Operações negras do Mossad israelense

(In Resistir, 08/12/2023)

(A leitura de extractos do livro acima é um murro do estômago de qualquer pessoa bem formada, provando-se que o cidadão comum vive dentro de uma espécie de Matrix. As histórias que nos vende a comunicaçáo social são menos verdadeiras, em termos das suas causas, que o enredo da telenovela da hora de jantar. As verdadeiras causas são subterrâneas, raramente acidentais, porque fabricadas pela perfídia e pelo maquiavelismo das agências de inteligência, essas instituições praticantes do máximo grau de vileza e selvajaria de que é capaz a espécie humana. E, ao que parece, Israel e o Mossad levam a medalha de ouro nesse campeonato do vómito e da pulhice.

Estátua de Sal, 08/12/2023)


No seu livro O outro lado do engano, de 1994, o ex-agente Victor Ostrovsky revelou fraudes e operações negras da inteligência israelense…

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Fox Crime — Gaza e os militares comentadores

(Carlos Matos Gomes, in Medium.com, 07/12/2023)


O canal de televisão que vejo com maior frequência é o Fox Crime. Os episódios, muito bem filmados, apresentam um crime e a sua resolução por métodos de análise polícia científica. Os corpos das vítimas, os teatros de operações são sujeitos a provas, qual o ângulo de entrada da bala, ou da faca, que órgãos foram atingidos, qual a composição química de um vestígio, o morto, o de cujus, é antes de tudo um pretexto para exibir a parafernália dos meios da polícia, dos analistas. Os guiões apresentam retratos tão asséticos quanto possível das vítimas e dos assassinos. Os polícias científicos pretendem mostrar como foi cometido o crime e como o podem descrever ao espetador. O sucesso da série, julgo, deve-se à frieza da análise. O espetador não tem de se envolver emocionalmente. Os episódios terminam habitualmente com uma cena “aberta”, um rosto neutro. Não existe empatia, nem emoção. A conclusão: o “sistema” funcionou.

Pela hora do jantar passo pelas TVs. A rotina: Fox Crime — noticiários levou-me a associar os dois produtos. As Tvs, depois dos episódios da guerra na Ucrânia estão agora a exibir episódios da operação israelita em Gaza. O elenco é o mesmo e a lógica dos enredos também. Do elenco interessam-me os profissionais, os militares comentadores. Com exceção das exceções, que são poucas e cada vez mais afastadas do modelo Fox Crime, os militares desempenham um papel central na mensagem que o nosso mundo de bons valores pretende passar, a verdade única: desumanizar a guerra. Não há pessoas, mas populações… massas flutuantes…

O grosso do contingente de comentadores militares nas Tvs realizam a operação de desumanização da violência abordando as ações como um jogo com livro de instruções.

A Ucrânia foi apresentada como uma campanha militar convencional, com linhas de defesa e eixos de ataque, conjugação de manobra de forças terrestres, apoiadas por artilharia e meios aéreos. Vimos a guerra como um curso de tática numa Academia Militar. Alguns comentadores militares, mais excitados e mais militantes (e também menos inteligentes), passaram e passam a abarreira da falsa neutralidade da análise e assumem-se membros da claque da causa do “Ocidente”, e replicam o refrão da NATO.

Quanto a Gaza. O que está a ocorrer em Gaza é, segundo as Nações Unidas, os jornalistas presentes, as agências internacionais, aos organizações não governamentais, o Vaticano, a Amnistia Internacional, os Médicos Sem Fronteiras, a Cruz Vermelha um crime de dimensões apocalíticas.

