(In Resistir, 08/12/2023)

(A leitura de extractos do livro acima é um murro do estômago de qualquer pessoa bem formada, provando-se que o cidadão comum vive dentro de uma espécie de Matrix. As histórias que nos vende a comunicaçáo social são menos verdadeiras, em termos das suas causas, que o enredo da telenovela da hora de jantar. As verdadeiras causas são subterrâneas, raramente acidentais, porque fabricadas pela perfídia e pelo maquiavelismo das agências de inteligência, essas instituições praticantes do máximo grau de vileza e selvajaria de que é capaz a espécie humana. E, ao que parece, Israel e o Mossad levam a medalha de ouro nesse campeonato do vómito e da pulhice.
Estátua de Sal, 08/12/2023)
No seu livro O outro lado do engano, de 1994, o ex-agente Victor Ostrovsky revelou fraudes e operações negras da inteligência israelense…
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“Como Israel travou a “guerra de informação” que pode ter levado à demissão de Paddy Cosgrav
Nem de propósito! . Vale a pena ler em sapo.pt hoje, Dec 9-2023
Anti-semitismo islamita! Ai que horror!
https://youtu.be/8wwP41soQ_8?si=HR6g-UZ2NKheYWrv
Ainda não percebi qual é o projecto de vida dos palestinianos em termos outros que não a ocupação de Israel e a subsidiação internacional.
Talvez os distintos estrategistas que por aqui pululam me possam explicar.
Se ainda não entendeste nada sobre o assunto vai ser muito difícil explicar-te! Tenho uma amiga que dedicou toda a sua vida profissional numa CERCI, vou-lhe encarecidamente que te faça um desenho!
Bem,como visionário como vai ser a 3° GUERRA MUNDIAL, E EM QUE ANO?
Quando há um conflito religioso, podemos dizer que é uma confusão e que só os verdadeiros defendem a paz. Mas quando a economia se envolve e tudo gira em torno do dinheiro, não existe o verdadeiro. Os poderosos esmagam os fracos. A riqueza é muitas vezes a causa da escuridão da alma…
Embora as guerras religiosas não existem, são apenas pretextos. Os interesses são a verdadeira força motriz das guerras.
Neste panorama da geopolítica mundial os EUA têm trabalhado arduamente para minar o Médio Oriente e a China para conseguirem o jackpot. As vítimas são sempre os povos, antes de mais os palestinianos.
O facto de a dívida dos EUA ser maioritariamente detida pela China, sabendo que os EUA estão bastante debilitados financeiramente hoje em dia (nunca tiveram uma dívida tão grande), também evitará um grande confronto com a China, mas eles têm mais uma relação de dependência entre si…a guerra entre a Arábia Saudita e o Iémen, que já dura há muito tempo, também reforça a posição dos Houthi, enquanto a Arábia Saudita está mais alinhada com os EUA.
Em suma, como sempre, a questão que se coloca é: quem beneficia com o “crime”?
Quanto ao poder militar dos EUA: os EUA têm bases militares em todo o mundo (mais de 800, penso eu), o que tem um custo considerável que a China não tem. Pelo contrário, a política militar da China sempre foi orientada para o seu próprio país, o que custa muito menos (especialmente porque a moeda chinesa está desvalorizada). Já não tenho os números na cabeça, mas os EUA pediram muito dinheiro emprestado à China para financiar a sua guerra no Iraque, por exemplo. A China não faz guerras e não precisa de afectar parte do seu orçamento militar a intervenções no terreno.
Os russos têm mísseis supersónicos que contornam os sistemas anti-mísseis da NATO, embora não seja claro para mim que os americanos tenham uma vantagem tecnológica (os chineses são muito bons em tecnologia laser).
Além disso, há os conceitos de “guerra híbrida” a ter em conta, os EUA estão divididos internamente (entre trumpistas e democratas, para simplificar), o que os enfraquece, o que não é claramente o caso da China (partido único, censura, reconhecimento facial, crédito social etc…). ), também do ponto de vista económico, cada vez mais países abandonam o dólar (nomeadamente para vender o seu petróleo) e interessam-se pelos BRICS, a China e os EUA são interdependentes de momento, mas o mundo está a virar-se para a China e não sei quem teria mais a perder se rompessem relações.
Os Estados Unidos sempre foram um país de interesses próprios, com uma capacidade ilimitada de fazer mal. A maior parte dos seus negócios é feita à custa de todos os Estados enfraquecidos pelo seu imperialismo descarado.
O xadrez pode ser jogado com 3 ou 4 jogadores. A versão russa com 4 jogadores é muito interessante .
Nos últimos 10 ou 15 anos, não terá a China, deixando as coisas acontecerem ou agindo nos bastidores, conduzido a NATO para o beco sem saída em que se encontra atualmente?
Em caso afirmativo, os EUA previram-no? Quais são as suas opções?
É como se a China não tivesse interesse na guerra, mas sim em preservar a estabilidade económica. Os EUA, por outro lado, só estão interessados na tensão, no controlo económico e na estabilidade através da desestabilização. Tal como a China tem feito desde o início, quando já estava a lutar contra a ameaça do Ocidente !!!!
