Ambiente “Mossad” em Israel onde a guerra das sombras se torna apocalipse público!

(Por Phil Broq, in Blog de l’éveillé, 16/06/2025, Tradução Isabel Conde, Revisão Estátua)


Israel invocou tanto o inferno que está a arder nele…


Houve um tempo, não muito longínquo, em que Israel se arrogava o monopólio da violência no Médio Oriente, pavoneando-se por trás da sua Cúpula de Ferro, das suas armas americanas e das suas armas nucleares não declaradas, ditando as suas vontades aos meios de comunicação corruptos e subsidiados, com a bênção silenciosa de um Ocidente cúmplice. Impunha a sua lei pelos ares, semeava bombas nas ruas de Damasco, Teerão e Beirute, eliminava os seus inimigos sem julgamento e ousou depois falar sem tremer do seu “direito de se defender”, enquanto atacava todos os seus vizinhos. Mas essa época está a desmoronar-se sob os escombros fumegantes de Haifa e as chamas que devoram Telavive, no mesmo momento em que escrevo estas linhas.

A arrogância militar israelita, alimentada por décadas de impunidade, acaba de se deparar com uma realidade que não tinha previsto, com um adversário que já não recua, que ataca metodicamente, massivamente e com precisão. O Irão, há muito fechado numa postura defensiva face a uma campanha de sabotagem, de assassinatos seletivos e de provocações contínuas, escolheu a hora da réplica em 15 de junho de 2025. E esta réplica nada tem de retórica fanfarrona, visto que se mede actualmente em centenas de mísseis, em drones suicidas e em ataques cirúrgicos contra numerosas infraestruturas estratégicas israelita.

Telavive, a arrogante montra da modernidade israelita, arde. Haifa, bastião industrial e militar, está em ruínas. O porto está crivado de crateras, as fábricas de Rafael estão esventradas e até o Instituto Weizmann foi transformado em carcaça fumegante. A Cúpula de Ferro, há muito apregoada como um escudo implacável contra os rockets palestinianos, na realidade revela-se uma peneira tecnológica obsoleta. Os mísseis balísticos, hipersónicos e inteligentes iranianos penetraram nas camadas da defesa israelitas como se elas não existissem. O que outrora era uma demonstração de domínio tecnológico transformou-se num parque de diversões a céu aberto livre para os drones kamikaze de Teerão. Até as instalações mais sensíveis, como as centrais eléctricas, as bases militares e as residências de altos funcionários foram atingidas com uma precisão arrepiante. Israel, que ainda ontem dava lições em matéria de segurança, esconde-se agora em abrigos subterrâneos, incapaz de garantir a sua própria defesa face a uma chuva de projécteis de alta tecnologia que são um reflexo exato dos seus próprios métodos.

O que vemos não é apenas de uma resposta militar do Irão, mas um pôr a nu. Uma humilhação estratégica e uma advertência brutal de que a ordem internacional não pode tolerar eternamente o unilateralismo armado. O que estamos a testemunhar hoje é o colapso de um mito de longa data da invulnerabilidade israelita. O Irão já não é o joguete dos ataques israelitas, mas tornou-se o espelho trágico e implacável da sua política externa. A consequência tão lógica quanto direta de décadas de provocações não sancionadas. Israel quis esta guerra, mas já não controla o cenário. E a história, essa, está em vias de mudar de rumo.

Desde 2023 que Israel multiplica os ataques contra alvos iranianos no território da República Islâmica, sem declaração de guerra, sem mandato do Conselho de Segurança da ONU e, sobretudo, sem a mínima justificação legal reconhecida pelo direito internacional. Estas operações militares são o que parecem ser. Violações flagrantes da Carta das Nações Unidas (artigo 2§4), que proíbe explicitamente o recurso à força contra a integridade territorial ou a independência política de um Estado membro.

Israel não estava em guerra com o Irão. Não tinha sido atacado por Teerão. Nunca nenhum míssil tinha atravessado a fronteira israelita antes de 2025. No entanto, o Tsahal arrogou-se o direito de proceder a assassinatos selectivos em solo iraniano, de sabotar infraestruturas civis e nucleares, de fazer explodir cientistas nas ruas de Teerão à maneira dos mafiosos e de fazer explodir comboios humanitários na Síria sob o pretexto de serem “pró-iranianos”. Tudo isso com a aprovação tácita, se não explícita, dos Estados Unidos e dos seus satélites europeus. Uma verdadeira licença para matar, de geometria variável, cujo objectivo é criar o “Grande Israel”, um programa imobiliário oculto sob mofos messiânicos.

E quando Israel é confrontado com a questão da legalidade das suas acções, foge. No entanto, Telavive nunca levou a sua paranoia sobre o programa nuclear do Irão aos tribunais internacionais. Nunca apresentou uma queixa ao Tribunal Internacional de Justiça. Muito simplesmente porque uma análise séria, por parte de organismos independentes como a AIEA, desmontou sistematicamente as suas alegações. O Irão cumpre, ou pelo menos cumpria, até ao bombardeamento das suas instalações, as regras do Tratado de Não-Proliferação Nuclear. Não há provas tangíveis do fabrico de uma arma atómica. Até uma fatwa religiosa suprema proibiu explicitamente o Irão de construir uma bomba nuclear. Um compromisso moral que poucos países com armas nucleares, incluindo Israel, poderiam aspirar a igualar.