Ora o que os comentadores militares me explicaram ontem foi que as Forças de Defesa de Israel — uma entidade cuja respeitabilidade e direito de agir nunca questionam, tal como nunca questionam a ação do Estado que as utiliza como instrumentos da sua ação criminosa — estão a realizar uma operação militar e tinham entrado na segunda fase do seu plano. Estavam a progredir por eixos do Norte para Sul, tinham tomado a cidade de Gaza, onde se encontrava o comando do terrível Hamas, que afinal se deslocara maldosamente para Sul, para onde se dirigem as forças da ordem no seu encalço. Os objetivos estabelecidos pelas forças do Estado de Israel no teatro de operações, segundo os comentadores militares, estão a ser devidamente conquistados com tropas terrestres, numa conjugação de blindados, infanteria, artilharia e apoio aéreo, tudo devidamente coordenado. Em suma, tecnicamente, a operação do exército israelita funciona com a mesma eficácia tecnológica dos melhores campos de concentração da Alemanha nazi. As câmara de gás foram substituídas pelos prédios em escombros no meio de uma coluna de fumo. Gaza é mais espetacular que Auschwitz!

Entretanto, o que os comentadores militares nos dizem é que o crime de Gaza, o genocídio, é uma mera operação militar, que em muitas ocasiões classificam como uma guerra, sabendo que estão a induzir uma falsa ideia, pois uma guerra é travada entre dois contendores com meios equivalentes, e tratam o Hamas, uma organização politico-militar do tipo dos movimentos independentistas, ou de resistência que desde tempos imemoriais utilizam a tática da guerrilha, a única opção do fraco contra o forte, como se fosse equiparável a um exército com os mais modernos e poderosos meios de combate, incluindo armas nucleares e protegido por dois porta-aviões e duas esquadras de apoio. Esquecidos destes pormenores, os comentadores militares descrevem a intervenção como os médicos legistas que observam num ecrã o percurso de uma sonda que invade o interior do corpo do cadáver, ou do moribundo.

O que os comentadores militares nos dizem, tal como os realizadores dos episódios do Fox Crime, é que o crime, a essência criminosa do ato e dos agentes no teatro de operações, e a desproporção de forças, de meios, dos apoios é um tema sobre o qual não nos devemos pronunciar. Esqueçam. Isso é política e eles tratam de assuntos sérios, de técnicas. A dor das vítimas nunca surge no relato. É cenário. Eles falam mesmo em cenário de guerra. A causa da ação também nunca é referida. Não existem causas, mas manobras. Estamos num jogo de xadrez. Não se fala da qualidade da ação, de ser uma vingança planeada, uma limpeza étnica, de ser um ato impune. Trata-se de uma amputação que está a ser bem-sucedida, sugerem-nos. Também nunca surge a questão da consciência dos militares israelitas colocados perante a ordem de cometer crimes, o que vale para os pilotos dos aviões que bombardeiam a esmo (a moda é justificar que nos edifícios se encontram instalações do Hamas — no Vietname foram despejados agentes químicos sobre populações e campos agrícolas, porque serviam os vietcongs), as tripulações de blindados, os atiradores. E a ação desses militares devia ser questionada por todos e pelos comentadores militares em primeiro lugar — existe o direito à recusa de cometer atos violadores da consciência e não é desculpa a invocação de obedecer a ordens.

Os comentadores militares apresentam a operação de arrasar Gaza como os antigos professores de medicina apresentavam as fases de uma autópsia aos seus alunos. Onde se abre o cadáver, com que ferramentas e, no final, onde se despejam as vísceras. Ficamos elucidados. Afinal, numa autópsia do Fox Crime, o que interessa o morto? Nos episódios, o morto tem como papel salientar o virtuosismo técnico dos analistas, a eficiência dos operacionais que o transformaram num objeto de estudo. Os comentadores desempenham a função dos técnicos de laboratório nas cenas em que os resultados são aceticamente apresentados.

Os episódios da Fox Crime e da Faixa de Gaza não devem tirar o sono nem provocar más digestões aos telespetadores que têm, isso sim, de comprar os artigos apresentados pela publicidade e, claro, um Ferrero Rocher vale mais que um palestiniano, vivo ou morto!

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A galinha e o ovo!