Michael Moore tinha razão, a grande substituição ocidental dos ameríndios na América do Norte deu origem a um Estado superpoderoso em permanente medo!
Em primeiro lugar, vou fixar uma data para o conflito: 2027. Esta data foi noticiada durante alguns dias nos meios de comunicação americanos, no início do ano, como o ano em que a China iria invadir Taiwan. Esta data não passa de uma espécie de prenúncio, uma técnica utilizada pelos jornalistas para preparar psicologicamente o público para um acontecimento premeditado. No ano passado, mostraram políticos a jogar jogos de guerra com generais para mostrar um sinal de unidade, porque nos bastidores não estavam de acordo quanto à data do conflito. Havia quem quisesse que fosse em 2025, mas parece que se fixaram em 2027.
O conflito vai exigir o envio da marinha e eles têm um grande problema, os mísseis chineses viajam a 10 vezes a velocidade do som e podem atingir alvos a mais de 1200 quilómetros de distância, têm também planadores suborbitais e drones hipersónicos que podem ser lançados até 6000 quilómetros de distância, além de que um F-35 tem um alcance de “apenas” 1250 quilómetros, Isto significa que, independentemente dos navios que os americanos trouxerem, todos eles estarão em perigo, e que será necessário mobilizar um esforço logístico considerável, pelo que não será possível manter uma frente durante muito tempo. Tal como os russos, que se colocaram numa posição defensiva enquanto aguardam os repetidos ataques dos ucranianos em ondas, os chineses terão apenas de esperar, porque estarão em casa, o que tem enormes implicações estratégicas que lhes são favoráveis. Os mísseis que os americanos poderão utilizar serão sobretudo tomahawks e harpoons, velhos equipamentos subsónicos fáceis de detetar e de intercetar pelos numerosíssimos destroyers e cruzadores chineses, o que significa que o lançamento de quinze deles nem sequer garantirá um impacto, enquanto do lado chinês um impacto de um yj-21 ou de um df 17 é garantido, porque as contramedidas contra este tipo de armas ainda não existem.
Entre as embarcações que os americanos vão destacar, é provável que se encontrem 82 Arleigh Burkes e Ticonderoga, protegendo 10 porta-aviões Nimitz e Gerard Ford, cada um com cerca de 90 caças (ou menos, se tiverem aviões radar), bem como 10 porta-helicópteros anfíbios. Para não entrar em demasiados pormenores na minha investigação, trata-se de navios que datam da Guerra Fria. O seu exército nunca foi totalmente modernizado, ironicamente devido às suas guerras permanentes, demasiado caras para o Estado americano, que teve de cancelar constantemente os programas de modernização para comprar as bombas existentes. Assim, longe de possuírem o exército com melhor desempenho do mundo, têm de facto o armamento mais antigo do Ocidente. Os F-22 já não são produzidos e só existem para proteger o território americano. E os F-35 mais modernos estão cheios de defeitos, são muito caros e a única forma que encontraram para reduzir os custos foi aumentar as taxas de produção, mas como não têm dinheiro suficiente para comprar caças, estão a pressionar todos os outros a comprá-los em vez de Rafales ou Gripens (porque sim, hoje em dia gastam quase mil biliões de dólares por ano, mas na realidade 3/4 do orçamento é usado essencialmente para manter bases em todo o mundo,a manutenção dos 10 porta-aviões e dos seus aviões, que custam uma fortuna, ou mesmo a retirada destes últimos, demasiado velhos e já não nos conformes com as doutrinas actuais, a corrupção dos patrões das empresas de armamento e o fabrico de munições, demasiado caro devido à falta de capacidade de produção (as munições de artilharia não podem ser fabricadas com mais de 5.000 unidades por dia, enquanto os russos podem fabricar 85.000).
Os americanos fabricam munições que estão habituados a utilizar, ou seja, fabricam balas (8 mil milhões por ano) e bombas (cerca de 75.000 por ano), mas não fabricam munições mais complexas muito rapidamente, o seu stock de mísseis é mantido em segredo, mas em comparação com o que deduzem dos lotes que encomendam e tendo em conta o tempo que demoram a chegar, Diria que estão a fabricar mísseis a um ritmo de 2 ou 3 por dia, o que é muito pouco, especialmente se tivermos em conta que muitos deles serão destruídos nas primeiras batalhas, porque as batalhas navais modernas são travadas de tal forma que, dependendo da capacidade de interceção dos mísseis, é mais provável que os navios fiquem sem munições antes de interceptarem o que quer que seja. Um problema MUITO grande para os americanos, dado que não estarão em casa, enquanto os chineses poderão recarregar permanentemente com pouco esforço logístico, ou mesmo disparar a partir de terra. No final da guerra, apenas cerca de vinte navios chineses em mais de 500 deverão ser afundados, o que não é brilhante, e para os americanos significaria a perda definitiva do seu instrumento de intervenção.
