússia por ter vencido aquele que havia sido criado para a derrotar.

Com efeito, admitindo a idolatria nazi ou neonazi que hoje constitui a coluna vertebral do poder político ucraniano, mas não admitindo a idolatria da operação russa, a UE diz-nos algo de terrivelmente devastador: as elites ocidentais consideram mais grave o que designam de “invasão” da Ucrânia pela Rússia, do que a invasão nazi-fascista da Ucrânia, da Rússia, da URSS, França, Polónia e por aí fora. Os factos não deixam dúvidas: persegue quem acusa de “apoiar a invasão russa da Ucrânia”, mas apoia quem sabe idolatrar as forças que invadiram e destruíram a Europa inteira. O que volta a fazer-me trazer à colação a sempre controversa questão: afinal, a UE é, ou não, antinazi?

Não se trata aqui de julgar a UE por condenar a operação russa na Ucrânia, trata-se de questionar, por que razão persegue quem diz apoiar esta operação e não persegue, com muito maior força de razão, aqueles que idolatram poderes que destruíram a Europa inteira.

Tal questão não assumiria tanta importância se a Ucrânia não fosse um estado membro. Agora, quando é, de facto, o mais importante de todos e à volta do qual roda toda a vida da União, pois nenhum nos enche as notícias, discursos políticos e colunas de opinião como este… Ao ponto de a UE tentar reproduzir, no seu comportamento, as práticas mais danosas a que o regime de Kiev obriga os seus próprios concidadãos… Também aí, a adesão à narrativa, à língua, à idolatria de Bandera, à idolatria da UE, da NATO e dos EUA, não é uma escolha, é uma prova de lealdade. Acabam agarrados aos postes, embrulhados em celofane, aqueles que não a praticam. Vá lá que, por cá, ainda não se chegou a esse ponto… Mas, no meu caso, levo muito a sério aquele poema de Martin Niemöller, “primeiro levaram os comunistas…”

De forma, tão encapotada como a que foi utilizada para integrar, na União, um estado-membro que não lhe pertencia, entregando-lhe, como diz Emmanuel Todd, o cetro de um poder que pertencia ao eixo franco-alemão, não porque contribua mais do que todos os restantes, para o orçamento comunitário, mas, pelo contrário, porque é necessário torná-lo no que mais contribuições recebe, a UE lança-se, também, numa sorrateira caça às bruxas, intensificando e generalizando, ainda mais, as provas de lealdade que já exigia. Uma vez mais, nunca assumindo que o faz. Uma outra característica que tão bem cola com Kiev. “Não foi Kiev que bombardeou a Energodar NPP”; “Não foi Kiev que bombardeou as ruas de Donetsk”; “Não foi Kiev que bombardeou a prisão em que estavam os seus próprios militares, enquanto prisioneiros de guerra”…

Consequentemente, foi o próprio Primeiro-ministro belga o encarregado de, em declarações ao New York Times, acusar parlamentares da França, Alemanha, Países Baixos e outros, de serem pagos para prosseguir interesses russos, no Parlamento Europeu. Sem precisar quem são todos os acusados, mas apontando à mesma “extrema-direita” que prolifera graças aos danos que o poder de Bruxelas infringe nas nossas condições de vida, uma vez mais, somos confrontados com as contradições desta União Europeia. E é assim que identificamos em que consiste a prova de lealdade que, agora, é exigida a todos os cidadãos. Nem que seja sob pena de censura nas redes sociais.

Assim, que coisas tão graves disseram ou fizeram os acusados? Bem, é o próprio NYT quem o diz: proferiram coisas como “Os sonâmbulos de Berlim e Bruxelas estão a conduzir-nos para uma guerra externa – sem rima, razão ou propósito” ou “Quem quer que aceite a Ucrânia na NATO está a provocar, gostemos ou não – eu também não gosto – o ataque russo. E agora pergunte-se se está preparado para aceitar a guerra pela adesão da Ucrânia à NATO.” E o que fizeram mais ainda? Opuseram-se à classificação da Rússia como “Estado patrocinador do terrorismo”.