(Hugo Dionísio, in CanalFactual, 06/12/2023)

Estas imagens, de um combatente do #Hamas a observar as forças sionistas, bem de perto, têm dado origem a todo um processo de construção de uma teoria, segundo a qual, tudo o que é feito pela resistência palestina acontece porque, os israelitas, deixam fazê-lo.

Não nego que existam oportunismos diversos e até elementos de provocação que tenham contribuído para a “inundação de Al-Aqsa”, um pouco à imagem do que sucedeu com o 11 de Setembro de 2001 em que tudo foi permitido fazer aos “terroristas de #benladen (nunca comprovado) e, logo de seguida, iniciando-se a era do estado de vigilância global, através da publicação do #PatriotAct e o lançamento da “Guerra ao terror”.

Contudo, este tipo de argumentação secundariza duas coisas muito importantes:

1. O ressentimento, rancor e desejo de punição que o povo de #Gaza, muito justamente, sente em relação a um estado que os encerrou definitivamente num campo de concentração a céu aberto, praticando todo o tipo de agressões desumanas a gente absolutamente indefesa, e sem sequer ter a liberdade de se movimentar ou fugir, para depois voltar novamente;

2. A necessária e consequente organização de forças de defesa que, num estado de total opressão, têm tendência a surgir, mesmo nas situações mais apocalípticas e aparentemente inescapáveis; o povo palestino nunca se furtou à resistência e à tentativa de repelir e defender-se da agressão que dura há mais de um século.

O facto é que, não seria de esperar outra coisa! Como não é de esperar que uma campanha de ódio, arrogância, supremacia racial e desumanização das vítimas, adicionada à contenção física, em larga escala dos seus movimentos – e à monitorização electrónica (algorítmica até) de todas as suas vidas -, não produza um sentimento de falsa segurança e de total desconsideração das forças oponentes.

É típico, nestes casos de ódio doente, provocado por décadas de propaganda em massa. Um exemplo paradigmático disto mesmo é o que se passou com a propalada “contraofensiva”, na #Ucrânia, quando as próprias tropas, do regime de #kiev, acreditavam poder chegar à #Crimeia em uma semana. Era comum ler-se nas redes sociais ucranianas – bem como na comunicação social financiada pela CIA e congresso (Kiev Post, Kiev Independent…) – que os russos quando vissem as #wonderwaffe da #NATO, como os Himars, Leopard2 e M777, desertariam em pânico ou render-se-iam em massa! Esta ilusão era tanto mais afastada da realidade, quanto mais #Zelensky recebia visitas de gente como #Marcelo, que chegavam a mentir descaradamente aos seus povos para não queimar o regime #Bandera.  Eram os tempos da saga “a Ucrânia vai ganhar a guerra”. A #Ucrânia não a ganha, mas é a #NATO que a perde! Como se sabia desde o início!

Este sentimento arrogante, próprio de quem se sente com o poder absoluto e, de forma narcisista, despreza o adversário, ao ponto da autodestruição, é imagem típica, não apenas dos apoiantes do regime sionista, mas também de muita gente no nosso Ocidente colectivo. Se quem anda de olhos abertos, sabe não ser possível viver em segurança através da violência; já as massas inconscientes, lideradas por elites narcisistas, egoístas e incompetentes, habituam-se ao discurso de desconsideração das suas vítimas. Já quando a coisa dá errado, a culpa nunca é deles, é sempre dos outros. É sempre das vítimas! essa coisa das vítimas se defenderem e contra-atacarem… Que chatice. “São uns terroristas” estas vítimas, como sempre acusaram as forças imperialistas, colonialistas, sionistas e reaccionárias.

