(Gilad Atzmon, in Facebook, 18/04/2026, Trad. António Gil)

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Todos os indicadores apontam para uma crescente fadiga mundial com o Estado Judeu: a sua política, a sua agressividade, o seu zelo genocida, as suas mentiras, a sua economia suja, o seu lobby global – praticamente tudo a seu respeito.
O mais significativo, claro, é a bem documentada mudança popular anti-Israel nos Estados Unidos.
O louco no comando percebe isso. Concluiu que, pelo menos dentro da sua base, um acto de rebelião contra os seus amos de Telavive poderia dar-lhe algum tempo, talvez até mesmo restaurar parte da sua credibilidade perdida.
Tenho-vos dito a todo o momento que o objectivo principal do Irão não era destruir Israel, mas sim enfraquecer primeiro os EUA: desmantelar o seu poder regional, separar a colónia americana do seu Estado (mãe) Judeu. Se estou a interpretar o quadro corretamente, é isso que vemos diante dos nossos olhos.
O Calígula Ruivo compreende que, para que os Estados Unidos tenham um amanhã, e para que este sobreviva de alguma forma, os EUA precisam de minimizar as suas perdas. O país retirar-se-á do Médio Oriente e rebelar-se-á (ou até fingirá rebelar-se) contra Jerusalém.
A questão em aberto é se os senhores — tanto os de Sião como os seus cúmplices nos EUA, nomeadamente o lobby, os financeiros, os media, a classe política americana empenhada — deixarão impune o Calígula ruivo. Essas pessoas têm muita influência. Usaram-na com eficácia o tempo todo. Não têm nenhuma boa razão para acreditar que Trump possa tão facilmente criar coragem.
Aparentemente, o futuro da América depende da capacidade de Trump para suportar os danos pessoais que lhe foram infligidos por este colectivo. Face ao exposto, a instabilidade e as constantes oscilações do miserável homem no topo não devem ser necessariamente interpretadas como evidência de que é desequilibrado ou mentalmente instável. O chamado “líder da principal superpotência mundial” está a ser chantageado pelo gangue criminoso mais poderoso que o mundo já conheceu.
A história ensina-nos que nenhum império do passado sobreviveu a este tipo específico de ataque aos seus corredores do poder. Há alguma razão para acreditar que os EUA possam prevalecer contra todas as probabilidades?
A impunidade da nisso.
Quando um povo chacina outro durante 80 anos, quando bombardeia, mata e ocupa território de países vizinhos sem que nada lhe aconteça, com o mundo ocidental a culpar as vítimas e a acusar de antissemitismo todos os que denunciam estes crimes hediondos, isto só pode dar um resultado.
Megalomania da brava mesmo quando parece que estão a dizer qualquer coisa de jeito.
Nenhum pais será destruído ou desmantelado a partir de dentro por o seu povo estar farto do apoio dado a Israel.
Porque todos eles se estão nas tinhas para o povo e as acusações de antissemitismo servem para tudo desde por a polícia a malhar manifestantes a correr gente dos empregos.
Se os governos deixassem de apoiar essa cambada de genocidas o povo ia sentir se mais próximo dos seus governos e o país sairia mais forte.
Já se Israel desaparecesse agora seria um alívio para os países vizinhos e quem os apoia teria era de aprender a fazer negócio honesto com eles.
Em vez de os ameaçar e bombardear em nome da segurança de um estado genocida.
Os Estados Unidos já tiveram uma guerra civil e sobreviveram.
Porque raio não iriam sobreviver a um cagalhão do outro lado do mar?
O homem que tenha mas e juízo.
Não há psiquiatras em Israel?