Mas Israel assenta no direito internacional como num banco velho. O seu objectivo não é a segurança, é o domínio. Ao perpetuar o mito de um Irão nuclear ameaçador, está a justificar o seu próprio programa atómico ilegal, cuidadosamente não reconhecido, nunca inspeccionado e, no entanto, o mais perigoso da região. E, sobretudo, usa esta ficção para justificar um estado de guerra permanente, no qual pode fazer-se de eterna vítima enquanto age como o principal agressor.

Não se trata de um conflito pontual ou de um mal-entendido diplomático. Trata-se de um sistema de provocação deliberada, mantido metodicamente durante décadas. Israel provoca, viola o direito, assassina em silêncio e depois grita agressão assim que um contra-ataque ameaça o seu monopólio da violência. É a política do fogo sem fumo, da guerra sem guerra, da impunidade como doutrina. Mas a História pode estar a mudar. Desta vez, o Irão não apresentou queixa em Haia. Respondeu com fogo. E Telavive saboreia pela primeira vez o que significa, concretamente, viver sob a ameaça de um céu hostil.

É preciso voltar a dizê-lo com clareza! Israel é a única potência nuclear do Médio Oriente. É um facto, mesmo que Israel se esforce por nunca o confirmar publicamente. Esta “ambiguidade estratégica” não passa de uma hipocrisia diplomática tolerada e até protegida pelos seus aliados ocidentais. Enquanto as centrifugadoras iranianas são acossadas diante das câmaras, desvia-se o olhar das ogivas israelitas armazenadas em Dimona, à sombra do deserto do Negev. Até hoje, nenhum inspetor da AIEA pôs os pés no local. E com razão, porque Israel recusa-se simplesmente a assinar o Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares (TNP) que, no entanto, exige, insistente e ruidosamente, que o Irão respeite até ao mais ínfimo pormenor.

Ironia geopolítica, pensarão. Eu diria antes um cinismo nuclear! Porque, há anos que Israel, com a cumplicidade estridente dos Estados Unidos e a submissão muda da União Europeia, acusa o Irão de querer fabricar uma arma atómica, apesar de nunca ter havido nem provas, nem confissões, nem testes, nem declaração oficial que sustentassem essa acusação. Pelo contrário, dezenas de relatórios da AIEA, disponíveis para consulta pública, confirmaram que o Irão respeita os seus compromissos. O Irão foi mesmo ao ponto de propor, com insistência, a criação de uma zona desnuclearizada no Médio Oriente, ideia imediatamente rejeitada por Israel.

Porque aceitar esta iniciativa significaria abrir a porta às inspecções internacionais do seu próprio arsenal, aderir ao TNP e revelar aquilo de que todos suspeitam. A saber, que Israel possui armas nucleares e não tem qualquer intenção de as abandonar. Por outras palavras, Israel não quer eliminar a ameaça nuclear na região, quer continuar a ser A ÚNICA ameaça nuclear.

Assim se constrói a dualidade de critérios, porque aquilo que Telavive se permite em segredo, demoniza-o no outro; o que as suas ogivas encarnam nos silos, censura-o nas centrifugadoras de enriquecimento para uso civil do programa iraniano. A propaganda fez o resto, transformando o Irão num “Estado pária” com ambições atómicas demoníacas, enquanto Israel, embora detentor clandestino da arma suprema, se pavoneia como o autoproclamado guardião da paz.

Mas esta ficção desmorona-se agora. A estratégia israelita, assente no bluff, na intimidação e no silêncio nuclear, já não resiste ao teste da realidade. São os mísseis iranianos que agora caiem sobre as suas centrais elétricas, as suas bases militares e os seus centros de investigação. São os alvos israelitas, outrora a salvo de represálias, que explodem uns atrás dos outros.

Já não é uma questão de dissuasão, é uma lição de reciprocidade. E esta lição começa a quebrar a aura de invencibilidade de Israel, cuja arrogância nuclear está agora a ser exposta, visada e virada contra si. Porque, durante décadas, Israel teve a audácia, ou o desplante, de se apresentar como uma vítima perpétua, um David cercado por Golias bárbaros, justificando em nome da sua “sobrevivência” uma diplomacia baseada no assassínio, na sabotagem, na intimidação e na chantagem militar.

Mas o que acontece quando os serviços secretos deste “povo autoeleito” se comportam exatamente como o inimigo que dizem combater? Acontece que o mundo começa finalmente a ver que Israel industrializou o terrorismo de Estado, com a sofisticação de um cirurgião e a selvajaria de um esquadrão da morte.

Quanto ao Mossad, não é um serviço de informações. É uma organização de eliminação sistemática. Um grupo de terroristas internacionais. O seu modus operandi, com uma assinatura única, usa carros-bomba, agentes adormecidos, explosões selectivas, ciber ataques e liquidação física de qualquer pessoa considerada uma “ameaça” pela superioridade israelita. Se o Daesh e a Al-Qaeda (aliás, financiados pelos EUA) colocassem bombas, as pessoas gritariam jihad. Se Israel rebenta com um cientista nuclear iraniano nas ruas de Teerão, há apenas um silêncio educado, ou mesmo uma admiração abafada, declarando-se nas televisões subsidiadas e sionistas: “que eficácia dos serviços secretos”. O mesmo método, a mesma cobardia, mas uma narrativa completamente diferente.