Eis a que nível a UE, o Ocidente, a comunicação social mainstream, colocam as coisas. Não se poupam a esforços para impor, na prática, a ideia de que a Ucrânia é um estado-membro, que não é; atribuir à Ucrânia e ao regime de Kiev um peso político, que claramente não tem; incriminar pela prática do crime de propagação da desinformação russa, quando o que se disse tinha a ver com um Estado – a Ucrânia – que supostamente nem sequer é membro da União; perseguem jornalistas por apresentarem factos que desmentem os apresentados pelo regime de Kiev, que supostamente não é da UE; fecham perfis virtuais por exporem factos que contestam a informação fornecida por um país, o qual, virtualmente – e apenas virtualmente – não é membro da UE. Estão a ver a contradição?

Assim, quanto mais vazias de sentido, substância e profundidade teórica, mais perigosas se tornam as idolatrias, quase como se soubessem, os idólatras, que a manutenção da sua idolatria não depende da sua consistência, mas da força com que é imposta. Neste caso, a força com que é imposta diz-nos que, se a caça às bruxas começou, pouco falta para que as fogueiras comecem a crepitar!

Fonte aqui.


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13 pensamentos sobre “As fogueiras em que arde a liberdade na União Europeia!

  1. Tu é que tiveste a pouca vergonha de insinuar que as minhas opiniões podiam ser efeito colateral da “vacina”.
    Uma pouca vergonha que já o JgMenos teve por isso me pareceu que eras o próprio ou um seguidor
    Também esse se gabava de ter sido muito inteligente e não ter ido dar a vacina. E insinuava que as opiniões contrárias a sua eram efeitos da vacina. Quando ir tomar essa porcaria não teve nada a ver com inteligência ou falta dela mas com a situação pessoal de cada um que o tornava mais permeável as pressões grotescas que todos sofremos.
    Claro que a situação é diferente quando se é reformado e não se quer nada da vida a não ser insultar quem ainda não se converteu ao trauliteirismo de direita.
    Dúvidas do poder da CIA? Os familiares dos mortos pelas ditaduras nefastas da América Latina não duvidam. Mossadegh também não duvidou.
    Já Gorbatchov disse com as letra todas que acabar com o regime político do país sempre tinha sido o seu grande objectivo. Acabou a fazer anúncios a Telepizza. Mas no meio da miseria em que lançou o seu país nunca perdeu a pose. Eras tu que lhe pagavas? Temos aqui um magnata e não sabemos.
    Se achas que os outros não acrescentam nada para que é que lês?
    Ja perdi muito tempo contigo. Vai ver se o mar dá choco.

  2. Não precisavas de responder.
    Só te desafiei uma vez a responderes com um link. Faltou-te o link e também te faltou a veia para o achincalhamento.
    Não acrescentas nada aos debates, ao contrário de outros que comentam aqui. Tens queda para a truculência, mas isso não faz de ti um valor, alguém que mereça ser lido, mesmo não se estando de acordo.
    Não gosta de ser contraditado?
    És mais pela “democracia orgânica”?
    Bom proveito!

    • Conclusão: votaste Patega e a culpa do é dos que não acreditam em AVenturas charlatões. (Esta é uma tirada ao teu estilo, adivinhação de filiação partidária ou preferência eleitoral, mas duvido que não sejas dissimulado a esse ponto).

