(Fórum da Escolha, in Facebook, 09/12/2025, Revisão da Estátua)

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“Há muito tempo que não têm eleições… Chega a um ponto em que já não é uma democracia. É tempo de realizar eleições. Estão a usar a guerra para não realizar eleições. Os ucranianos deviam ter essa escolha”.
Esta é a declaração pública do Presidente dos EUA sobre o que a Europa passou anos a proibir os seus cidadãos de dizer: Zelensky não foi eleito e governa por decreto de guerra enquanto prega a “democracia” aos doadores que financiam a sua sobrevivência. E com estas palavras, toda a estrutura moral da cruzada europeia pela Ucrânia desmoronou-se.
Trump não se ficou pela questão da legitimidade: “A Rússia está em vantagem… Ele precisa de começar a aceitar as coisas.” Mas a detonação mais profunda visava a própria Europa. Trump descarregou a humilhação sobre todo o continente: “A maioria das nações europeias está em decadência. Estão fracas… A Europa não sabe o que fazer.”
Nestas frases, Trump expôs o medo mais profundo da Europa: que por detrás do seu teatro moral se esconde uma classe dirigente vazia e russófoba, que confundiu psicose com estratégia e bravatas com poder.
Durante anos, estes mesmos eurocratas conduziram a Europa à ruína económica, chegando mesmo a preparar-se para implodir o que restava da ordem financeira do pós-Segunda Guerra Mundial apenas para preservar a ilusão farsesca de “enfrentar a Rússia”. No seu desespero viciado, agem agora para roubar activos soberanos russos, uma manobra tão imprudente que ameaça o próprio alicerce do sistema Ponzi. E quando os europeus começaram a questionar esta loucura, Bruxelas respondeu com repressão orwelliana, instrumentalizando a DSA (Digital Services Act) para silenciar discursos, chegando mesmo a exportar censura através do Atlântico, tudo para sufocar o momento em que a verdade sobre a guerra finalmente rompesse a sua cortina de propaganda.
Os líderes europeus sabem que a paz significa um ajuste de contas, um ajuste de contas pelas sanções que incineraram a indústria, pelo suicídio energético que levou as famílias à falência, pela dívida nuclear que hipoteca o seu futuro e pelas mentiras contadas diariamente para encobrir o colapso militar.
A Rússia não derrotou a Europa. A Europa derrotou-se a si própria, consumida por um delírio russófobo que justificava qualquer política, por mais suicida que fosse, desde que alimentasse a ilusão da supremacia moral. É por isso que a Europa teme mais a paz do que a guerra. A paz traz responsabilidade. A paz revela a traição.
Quando Trump disse que a Europa está “em decadência”, estava a diagnosticar uma visão do mundo que se desmorona sob as suas próprias contradições. Quando disse que a Europa é “fraca”, não estava a ironizar, mas a reconhecer um continente que externalizou a sua soberania para Washington e que agora grita em pânico enquanto Washington se afasta.
E Zelensky? Ele é agora o símbolo e o reflexo de tudo o que a Europa apostou e perdeu. Não eleito. Corrupto. Sem opções.
A história nunca foi enganada. Porque o colapso não começou com a entrevista de Trump; sua entrevista apenas verbalizou o que a realidade já tinha escrito. Que a Ucrânia nunca poderia vencer. Que a Europa não podia liderar. Que Zelensky não podia escapar a um mandato que já não possuía. E que todo o projeto atlantista foi construído sobre um mito demasiado frágil para sobreviver ao contacto com o mapa.
À medida que o fumo se dissipa, o ajuste de contas torna-se nítido, uma Europa despojada das suas fantasias, uma liderança exposta na sua impotência e um presidente fantoche ucraniano a descobrir que, uma vez evaporada a legitimidade, até os aplausos ensaiados desaparecem.
