(Maria Manuela, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua)

Há quatro anos atras, a Rússia avisou os EUA e o Reino unido que não permitiria a inclusão da Ucrânia na NATO, assim como, e após o volte-face do Ocidente aos acordos de Minsk, estava disposta a reconhecer as repúblicas independentes de Luhansk e de Donetsk, ambas alvo de crimes de genocídio étnico por parte de Kiev.
Há quatro anos atrás, Bidé – o senil macabro -, desdenhou dos avisos do Kremlin, crente de que uma invasão da Ucrânia pela Federação Russa seria o epílogo ansiosamente aguardado e amplamente planeado, para acabar com o regime de Moscovo.
Afinal, desde a revolta colorida de Maiden, da destituição do presidente eleito, da nomeação de um comediante corrupto para o seu lugar, das afrontas e dos actos criminosos cirurgicamente planeados e executados contra a população russófona do Donbass, da alteração da constituição ucraniana para incluir a adesão à NATO como requisito fundamental, até à instalação de bases da CIA na fronteira com a Rússia e ao armamento intensivo dos nazis que agora faziam parte do exército de Kiev, TUDO havia sido minuciosamente planeado, aguardando simplesmente o BASTA do Kremlin para esmagar um país que, segundo vários “analistas” sem vergonha mas com muita marreca, possuía um exército sem botas, sem meias, sem mapas atualizados, sem armamento moderno e, cujos soldados, tinham aprendido a usar armas na Wikipédia.
Mesmo a corrupta e belicista alemã da Comissão Europeia chegou a declarar em público que a Rússia “desmanchava máquinas de lavar roupa para conseguir chips para o armamento”.
A REALIDADE, a única realidade, é que volvidos estes quatro anos e agora já TRANSPARENTE e ASSUMIDO o envolvimento da NATO na guerra, os factos mostram-nos:
– Quatro oblasts da Ucrânia integrados na Federação Russa.
– Uma Ucrânia depauperada de soldados e de armamento.
– Kiev no seu esplendor corrupto.
– A EUROPA exaurida económica e militarmente.
– Os EUA a deixarem de financiar a Ucrânia.
– A NATO, ou não fosse representada por um pseudo homem, de cócaras perante os ditames norte-americanos.
– A Federação Russa a manter, e mesmo a aumentar, o seu desenvolvimento militar.
– Cada vez mais países europeus a afastarem-se de Bruxelas cientes da sua incomensurável estupidez e incapacidade.
Há quatro anos atrás, ESTA União Europeia de eunucos incompetentes, deixou que os EUA usassem o seu braço armado – a NATO – para criar uma guerra proxi com a Federação Russa no território ucraniano, relegando quer o facto da VIZINHANÇA imutável da Rússia, quer sobretudo a IMENSA mais-valia que de lá fluía em combustíveis, em capital e em materiais valiosos.
Hoje, Bruxelas, e TODOS NÓS, somos relegados para o canto infame onde coabitam os cobardes com os subalternos, e mandam os lunáticos que tentam desalmadamente polarizar a REALIDADE com lentes virtuais. Uns infelizes.
Os patetas na festa de anos sem força para apagar as velas…
(Maria Manuela, in Facebook, 23/02/2026, Revisão da Estátua)

Este aniversário do 4.º ano da operação militar especial da Rússia na Ucrânia contra a NATO está no mínimo a ser hilariante.
Ele é o Bosta, de novo gordo e anafado como um suíno, que em conjunto com a Pústula Vonderlata vão numa excursão sem acompanhantes a Kiev oferecer uma mão cheia de nada.
Ele são os coligados da triste figura a fazerem o que melhor sabem: figura de idiotas.
Ele é o larilas da NATO a fazer peito a Putin mas do aconchego do seu covil.
Ele são uma cambada de prefessorecos de universidades de meia tigela, em cursos sem sequer tigela serem, a fazerem pela viduxa afirmando as maiores bacoradas sobre a Rússia e sobre a realidade da guerra, na esperança de conseguirem subir um degrau numa carreira de merda.