E, desde abril de 2025, o verniz estala. Explosões sacodem Teerão, carros explodem em bairros civis e crianças iranianas morrem a brincar na rua. O culpado é oficiosamente o Mossad. Mas oficialmente… ninguém. Estas tácticas, outrora camufladas em narrativas de defesa preventiva, são agora recicladas no horror nu do terrorismo urbano, como se o exército israelita tivesse finalmente decidido imitar os seus inimigos em vez de os combater. Reconhecem-se os mesmos métodos que os usados pelos grupos terroristas, o que poderia levar-nos a pensar que são as mesmas pessoas que assim agem.

Na verdade, a guerra limpa não existe, mas Israel sempre gostou de sujar as mãos com luvas brancas. No fim de contas, o “exército mais moral do mundo” não passa de um amontoado de terroristas protegidos pelos meios de comunicação e pelas armas do Tio Sam.

Só que, desta vez, a opinião pública internacional, saturada de imagens, de vídeos, de provas, começa a fazer a ligação entre estes métodos que são tão idênticos aos das organizações terroristas que se tornam assinaturas de sangue. O único elemento que muda é a nacionalidade do assassino anunciado pelos meios de comunicação social.

Este terrorismo de Estado atingiu um clímax grotesco quando fontes iranianas afirmaram que o Mossad planeava um falso ataque a bases americanas para desencadear uma guerra total contra o Irão. Uma manipulação tão vil como uma falsa bandeira, digna de um thriller paranoico… salvo que, no cenário do Médio Oriente, este tipo de intriga é banal. É a política externa israelita em ação que persiste em acender um rastilho e depois acusar os outros do incêndio.

E quando o Irão contra-ataca, metodicamente, visando os centros de informação escondidos no coração dos colonatos israelitas – o que, não esqueçamos, faz dos civis israelitas, de facto, escudos humanos em torno de instalações militares -, redescobrem-se então as grandes lágrimas de crocodilo de Telavive. O Mossad mata na sombra, Israel ataca à luz do dia e depois clama ser mártir assim que um míssil cai sobre Haifa ou Telavive.

Mas, desta vez, a encenação não funciona. O cenário perdeu originalidade. E os drones “Shahed” filmam os seus alvos antes de os destruírem. Os vídeos espalham-se mais depressa do que os desmentidos oficiais. A propaganda israelita vacila, o mito sucumbe. Até a santa aliança mediática ocidental tem dificuldade em acompanhar, porque há demasiados corpos, demasiadas chamas, demasiados mísseis para que isto possa ser disfarçado de operação “defensiva”. E este Estado ilegal, que fazia reinar o medo nas ruas dos seus vizinhos, prova agora as suas próprias receitas. O Mossad, orgulhosa encarnação da “precisão cirúrgica”, acaba de descobrir que a guerra, a verdadeira, não se limita a colocar bombas debaixo dos bancos dos carros dos outros. Acaba sempre por regressar a casa.

Perante esta chuva de fogo, as elites israelitas fogem para os bunkers, os soldados desertam e os chefes dos serviços secretos demitem-se. O Shin Bet vacila, o Mossad perde o controlo e Netanyahu, saído dos seus túneis para inspecionar as ruínas, só tem cinzas como horizonte político. Enquanto o Ocidente fecha frouxamente os olhos, Israel descobre, estupefacto, o que significa sofrer o que há muito infligia aos outros. O choque não é apenas militar, é um colapso moral. Um povo habituado a atacar sem ser punido apercebe-se agora e com terror que a guerra, a verdadeira, já não distingue nada entre o carrasco e a sua própria fachada de vítima.

Além disso, depois de ter armado a Ucrânia até aos dentes, como um gladiador sacrificado no altar da NATO, Washington faz agora vista grossa, cansado de um conflito que não rendeu nada a não ser stocks de munições a repor e milhares de milhões evaporados no nada. Zelensky, agora uma silhueta trágica, pedincha obuses, enquanto os grupos de reflexão de Washington preparam já os próximos funerais geopolíticos de Israel. Porque, nos bastidores, os Estados Unidos desobrigam-se cobarde, mas metodicamente. O fiel aliado é agora um fardo estratégico, bom para acenar nos discursos, mas demasiado arriscado para defender quando os mísseis chovem.

A mensagem de Mac Gregor é clara para todos: “Se desencadearem um inferno regional, não contem connosco para o extinguir com o nosso sangue e o nosso dinheiro”. Israel, tal como a Ucrânia, são agora dois peões sacrificados no tabuleiro de xadrez imperial. Dois aliados demasiado fanfarrões, agora deixados à sua própria sorte, enquanto a América, embriagada pela dívida e pelo fentanil, se retira por trás do seu slogan “America First”. Uma tradução contemporânea do “cada um por si”!

Assim, pela primeira vez em décadas, Israel, esse colosso com pés de barro, é obrigado a rever a sua pretensa invencibilidade, uma vez que deixou de ser apoiado pelos EUA. O Irão, até agora visto como um Estado “pária”, submetido a um embargo permanente e a uma guerra-sombra, acaba de romper o monopólio da força unilateral no Médio Oriente. Com os seus ataques massivos, precisos e implacáveis, Teerão arrasa a narrativa ocidental de um agressor perpétuo transformado em vítima legítima. Mas esta mudança não diz respeito apenas a Israel, visto que abala também todas as alianças e equilíbrios e incita as potências mundiais a reavaliarem os seus cálculos estratégicos.

A arrogância com que Israel perpetrou o seu genocídio em Gaza, massacrando civis sob o pretexto de uma “legítima defesa”, terá sido, finalmente, a sepultura que o país cavou para si próprio, com a sua arrogância, ao atacar frontalmente o Irão. Uma coisa é reduzir a nada uma população sob embargo há 40 anos, faminta, sedenta e martirizada; outra coisa é atacar um país como o Irão!