E, neste caso, também se conjuga esse sentimento. Após mais de 100 anos (conto pelo menos a partir da  #balfour declaration  em 1917) de agressão, afinal, no final de tudo, a culpa é do #Hamas . Ou seja, após um século de agressão impune, mantendo sempre, nas suas mãos, o controlo da situação, e, escolhendo a barbárie ao invés da civilização, o todo poderoso decide, assim mesmo, atribuir a culpa à vítima que se defende! E quanto mais desesperadamente se defende, porque é levada, precisamente pelo agressor, a esse estado de desespero, mais culpada se torna, aos seus olhos. É exasperante tanta falácia, tanta desonestidade intelectual.

 Existe algo mais ocidental – numa perspectiva dos “valores” da civilização hegemónica liberal – que isto? Existe algo mais narcisista, egoísta, individualista, anti-social e reaccionário que isto? Eu acho que não e, hoje, vivemo-lo na Europa, em que, quem alimentou a barbárie, atira agora as culpas aos migrantes, aqueles que, nunca por acaso, são as primeiras vítimas da barbárie alimentada.

Este estado de ignorância, irresponsabilidade, inconsciência e ilusão, para o qual foram atiradas as massas, é o primeiro responsável, pela desconsideração do adversário, que estas imagens reflectem. A presunção arrogante e a autoconfiança no poderio militar exposto é tão grande, que gera uma falsa sensação de segurança. Um pouco como se comportam, os #EUA e #NATO, com os seus porta-aviões. Mas, depois, nem industria têm para produzir as munições que os seus canhões usam.

A verdade é só uma: aproveitando a condescendência, a presunção e a incompetência que daí resulta, o #Hamas fez o que considerou fazer sentido para voltar a colocar a #Palestina no mapa. Foi injusto para os civis mortos? Claro, mas quem poderá apontar isso ao #Hamas? os sionistas? Os apoiantes do sionismo? Tenham pena de mim!

Foi injusto para os civis sequestrados? Certamente! Mas que moral tem #Israel e o Ocidente para disso falar? Acaso um refém israelita vale mais do que uma criança #palestina? Uma daquelas que estão há anos em prisões, que aí cresceram e aprenderam a odiar o agressor? Tenham dó! E o mais grave, é que o sionismo vive desse ódio, do ódio que o próprio sionismo planta e fomenta. E esse factor também cabe aqui na análise da suposta conspiração, da teoria do “foram eles que fizeram, ou fomos nós que deixámos ou provocámos”!

Trata-se de uma relação dialéctica, estabelecida entre um povo que se defende da agressão e opressão, e um Estado – a entidade sionista – que beneficia das contradições que essa defesa levanta para poder, assim, semear o seu ódio. Se o #Hamas permitiu separar a #OLP e por isso se pode dizer que o sionismo o consentiu, também podemos dizer que, o maior fundamentalismo do #Hamas em relação à #OLP, é também aquilo de que o sionismo se alimenta para poder propagar o seu ódio e assim manipular o seu povo e os seus apoiantes. Daí que, responder á questão suscitada pelas imagens que aqui junto, não seja fácil, mas também não seja essencial.

Centrar a análise nessa resposta equivale a secundarizar todos os processos que, no seu âmago, se desenrolam. O facto é que tudo acontece porque existe um processo de colonização e limpeza étnica em curso há mais de 100 anos. Os restos, dos oportunismos às conspirações, à defesa contingente e desesperada, são filhos da mesma mãe: a violência que se abateu sobre o povo Palestino. Não há que mascará-lo. A susceptibilidade de, na origem de tudo estar a perfídia sionista, só confirma e valida os raciocínios anteriores.

Daí que, seja como for, o #Hamas, mais ou menos manietado ou consciente, fez o que considerou ser necessário para defender o seu povo! Porque não existe um povo palestino de #Gaza sem o #Hamas. O #Hamas é o povo #Palestino. O #Hamas é o instrumento contingente, resultante das condições materiais existentes, que reúne as características (identidade, doutrina, estratégia) que, de um ponto de vista evolutivo, se mostram aptas a responder ao tipo de agressão de que são alvo. Violência gera violência, a resposta é tão mais violenta quanto o for a agressão.