Ele são os pivots televisivos a porem-se em bicos de pés para demonstrar que lambem melhor, que o colega do horário anterior, as partes dos patrões.
Ele são os generais e coronéis de caserna, a esganarem-se por acrescentar um extra à reforma conseguida sem mérito, demonstrando a sua faceta assumidíssima de invertebrados pegajosos.
Ele é, por último, uma catrefa de adeptos e apoiantes do Zé cocaína que percebem, enfim, a figura de imbecis que têm andado a fazer. Ou não, o que é ainda mais lastimável.
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Uma história real. No tempo da Outra Senhora, por volta dos anos 50 do Século passado, quando a miseria era mais que muita, um sujeito mais endinheirado de algum coração emprestou a um pobre um bote e alguns apetrechos para as que o homem fosse a pesca e conseguisse algum peixe para alimentar a família.
O pobre lá foi e perdeu a âncora.
Envergonhado, procurou o dono do barco e admitiu “perdi a âncora”.
O outro respondeu com todo o sossego, “não homem, quem perdeu a âncora fui eu”. E o outro, “mas eu estou a dizer que perdi a âncora, como é que foi você que a perdeu?”, “voce tem dinheiro para me pagar a âncora?”, “não”,”então quem perdeu a âncora fui eu”.
Ora aqui quem perde as armas que a corrupção leva somos nós. Porque somos nós que as pagamos para dar a Ucrânia.
E o pior nem é isso. E nas mãos de quem é que essas armas vão parar.
Porque desde grupos criminosos como os que já atacaram carrinhas de valores com armas de guerra a grupos de extrema violentos estou a pensar num sem número de possibilidades qual delas a melhor.
Mas certamente nenhum filho desta cambada e polícia, racializado, motorista de uma carrinha de valores ou empregado num banco ou bomba de gasolina. Ou anda na rua sem guarda.
Eles estão bem protegidos mas qualquer um de nós pode pagar essa factura.
Mas a ansia de pilhar a Rússia também fez esta gente achar boa ideia dar armas de alta letalidade a gente que antes da guerra era considerada como a mais corrupta da Europa.
Valha lhes um tubarão branco cheio de larica.
Giro, giro foi ver, ontem, na cnn, a posição do major-general Arnaut sobre o uso das Lages pelos americanos! Surreal, a discussão do homem com o Pereira Coutinho, sob o olhar de vergonha alheia da Sónia!!! Às vezes os amigos não têm a noção das conveniências! Esqueceram-se de que estavam em público. Com generais destes bem lixada está a Pátria. Fosca-se!
«O lado sombrio do conflito
©The Daily Digest
A guerra na Ucrânia já dura quase quatro anos, e seu saldo humano é assustador. Mas por trás das hostilidades, esconde-se outro lado sombrio do conflito: o t r á f i c o de armas e a corrupção.
Meio milhão de armas desaparecidas
©The Daily Digest
Segundo o Ministério do Interior da Ucrânia, quase 500 mil armas leves foram perdidas ou roubadas desde o início da guerra, em fevereiro de 2022. Esse número quase dobrou somente em 2025.
Fuzis de assalto
©The Daily Digest
A maioria das armas envolvidas são fuzis de assalto, totalizando 149.000 unidades, segundo o jornal Courrier International, incluindo muitos Kalashnikov AK-47. Além disso, desapareceram 29.165 metralhadoras e 18.959 lançadores de granadas.
Armas de guerra
©The Daily Digest
Também foi relatado o desaparecimento de 2.500 lançadores de mísseis terra-ar Stinger, 10.000 lançadores de mísseis antitanque Javelin, 23.000 dispositivos de visão noturna e 750 drones.
Um custo astronômico
©The Daily Digest
Além dos graves danos causados ao exército, o custo financeiro dessas práticas ilícitas é astronômico: foi estimado em 660 milhões de euros pelo Ministério da Defesa da Ucrânia.
Até um bilhão de dólares
©The Daily Digest
Em 2024, um relatório do Inspetor Geral do Pentágono chegou a indicar que o órgão havia perdido o controle do equivalente a um bilhão de dólares (em escala americana) em equipamentos militares enviados para a frente ucraniana.