  3. O alforriado é capaz de ser outro nome para o JgMenos que acabou por levar uma corrida em osso por insultar os outros escreventes primeiro porque não compartilha van a histeria anti russa e as atoardas da tal senhora corrupta e neta de nazi morto na Ucrânia, ela própria com um look semelhante as antigas mulheres SS.
    Depois porque a malta não seguia a narrativa sobre o genocídio em curso em Gaza. Era de terroristas para baixo.
    Deve ter ficado lixado quando, depois de uma longa série de insultos soezes foi corrido.
    Este, que provavelmente é o mesmo, não aposta nos insultos soezes directos mas a conversa é a mesma.
    Por isso ou é o próprio ou um seguidor.
    E já disse que não voltaria a perder o tempo com ele mas sempre vou perder.
    Não tenho azia nenhuma mas sou livre de dizer que os cheganos o fizeram por um de três motivos, racismo, xenófobia e burrice em estado puro. É não são coitadinhos nenhuns. Os aziados foram eles, foste tu se também saíste do buraco para lá ir votar e não os restantes 80% que ainda acreditam na democracia.
    E já te disse que tivesses respeito por quem foi dar a “vacina” e correu mal. Nem por sombras acreditei que aquilo era uma “vacina”. Mas queria a minha liberdade de volta. Tinha uma pessoa amiga que graças aos troikanos teve de emigrar justamente para a Alemanha onde a perseguição aos não vacinados foi mais violenta do que em qualquer outro lado, que tinha graves problemas de saúde e queria voltar a vê lá. Sentimentalismos que os fachos na teem.
    Esperei que a coisa nao me fizesse muito mal e lá fui dar a coisa e azia, tive sim quando me vieram moer e voltar a ameaçar com restrições para ir dar mais um reforço da coisa. Aí tive de escolher entre a liberdade e a vida e escolhi a vida. Não fui lá.
    Agora, tens mesmo a certeza que queres que os mais de 90% dos portugueses que se foram vacinar, uns porque acreditaram, outros porque queriam a sua liberdade de volta e outros porque foram pressionados pelo patrão não teem o direito a opinião sobre nada porque terão ficado mentalmente afectados. É isso que queres dizer?
    Que as opiniões de mais de 90% dos portugueses não são para ter em conta? Que devem ficar calados ante todas as aleivosias? Em que azinheira bateste com a cachola?
    Já o Menos o insinuou. Vocês realmente são uns democratas de mão cheia.
    Vamos lá ver, antes das vacinas eu já não tinha pachorra para fascistas, racistas, povos que se julgam eleitos por Deus e se acham no direito de não definir fronteiras e massacrar outros, gente que me dizia que tinha de “empobrecer”, racistas do Norte da Europa que diziam que éramos uns caloes e que eles estavam a trabalhar para nós pelo que tínhamos de viver a alpiste.
    Achas mesmo que foi uma vacina que me abriu a pestana? A mim e a outros? Se assim fosse eu acharia que houve algum aspecto positivo.
    Ou melhor, não acharia porque vi muita gente morrer ou ficar sequelado. Muitos por terem continuado a acreditar nos senhores doutores e irem dar terceiras e quartas.
    Um amigo meu que ja tinha ido dar quatro, uma daquelas pessoas puras como já não há, uns bons anos mais velho foi dar quatro. Quando lhe perguntei por que raio tinha ido dar aquilo tudo fixou me com aqueles olhos puros e sem malicia respondendo “nunca me fizeram mal”.
    Morreu um mes depois do quarto reforço, coisa repentina sem dar muita despesa como convém. Tinha pouco mais de 60 anos.
    Quando fui ao seu funeral o cemitério parecia uma zona de guerra. O quarto reforço tinha sido há pouco tempo.
    Quase toda a gente que conheço teve um familiar que morreu de horns inesperada uns meses, quando não uns dias, depois de ir dar a vacina. Depois há aqueles are parece que a bisavó teve algum trato com o Rasputine.
    Um homem idoso teve os rins paralisados após dar a tal vacinação primária e o pessoal das, ambulâncias ainda o pressionou para ir dar o reforço porque andava na ambulâncias, podia apanhar a doença e tal e coisa. Pois levou com a jarda e começou a ter coagulos nas pernas, tendo morrido uns dois meses depois quando já se preparavam para lhe amputar uma perna. A viuva, que nuncs caiu na asneira de dar nenhuma, ficou com a fritura de cornil que se adivinha.
    Se todas estas histórias cruéis se fez a “vacina” por isso tem vergonha no focinho e tem respeito meu escravo que se diz alforriado.Vai ver se o mar dá choco.

  4. Não sei quem é mais incapaz, se as Ursas, os Borréis, as Mete-solas ou os Carlinhos Michéis, (com todo o séquito de políticos amestrados e sempre prontos para os améns), ou se os Alforriados que se julgam mais inteligentes que os outros todos, quando são capazes de ser tão estúpidos quanto os serventuários das corporações supracitados, que supostamente deviam trabalhar para os povos e as nações (a propaganda assim o apregoa).
    Dizer que uma pessoa não tem direito a opinião porque tomou a vacina (a minha não me podes negar, toma, toma, queria batatinhas com enguias, eu cagava e tu comias), é revelar-se como o fascizóide que tenta disfarçar, ou tem pruridos em assumir que é.
    E aprende mais esta, as opiniões também podem ser mudadas, mesmo as daqueles que tomaram esta ou outra qualquer vacina. O que tu queres sei eu o que é, com essas falácias demagógicas e os teus lapsos freudianos incontidos: categorizar, dividir para reinar.
    Sim, também não tomei vacina, tal como (aparentemente) tu, mas pensa quantas pessoas não foram convencidas por desgaste, por chantagem emocional, por chantagem laboral (oficial ou semi-oficialmente), ou até forçadas a vacinar-se por regulamentos internos nos seus locais de trabalho ou pela seu estatuto profissional. Se pensares um bocadinho, és capaz de perceber quão limitado cognitivamente consegues ser em cada um desses teus posts manhosos e mal-cheirosos.

