A única questão importante da guerra na Ucrânia que continua em aberto

(José Catarino Soares, In Blog A Tertúlia Orwelliana, 10/04/2024)

A segunda guerra na Ucrânia (a que começou em 24 de Fevereiro de 2022) trouxe à luz do dia vários factos da maior importância para a compreensão (i) do modo como está estruturado o “Ocidente alargado” [1] e (ii) da natureza da sua relação com os demais países do mundo, que são a grande maioria.

Esses factos estavam escondidos do grande público pela espessa névoa artificial de imagens, sons, acções e palavras criada pela “comunicação estratégica” [2] para alcançar os seusobjectivos, frequentemente inconfessáveis.  

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Assim vai o mundo: Para onde?

(Daniel Vaz de Carvalho, in Resistir, 17/04/2024)

Para onde vai o mundo? Podemos dizer: já foi… Os conflitos na Ucrânia e de Israel, mostram que a hegemonia global é uma ilusão desvanecida. Tentar recupera-la conduzirá o mundo a uma Terceira Guerra Mundial.

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Exéquias pelo Ocidente

(Joseph Praetorius, in Facebook, 15/04/2024)

O “Ocidente coletivo” – organização complexa de vassalagens no quadro da suserania americana – corre agora o risco da multiplicação de desafios, emergindo das terras vitimadas pela violentíssima dominação colonial e neocolonial.

E o momento é delicado.

Caíram os mitos das armas invencíveis, do treino militar miraculoso e dos Rambos devastadores, caiu o dólar como moeda obrigatória, morreu o medo das sanções que se impunham como uma excomunhão capaz de fazer povos párias, caiu, até, a simples consideração nas relações pessoais, perante as diplomacias soezes de grosseria escandalosa, a obrigar à correção pública de chefes de estado e de governo por líderes africanos e chineses.

Vão cair as línguas europeias, pelo menos em África, despromovidas, primeiro, ao estatuto de línguas de trabalho e, depois, substituídas por outra, eleita para língua franca.

No interior dos países do “Ocidente coletivo”, morreu o Direito, morreu a liberdade de imprensa (e a imprensa), morreram os privilégios da cultura, cujas liberdades se defendiam a todo o custo, morreram as liberdades de manifestação e reunião e os próprios sistemas políticos cederam às intrusões da CIA.

E o “Ocidente coletivo” tomará agora, de outros, as lições que gostava de imaginar suas, no que respeita à luta pelo desenvolvimento e justiça, como pela liberdade e dignidade dos homens.

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