Dificuldades operacionais
©The Daily Digest
“Na Ucrânia, o problema é ainda mais delicado no que diz respeito às armas ocidentais. Existe, de fato, um centro de triagem na Polônia, onde tudo deveria ser registrado, mas houve uma série de dificuldades organizacionais e práticas no rastreamento de armas na Ucrânia. Os criminosos se aproveitam disso por meio da corrupção”, observou o general reformado Giorgio Battisti, citado pelo Courrier International.
Armas fáceis de desviar
©The Daily Digest
“Mísseis antitanque ou antiaéreos portáteis são armas com uma capacidade destrutiva colossal e podem ser transportados no porta-malas de um carro. Não é impossível desviá-los e contrabandeá-los”, acrescentou Gianandrea Gaiani, diretor do veículo de comunicação especializado italiano Analisi Difesa.
Ocorreu em situações anteriores
©The Daily Digest
“Em conflitos recentes, desde a desintegração da Iugoslávia até o Afeganistão, e mesmo antes, com a dissolução da URSS, um arsenal considerável acabou no mercado ilegal”, lembrou Giorgio Battisti.
Uma prática antiga
©Fornecido por The Daily Digest
A Ucrânia já sofre há muito tempo com essas práticas, como lembrou um estudo publicado no periódico internacional da Universidade de Harvard.
Armas perdidas já em 2014
©The Daily Digest
“Durante a anexação da Crimeia pela Rússia, 300 mil armas leves foram perdidas ou roubadas”, destacou o documento, referindo-se à longa tradição de t r á f i c o de armas e corrupção no país.
Uma questão que transcende a guerra
©The Daily Digest
Um relatório recente da GI-TOC, uma ONG suíça, reforçou o alerta: “O t r á f i c o de armas decorrente da guerra russo-ucraniana é um problema de longa data.”
Uma operação bem organizada
©The Daily Digest
Kiev tenta conter o desvio de armas, mas, segundo o documento, “grupos criminosos estruturaram mercados, rotas e cadeias de suprimentos cada vez mais organizados”.
Melhorar a rastreabilidade
©The Daily Digest
Para combater esse flagelo, o GI-TOC propõe criar uma base de dados única da OTAN para listar as armas fornecidas à Ucrânia e facilitar a sua rastreabilidade.
Altos funcionários envolvidos
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No entanto, os desfalques relacionados ao fornecimento de armas à Ucrânia não são obra exclusiva de redes clandestinas: diversos escândalos envolvendo altos funcionários do país vieram à tona desde o início da guerra.
Uma enorme distração
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No início de 2024, o SBU, principal agência de inteligência da Ucrânia, revelou que oficiais militares e líderes empresariais haviam desviado cerca de 40 milhões de dólares em uma compra de armas no início da guerra, segundo lembrou a France 24.
Isenções em troca de pagamento
©The Daily Digest
Além disso, o presidente Volodymyr Zelensky demitiu todos os funcionários regionais responsáveis pelo recrutamento militar no verão de 2023 porque eles haviam concedido isenções em troca de pagamento.
Os tendões da guerra
©The Daily Digest
“O verdadeiro foco da corrupção não está nas armas enviadas para a linha de frente, mas no dinheiro e no financiamento do esforço de guerra”, concluiu uma fonte militar citada pelo Courrier International.
Um flagelo a ser combatido
©The Daily Digest
O combate à corrupção é uma das condições impostas a Kiev para aderir à União Europeia. A Ucrânia precisa erradicar esse problema, que compromete o abastecimento do Exército e corrói a confiança da população.»
Esta informação é veiculada hoje pela MSN, que tem um forte pendor pró-ucraniano, plataforma de main stream midia americana, com informações e notícias (e propaganda) habitualmente oriundas de fontes diplomáticas e corporativas norte-americanas e ocidentais, ou plantadas pelo “Establishment” (Estado Profundo, CIA, NSA), mas já se começa a perceber uma abordagem mais realista, digamos assim, e menos propagandística do conflito, e notoriamente mais próxima da visão da actual admnistração, que não alinha tanto com as diatribes, as exigências e os pedidos de Zelensky e companhia.