  5. No meu caso concreto, e lá vira o Alforriado acusar me de defender penas medievais, era preciso meter os cientistas que criaram a vacina Pfizer no potro e no berço de Judas ate eles vomitarem a fórmula exacta daquela porcaria.
    Porque quase três anos volvidos depois de ter cometido a sandice de ir dar aquilo dava me jeito saber exactamente o que me meteram no corpo, que sequelas e que ainda posso ter, se algum dia poderei dizer que o meu corpo está limpo.
    A verdade é que muitos sequelados depois ninguém sabe que meimendro lhe meteram no bucho.
    Muita gente, em especial mais idosa continua a ser indecentemente pressionada para ir dar aquilo.
    Por mim toda a gente que cortou a vida as pessoas para as pressionar a ir dar aquilo merecia agora ser encarcerado no fundo do Alasca pelo resto dos seus miseráveis dias. E é porque sou contra a pena de morte e nem ter visto morrer muita gente por causa das vacinas, ser cuidador de uma pessoa sequelada e ter perdido a vontade de voltar a chamar peixe espada subdesenvolvido a alguém me fez acreditar que matar gente, fazendo o mesmo que eles fizeram, pode resolver alguma coisa.
    Mas essa gente que nos prendeu nas nossas próprias casas, que tornou as nossas ruas locais hostis, que nos proibiu até de ir a praia para nos transformar em carneiros prontos para a matança não merece a liberdade. Não merece andar na rua.
    Nessa altura ensaiou se a censura. Que agora continua. Quando li num fundo negro “a difusão deste canal encontra se proibida pelo Regulamento Comunitário” não me lembro do resto fiquei de cara a banda sem querer acreditar que o tinham mesmo feito.
    Mas o pior ainda estava para vir com jornalistas impedidos de entrar no seu próprio país por não seguir a narrativa.Com gente presa, com gente morta na prisão.
    Como é que podemos então saber se o que nos dizem é verdade?
    Mas para esta gente a verdade não inieressa nada. Há 80 anos confiaram em Hitler para destruir a Rússia, falharam. Hoje confiam em Zelensky e parece que também não esta a correr bem.
    Espero que Alina Lipp, Graham Philips e Pablo Gonzalez possam voltar livres as suas terras. Espero que as famílias dos que, como Dugina, Lira ou Tatharsky já morreram encontrem o consolo possível.
    Espero que esta carneirada acorde. É uma esperança impossível mas é a esperança a última a morrer.

    • A “carneirada” está a acordar.
      Não está?
      Estavam calados, anestesiados, ninguém lhes prestava atenção, quando se dignavam ir a uma assembleia de voto, o voto deles era lixo, não contavam para nada.
      Contar até contava, temos que ser justos.
      Contam para que os partidos que tenham mais de 50.000 votos, recebam a subvenção pública para financiamento dos partidos políticos.
      Reza a Lei nº 19/2003, no nº 2 do artigo 5º: ” A subvenção consiste numa quantia em dinheiro equivalente à fração 1/135 do valor do IAS, por cada voto obtido na mais recente eleição de deputados à Assembleia da República.”
      Por isso o voto dos que não elegem ninguém, nem conta para nada, conta para dar um rebuçado que adoça as beiças dos políticos, senão eles, eram tudo como tu, cheios de azia com a “carneirada” que não sabe votar.
      Nem me vou dar ao trabalho de ir ver, se algum partido com assento na AR votou contra este esbulho. Não estou a dizer que sou contra este sistema, nem que sou a favor de outro, caso dos americanos, no qual quem paga é que diz aos palhaços como devem dançar. Agora espera-se mais, do que aquilo que os deputados dão em troca do que lhes pagamos e pagamos-lhes mais do que isto.
      Não acho que, defendas métodos medievais.
      Tens azia mas para isso há mezinhas caseiras que ajudam a aliviar. A azia deve ser efeito-colateral da “vacina”. Mas quem acreditou na balela que aquilo era uma vacina e a foi tomar, como é que pode aparecer na praça a falar e esperar que a sua opinião seja tida em conta? Não tinhas opinião na altura sobre a “vacina, mas agora tens sobre o voto de cada um?
      Quanto à UE, é esperar que tenha o fim da URSS. Já faltou mais.