Esta política de ultra agressão, baseada na impunidade e na brutalidade descomplexada, despertou um adversário determinado, pronto a redefinir definitivamente as regras do jogo militar e diplomático. Hoje, é Israel que aprende, a um preço elevado, o que é o terror que impôs aos seus vizinhos. E, neste jogo sangrento de lorpas, é a lógica implacável da justiça histórica, dolorosa, lenta, mas inexorável, que vem bater à porta de Telavive. Mas esta estratégia baseada na força bruta e na injustiça só podia voltar-se contra ele. E já não era sem tempo…!

A partir de agora, o Irão já não se contentará em ser a vítima silenciosa de provocações e ataques ilegais. O que o mundo vê hoje já não é simplesmente uma guerra regional, mas o regresso brutal da justiça histórica. Quer queira quer não, Israel está prestes a ser colocado no seu devido lugar, e não pela diplomacia ou pelos tribunais internacionais, mas pela força implacável de um Estado que se recusa a deixar-se humilhar ainda mais e aniquilar sem reagir.

O Irão demonstra que a resistência e a soberania podem prevalecer perante as potências dominantes, enviando assim uma forte mensagem à comunidade internacional sobre a necessidade de respeitar os direitos e as aspirações dos povos. A narrativa da vítima desmorona-se, as máscaras caiem e uma nova era pode muito bem começar para o mundo inteiro, cansado de viver diariamente os horrores e as injustiças. Uma era em que a arrogância de ontem se torna a retribuição de hoje.

Israel invocou tanto o inferno que está a arder nele…

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21 pensamentos sobre “Ambiente “Mossad” em Israel onde a guerra das sombras se torna apocalipse público!

  1. O que torna ainda mais hediondo o ultimato de Trump e ainda mais indecente o silêncio dos cúmplices europeus.
    A verdadeira alegria dos comentadeiros ante a promessa da atrocidade de destruir totalmente uma cidade maior que muitos países europeus já nos estamos habituados.
    Mas esta gente tem mesmo falta de humanidade já para não falar vergonha no focinho.
    E já que dizem ter tanta pena dos judeus e por isso justificam todas as barbaridades de Israel também podiam ter alguma empatia pelo Irão.
    Sofreram ocupações várias, a última das quais europeia e quando poucos anos apos a independência um primeiro ministro quis nacionalizar o petróleo acabando com a roubalheira um golpe de estado deu origem a uma monarquia absoluta de crueldade extrema.
    Chefiada por um verdadeiro doente mental que se intitulava o “líder dos guerreiros” e “a luz dos arianos”.
    Se o Irão e hoje um estado confessional também o deve a tenebrosa Operação Ajax.
    A oposição centrou se em torno da religião justamente porque as mesquitas eram os únicos espaços onde nem a polícia nem a infame Savak entrava.
    E também porque onde a miséria corre solta, a repressão é cruel e um desgraçado não sabe se chegará vivo ao fim do dia não há como um cenário desses para chiar convicções religiosas. A religião foi sempre o refúgio dos miseráveis.tidnado uma república
    A Savak era uma polícia política que actuava com extrema selvageria e era mais temida que a peste.
    Mas isso não fazia comichão ao Ocidente tão amigo dos Direitos Humanos pois que o petróleo continuava a sair de lá a preço de banana.
    Estivesse Khomeini disposto a manter o status quo e ninguém ia ladrar por o Irão se ter tornado uma república islâmica como nunca ninguém se importou com o facto de a situação das mulheres na Arábia Saudita e alguns estados do Golfo Pérsico ser muito pior que no Irão.
    E ainda hoje e assim.
    E ainda por cima pretendem uma mudança de regime com o regresso a monarquia por via de um filho daquele passado dos cornos.
    Tenham vergonha no focinho.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  2. A abóboda ferrea mete água mas a crueldade israelita essa continua bem de saúde.
    Intensos bombardeamentos israelitas destruíram vários edifícios no Norte da martirizada Faixa de Gaza. Já não devia haver muito por destruir mas devem ter percebido que ainda lá vivia gente.
    Na impossibilidade de ferir de morte o Irão pagam, ainda mais, as vítimas de sempre.
    Morte ao sionismo.

  3. E nenhum destes comentadeiros de má morte e nenhum dos psicopatas que nos desgoverna teve uma palavra a dizer sobre a ameaça assassina e alucinada de Trump a instar a evacuação total de Teerão pois que a cidade iria ser arrasada.
    Teerão tem mais de quatro milhões de habitantes, quase metade da população portuguesa e quase toda a população da Dinamarca, para por mos isto em números.
    Para onde quer a besta que toda aquela gente vá?
    Ter ainda a pouca vergonha de dizer que não iam matar Ali Khamenei, por enquanto?
    Mas quem e que esta gente pensa que e? Aplicam se assim penas de morte sem julgamento algum só porque a criatura não faz o que nos queremos?
    Assassinos são, sem dúvida.
    Mas um pouco de vergonha no focinho não faz mal a ninguém.
    Mas realmente não teem nenhuma.
    Nem os psicopatas europeus que se deviam ter logo demarcado de uma ameaça que revela psicopatia pura e dura.
    Foi Israel que começou e não começou agora.
    Tudo isto começou em 2020 quando alguém que sim provavelmente talvez estivesse bêbado ordenou a morte de um desgraçado, Cassem Soleimani de seu nome, que ao contrário dele não se pode livrar da tropa por ser pobre.
    Pelo que se esta a ver agora o Irão foi de uma contenção enorme e o que ganhou foi ser cobardemente atacado ao longo destes anos todos culminando na barbaridade de sexta feira.
    Uma atrocidade celebrada na Europa e Estados Unidos e, mais uma vez, condenada no resto do mundo.
    Mais uma vez e do lado dos assassinos que estamos.
    Vão ver se o mar da tubarão branco faminto.