Estas questões parecem sempre muito longíquas dos painéis televisivos de debate e opinião sobre a guerra a leste, que curiosamente está diariamente presente no tempo de antena. De forma que é difícil saber o que diriam alguns dos ilustres comentadores, quer os civis quer os de alta patente militar, que fogem como o diabo da cruz de temas mais “sensíveis” e “delicados”, não só para os ucranianos, como para os restantes europeus, incluindo os portugueses, que suportam e financiam todos estes esquemas com as finanças do erário público e material de guerra (no nosso caso, sucata de guerra) das forças armadas dos estados-membros, quase sempre a fundo perdido.
No outro dia, a propósito dos temporais que arrasaram a zona centro, sobretudo, apanhei o Tenente-coronel Só-Ronha a falar sobre o apoio às pessoas afectadas. Mas na legenda, fazia-o como vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa, título que nunca foi exibido quando fazia parte dos painéis sobre a guerra na Ucrânia, fosse a solo ou com aliados!
Ora, uma coisa é incompatível com a outra! Então a Cruz Vermelha tem uma missão de paz e de assistência médico-social, mas quando ele está a falar da guerra está sempre a emitir opiniões que suportam o envio de armamento, o belicismo, o militarismo, na qualidade de militar!
Há qualquer coisa aqui que não combina, estaremos perante mais um predestinado que é bom numa coisa e no seu contrário, coleccionando vários cargos e desempenhando essas funções cumulativamente?
Já o Almirante Marmelo se tornou figura eminente por distribuir vacinas, e é um fervoroso atlantista e sabujo apoiante da NATO. Este agora também quer ter protagonismo, e vai daí deram-lhe um tacho na CV? Também quer ser candidato a Presidente da República? Isto aqui ainda não é a Ucrânia onde palhaços como André Ventura ou Zelensky são eleitos a encantar pategos e a ludibriar incautos, com promessas de “os nossos primeiro” e “vamos acabar com a corrupção”!
Isto a propósito dos comentadores e das suas múltiplas facetas, das suas nuances e câmbios. Por isso alguns são apanhados na sua incoerência, e o Sórronha nem é dos piores, mas imparcial é que ele não é, se não apareceria como subtítulo a vice-presidência da Cruz Vermelha Portugal quando fala de enviar mais mísseis, tanques e bazucas para a Ucrânia, para além dos aviões e do starlink!
*Tenente-general – outro candidato a salvador da pátria, certamente…
Para cúmulo, seria interessante ver o Sórronha vice-presidente da Cruz Vermelha Portuguesa divergir do Sórronha Tenente-General, quanto ao destino dos recursos dos “portugueses”, ou seja do Estado Português, pois os “portugueses primeiro” e “precisamos é de reconstruir as nossas casas e infra-estruturas, não destrui-las do outro lado da Europa”. Talvez a IA consiga produzir tal debate. Mas o ponto é este: Quais são as prioridades de Sórronha, afinal?
«Isto aqui ainda não é a Ucrânia onde palhaços como André Ventura ou Zelensky são eleitos a encantar pategos e a ludibriar incautos, com promessas de “os nossos primeiro” e “vamos acabar com a corrupção”!»
Quem diz encantar pategos e ludibriar incautos, também pode acrescentar “e a comprar votos a milícias de extrema-direita”… todos “juntos pelo povo”!
https://zap.aeiou.pt/deputado-chega-acusado-comprar-votos-1143-728847
Zangam-se as comadres, descobrem-se as verdades…
O que me dá nojo no meio disto tudo e o apoio a um regime nazi e corrupto com apenas uma condição, continuar a fazer a guerra a Rússia.
Lembro me dos cruéis anos da troika. Do que foi exigido a países como Portugal e a Grécia para emprestarem dinheiro que não serviria a ninguém mas para salvar os nossos sistemas bancários do resultado das especulações em que tinham andado metidos.