Por conseguinte, é mais provável que os americanos recorram aos submarinos, mas também aqui os chineses se prepararam: em primeiro lugar, há que salientar que os americanos têm um problema demasiado grande de pessoal e de manutenção, e as qualificações necessárias para pilotar um submarino e o perfil psicológico exigido para ser recrutado significam que apenas 40% dos cerca de 60 submarinos de ataque disponíveis (não os mísseis balísticos) podem ser utilizados em qualquer altura. O combate por submarinos é ineficaz do lado de Taiwan: em primeiro lugar, existem apenas dois cruzamentos, pelo que é fácil vê-los chegar; em segundo lugar, têm apenas um alcance de cerca de dez quilómetros, pelo que é impossível atingir navios a várias centenas de quilómetros; e, em terceiro lugar, os chineses estão agora a instalar drones torpedeiros autónomos que podem intercetar submarinos e navios inimigos que se aproximam sem serem detectados. É certo que os Estados Unidos estão a enfrentar uma nação sobre a qual não sabemos quase nada, mas não dispõem nem do armamento necessário para enfrentar a China, nem da indústria necessária para sustentar uma guerra com eles durante um longo período (3 ou 4 meses no máximo), nem sequer da tecnologia para competir com eles. O exército chinês já está pronto para receber os americanos, mas continua a desenvolver-se apesar de tudo.
Para além da opção nuclear… existem cerca de 400 mísseis Minuteman III, que custam 7 milhões de dólares cada, armazenados em silos americanos. Podem atingir a costa chinesa, mas serão retirados em 2029-2030; o novo míssil sentinela da Northrop Grumman deverá substituí-lo, mas será mais caro.
Porque é que não mostram misericórdia? Porque a sua religião lhes diz que são superiores a todos os outros povos. Não mostram misericórdia agora como há quatro mil anos não demonstraram perante quem vivia na terra da promessa, a chamada Terra se Canaã. Nos primeiros tempos ainda poupavam as virgens “que, ainda não tinham tido contacto com um macho” para as usarem como escravas sexuais animalizadas. Porque uma quase criança a quem mataram a família toda, obrigam a cortar as unhas, rapar o cabelo e entregam a um dos barbudos que assassinaram a família so pode tornar se um animal. Uma coisa para ser usada. Não foi do nada que há dias um rabino mor defendeu a legitimidade da violação de mulheres em tempo de guerra. Porque é ha quatro mil anos que eles continuam a viver por muito que digam que gostam da música mais moderna e até dispam mais as mulheres que os muçulmanos para os putanheiros lhes tirarem melhor as medidas.
E foram lá despejados por outros povos que também se achavam superiores aos desgraçados palestinianos que viviam naquelas terras. A vida daquela gente não lhes interessava nada. Nas tintas para se o povo que se julgava eleito por Deus os matava a todos ou os reduzia a uma escravatura ainda pior que a que há tinham vivido sob os, domínios otomano e britânico.
É claro que nenhum dos patifes que decidiu criar o estado de Israel estaria disposto a dar a um Israelita a sua casa ou uma terra que tivessem. Ninguém no seu juízo perfeito o estaria. Quando recebemos aqui mais de um milhão de refugiados das ex colonias alguém aceitou sair da sua casa para lhes dar casa? Acharam que os palestinianos tinham de o fazer porque os achavam subhumanos, infiéis em termos de religião, árabes sujos.
Mas não podemos acusar nenhum pais árabe, agora, de não fazer nada para travar o genocídio em curso. O que é que podem fazer? Declarar guerra a um pais de fanáticos, assassinos sem entranhas que tem pelo menos 200 armas nucleares? É que nos estamos a esquecer disso que os trastes que nos governam dizem que é simplesmente o poder de dissuasão de Israel. Mas é um arsenal formidável, que pode provocar devastação maciça em vastas áreas e que uma gente cruel, fanatica e que se julga eleita por Deus não hesitara em usar. Por muito que nós custe aceitar isto os palestinianos estão condenados e sabe Deus quantos mais dos vizinhos desse cancro que o Ocidente para lá exportou.
E que continua a apoiar tomando atitudes ridículas. Como um Estado alemao que já disse que quem quiser nacionalidade alemã vai ter de assinar uma declaracao a dizer que reconhece o direito à existência daquele estado nefasto. Já não interessa que se comprometa a cumprir as leis do pais, interessa reconhecer o direito a existência de um estado nazi bem longe dali. Vale o que vale mas mostra o estado a que isto chegou.
Entretanfo os trastes americanos bloquearam nas nacoes unidas qualquer cessar fogo em Gaza. Não que aqueles trastes o cumprissem se a resolução fosse aprovada porque há quatro mil anos não havia Nacoes Unidas e eles nunca cumpriram resolução nenhuma. Mas vetando mostram o apoio incondicional aos genocidas.
Que todos nós lembremos disto a próxima vez que esses cerdos decidirem invadir a terra dos outros em nome da defesa dos direitos humanos e da superioridade moral do Ocidente.
O pior ainda está para vir.