  4. E aqui vai um mea culpa. O que foi atacado no ataque que afectou o hospital foi um dos maiores centros de ataque do exército israelita sendo responsável por coisas como os ataques cibernéticos que na passada sexta feira quase levaram os comentadeiros a ter um orgasmo prevendo a rapida destruição do Irão e a submissão do seu povo.
    Os assassinos israelitas acharam normal instalar um dos seus maiores centros militares mesmo ao lado do maior hospital do país.
    O hospital foi afectado pela enorme onda de choque e apesar do aspecto nefasto da fachada que sugere que a coisa ficou em ruínas os danos não foram muitos e não morreu ninguém. Ninguém certamente ganhou para o susto tiveram mais sorte que os desgraçados no maior hospital de Gaza onde centenas de pessoas foram assassinada logo no segundo dia de genocídio a pretexto de que aí se abrigaram guerrilheiros do Hamas.
    O Irão poderia agora alegar o mesmo lançando um dos mísseis directamente contra a instalação hospitalar. Não o fez.
    Mas e esta a diferença entre uma religião que afirma obedecer a um Deus misericordioso e clemente e um culto de morte supremacista e messiânico.
    Já a instalação ao lado ficou parcialmente inutilizada.
    No ataque desta noite foram utilizadas armas nunca utilizadas nomeadamente misseis que rompem a barreira atmosférica o que prova que também os serviços secretos ocidentais não fizeram o trabalho de casa.
    Ninguém sabia que o Irão podia ter armas destas?
    Que grande patranha e que grande sarilho.

  5. Se queres continuar a achar que eu bebi qualquer coisa proveito te faça.
    Quanto a macho alfa garanto que não é mesmo por aí.
    Outros que lá estão teem essa mentalidade, alguns sao cheganos e já estive vai não vai para enfiar um peso pelos cornos de um abaixo.
    Claro que era a isso que me estava a referir embora também tenha tomado a devida nota da ignorância do homem que não sabia nem quantos eram os habitantes do Irão tendo contudo a certeza que eram para matar.
    E acho que não vale a pena andarmos a insultar nos quando na maior parte dos casos ate concordamos.
    Como e o caso da denúncia dos crimes sionistas que e o tema central do artigo.
    Crimes que continuaram ontem porque agora a táctica do horrendo exército sionista e atrair gente a supostos centros de ajuda e atacar los com drones ou metralha los.
    Hoje o ministro dos negócios estrangeiros alemão veio pedir negociações que desanuviem a guerra.
    Depois de quatro dias em que o Governo alemao só disse barbaridades glorificando todas as agressões israelitas como legítimo direito de Israel a defesa e a garantir a segurança do seu povo como o infame ataque que começou isto tudo.
    Esta noite o Irão lançou um ataque a israelita, massivo, indiscriminado e que incluiu a redução a ruínas do maior hospital de Israel.
    E isto e mais uma prova da psicopatia desta gente. E preciso que o inimigo mostre capacidade para cometer crimes cruéis e que os cometa mesmo para que esta cambada de energumenos ache que e preciso negociar.
    Mas que grande m*erda.
    Vao ver se o mar da megalodonte.

    • Tudo verdade. Assim é que é falar.
      Infelizmente os brutos e imbecis como Netanyahu e CIA só entendem a linguagem da brutalidade e da violência que pregam e exercem, e só quando são os seus a sofrê-la. Os sociopatas que temos no ocidente, os “grandes líderes” a soldo do globalismo corporativo, são responsáveis por todos os problemas actuais associados ao militarismo, armamentismo e belicismo, à destruição dos ecossistemas, das economias, ao empobrecimento e disparidade socio-económica crescente. Não valem um chavelho, por muito que sejam bem pagos para e executar estes programas políticos hediondos e nefastos para as populações.

  6. Isto está mesmo a ficar quentinho. A Rússia já advertiu sobre a verborreia incontinente de Trump.
    Vamos lá ver qual vai ser a resposta do clown do Deep State

  7. Vai chamar bêbado a quem te pertence. Compreendo que a velhice te faça rabugento mas não tens de ser uma besta.
    Já agora, o que pratico só a mim me diz respeito e faço para continuar a ter corpo de gente e ninguém pensar que eu tenho meia duzia de cancros como chegaram a pensar.
    Se nunca soubeste o que e olharem para ti com pena sem se atreverem, ir compaixão e respeito, a verbalizar o que estao a pensar ainda bem para ti.
    Não e de certeza para me sentir alfa de porra nenhuma.
    Quando disseste que muita gente não se lembra do que realmente significa termos psicopatas destes a gerir os nossos destinos so quis explicar porque e que eu de certeza me lembro.
    Não necessariamente a ti.
    Tem ao menos um pouco de respeito pelo sofrimento alheio.
    Não tenho de levar com insultos sempre que manifesto uma opinião com que não concordas.
    Vai ao litoral e vê se há uma caravela portuguesa que te veja.
    Eu já tinha desistido de ver as tuas respostas parvas mas pensei que talvez com isto tudo te tivesses civilizado um bocadinho.
    Enfim, enganos todos temos.