E quando Washington deixa de acreditar na história, a história acaba. Chegamos a esse ponto. A autoridade emprestada de Zelensky esgotou-se. A unidade fabricada da Europa está esgotada.
A narrativa de guerra que manteve um continente inteiro refém está a desmoronar-se sob a arquitectura da sua própria psicose.
E enquanto Trump revela a verdade que a Europa passou anos a suprimir, a cena final descortina-se: um Ocidente forçado a confrontar não o inimigo que imaginou, mas as ruínas das ilusões que construiu para si próprio.”
(In Islander, canal do Telegram)
Do que venha daquela coisa disfarçada de mulher nada me espanta. Já em 2018 a coisa pediu por escrito aos Estados Unidos e Israel, que já tinham este genocida como primeiro ministro, que invadissem o seu país.
Claro que num discurso em que recebe um Prêmio pela paz apelar ao conflito entre povos pode fazer nos legitimamente perguntar em que carvalho e que bateram com os cornos quem elegeu tal sinistra criatura.
Que não tem mais nada que fazer do que vir a Europa dizer que nos devemos enterrar ainda mais nesta guerra que se pretende eterna com a Rússia. Com toda a sinceridade, va para a raiz da p*ta selvagem de Babilônia que a pariu que não precisamos de uma vende pátrias sul americana para nos vir dizer o que a corja de psicopatas que nos governa já nos diz há quase quatro anos.
Que se a Venezuela fosse a ditadura sinistra que dizem nunca teria ido a Noruega e já teria levado o competente tiro nos cornos ou pelo menos estaria no fundo de uma masmorra.
Estão a ver o que aconteceria no tempo do Salazar a quem pedisse uma invasão deste país a beira mar mal plantado para nos livrar de miséria galopante e de uma guerra em três frentes?
O que aconteceria se alguém pedisse formalmente que a Rússia bombardeasse Bruxelas para nos livrar da psicopata da Úrsula Van der Pfizer que quer que percamos todos os direitos para sustentar a camarilha de Herr Zelensky?
Era cana certa.
Por isso levem mas e essa criatura infernal ir ver se o mar da Kraken e parem de a elogiar como uma resistente e uma martir quando ela não passa de uma vende pátria sem alma, sem honra e sem vergonha nenhuma no focinho de fuinha.
E se não for ver se o mar da Kraken volte depressa para a terra dela ou para onde queira porque coisas dessas já cá temos de sobra.
I stand with “Raios partam a Ucrânia”.
I stand with “apoiantes do nazismo ucraniano, vao ver se o mar da tubarão branco cheio de larica”.
Mas com tanta pategada que aí há vamos levar com esta treta muitos anos, pedir saúde para não precisarmos de um hospital e esperar por reforma talvez aos 80 anos porque o nosso dinheiro vai todo para a canalha de Herr Zelensky.
Raios partam a Ucrânia.
Até a Coringa Malvado está com os ucranianos, contra os russos… e com os israelitas, contra o Hamas e o Hezbollah, e contra os iranianos, além da Venezuela como centro do crime na América do Sul. Talvez se tenha esquecido dos houtis no Yémen e fa Nigéria, para fazer o pleno.
É a primeira vez que vejo um Nobel da Paz incitar ao conflito mundial e exaltar genocidas e criminosos de guerra como Netanyahu (que governa Israel), mas há sempre uma primeira vez… Gaza deve ser um pormenor na actualidade internacional, para ser omitido, tal como nos debates presidenciais cá na Pategónia…
…também passar de Gandhis e Mandelas para Coringas Malvado, com o alto patrocínio do hiPOpoTamUS cor-de-laranja, é um sinal dos tempos actuais e da alienação das sociedades ocidentais, com a colaboração do 4.º poder, e não só – tudo para que cada vez mais os povos não tenham poder algum, sendo esvaziados do pouco que ainda lhes é permitido, como ja Ucrânia “democrática”. Mas quem apoia Zelensky e Netanyahu e tem como “major ally” Bin Salman pode bem “torcer” e validar um Nobel para a Coringa Malvado, sem estranhar muito nem ter de disfarçar a hipocrisia.