      • Nota-se que o Alforriado já foi escravo e o seu dono/patrão deixou-o ir, tirou-lhe a trela e soltou-o. Por viver amarrado muito tempo o Alforriado tem ideias curtas e rasteiras. E mistura o que vocifera e com o que não chega a entender. Paleio tem ele e de raiz aristocrata – Dicionário Online Priberam de Português – e oligarca à qual corresponde o repolho que lhe vai na alma e lha embatuca com o ódio. Curioso é que espere o fim da UE idêntico ao da URSS que a história refere como uma operação da cia sobre traidores da social-democracia que se fingiam comunistas e que conspurcaram a história da sociedade soviética, a que impediu que todo o mundo fosse dominado por nazis. A UE não sofrerá nenhuma acção da cia pelo simples facto de que está ao seu serviço através da nato e dos seus dirigentes não eleitos, corruptos e imbecis. Acredito que o Alforriado não vê na van der leyen uma inepta, corrupta, de QI abaixo de 35 e assumida nazi. De borrell nem falar tão falangista se mostra; o charles m não passa de um imaturo com cara de nabo de são cosme. E por isso a ideia sobre o fim da UE, que porá os cabelos em pé a qualquer tipo de direita. Mas se o Alforriado andar penteado como o passos de massamá, nem cabelos tem para os ter em pé, coitado. Vá aparecendo mas evite mostrar muito a sua ganga mental que é um desastre, pouco clara e de baixa valia. Basta-lhe o nome e imaginá-lo na ribeira das naus a chuchar um rabo de bacalhau, feliz da vida mas ainda meio-escravo, entre a ad e o chaga.

        • Soares, escravos somos todos. Quanto ao dono ter-me libertado, agradeço a ele. O que faz de mim alguém que não tem dono, nem Chefe, …
          No seu caso, continua a achar que o Partido, tem sempre razão?
          Continua à espera do “levantamento nacional”, para então aí, o Partido sair à rua e cavalgar a onda?
          Sabe quantos anos foram desta a treta do “levantamento nacional”, até que os “militaristas” com preocupações corporativas derrubassem o governo instalado (25A)?
          É muita espera!
          A queda da URSS “foi” obra da CIA, tal como a queda do Partido é obra dos agentes da CIA que por lá andam disfarçados de camaradas.
          Muito pode a CIA!
          Não lhe digo mais nada, não o quero convencer de nada, não vai ser por mim, que vai deixar de ser um carneiro de Panurgo. Se o personagem não lhe agrada, não fique triste, tem muita companhia à sua esquerda.

      • Espere, então todos os que se foram vacinar (e eu não fui, felizmente não me podiam condicionar para o fazer directa ou indirectamente, mas também tive de andar de máscara e sair à rua só para abastecer) não têm direito à sua opinião sobre esse e qualquer outro tema, só por terem acreditado que aquilo era uma vacina, nas suas próprias palavras?
        Você dá-se conta das boçalidades que debita a cada comentário por aqui, ou nem quando já é tarde demais?
        Você não defende coisa nenhuma que se veja com clareza, pois o mais que sabe fazer é debitar baboseiras apoiando-se em alusões a citações e diálogos numa bibliografia obscura e difusa (nem isso se aproveita)…

        • Em vez de, cada vez que alguém diz o que não vos agrada, se, se metessem a analisar porque é que as vossas brilhantes ideias, cada dia que passa, têm menos seguidores, davam o tempo por mais bem empregue.
          Felizmente não preciso de receber a pagela do Partido, com os slogans que devem ser debitados. Mas cada um sabe de si.
          A minha pergunta é simples. Como é que ideias brilhantes, não cativam os escravos, os burros, os acorrentados, os alienados, os imbecis, … tudo o que queira chamar, aos que ousaram e estou a pensar no “nosso” Alentejo vermelho, sair do carreiro das
          formigas (royalties para o Zeca Afonso).
          Porquê?
          O que é que falhou?
          Onde é que está o erro?
          O que é que, tem que ser mudado?
          Se tem as respostas, faça favor de as expor. Penso que todos agradecerão.