Imaginem só se só houvesse a televisão ou a rádio para nos manter informados sobre este conflito, teríamos sequer ouvido que eram civis palestinianos que estavam a bombardear Israel.
Por muito que tenha ficado horrorizado no dia 7 de outubro e nos dias que se seguiram com a barbaridade dos actos do Hamas, já não consigo compreender o caminho escolhido por Israel.
1. Erradicar o Hamas? nada está a ser feito nesse sentido. Tudo está a ser feito para erradicar os palestinianos.
2. Ao fim de um mês e meio, com quem é que Israel negociou a libertação senão com o Hamas? prova do fracasso total da sua estratégia. Se é que é mesmo essa a sua estratégia.
3. A hipocrisia e a duplicidade exibidas na televisão por todos os grandes meios de comunicação social são repugnantes.
4. O mesmo se passa com os governos de várias “grandes” nações. enquanto um povo está a ser exterminado, estes líderes acham que as imagens dos reféns a serem libertados sugerem que foram drogados…
5. Muito obrigado aos povos do mundo, que vêem e compreendem perfeitamente o que se passa, mas não se atrevem… tanto se debatem com as suas próprias dificuldades…
6. paz às almas dos que morreram.
Como pode este governo, cujo povo sofreu no passado e durante séculos até à shoa, comportar-se sem misericórdia para com uma população que nunca esteve na origem do seu martírio.
Sou solidário com o horror do 7 de outubro, mas considero os seus dirigentes uns monstros.
Depois do 7 de outubro, a resposta de Israel é desproporcionada e injusta, mesmo abjecta, se o Hamas é acusado de “terrorismo, os actos de Israel são um genocídio duro e simples e o Estado de Israel só obterá uma vitória: um milhão de habitantes de Gaza tornar-se-ão combatentes do Hamas, sem esquecer a queda dessas belas instituições ocidentais que nos alimentam há décadas com os direitos humanos, as leis da guerra, etc. Israel não destrói apenas o seu Estado, mas todos os Estados ocidentais e, essencialmente, os Estados Unidos, o bombeiro pirómano que deu luz verde aos israelitas. Se o Hamas é um terrorista, como podemos descrever o mundo ocidental e Israel?
Infelizmente, o poder israelita não têm nada a invejar aos nazis, a sua crueldade para com uma população é igualmente intensa (sobretudo tendo em conta a duração desta violência generalizada).
E não se pode esperar mais dos governos árabes (liderados pela Arábia Saudita), que estão menos interessados nas crianças sacrificadas na região do que nos seus próprios interesses regionais e de segurança. Realmente não dá vontade de continuar a acompanhar as notícias, estamos no século XXI e o comportamento humano e político, apesar das aparências, evoluiu menos do que gostaríamos.
Infelizmente, temos assistido a este tipo de episódios completamente escondidos pelos media. No entanto, os bombardeamentos e a destruição de 80% dos hospitais e clínicas da Síria em 2014 teriam contribuído para uma deterioração do estado de saúde dos sírios e, em particular, para o aparecimento de pneumonias. Estas epidemias propagaram-se à Turquia e, provavelmente, a toda a Europa.
Um quadro da Comunidade Europeia sobre o número de mortes por gripe e pneumonia na Europa e na Turquia entre 2011 e 2017 mostra que o número de mortes na Turquia triplicou. A guerra entre Israel e o Hamas terá, infelizmente, repercussões na Palestina, nos países de acolhimento mais próximos e, provavelmente, em países mais longínquos.
Os EUA fizeram o mesmo no Iraque em 2003, e as forças da NATO fizeram o mesmo na Líbia em 2011. As potências ocidentais que patrocinam Israel já não têm qualquer credibilidade quando falam de direitos humanos. Esta situação vai dar origem ao ódio e a uma 3ª guerra mundial porque esta injustiça se tornou insuportável.
O futuro da humanidade está efetivamente em jogo durante esta limpeza étnica (e não conflito). Porque a comunidade internacional não cumpriu o seu dever e deu luz verde a todas as possíveis infrações internacionais sem mexer um dedo… O mundo pode agora ver a incompetência de todo o sistema estabelecido e é provável que se sigam outras tragédias. Receio que ainda não tenhamos chegado ao fim das nossas surpresas.
E todas estas mortes que nem sequer podemos enterrar, esta tragédia é um insulto à nossa humanidade enquanto seres humanos.
Seres humanos !
Parece que as amputações são necessárias devido à falta de medicamentos e à ameaça de gangrena.
Esta crueldade cega está a tornar-se uma tragédia que afecta todas as pessoas de boa vontade.
As imagens mostram-nos destruição e, portanto, tragédias humanas que ultrapassam toda a imaginação.
Triste notícia, triste verdade, triste humanidade. Um mundo triste em que a lei dos números desumaniza cada vez mais, todos os dias, populações que são perseguidas há décadas. Perante a ausência de reação dos responsáveis que poderiam intervir para fazer cessar as hostilidades, perguntamo-nos: quem são os animais humanos?
