(Zé Oliveira Vidal, in Estátua de Sal, 22/07/2026, revisão da Estátua)

(Este artigo resulta de um comentário a um texto que publicámos sobre a colaboração meia escondida, mas muito significativa, de Israel com o nazi Zelensky, na guerra da Ucrânia (ver aqui). Pela sua acutilância na apresentação do “currículo” de Zelensky, resolvi dar-lhe destaque.
Estátua de Sal, 23/07/2026)
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Eis que entram num bar:
- Um judeu que negoceia armas com ditadores muçulmanos;
- um nazi pró-limpeza étnica, seja no Donbass e na Crimeia, ou no Líbano e Palestina;
- um ucraniano que na maior parte da vida só sabia falar russo, e agora exige que os outros não falem essa língua;
- um sionista pró-invasões e pró-genocídio;
- um corrupto que passa a vida a pedir mais dinheiro aos outros pois diz estar falido, mas tem mansões em vários países;
- um ditador que proibiu partidos da oposição e eleições;
- um terrorista que recebe intelligentsia da CIA/Mi6;
- um adepto da criminosa NATO, pró-anexação de território alheio, como o Kosovo, (região da Sérvia);
- um vassalo de Biden;
- um pau-mandado de Trump;
- um criminoso de guerra que usa escudos humanos;
- um tipo que glorifica cúmplices de Hitler no Holocausto;
- um doido – que recusou uma trégua nos ataques à energia -, e condenou o povo a passar frio no rigoroso inverno daquela região;
- um palhaço que toca piano em público com o pénis;
- um cúmplice nos actos de eco terrorismo contra o NordStream e contra a mais importante barragem no rio Dnieper;
- um traidor do seu povo que manda raptar centenas de milhar de homens;
- um mentiroso compulsivo;
- um gajo, que violou um acordo de paz e recusou todas as negociações de paz seguintes;
- um, alegadamente, drogado cujos tiques indicam uma preferência pela cocaína;
- um autoritário que faz censura e manda queimar livros;
- um nacionalista que oprime minorias étnicas e manda destruir monumentos;
- um intolerante que manda prender padres e invadir igrejas, e festejou o assassinato à bomba de um líder espiritual que é o equivalente ao “Papa” dos xiitas;
- um indivíduo, que celebrou um ataque (entre muitos) com míssil, contra pais e crianças, numa feira de Natal em Belgorod;
- um tipo que é igualmente apoiado por André Ventura e Mariana Mortágua (e toda a escumalha entre esses dois);
- um xenófobo, que quer ajudar a Europa a expulsar homens imigrantes ucranianos em idade militar, e enviá-los de volta para a ditadura de onde fugiram;
- um apoiante da guerra de agressão em larga escala, não provocada nem justificada, dos EUA contra o Irão;
- um belicista que ameaçou várias vezes invadir uma nação pacífica conhecida como Transnístria (aka República Moldava Pridnestróvia);
- um tipo que dá treino militar de drones a terroristas no Sahel;
- um fascista revisionista da história que manda demolir monumentos da Vitória soviética contra o nazismo, e proibiu as celebrações do Dia da Vitória a 9 de Maio;
- um autor moral de atentados à bomba no Mónaco e assassinatos em Espanha;
- um tipo que celebrou os bombardeamentos sobre Caracas e o rapto de um Presidente livre e democraticamente eleito;
- um ídolo da imprensa ocidental prostituta que o apelidou de “Churchill”, como se Churchill fosse flor que se cheire;
- um humorista, que gozou com o facto dos cidadãos da Crimeia terem passado sede/seca, quando os nazis cortaram o acesso ao rio Dniepre;
- um doido que frequentemente bombardeia uma central nuclear e já mandou matar engenheiros e responsáveis pela segurança da mesma central;
- um admirador dos golpes da CIA feitos contra democracias, e que chama “ditadura” a eleições em países soberanos e a referendos, livres e democráticos;
- e finalmente um gajo que, constantemente, pede para se encontrar pessoalmente com Putin, mas critica (com ameaças de morte à mistura) todos os outros que fazem o mesmo.
O empregado do bar olha de soslaio, e com um sorriso mordaz, diz: – Olá Volodymyr Zelensky, então hoje vieste sozinho?
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Podia fazer uma anedota mais curta e eficaz (só: um judeu, um nazi, e um ucraniano…) mas preferi ser mais completo.
E podia fazer uma lista parecida para tanta gentinha que por aí anda a fazer-se passar por “democrata” e “moderado”, por “decente” e “bem-intencionado”, por “pró direitos humanos” e “pró liberdade”, por “pacifista” e “honesto”…
Dava para uma enciclopédia!
E ficava sem papel suficiente se incluísse todos os idiotas e escumalha anónima que acompanhou e festejou uma competição de bola nos EUA, enquanto os EUA bombardeavam o Líbano, a Palestina, o Iraque, e o Irão.
Só faltou celebrarem os bombardeamentos como quem celebra golos, e porem o Netanyahu a entregar a taça ao lado do Trump… Que vergonha!



