(Miguel Castelo Branco, in Facebook, 02/04 de 2025, Revisão da Estátua)

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Na vereda sombria na qual entrámos há três anos e que a todos desde a primeira hora aconselhou mil cuidados no recurso a jogos de habilidade que impedissem aos inquisidores, aos denunciantes e aos perseguidores da liberdade alheia mais impunidade, o nome de Bruno Amaral de Carvalho ocupa um merecido lugar de destaque. Terá sido o único português a arrostar todos os perigos e a deslocar-se para o centro do conflito armado e oferecer aos seus concidadãos o contraditório à carapaça de mentiras que desde 2022 passou a ser lei.
Quando há cerca de um ano a sua obra saiu, a maquineta totalitária pôs-se de imediato em movimento. Sofreu a censura, as ameaças, a perseguição, a difamação e até as tão características esperas em que as polícias políticas informais se especializaram para calar de vez as vozes incómodas. Entretanto, o edifício repressor abriu fendas. Parte da opinião pública foi saindo do estado de embrutecimento, procurou outras fontes e rendeu-se ao trabalho de Bruno Amaral de Carvalho.
No momento em que desaparecem dos escaparates das livrarias as biografias encomiásticas de Zelensky e do seu detestável regime, o Guerra a Leste: 8 meses no Donbass, chega à terceira edição e ascende ao merecidíssimo lugar de destaque. Uma grande vitória para a liberdade e um prémio de valor para o homem que quis contar aos portugueses que aquela guerra era, afinal, a guerra de libertação dos russos da Ucrânia.
Ah! Desgraçados!
Um irmão é maltratado e vocês olham para o outro lado?
Grita de dor o ferido e vocês ficam calados?
A violência faz a ronda e escolhe a vítima,
e vocês dizem: “a mim ela está poupando, vamos fingir que não estamos olhando”.
Mas que cidade?
Que espécie de gente é essa?
Quando campeia em uma cidade a injustiça,
é necessário que alguem se levante.
Não havendo quem se levante,
é preferível que em um grande incêndio,
toda cidade desapareça,
antes que a noite desça.
Bertolt Brecht
Contra o renascer do nazismo, aqui, na Ucrânia, seja onde for. Viva a coragem que bem precisamos dela.
A claque nazi do famigerado Paulo Sadoka foi derrotada !
De nada valeram as tentativas de sabotagem das apresentações do livro.
Pela verdade, viva a liberdade !
Granada Bruno de Carvalho. Verdadeiro jornalista que faz da verdade o seu mister.
Exato, essa grande «democrata» Ana Gomes, a lembrar tempos de má memória, foi uma das «personalidades» que pediu o cancelamento na comunicação social do Bruno, só por que este decidiu contar aquilo que, também, se passava no outro lado do conflito! Maior e justa «bofetada», pois, não poderia recebera agora, do que ver-se o livro do Bruno a esgotar-se e a ir já em terceira edição!
Alias, o homem foi posto deliberadamente em perigo por gente com responsabilidades governativas como aquele traste do João Galamba.
Ou até uma criatura que concorreu a presidência da República tendo conseguido averbar os votos de cerca de um em cada 10 dos que foram votar, a desbocada da Ana Gomes.
O homem foi definido como agente russo com as letras todas numa altura em que os ucras estavam a conseguir alguns avanços que estavam a deixar toda aquela gente a beira de um orgasmo.
Viam a vitória ucraniana já ali a esquina e estavam se nas tintas para o que aconteceria a um cidadão seu se lhes caísse nas unhas.
Bruno de Carvalho não deixou de referir que se caísse nas unhas dos ucranianos era capaz de a vida lhe correr mal depois de gente com responsabilidades governativas ou políticas do seu país ter dito coisas daquelas.
E não duvido que o homem teria talvez o destino do Gonzalo Lira dado que aqueles trastes assassinos se fartaram de matar gente nas zonas conquistadas incluindo até professores que deram aulas segundo o curriculum russo.
Para depois “encontrarem” as valas comuns com cadáveres “fresquinhos” como aliás fizeram em Bucha.
Não foi só tentarem cancelar o homem, foi coloca lo deliberadamente em perigo ante uma gente que, tal como os sionistas, tem nos jornalistas que denunciam os seus crimes um alvo prioritário.
Coisa que os bandalhos que o definiram como agente russo, sabendo que estavam a mentir, sabiam.
Por isso um bravo pela coragem de quem escreveu até um livro a denunciar essa corja e os seus objectivos de limpeza étnica.
Se não fizeram o que os sionistas estao a fazer em Gaza e na Cisjordânia foi mesmo porque a Rússia lhes caiu em cima mas toda a gente que puderam matar mataram.
Esta e uma guerra contra a barbárie nazi como foi a Segunda Guerra Mundial.
Mas desta vez temos os “democratas” do lado dos na
zis como teriam estado do seu lado contra a União Soviética se Hitler não tivesse também atacado aliados dos ingleses como a Polónia.
Não e de hoje que isto e tudo uma cambada.
É isso, “Uma grande vitória para a liberdade”!