Um povo palestiniano a viver na sua terra em paz, sem nunca ter oprimido ninguém, o Ocidente decidiu, com os Estados Unidos e o Reino Unido, dar aos judeus uma terra de asilo na Palestina. Será que os países que criaram este problema aceitariam sofrer o mesmo destino que os palestinianos? Se lhes fosse roubada a sua terra, estariam de acordo? Israel roubou a terra aos palestinianos com a bênção do Ocidente. A Europa e os Estados Unidos estão a fornecer-lhes as armas de que necessitam para matar os palestinianos e criar um Israel maior. A felicidade não pode ser construída sobre a desgraça dos outros. A ideologia deles será a sua desgraça. Não importa quantas vidas inocentes se percam, Israel será o perdedor.
Sempre foi assim,mesmo nos tempos bíblicos.
Notícia que devia abrir os telejornais se no império genocida ocidental houvesse notícias com factos em vez de FakeNews e propaganda feitas por PRESStitutas:
http://www.telesurtv.net/news/unrwa-aumenta-cifra-trabajadores-muertos-gaza-20231208-0030.html
«Aumentan a 133 los trabajadores de Unrwa muertos en Gaza»
– os naZionistas já assassinaram 133 trabalhadores das Nações Unidas, mais exatamente da Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente.
Segunda notícia que devia abrir os telejornais e merecer debate intenso, com reais comentadores e não com avençados do regime, até ao momento em que Portugal decidisse deixar a NATO e expulsar os EUA da base das Lages (entre outras):
http://www.telesurtv.net/news/eeuu-rechaza-apoyar-alto-fuego-gaza-llamado-onu-20231208-0020.html
«EE.UU. no apoya alto el fuego en Gaza pese a llamado urgente de ONU»
– os EUA (e Reino Unido) vetaram a paz. São a favor de mais genocídio.
Os naZionistas já assassinaram mais de 17 mil civis, dos quais +6 mil crianças.
Agora respondo-te (André Campos) diretamente:
O Hamas é um movimento de libertação e resistência. Não é terrorista. Quem os chama de “terrorista” também o chamava a Nélson Mandela, e apoia o Apartheid.
O que o Hamas fez a 7-Outubro é legítimo e 100% justificado. Não foi contra civis inocentes, foi contra invasores ilegais que apoio a ditadura assassina naZionista. A guerra começou em 1947 com massacres feitos pelos naZionistas invasores. Tudo o que os Palestinianos façam desde aí é uma resposta, uma defesa! Não te deixes levar pela propaganda do 7-Outubro. Os Palestinianos têm o direito de ter representantes, de ter forças armadas (neste caso é só uma guerrilha, coitados), e de matar os invasores que lhes roubaram as terras, casas, e vidas dos familiares. A Palestina tem o direito de recuperar pela força PELO MENOS as fronteiras de 1947, de re-alojar todos as vítimas de limpeza étnica (desde o Nakba), de expulsar os invasores ilegais que restem, e depois fazer referendos pelo Direito Humano à Auto-determinação para definir um mapa ainda mais favorável que o de 1947, e se quiserem, de decidir pelo fim do estado inventado pelos invasores.
Relembro que o império genocida ocidental está a enviar armas para UkraNazis para estes matarem os NATIVOS do Donbass e Crimea. E a mesmíssima coisa faz para os naZionistas matarem os NATIVOS (Palestinianos = SEMITAS!) da Palestina. Um UkraNazi no Donbass é um invasor. Um naZIonista na Palestina é um invasor. E quem já lá vivia, tem o direito de usar meios letais para se defender. A única diferença prática é que os ex-Ucranianos do Donbass têm a ajuda (por eles pedida!) da Rússia, enquanto os Palestinianos foram abandonados por todos, excepto por pequenas ajudas do Irão, Iémen, e Argélia, e por ajuda simbólica humanitária do Egito, Turquia, Rússia, China, etc, mas que nada muda.
Não existe Hamas na Cisjordânia, e no entanto está lá o grupo terrorista (IDF) dos naZionistas a ocupar, a destruir, a prender/raptar, e a assassinar. O Líbano não entrou em guerra contra os naZionistas e no entanto está a ser bombardeado. A Síria não entrou em guerra com os naZionistas e está a ser bombardeada até em zonas longíssimas da Palestina ocupada. Mas se algum destes decidisse fazer uma contra-ofensiva totalmente provocada e justificada como a do Hamas em 7-Outubro, a máquina de propaganda ocidental ia convencer-te que era tudo uma “barbaridade” e que Israel tinha o “direito de se defender” invadindo-os e matando-os a todos.
Os 200 e poucos prisioneiros de guerra feitos pelo Hamas foram todos bem tratados, a sua prisão justificada (visto tratarem-se de invasores ilegais da Palestina), e serviram para trocar por uma pequeníssima parte de civis, mulheres, idosos, e crianças, que os naZionistas têm nas suas prisões/gulags. Chegam a prender 800 crianças por ano, milhares de civis sem julgamento, por “crimes” como usar uma bandeira do seu país, ou atirar uma pedra a um tanque invasor, ou defenderem-se dos “civis” (invasores naZionistas nos colonatos ilegais) que andam de metralhadora na mão a impedir as crianças Palestinianas de ir à escola, ou os pobres trabalhadores Palestinianos de sequer aceder aos seus terrenos agrícolas. Isto é o dia-a-dia daquele inferno!
