(Carlos Marques, in Estátua de Sal, 18/10/2024, revisão da Estátua)

(Este texto resulta de um comentário a um artigo que publicámos sobre a atuação de Israel em Gaza, no Líbano e nas suas relações com a ONU, do Major-General Carlos Branco, (ver aqui).
Pela sua atualidade e por manifestar, em parte, algum exercício de contraditório, além da forma assertiva como põe a nu as atrocidades de Israel e desmonta o apoio do Ocidente ao genocídio em curso, resolvi dar-lhe destaque.
Estátua de Sal, 18/10/2024)
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“As queixas do povo palestino não podem justificar os terríveis ataques do Hamas. E, esses ataques terríveis, não podem justificar a punição coletiva do povo palestiniano”. – citação do artigo.
A primeira frase é uma mentira e uma violação da lei mundial. A segunda frase é um facto que ninguém respeita. Sim, as queixas (invasão, ocupação, roubo de casas, terra arável e água, ditadura racista – isto é, apartheid, limpeza étnica constante, massacres frequentes, e genocídio lento, tornado rápido desde 7 de Outubro -, justificam tudo o que o Hamas e o Hezbollah fizerem. Aliás, o tribunal da ONU, o ICJ (sigla inglesa para Tribunal Internacional de Justiça), assim o decidiu: a resistência armada (isto é, violenta) contra o ocupante/agressor (o sionista “Israel”) é legalmente justificada, é um direito humano, é direito internacional, está na Carta da ONU.
Quanto à resposta dos nazi-sionistas ocidentais, via projeto colonial racista (“Israel”), tal como o ICJ decidiu, nada a justifica, nem assim nem assado. “Israel” é o agressor, e a Palestina é o agredido. O agressor/invasor não pode usar a resistência como desculpa para agravar a sua agressão/invasão. Esta decisão é do direito internacional, lei do mundo após tal decisão do ICJ ter transitado em julgado, como dizem os parolos dos advogados.
Ou seja, o Hamas tem o direito legal de repetir um 7 de outubro sempre que puder, especialmente legítimo quando feito em território da Palestina ocupada, que não fazia parte de “Israel” no mapa desenhado em 1947. Ou seja, “Israel” não pode entrar em Gaza nem na Cisjordânia e muito menos no Líbano, e já devia ter saído da Síria.
Ou seja, todos os que repetem “começou em 7 de outubro de 2023” estão a mentir e são, ou vítimas da propaganda nazi-sionista genocida, ou fazem parte do “polvo” de corrupção civil (por exemplo, as presstitutas pagas para mentir e manipular), ou de corrupção moral (por exemplo, quem acredita piamente na colonização da Mesopotâmia por homens brancos ocidentais, só porque são judeus).
Ou seja, estão a ser cometidos mais crimes contra a humanidade na Palestina ocupada diariamente, do que na guerra por procuração – já a caminho de 3 anos – dada aos nazis da NATO (EUA+vassalos), contra a Rússia.

Ou seja, andam à solta, na “democracia” liberal, monstros comparáveis a Hitler. E nenhum deles alguma vez será julgado como os outros foram em Nuremberga.
Ou seja, se há alguém que merecia sanções, bloqueio, isolamento, e ser levado de volta à idade das cavernas, são os países que vendem e até dão armas para que se continue um GENOCÍDIO, onde 99% das vítimas são civis, e onde 70% dos corpos despedaçados são de mulheres e crianças.
Ou seja, se alguém der um tiro no Biden, na Kamala ou no Blinken e companhia, no Trump, no Starmer, no Boris, no Sunak e companhia, no Scholz e na Baerbock, no Macron e na Meloni, na Leyen, no Stoltenberg e no Rutte, no Montenegro, no Marcelo e no Nuno Santos e companhia, e também nas presstitutas que fazem a propaganda desses porcos assassinos, isso não é um crime. É justiça. E eu adoro quando a justiça acontece.
Isto leva-me a outro ponto de discordância com o texto do Carlos Branco. É quando ele cita alguém que chama “sionismo fascista” a isto, por oposição a um alegado “sionismo liberal” supostamente benigno.
Porra! É preciso ser surdo e cego (mas não mudo) para, em 2024, não perceber que nazismo e genocídio, supremacismo branco e violação impune de direitos humanos, colonialismo e fascismo, são a base ideológica real do LIBERALISMO. Todo o paleio sobre “liberdade e democracia” é propaganda para enganar tolos. Liberalismo é o que está a passar-se em Gaza, em Kiev, e se passou no Vietname, Belgrado, Benghazi, etc.
Não existe uma diferença entre nazismo e liberalismo. Isto lembra-me uma notícia (omitida pelas presstitutas do nazi-sionismo genocida ocidental) sobre o Canadá há uns dias: queriam fazer um monumento para lembrar/homenagear as “vítimas da Rússia soviética”, mas quando foram ver os nomes dos cerca de 500 defuntos que queriam homenagear, constataram que mais de 300 dessas “vítimas” eram oficiais nazis (até mesmo das SS). Quando a notícia/escândalo se espalhou no Canadá, a construção do monumento não foi cancelada, foi suspensa até de corrigir o “mero lapso”.
Isto para lembrar que o Canadá é um dos líderes dos rankings da “Liberdade”, da “Democracia”, do Liberalismo em geral. É exatamente o mesmo regime que teve o Parlamento em pé a aplaudir um velhote das SS e, quando a coisa se tornou viral, em vez de pedirem desculpa, em vez de se demitirem, qualificaram às vozes antinazis como sendo “propaganda do Putin”.