          • A ti respondo como se dizia ao Relvas: “vai estudar!” Não tenho partido nem leio cartilhas, como as que tu aqui costumas aludir e papaguear. Nem nisso consegues acertar, é só mais um artifício para encobrir a tua própria insuficiência intelectual, por muito armado aos cucos que pouses por aqui.

  6. Excelente como sempre….

    Vivemos tempos maravilhosos! – ironia, claro.

    Ao todo foram 71 mil milhões de euros em contratos para vacinas

    Este mundo fascina-me!
    Quanto às mensagens de texto (assinar contratos de 20 mil milhões de euros por mensagem de texto) é uma verdadeira dor de cabeça, especialmente quando, ups, apaguei tudo!

    Continuou com a Ucrânia, decidindo ela própria envolver a Europa na Ucrânia, doando centenas de milhões de euros para a apoiar…. Para onde foi todo esse dinheiro?

    É sempre fácil gastar o dinheiro dos outros sem contabilizar os custos. Afinal de contas, estas “modestas” somas de mil milhões de euros gastos é certamente apenas um grão de areia no abismo de outras questões igualmente graves. Isto levanta várias questões: Porque é que apenas uma pessoa aprovou o contrato sem qualquer consulta ou negociação? Afinal, a população da Europa é de cerca de 450 milhões de pessoas, por isso havia muito espaço para negociação! mas não, então perguntemos a nós próprios porque é que devemos votar, uma vez que estamos a ser roubados de toda a democracia ao vermos os nossos direitos espezinhados (bom exemplo aqui).

    Perguntamo-nos porque é que esta senhora ainda tem responsabilidades na Europa, quando não é clara nas suas actividades. Prendemos os ladrões de galinhas nos supermercados mas, os ladrões de biliões vivem à vontade e, continuam a dar-nos ordens. Onde estão os juízes, onde estão os Estados? Não quero acreditar que toda a elite europeia seja corrupta?

    Fico abismado que, neste caso, a forma se sobreponha à substância. Uma forma de transação que permanece secreta, além disso, apenas por “capricho” da actriz principal… O que nos faz pensar em que nível de ação se encontra a Justiça quando uma pessoa comum pode, em virtude da sua posição, escapar-lhe….

    Mas não será primordial o CONTEXTO desta ação, do qual nos distanciamos ao determo-nos neste tipo de pormenor? Nomeadamente:
    COMO e PORQUÊ foram aplicadas as vacinas de natureza desconhecida, eficácia desconhecida e consequências desconhecidas a milhares de milhões de pessoas ????
    Este é o primeiro assunto a ser tratado. Deveria ter sido estudado antes de qualquer ação. Nem sequer foi estudado enquanto se desenrolou, mas talvez seja altura de o fazer agora… e de novo, até termos a resposta, incluindo os nomes dos decisores.
    Trata-se de um acto em grande escala, nunca antes praticado contra a humanidade. Como tal, deve ser investigado ao mesmo nível.

    Pergunta: Porque é que não se faz uma busca nas instalações da Pfizer para ver estes contratos? Se não têm cópias, então que a empresa prove a origem dos milhares de milhões que recebeu. Parece-me tão simples. Qual é o problema?

    Penso que a população não está preparada para a horrível realidade. As pessoas ficarão furiosas, nada será capaz de as conter. Uma raiva sombria animá-los-á.
    Terão de ser fortes para sobreviver a esta enorme bofetada na cara! Mas no final de tudo, a verdade.
    Custa-me dizer isto, mas nunca teria pensado que o nosso próprio governo pudesse deliberadamente prejudicar a saúde da sua população. A partir de agora, não há como parar o que está para vir. Coragem e tudo de bom para todos. (Jesus teria dito – A verdade libertar-vos-á – estou disposto a acreditar nele)…

    Penso que muita gente se esquece de uma coisa: a UE não foi criada para os cidadãos, mas apenas para as grandes fortunas e as grandes multinacionais, etc… Quando se percebe isso, não há dúvida sobre a culpa de todos os envolvidos.