Se eu vivesse na Palestina sob estas condições, eu só descansaria depois de aderir ao Hamas e limpar o cebo a pelo menos um dos invasores naZionistas. Não me interessa se vestem a farda do IDF, se são reservistas, ou não. São todos culpados, todos invasores ilegais, todos apoiantes do brutal regime naZionista, e todos votam em quem lhes promete matar Palestinianos, ocupar tudo, fazer limpeza étnica, genocídio! Não merecem estar vivos! Não merecem qualquer compaixão das pessoas decentes no resto do Mundo. Apoiar os Israelitas, é como apoiar os Nazis Alemães. A diferença é que agora os “judeus” vítimas do Holocausto são os Palestinianos. Repara: continua a ser anti-semitismo. Os Palestinianos são semitas, e os colonos ilegais não são! São USAmericanos, Britânicos, Polacos, etc, gente que nada tem a ver com a Palestina. Mas acham-se o “povo escolhido”,”superiores”, e com “direito divino” a eliminar os goyim.
Resumindo e concluíndo: nem que o Hamas fizesse um 7-Outubro diariamente, nem mesmo assim perderia a razão. E nem mesmo assim os invasores ilegais naZionistas genocidas teriam qualquer direito de continuar a invadir a Palestina e a bombardear Gaza e a matar na Cisjordânia.
O ditador assassino, o Hitler israelita, Netanyahu, já disse quais são os objectivos da sua solução final, repetidos por vários dos naZionistas:
1- limpeza étnica de toda a Palestina, milhões de refugiados atirados para o deserto para morrer à fome e à sede;
2- ocupação ilegal de toda a Palestina, parte da Síria, e Sul do Líbano;
3- estado de “pureza” étnica e religiosa: nem sequer as igrejas ortodoxas escapam;
4- ser a base militar dos EUA para a agressão imperialista contra toda a Mesopotâmia e Ásia Central;
Não consta que um único eleitor israelita tenha alguma vez protestado contra esta alarvidade. Simplesmente escolhem se votam no naZionista de Extrema-Direita A, ou no naZionista de Extrema-Direita B. Nunca na vida protestaram em nome de um único Direito Humano dos Palestinianos. Apenas protestaram por um pequeno caso de corrupção do Netanyahu, mas sempre aplaudiram quando ele ordenou o assassinato de mais Palestinianos, e leis cada vez mais de Apartheid. Para serem a Alemanha Nazi, só lhes faltam as câmaras de gás. Nem sequer os terríveis dos UkraNazis são assim tão maus. Ao menos esses limitam o nº de ataques contra civis, e têm uma disputa territorial que pode ser discutida até certo ponto da geografia em causa.
Já disse e repito como é que a história acaba:
A) a solução final que descrevi acima será implementada, e acabou-se a Palestina que, abandonada, não terá sequer meios para fazer guerrilha, e acabará por ser esquecida, e o povo Palestiniano assimilado pelos países vizinhos;
B) um dia destes o Hamas ou o Hezbollah ou outro qualquer coloca as mãos numa arma de destruição massiva, e acerta em Tel Aviv e arredores, deixando aquilo inabitável.
No ponto A, ganham os naZionistas e os EUA, perde a Humanidade inteira (porque estes 2 não fazem parte da humanidade, sinceramente).
No ponto B, não ganha ninguém, mas pelo menos os Palestinianos têm direito a uma pequena vingança.
O C) não existe. Não existe qualquer possibilidade de vitória geopolítica da Palestina, de vitória militar do Hamas e/ou Hezbollah, de criação de 2 estados, de sobrevivência do que quer que seja de Gaza e Cisjordânia. Quem disser o contrário, ou está a sonhar acordado, ou a ser como Guterres, Putin, Xi, Erdogan, e companhia: a dizer coisas politicamente corretas que ficam bem junto dos respectivos eleitorados ou público alvo, mas sem qualquer efeito prático.
Os naZionistas já cercaram a cidade de Gaza (no Norte da Faixa) e já a rebentaram toda à bomba. Começaram entretanto a cercar a zona central da Faixa de Gaza, já a começaram a terraplanar à bomba, inclusive campos de refugiados, e a seguir vão fazer o mesmo no Sul. Os EUA, que recusam o cessar fogo, continuam a enviar todas as armas para ajudar a cometer genocídio. Os +2 milhões de Palestinianos em Gaza ou vão morrer ou sofrer limpeza étnica, um Nakba 2.0. E a Cisjordânia vai pelo mesmo caminho, com a diferença de que em vez de um movimento de resistência, tem uma “Autoridade” Palestiniana que é uma traição da cabeça aos pés. Isto vai mesmo acontecer, e ninguém o pára. É assim, quando a história de uns se faz desta maneira e nunca ninguém os julgou nem castigou, eles continuam a fazer o mesmo sem qualquer peso na consciência.