    • “Já agora, o que pratico só a mim me diz respeito e faço para continuar a ter corpo de gente”

      Absolutamente de acordo. Por isso não percebo por que carga de água nos informas todos os dias, ou, vá lá, dia sim dia não, que és “praticante de musculação para não virar um peixe seco” (sic). Não percebo essa necessidade de nos informares constantemente que és um tipo bué de musculado, “com corpo de gente” (sic), um Adónis, um Apolo, um Mister Universo ou seja lá que porra de imagem queres projectar de ti próprio. Aqui para nós que ninguém nos ouve, parece-me mais coisa de Narciso. Por exemplo: tenho ao lado da televisão dois halteres de mão, de oito quilos cada um, que aproveito para usar quando estou a ver um filme, uma série ou um noticiário, assim matando dois coelhos de uma cajadada: acompanho o que se passa no mundo e faço exercício ao mesmo tempo. Por acaso agora até tenho usado mais uns de cinco quilos, como manutenção acaba por ter basicamente o mesmo efeito. E também ainda corro. Não senti foi nunca necessidade de vir para aqui todos os dias alardear a minha boa forma física.

      De qualquer modo, uma vez bastava para toda a gente ficar a sabê-lo, não era necessário repetir centenas de vezes tão “valiosa” informação. Tal como bastava uma vez para ficarmos a saber que a maldita vacina te fez “ver a morte à frente com foice e tudo” (sic), e também que cuidas “de alguém devastado e destruído por não ter resistido a pressões vis para meter no corpo um veneno mal amanhado e não testado” (sic), etc., etc., etc. Lamento muito todas essas desgraças, mas lamento mais ainda que a repetição constante que delas fazes acabe por se tornar cansativa, eventualmente enfraquecendo, e podendo contribuir para desacreditar, muito do que de correcto aqui dizes e que, aliás, subscrevo.

      A Estátua enriquece a pouca informação fidedigna ao nosso dispor com textos de gente que tem coisas interessantes para dizer ou informações valiosas a partilhar. À minha pequena escala, tento fazer coisa parecida, partilhando links para textos ou vídeos que ilustram ou esclarecem um pouco os tempos perigosos que vivemos. O meu problema, embora subscreva muito do que dizes enquanto opinião ou posição própria, é que tens o lamentável hábito (porventura resultante de leitura apressada) de “interpretar” os links que aqui ponho (textos ou vídeos), comentando uma “versão” por ti recriada que com eles nada tem a ver. Fazes, aliás, o mesmo com algumas das minhas próprias intervenções, apoiando ou criticando coisas que não disse nem diria e posições que nunca tive nem terei.

      Despejei o vídeo acima como prova da assustadora estupidez e ignorância da elite americana, que está à beira de conduzir o planeta à desgraça total. Contém uma entrevista do jornalista Tucker Carlson ao senador americano Ted Cruz, um republicano idiota, reaccionário e corrupto que recebe milhões do lobby de Israel e apoia caninamente todas as sacanices do Nazinyahu e sua quadrilha. E tu reages com isto:

      “Acredita que se há alguém que dá importância a isso sou eu.
      Não sou dos que acredita que porque não vivo nem no Irão, nem na Rússia, nem na China, a possibilidade de uma vitória total desta gente não tenha que me assustar nem dar comichão.”

      Primeiro, não te perguntei nada! E depois, que porra têm a ver o Irão, a Rússia ou a China com o Ted Cruz e a inacreditável ignorância que manifesta na entrevista? Apenas pretendi exemplificar o facto assustador de que a “elite” ignorante e estúpida que detém o poder na América se arroga o direito de decidir, como quem come tremoços, sobre o destino de países de que não sabem corno mas fingem saber tudo, matando milhares ou milhões de pessoas com um encolher de ombros. Insisto: que porra têm o Irão, a Rússia ou a China a ver com isso? E, já agora, que porra tem a minha (quanto a ti) “velhice” a ver com isso? Em termos de “elegância”, numa escala de um a dez, quantos pontos dás a ti próprio?

    • Relendo a tua referência ao Irão, Rússia e China, julgo ter percebido agora que a eles te referes como possíveis alvos, ou vítimas, da ditadura irresponsável dos burros e ignorantes. Assim sendo, parte da minha crítica deixa de fazer sentido, pelo que só me resta apresentar as minhas desculpas. No entanto, insisto na pertinência do resto do pacote.

  8. E o presstitutos são iguais em todo o lado. Esta pérola na CNN Brasil “Israel está a arrastar os EUA para uma guerra com o Irão”.
    Só faltava essa. Uma superpotência a ser arrastada, a tentar desesperadamente libertar se por um país com nove milhões de habitantes e pouco maior que o Alentejo mesmo contando com os territórios roubados.
    E por essas e por outras que eu não tenho estômago para essa gente. Tenham vergonha no focinho.
    Entretanto o responsável norte americano pelas forças no Egipto foi destituído por ter escrito que “Israel e um culto da morte” e que o seu país está a funcionar como um proxy de Israel.
    Está bonito, está.