É absolutamente impensável, não é sério, é desonesto, cínico e hipócrita, pensar que um povo sujeito à agressão, a que o povo de #Gaza está sujeito, nunca encontrasse uma forma de se defender, e que essa forma de defesa se contivesse a umas quantas manifestações, resoluções e reuniões com o oponente.

Um pouco como até aqui… Empurrar com a barriga e enganar a vítima, tantas vezes quanto as necessárias até a aniquilar definitivamente.

As massas incultas até podem acreditar nisso, que é possível, indefinidamente oprimir sem que se gere uma resposta do outro lado, mas os responsáveis sionistas e os seus patrocinadores ocidentais, não podem, não devem e é criminoso pensarem desse modo!

O povo palestino, em #Gaza, construiu uma economia de túneis, precisamente para poder fugir à vigilância massiva do regime sionista. E pensar que esta gente falava da vigilância no bloco de leste, quando hoje somos todos vigiados pelos nossos telemóveis, automóveis, televisões, computadores, satélites, câmaras de rua e até frigoríficos e máquinas de lavar, as quais com a sua tecnologia wi-fi, nos roubam os dados pessoais, para que alguém nos possa vender, influenciar e programar a nossa vida.

Afinal, foi o regime sionista que atirou o povo palestino para uma espécie de submundo! Este povo não o fez por vontade sua, foi obrigado a isso. Logo, numa estratégia de defesa, seria impossível uma qualquer força de guerrilha, não utilizar essa vantagem. Por cá também não será muito diferente, pois, no Ocidente, a luta dos povos terá de ser feita também no submundo a que a #vigilância neoliberal não chegue.

O que o #Hamas fez, na minha humilde opinião, foi, de forma dramática, arrastar as forças sionistas, muito superiores em número e em capacidade instalada, para um terreno em que é possível alterar a relação de forças. Um pouco como fez Álvares Pereira em Aljubarrota ao escolher um local em que, segundo as crónicas, os espanhóis não conseguiriam projectar todo o seu poder numérico, nivelando, assim, a relação de forças.

Em #Gaza, e jogando também com a comunicação, o povo Palestino, através do seu instrumento #Hamas, atraiu as forças sionistas para um plano de combate, no qual 40.000 combatentes bem preparados, com o caracter moldado e forjado pelas amarguras da vida miserável que o sionismo lhes proporciona, serão capazes – assim o espero eu – de derrotar 500.000 rapazolas mimados, egoístas, narcisistas e com o caracter mole e maleável de quem se habituou a ter tudo à custa da miséria alheia. O caracter mesquinho e individualista de quem se habituou a viver numa redoma (o Iron Dome) pensando que a insegurança que provoca nos outros nunca se abateria sobre si.

#Israel é dos estados, do mundo, que mais gasta em segurança, mas sente-se permanentemente inseguro. Os #EUA são dos que mais gastam em vigilância, segurança e policiamento do seu próprio povo, não obstante, têm níveis de criminalidade próprios dos países mais subdesenvolvidos.

Esta forma cega de ver a realidade, apontando sempre às consequências e nunca às causas, porque as causas são difíceis de mudar, dão trabalho, exigem luta e consciência e implicam alterações profundas na estrutura, no modo de funcionamento e nos privilégios de quem vive dessas contradições… Será a derrota do sionismo, do neoliberalismo e do imperialismo hegemónico!

#Gaza é apenas uma etapa… Porventura a cidade mártir que iluminará a tomada de consciência da nossa juventude. Como #Cuba é a semente de esperança da luta dos pequenos contra os grandes!

Felizmente, por aqui, no Ocidente, bem como em #Israel, é por entre a juventude que encontramos alguns dos melhores exemplos de iluminação… terão de ser eles a fazer a #paz, porque até aqui, só fomos capazes da #guerra!

O que começa primeiro ou em segundo, não interessa! O que interessa é que existe!

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