Tivemos que cortar na saúde e muita gente morreu por isso, tivemos reformas de miséria congeladas durante anos e houve idosos a morrer literalmente de fome, perdemos meio milhão de pessoas para a emigração em quatro anos.
E no meio disso tudo insultos sem fim.
Éramos perdulários, éramos preguiçosos, éramos corruptos, produziamos como marroquinos e queríamos viver como alemães, tínhamos gasto em vinho e mulheres.
Na televisão ensinavam nos a fazer sopa com talos de couve e bifes de casca de banana. Viviamos como em estado de guerra.
Era a austeridade que mereciamos.
Mas a Ucrânia já recebeu muito mais que isso em empréstimos que nunca serão pagos.
Querem agora emprestar, ou melhor dar, mais 90 mil milhões.
Vilipendiam a Hungria porque não quer que gastamos o dinheiro de todos nós com quem fez um ataque terrorista contra o gasoduto que lhes permitia abastecer se de combustível russo.
Orban esta a ser ameaçado com tudo pela restante corja que continua a sonhar com uma vitória da Ucrânia.
E a Ucrania bem tentou alimentar o sonho. Lançou um fogo de artifício rijo de mais de 300 drones e pelo menos seres mísseis de fabrico norte americano Himars. Foi tudo para a sucata e não permitiu ao Milhazes prever a vitória da Ucrânia.
Tivemos Montenegro, o primeiro ministro de um país onde faltam telhados e electricidade a dizer que Portugal vai sempre apoiar a Ucrânia.
Apoie quem ficou sem casa e sem emprego com as tempestades meu grande camelo.
Mas quem ficou sem emprego por causa da destruição causada pelas tempestades, por uma coisa que ninguém procurou, ao contrário da Ucrânia que quis e quer esta guerra, não pode receber o lay-off a 100 por cento.
Montenegro tem a cara de pau de dizer que a Ucrânia luta há quatro anos por liberdade e justiça. Vá dizer essa baboseira a família do Gonzalo Lira ou do negociador dos acordos de Istambul assassinado, cara a cara, a ver o que lhe acontece.
Chama ao fanatismo ucraniano de continuar uma guerra que não pode ganhar dignidade e coragem.
O homem andará também a dar na branca? Se não está imita muito bem.
Tudo isto mete nojo.
Em nome de todos os que morreram nos negros anos da troika, das suas famílias, que um raio parta todos os que apoiam o nazismo ucraniano.
Um texto militante a favor da Rússia. Uma vergonha o que é dito. Esta folha está tomada ideologicamente
Talvez V. Exa. preferisse um texto bombástico escrito pelo o nosso oráculo da SIC, o grande José Milhazes! Verifique se seria assim um bom texto: “A superpotência russa está a usar cães antitanque treinados para detonar Leopards e Abrams. O plano é simples: os cães levam uma banana amarrada ao pescoço, o tanque para, o cão detona, e o tanque estraga-se a rir.
Como as munições acabaram, o exército avança à pá e enxada, ao melhor estilo da padeira de Aljubarrota, mas sem o pão e com muito menos inteligência. Estão descalços, sem meias, a -30ºC, mas o filho da Putin diz que é para aumentar a circulação sanguínea. Coitados dos rapazes, tiveram de comprar capacetes de plástico e coletes de ‘Airsoft’ na Amazon, fazendo com que o Jeff Bezos se tornasse o homem mais rico do universo, arrecadando uma pipa de massa com estes artigos de merda chinesa.
Para piorar o cenário que já parecia um filme dos ‘Três Estarolas’, esgotaram o stock mundial de máquinas de lavar da Indesit. O objectivo? Retirar os chips da centrifugação para fabricar os mísseis Kinzhal. Agora, avançam Ucrânia dentro, descalços e com pás, desesperados para catar chips de frigoríficos antigos para fazer os novos mísseis Oreshnik. Se encontrarem um microondas, dizem que vão tentar fazer um tanque invisível.”
Bem dito. 🙂
Magnífico texto! Parabéns.