  9. Acredita que se há alguém que da importância a isso sou eu.
    Não sou dos que acredita que porque não vivo nem no Irão, nem na Rússia, nem na China, a possibilidade de uma vitória total desta gente não tenha que me assustar nem dar comichão.Tambem não acho que o Irão mereca uma mudança de regime e cair nas unhas de um filho do passado dos cornos derrubado em 1979 apenas porque a sua liderança achou que podia negociar com esta gente e não partiu logo para a ignorância.
    Tenho muitas criticas a actuação de Putin mas não desejo a sua morte nem que o seu país volte a cair nas unhas de um vendido como Ieltsin.
    E não e só porque esses povos não me fizeram mal nenhum.
    E porque a vitória total desta gente também e perigosa para nós.
    Na década de 90 do Século passado os direitos de quem vivia do seu trabalho começaram logo a ser atacados agora que não havia alternativas ao capitalismo selvagem.
    Gente perdeu empregos e arratava se em cursos de formação “da CEE” com bolsas que eram boas para a sua miséria para conseguir ir aguentando a vida.
    Quem abrisse pio era porque era comunista e apoiante “daquela miséria do Leste”.
    Fomos vivendo a ser lentamente sangrado enquanto outros povos como o Jugoslavo, o somali, o afegao, o iraquiano, entre outros eram sangrados literalmente pelas intervenções humanitárias desta gente.
    Ate a chamada crise de 2008.
    Alguém acredita que esta chamada crise tinha sido resolvida roubando dinheiro a quem trabalha e alimentando dívidas especulativas e bancos corruptos se não tivesse sido a derrota da União Soviética?
    Alguém acredita que com as pessoas a acreditar que outro modo de vida e resolução de problemas era possível teríamos sofrido o que sofremos em especial em Portugal e na Grécia?
    Teria eu perdido um familiar directo para a infeção hospitalar se os hospitais não estivessem numa penúria tal que nem lixívia por vezes tinham para assegurar a limpeza?
    Teria eu visto limpar o chão de uma unidade de cuidados intensivos com um balde de água suja e uma esfregona como as que não tenho em casa? Por uma empregada de limpeza ela própria com aspecto pouco lavado?
    Provavelmente não.
    E tudo isto aconteceu porque somos governados por gente que se esta nas tintas para as nossas vidas. Que se viu sem que alguém acreditasse que outro runo eea possível e por isso carregou no acelerador da nossa degradação.
    Actualmente sou praticante de musculação para não virar um peixe seco como os que o meu avô punha a secar ao Sol nos anos em que a juventude era minha.
    Cuido de alguém devastado e destruído por não ter resistido a pressões vis para meter no corpo um veneno mal amanhado e não testado que ainda hoje é vendido a gente idosa como eficaz e seguro.
    Se eu tivesse feito o mesmo já não andaria pelos mares deste mundo.
    Uma vitória total desta gente psicopata só pode agravar cenários destes.
    Como tornar uma coisa destas mesmo obrigatória como chegou a propor a Van der Pfizer.
    Se tivesse mesmo existido uns vitória total desta gente a coisa teria parado quando os sequelados foram demais para ser escondidos?
    Ou a partir de uma data idade comecariamos a poder ser arrebanhados na rua ou lado em casa e levados para um centro de vacinação para levar com esse mata velhos? Ou sofreriamos multas impagáveis?
    Paguei um preço muito alto para alguma vez me esquecer da grande patranha e do grande sarilho em que estamos metidos por as nossas vidas estarem entregues a gente desta.
    Gente simplesmente psicopata e que se esta nas tintas para a vida humana seja ela de quem for.
    E para as consequências.
    Netanyahu cometeu um ataque homicida, esteve se nas tintas para as consequências e agora proibir a população de sair do país.
    Temos o Tiranossauro a fazer bravatas, prometer destruição e morte e o diabo que os carregue a todos.
    Mas não deixo de ter noção que a psicopatia desta gente pode ser terrível para nós mesmo que não soframos as consequências de uma guerra.
    A minha vida há quase quatro anos tem sido uma luta com muito de cruel pela minha sobrevivência e a sobrevivência de alguém física e psicologicamente devastado.
    Nunca esquecerei os monstros a que estamos entregues nem o terror que isso significa.

    • “Acredita que se há alguém que da importância a isso sou eu.
      Não sou dos que acredita que porque não vivo nem no Irão, nem na Rússia, nem na China, a possibilidade de uma vitória total desta gente não tenha que me assustar nem dar comichão.”

      Porra, pá! O Ted Cruz quer implantar um regime igual aos do Irão, da Rússia ou da China? Tu viste e ouviste o pequeno vídeo do link? Bebeste uma garrafa de bagaço num ataque de sonambulismo e acordaste bêbado? Ou estás a tentar afugentar as pessoas do vídeo do idiota ignorante que esfrega o cu no Senado americano, que é o que interessa aqui? Compreendo que a prática da musculação te faça sentir como um alfa e não vejas árvore nem esquina que não tenhas de marcar, mas deixa-me as calças em paz, por favor, que a reforma já não me chega para a lavandaria! Faz de conta que não existo!

      E lá estou eu de novo a ser deselegante!

  10. Já o disse mais do que uma vez, mas não resisto a repeti-lo. O americano médio é burro e ignorante. Graças a Deus, porém, o americano esclarecido é exactamente ao contrário, ou seja, é ignorante e burro. Eu sei que não era necessário, mas aqui fica mais uma prova:

    https://youtube.com/shorts/thlUTbnINkY?si=xiWcgS8VdCJhM7FK

    Q.E.D.

    Agora lembremo-nos só durante dois segundos de uma coisa que temos tendência a esquecer, ou a que não damos importância quando nos lembramos: O NOSSO DESTINO ESTÁ NAS MÃOS DE GENTE ASSIM! Arrepiozinho “bom”, não foi?