1901 Colômbia. 1902 Panamá. 1904 Coreia. Magreb. 1905 Honduras. Mexico. 1907 Nicarágua. Dominicana. 1908 Panamá. 1910 Nicarágua. 1911 China. 1912 Cuba. Panamá. Honduras. 1912-1933 Nicarágua. 1914-1934 Haiti. 1916-1924 Dominicana. 1917-1933 Cuba. 1918-1922 Rússia. 1918-1920 Panamá. 1919 Costa Rica. Honduras. 1920 Guatemala. 1922 Turquia. 1922-1927 China. 1924-1925 Honduras. 1925 Panamá. 1926 Nicarágua. 1927-1934 China. 1932 El Salvador. 1937 Nicarágua. 1945 Hiroshima & Nagasaki. 1947-1949 Grécia. 1948-1953 Filipinas. 1950 Porto Rico. 1950-1953 Coreia. 1953 Irão. 1954 Guatemala. 1958 Líbano. Indonésia. Panamá. 1959 Laos. 1959-1961 Cuba. Haiti. 1960 Equador. Panamá. 1965-1974 Vietname. 1967-1969 Guatemala. Filipinas. 1971-1973 Laos. 1972 Nicarágua. 1980 Irão. 1983 Granada. 1983-1984 Líbano. 1986 Líbia. 1980s El Salvador. 1987 Irão. 1988 Honduras. 1989 Panamá. 1991 Iraque. Kuwait. 1992-1994 Somália. 1994-1995 Bósnia. 1998 Sudão. 1998 Afeganistão. 1999 Jugoslávia. 2001-2021 Afeganistão. 2002 Iémen. 2003-2023 Iraque. 2011-2023 Líbia. 2013-2023 Síria. 2015-2022 Iémen. 2014-2023 Donbass, Crimea, Rússia. 1947-2023 Palestina.
Isto são só as “operações militares especiais” e só dos EUA e só desde 1901. Fora os restantes anos da história, fora os restantes agressores hoje na NATO, e fora os restantes tipos de agressões como golpes (ex: 1973 Chile. 2004+2014 Ucrânia. 2019 Bolívia. etc) e sanções ilegais para provocar miséria e fome noutros povos que resistam à brutal agressão do império genocida ocidental.
Se os povos agredidos do Mundo se juntarem todos para f*der o Ocidente inteiro, não será uma “barbaridade”, será karma! É poss isso que eu gostava que houvesse Regime Change por cá, que parássemos as agressões, e que começássemos iniciativas práticas e efectivas para pedir perdão por aquilo que fizemos antes. Começar por devolver 28 mil milhões de dólares (*) aos ex-escravos do Haiti, ameaçado e roubado acima de tudo por França e EUA, em vez de gastar esse dinheiro com UkraNazis e naZionistas e respetivas guerras de agressão contra nativos do Donbass e Palestina, era um bom começo.
(* https://www.npr.org/sections/money/2021/10/05/1042518732/-the-greatest-heist-in-history-how-haiti-was-forced-to-pay-reparations-for-freed )
«The United States exercised its veto power in the UN Security Council and blocked a draft resolution prepared by the UAE on an immediate ceasefire in the Palestinian-Israeli conflict zone.
13 of the 15 Security Council members voted for the resolution: China, Russia, France (permanent members of the Security Council), Albania, Brazil, Ghana, Gabon, UAE, Malta, Mozambique, Switzerland, Ecuador and Japan.
The UK abstained, the US voted against and vetoed.
The co-authors of the project were 97 UN member countries.»
in – https://t.me/DDGeopolitics/94994
A guerra é ilegal pois não foi aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU. Está a ocorrer um genocídio e uma limpeza étnica. O Reino Unido não é contra. E os EUA são cúmplices.
E que Europa dos “valores” é esta, para quem é inaceitável defender o Donbass e Crimea da agressão UkraNazi, ao ponto de ter havido quem prometeu destruir a Rússia, mas quando os anglo-saxões e os naZionistas invadem e massacram, estão tudo bem e continuam a ser nossos aliados?!?
P*ta que pariu tanta estupidez na Europa!
PS: parabéns ao Guterres pela iniciativa. Esta votação deixa tudo preto no branco. O império genocida ocidental liderado pelos anglo-saxões contra o resto da humanidade. A total ilegalidade e indecência da agressão naZionista. E a completa inutilidade das Nações Unidas.
Está na hora de uma nova ordem mundial.
Na minha humilde opinião o “Hamas é um movimento de libertação e resistência” que também usa o terrorismo para atingir os seus fins.
