A destruição olímpica de Paris

(João Augusto-Silva, in VK, 26/07/2024)


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O triste Petit Roi garantiu que NÃO haverá novo primeiro-ministro francês até DEPOIS das Olimpíadas.

O Petit Roi é agora oficialmente conhecido em toda a França como um incendiário político: incendiando a nação para manter a sua carreira liberal totalitária e apoiada pelos Rothschild.

Ele ordenou a limpeza das ruas de Paris para os ricos, os convidados e diversos atletas de “elite”. O centro da cidade de Paris só pode ser acedido com códigos QR especiais – apenas para convidados. Os restaurantes foram barricados por cercas de ferro em toda a cidade, não acessíveis fora da “Zona”.

Os sem-abrigo foram removidos e levados para campos fora da cidade: limpeza social aprovada não só pelo Petit Roi mas também pela terrivelmente medíocre maire “socialista” de Paris, Anne Hidalgo.

Os estudantes também foram removidos – instruídos a sair por um tempo – pela tecnocracia.

Quarenta e cinco mil policiais e militares invadiram Paris, provando que a cidade NÃO é segura, NÃO é pública e só é habitável dentro de zonas de segurança altamente vigiadas.

Paris transformou-se numa distopia neoliberal tóxica – com o Petit Roi como o Raj local da satrapia: essa é a sua “visão” da sociedade civil.

O único aspecto positivo da ausência de um PM é que o Petit Roi está agora totalmente estabelecido como a VERDADEIRA face da Paris suja, desagradável e desfigurada.


O assassínio como instrumento político

(José Goulão, in AbrilAbril, 19/07/2024)

As circunstâncias vividas em 15 de Julho na Pensilvânia remetem-nos, inevitavelmente, para outros acontecimentos do género praticados pela «sagrada democracia americana» e pela sua irmã gémea, a intocável «democracia liberal», depositária dos «nossos valores».

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Passadeira vermelha para o genocida

(Sobre a calorosa receção a Netanyahu no Congresso dos EUA, seguem dois textos da maior pertinência e atualidade. Quem manda em quem é a grande questão que se coloca, sendo que os factos desafiam a lógica mais simples e imediata.

Estátua de Sal, 25/07/2024)


Quem manda em quem – take I

(Raphael Machado, in X, 25/07/2024)

Que liderança internacional, além da israelense, receberia tantas ovações no Congresso dos EUA? Que liderança internacional levaria toda a roupa suja (literal) de casa para os estadunidenses lavarem?

O que vemos nos EUA não é senão a demonstração descarada de que quem manda nos EUA não são os interesses soberanos da população dos EUA, tal como representada por lideranças orgânicas, mas os interesses do Estado de Israel.

A noção de que é Israel a colônia dos EUA é absurda.

Quem é colônia e quem é metrópole, nessa relação, é extremamente claro e é algo que desafia toda a “lógica” economicista e materialista dos intelectuais contemporâneos.

Sim, o país pequeno e com PIB menor controla o gigante, porque o gigante é estúpido e facilmente corruptível, enquanto o “Davi” é mais esperto e controla uma imensa rede financeira e cultural internacional, que já penetrou as profundezas do tecido social dos EUA.


Quem manda em quem – take II

(João Mc Gomes, in VK, 25/07/2024)

Um Congresso de “Democratas” e “Republicanos” que se levanta para elogiar, saudar e aplaudir um dos maiores genocidas da história contemporânea do Século XXI, mostra o ponto a que chegou a politica dos Estados Unidos.

Um Congresso de deputados, representando a politica que os Estados Unidos tem realizado ao longo dos dois últimos séculos, que não é capaz de criticar, inverter e exigir, na figura de Benjamin Netanyahu, que parem os massacres realizados pelo governo sionista de Israel, cuja ONU já condenou e toda a maioritária população do planeta reclama pararem de vez, mostra que a elite sionista/judaica tomou conta dos destinos dos EUA e que o Mundo tem que se preparar para o que pode estar para vir: a continuidade da destruição humana pela guerra constante.

É preciso que as populações do Mundo se unam em torno da anulação desse propósito.

É preciso que os cidadãos dos EUA escolham os seus representantes baseados na necessidade de paz e promovendo os direitos de todos os povos.

É preciso abandonar, em definitivo, que são as religiões que nos conduzem os destinos. O destino do Mundo é feito com politicas que nos envolvam a todos e respeitem o direito de todos a ter a sua parte de direitos e responsabilidades.