  11. O povo do Israel antigo tinha exactamente das mesmas teorias, incluindo um Deus que exigia “devoção exclusiva” e onde os dissidentes podiam ser apedrejados até a morte, crucificados ou queimados no fogo.
    A Bíblia está cheia de exemplos de crueldade extrema e o que e arrepiante e ver essa crueldade em pleno Século XXI.
    Com as armas a disposicao, uma mentalidade destas e um perigo para todos nós e só não vê quem não quer.
    Como se lida com isso? Com porrada no lombo.
    Mas ao Ocidente, a quem interessa pilhar os recursos do Médio Oriente, não ver nada da jeito e até tentar convencer nos que uma gente dessas, que continua a viver na crueldade de há dois a quatro mil anos atrás, partilha connosco quaisquer valores humanos.
    Deviam ser obrigados a ler o Antigo Testamento de uma ponta a outra em voz alta e ajoelhados sobre milho para perceberem do que estamos a falar.
    Destaque especial para os livros de Êxodo, Números, Deuteronómio, Crônicas, e I e II Reis. A crueldade bíblica/israelita esta lá toda.
    E tenham boas noites se conseguirem.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

  12. No blogue irmão ‘A Viagem dos Argonautas’:

    https://aviagemdosargonautas.net/2025/06/17/espuma-dos-dias-o-leao-e-a-promessa-por-lorenzo-maria-pacini/

    Excertos:

    “O perverso estado de Telavive está a provar mais uma vez que é a construção política mais perigosa da história. Esta é mais uma página trágica numa história do Médio Oriente definida pela presença deste Estado-nação completamente fora de controlo. Nenhum estado jamais teve esta combinação de supremacia étnica, desprezo absoluto pela vida humana, indiferença ao direito internacional e acesso a armas terminais. Uma nação que é uma ameaça para o mundo inteiro.”

    “O Irão representa “o outro” grande governo fundado na fé religiosa, não apenas na política, e para os nativos do estado de Israel – ao contrário do povo de Israel no sentido bíblico – não pode haver outros poderes políticos além deles próprios.
    Como Pepe Escobar salientou, nenhuma construção política na história moderna jamais acumulou uma combinação tão tóxica de:
    – supremacia étnica messiânica
    – total desrespeito pela vida humana (todos os outros que não são os “escolhidos” são “Amelequitas”)
    – total desrespeito pelo Direito Internacional
    – acesso ilimitado a armas letais.
    O que pode ser feito contra este culto à morte?”

  13. Também me parece que não é com a facilidade que o artigo dá a entender, que Israel é seus apoiantes vão recuar. Pode até acontecer algo muito radical, pois o arsenal nuclear sionista está lá e já alguns responsáveis disseram que se for necessário incendeiam o mundo todo. Ainda não vimos tudo

  14. As bravatas de Trump hoje desmentem isso tudo. O monstro está disposto a avançar para a guerra para proteger o que resta da sua monstruosa criação, Israel.
    Merz hoje foi claro como o meio dia, Israel está a fazer o trabalho sujo do Ocidente.
    Ora,não é de agora que Israel faz o trabalho sujo do Ocidente.
    Israel faz o trabalho sujo do Ocidente, garantindo lhe o controlo dos recursos do Médio Oriente, desde que lá foi plantado há quase 80 anos.
    Foi com esse objectivo que lá foi plantado, qual sentimento de culpa pelas mortes de judeus qual porra.
    Houvesse algum e também aos ciganos teria sido dada uma terra.
    O que realmente arrepia e a sanha homicida desta gente.
    Mesmo quando salta a vista que o homicídio não servira para nada.
    Se não vejamos.
    A quem aproveita e o que ganham com o assassinato de Ali Khamenei, um velho de 86 anos?
    Com essa idade o que todos os que tivermos a sorte de lá chegar temos mais que certo e uma morte mais ou menos rápida, a breve trecho.
    Matar alguém com essa idade e um mero exercício de crueldade e demonstração de poder.
    Não vai de certeza acabar guerra nenhuma.
    Como a morte do fundador do Hamas, Yassine, quando estava mimado de cancro e lhe davam na melhor, ou pior, das hipóteses seis meses de vida. Isso não acabou com o Hamas, nem o seu assassinato nem o assassinato dos seguintes.
    Porque com tanta crueldade quem vive debaixo da pata de tais monstros pensa que morrer por morrer mais vale morrer combatendo os monstros.
    Pelo que a morte do velho fundafor foi também talvez um exercício também de crueldade bíblica como quando o Rei David encomenda ao filho a morte de inimigos que em tempos tinha tido de poupar por razões de estado, “terás de fazer os seus cabelos grisalhos descer com sangue ao Sol”.
    E assim tera feito o filho, Salomão, em vez de mandar o moribundo psicopata a merda. E e que era sábio, o que faria se não fosse.
    Para esses assassinos bíblicos os seus inimigos não podem morrer na cama, tenham a idade que tenham.
    A crueldade israelita e efectivamente arrepiante mas da jeito a esta gente sem vergonha na cara.
    E arrepiante ver a repetição da crueldade biblica que me assombrou a infância em pleno Século XXI.
    Com o aplauso de canalha que se diz crista e até se esquece que se o fundador da sua religião voltasse a Israel desta vez seria vítima de um carro armadilhado.
    Vão ver se o mar da megalodonte.

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