O Ministério da Saúde do Hamas anunciou que 16.248 habitantes de Gaza tinham sido mortos (incluindo 7.112 crianças e 4.885 mulheres) até 5 de dezembro, mas também afirmou que cerca de 7.600 pessoas estavam desaparecidas (metade das quais crianças). 7.112 crianças + 3.800 crianças desaparecidas = 10.912 crianças palestinianas massacradas). A estimativa é, portanto, de 24.000 pessoas mortas pelo exército de ocupação em 60 dias na Faixa de Gaza (e 265 mortos na Cisjordânia, onde não há Hamas). 400 pessoas mortas todos os dias! 180 crianças por dia! Estes números estão provavelmente ainda subestimados, porque o Tsahal lançou 50.000 toneladas de explosivos desde 7 de outubro, o que equivale ao poder explosivo de 3 bombas atómicas sobre Hiroshima, sem que haja lugar seguro para se abrigar e sem possibilidade de evacuar as crianças. Monstruoso! Em comparação, os ataques russos na Ucrânia mataram 500 crianças em dois anos, o que já é demasiado.
O problema é que Israel não tem nada a perder. Há muito que foi condenado por toda a gente (incluindo nós, mas não os EUA) e já não se importam…duas coisas:
1/ Que nunca será perdoado por nada do que fizer
2/ Que a postura moral é cansativa e que as oportunidades económicas ou estratégicas em breve silenciarão as consciências.
Em suma, “condenar” verbalmente Israel é inútil. Atacá-lo militarmente é absurdo (e infinitamente perigoso). Ostracizá-lo economicamente só é digno dos EUA.
Os “ocidentais” (excluindo os EUA) estão entre os primeiros a dar ao povo palestiniano. Muito mais do que a maioria dos países do “Sul”, que falam alto mas não fazem nada (incluindo 95% dos países árabes). E, no entanto, somos regularmente insultados, denegridos e culpados. Basta. A violência de Israel não é culpa nossa e não somos mais “culpados” da violência das FDI do que a Tanzânia, a Argélia ou a Índia.
Se continuarmos a culpar-nos incessantemente por uma história em que a nossa impotência foi mais do que demonstrada, acabaremos por nos cansar. E deixaremos de ajudar de vez.
Enquanto estivermos constantemente a ser insultados, mais vale não gastarmos o nosso dinheiro. Ainda estaremos a poupar dinheiro. Portanto, não é de todo do interesse dos palestinianos culpar o Ocidente (excluindo os EUA) uma e outra vez.
O Ocidente não apoia Netanyahu. O Ocidente não apoia o Hamas. O mundo inteiro está-se nas tintas para o que o Ocidente diz, excepto para encontrar algo para o insultar. O Ocidente não vai atacar Israel. O Ocidente não tem meios para sacrificar os seus interesses económicos por causas que não são as suas. Em suma, o Ocidente está a tentar fazer o que pode, bem ciente de que o que pode fazer é pouco, muito pouco.
#Os “ocidentais” (excluindo os EUA) estão entre os primeiros a dar ao povo palestiniano. Muito mais do que a maioria dos países do “Sul”, que falam alto mas não fazem nada (incluindo 95% dos países árabes). E, no entanto, somos regularmente insultados, denegridos e culpados. Basta. A violência de Israel não é culpa nossa e não somos mais “culpados” da violência das FDI do que a Tanzânia, a Argélia ou a Índia.
Se continuarmos a culpar-nos incessantemente por uma história em que a nossa impotência foi mais do que demonstrada, acabaremos por nos cansar. E deixaremos de ajudar de vez.#
Fatal como o destino, uma no cravo e outra na ferradura! No meio do óbvio, lá se infiltra por debaixo da mesa, sub-repticiamente, o contrabando hipócrita!
Não vejo uma no “cravo outra na ferradura”apenas são os meus pensamentos…A geopolítica é complexa,e como não tenho nenhuma ideologia,vejo as coisas pelo lado humano,não um ideólogo politico, não o sou,nem quero ser….Sou apenas um visionário curioso que trabalha no privado que gosta de geopolítica,apenas isso, que vou evoluindo conforme as situações geopolíticas…
Nestes problemas todos, a razão, a verdade, a verdadeira justiça já não podem competir com o dinheiro para governar o mundo,ou ainda não percebeu isso?
Por outro lado, note que concordo consigo em muitas coisas,não em tudo.
A demagogia das ideias reina em quase tudo. Não sou nada politizado.
A política também é reduzida a slogans e outdoors semelhantes aos que vendem um hambúrguer ou um carro. Rebocados nas paredes e nos autocarros das cidades sem distinção, confirmam de passagem o facto de que tudo é apenas uma questão de dinheiro: vender um bem de consumo, ou uma ideia política, é o mesmo. Somos uma democracia com um povo mal informado.
“não tenho nenhuma ideologia”
Tenho muita pena, mas essa afirmação é todo um “programa”, um cliché, um lugar-comum, uma camuflagem bem velhinha de quem tem uma ideologia bem marcada e tenta contrabandear como “objectivas”, “isentas”, “honestas” e/ou “desinteressadas” posições ideologicamente bem marcadas. O que nada tem de mal, porque é assim mesmo, é normal. Mas, obviamente, é mentira, tão mentira quanto a minha afirmação inicial de que tenho muita pena, porque é claro que não tenho pena nenhuma.
Excelente