Herr Zelensky não convocou eleições simplesmente por ser megalómano e por perceber que tinha o Ocidente no bolso.
Por perceber que a ansia desta gente por destruir a Rússia via Ucrania era tanta que ele seria apoiado o que quer que fizesse. Incluindo tornar se o ditador de facto da Ucrânia.
Em Maio de 2024 a Ucrânia Ocidental praticamente não sofria nada com a guerra. A guerra desenrolava se a Leste e nos territórios russos fronteiriços que a Ucrânia atacava cometendo terrorismo puro e duro.
Mas na Ucrânia dominada por Herr Zelensky a vida corria mansa com um ou outro ataque russo. E, claro, o verem os seus homens irem para a guerra a Leste muitas vezes raptados na rua.
Nada que impedisse que num domingo qualquer se fosse a votos.
Mas agora a situação e outra porque também a Rússia se fartou e carregou no acelerador levando a guerra a Ucrânia Ocidental com bombardeamentos mais regulares.
Ora está na hora de conseguir uma trégua a pretexto das eleições, trégua que fará a Rússia ser vilipendiada se não aceitar.
Pelo que este anuncio de eleições se garantirem a segurança e mais uma manobra para conseguir o nosso apoio patego a Ucrânia sendo que a frente europeia começa a desmoronar.
Cada vez mais gente está farta de perder dinheiro e direitos em nome do apoio ao nazismo ucraniano e de uma guerra que cada vez mais gente percebe que não poderá ser ganha e que pode fazer com que mais gente acabe numa trincheira ucraniana.
Por isso Herr Zelensky fala agora em eleições sabendo que serão uma forma de o legitimar ante esta canalha toda.
E de fazer o rebanho russofobo aquietar se e continuar a apoiar uma guerra que se pretende eterna ou tao longa quanto possível.
Porque e mais que certo que as vencerá, tal como venceria se as tivesse convocado quando deveria.
Tal como carmona e Americo Tomas as venceram por cá.
Os ingredientes também estão lá todos, partidos ilegalizados, censura, candidatos impedidos de concorrer e uma policia política de crueldade extrema que faz a nossa PIDE parecer um grupo de escoteiros.
Por isso vão ver se o mar da Kraken mais as eleições na nazilandia. Raios partam a Ucrânia.
“Eles estarem a defenderem os nossos valores e a democracia… I stand with Ukraine!”
“São pategos, senhor…”
De repente fica exposta a marioneta que Zelensky sempre foi na mão dos anglo-saxões, sobretudo do Grande Irmão americano. Até ficou disponível para realizar eleições na Ucrânia, mesmo sem haver ainda qualquer acordo de cessar-fogo ou de paz (afinal é possível, lá se vai o argumento dos propagandistas).
O objectivo deve ser mesmo usar as eleições para umas tréguas temporárias, tão necessárias sobretudo para o “agonizante” (ou agonizado) regime ucraniano, e de caminho fazer uma limpeza de imagem, se bem que para os pategos das bandeirinhas azuis e amarelas não fará diferença, o sectarismo e a cegueira continuam as mesmas ou maiores.
Zelensky ainda consegue brincar com alguns dos “grandes líderes” europeus (alguns já o toparam, outros nunca o gramaram), mas quando chega o bonecreiro-mor, ele move-se logo, basta puxar-lhe os cordelinhos. Quem tem CU tem medo…
E eis que agora se defende Trump e uma nova ordem neofascista e se afirma que o grande mentiroso é, afinal, a análise mais realista e a voz da verdade tornando, pois, legítima a anexação de territórios no estilo expansionista imperial dos mais fortes, menosprezando o multilateralismo e o direito internacional seja na Ucrânia, seja na Palestina, seja onde for.