    A Comissão Europeia é um pouco como um parque infantil onde os Comissários, como crianças dissipadas, se envolvem em sessões de pugilato. É mais do que tempo de nos livrarmos deste pequeno mundo desagradável.

    Vémos que todas estas histórias mostram que estas pessoas não são muito claras no seu conjunto. Pessoalmente, é um problema que me faz pensar em manipulação para nos fazer acreditar que é para o nosso próprio bem, o que eu duvido. Ninguém quer saber se os outros estão bem ou não, isso é novo para mim.

    Penso que seria uma boa ideia investigar todos os laboratórios e especialmente a chamada “vacina”.
    Na minha opinião, todos os governos deveriam também ser responsabilizados pela sua interferência e incapacidade de gerir corretamente esta pandemia…

    A queixa foi apresentada a um tribunal penal belga por um cidadão belga. Foi apresentada outra queixa ao mesmo juiz por Florian Philippot. Depois, a Procuradoria Europeia assumiu o controlo, mas, segundo Philippot, a queixa ao tribunal penal continua activa. A Procuradoria Europeia também está envolvida e é assim que deve continuar, porque se esta investigação se mantivesse apenas ao nível da Procuradoria Europeia, acabaria inevitavelmente numa gaveta, tendo em conta a corrupção que reina suprema nesta grande coisa chamada UE. Ela já tinha feito o SMS. Não é a primeira vez. Quando era ministra alemã (da Defesa ou das Forças Armadas, não me lembro), aconteceu o mesmo com grandes somas de dinheiro. Foi tudo feito por mensagem de texto, que ela apagou “acidentalmente”. Então, para a manter fora da prisão, Merkel e Macron exfiltraram-na e colocaram-na à frente da comissão. Quando eu faço uma asneira, o meu patrão despede-me. E se as coisas azedarem, sei que Biden a quer à frente da NATO. A vida não é óptima?

    Mas, não acredito nem um pouco, é tudo uma encenação para acalmar os ânimos, e se ela fosse condenada, seria como sempre “muito severamente” por palavras e com uma palmada no pulso.

    Uma das opções foi o local de fabrico. O Aztrazeneca era fabricado em Inglaterra, a Moderna em Espanha e o Pfizer na Alemanha. O Pfizer teve de se associar à Biotech, um laboratório alemão, porque a Presidente da Comissão Europeia era alemã e uma das cláusulas do contrato era o local de fabrico, a Alemanha, o que salvou a economia alemã, para o comércio externo. 20 mil milhões de euros é bom para o comércio externo alemão. Quanto é que valeu o comércio externo espanhol com a Moderna?

    Não nos importamos com as eleições russas, mas se houver apenas um candidato para a Comissão Europeia, é ainda pior.

    Candidato único ao estilo soviético.
    Como estamos no Ocidente, isto é democracia!

    Reconduzir uma funcionária que se tem distinguido pela sua falta de transparência (negociações com a Pfizer), pela sua defesa sistemática dos interesses alemães (contrato de gás com o Azerbaijão, penalização da energia nuclear, processos de infração contra a europa em matéria de energias renováveis, transporte ferroviário de mercadorias, etc.)? No mínimo, o apoio de Portugal levanta muitas questões…

    Maus tempos para os povos da UE,,
    tempos muito maus,
    isto não é democracia,
    mas sim uma Demo Crassia,
    e tem sido assim desde há muito tempo.

    Um belo sistema oligárquico e, portanto, fora da democracia, onde um pequeno número decide por todos. Estamos constantemente a ser punidos, pressionados, a UE é invocada, quando poderíamos recusar a maioria das directivas, mas não.
    Criticamos, mas os políticos dos partidos dominantes traíram-no em grande medida e continuam a fazê-lo.
    Tudo o que nos resta são os nossos olhos para chorar. Para não falar da nulidade e dos ideólogos incapazes do neoliberalismo que estão a destruir os nossos países.
    Está tudo bem, os maus são os que criticam a oligarquia ditatorial.
    Mesmo quando ainda permitimos que ocorra um genocídio, vemos os mortos passarem entregando armas aos opressores. A UE tornou-se num esgoto.

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