Isto é o mesmo regime de todos os outros países do Ocidente: a mesma ideologia de todos os “democratas” liberais, desde a direção do Bloco de Esquerda até ao Chega, passando por todo o estrume do meio.
Isto é a mesma UE que proíbe a celebração do Dia Da Vitória – veteranos da Segunda Guerra até foram detidos pela polícia na Letónia! -, que compara o comunismo ao nazismo, que censura canais de notícias, que quer um “Ministério da Verdade” (tipo uma PIDE da UE/EUA), e que apoia descaradamente os nazis na Ucrânia (depois de passar décadas a apoiá-los às escondidas, ou a contratá-los para a máquina de terror da NATO). Isto é a ideologia da “democracia” liberal.
É só lembrar o seguinte: a tal da “Constituição dos EUA” que falava dos “homens iguais”, foi escrita durante a escravatura. Isto é a natureza dos regimes ocidentais, e infelizmente também de boa parte deste povo profundamente ignorante e racista, mas cheio de canudos universitários…
O facto de alguns países colocarem mulheres, jovens, negras e LGBT, à frente das câmaras e dos microfones, não muda a sua natureza. Apenas demonstra o quão maquiavélico o supremacismo branco se tornou. Mas a mim não me enganam. Estou vacinado contra a propaganda e manipulação. Sempre que vejo um Obama, sei que estou a olhar para um Hitler. E sempre que vejo uma Catherine Jean Pierre, sei que estou a olhar para o antigo homem branco que exterminou os nativos da América do Norte.
O racismo não acabou no Ocidente. Algo muito pior aconteceu: os pretos, latinos, etc, assimilaram completamente a ideologia do seu opressor. Agora chamam-lhe “progressismo”.
É por isso que quando veem um corpo de um bebé despedaçado em Gaza, repetem o que hoje diriam também Hitler, Goebbels, Himmler ou Göring: nós é que somos o lado bom, os outros são todos maus, por isso matá-los é justificado, é a defesa da nossa raça…
É isto o liberalismo. Nem mais, nem menos. É pior que o fascismo. Mas o que fazem estes nazi-sionistas genocidas no dia 25-Abril em Portugal? Colocam o cravo na lapela, e colocam-se de pé a aplaudir o discurso de um ditador nazi ucraniano que acha que glorificar os ucraNazis da antiga UPA/OUN e dos actuais Azov “é normal” – coloquei as aspas porque é uma citação do Zelensky! O palhaço que os liberais andaram a promover como o “campeão da democracia e da liberdade”.
É isso que estas duas palavras significam realmente na boca desta gentalha: nazismo, guerra, imperialismo, opressão, racismo, supremacia branca, colonialismo, mentira, violação dos direitos humanos, apartheid, massacres, invasões, tortura, terrorismo, sanções para provocar pobreza e fome, limpeza étnica, e um GENOCÍDIO em direto num campo de concentração com mais de 2 milhões de pessoas, 70% dos quais mulheres e crianças.
Por isso hoje digo com orgulho: sou antiliberal. Aliás, sempre fui, mas não sabia. E mesmo tendo a pele branca, posso também dizer com orgulho que sou mais preto do que o Obama.
PS: O Carlos Branco esqueceu-se também de dizer que o tal partido israelita que Einstein e Arendt compararam aos nazis, deu mais tarde origem ao Likud de Netanyahu, um partido que entretanto ganhou práticas e ideologia bem pior que o original, e é o mais votado pelos “inocentes” daquele projeto colonial racista e fanático religioso. O “Israel” é o JSIL (J substituindo a primeira letra do ISIL, sigla inglesa para “estado islâmico do Iraque e do Levante”) daquela região, tal como o jornalista do Greyzone uma vez disse: o Jewish State of Israel and the Levant.
Mas como essa explicação demora muito, eu prefiro ser mais direto: o “Israel” é uma ditadura colonial nazi-sionista, exterminadora de mulheres e crianças. Ou, como os liberais lhe chamam: “a única democracia do Médio Oriente”
Os Estados Bálticos foram vendidos pelos suecos a Rússia no Século XVIII. O Turquemenistão já era russo antes da União Soviética. Já Israel mata que se farta desde que toda a gente achou normal dar aquela gente a terra que alegadamente Deus teria dado a quem eles reivindicavam como seus antepassados.
Quem demandou a América e praticamente exterminou quem lá vivia também achava que estava já pela vontade de Deus.
Por isso o cartoon está certo e se não gostas podes ir ver se o mar da choco.
Apesar de uma escrita “radical” não podia estar mais de acordo.
E também ninguém da um pio sobre a fome desumana e repressão que vai na Argentina de El Loco.
Vai se ao Google e só meios de comunicação argentinos a explicar quais são os países da Europa para onde e mais fácil emigrar e onde terão mais possibilidades de conseguir nacionalidade de um país europeu.
Os presstitutos calam se porque quem os traz pela trela também lhes interessa que um dia tenhamos a tentação de votar num monstro desses “só para ver o que ele faz”.
Porque se não soubermos o pesadelo que foram os anos Bolsonaro mais para os ianomâmi mas também para os negros, os pardos e até os brancos que não encaixam mais facilmente cairemos num logro desses.
Se não soubermos o Inferno de fome em que a Argentina está transformada mais facilmente cairemos na tentação de ver o que podem fazer bandalhos como o Ventura e o Cotrim.
De resto, se eu alguma vez vir luzes no americanismo, fascismo, nazismo, sionismo, podem me cortar o pescoço que eu deixo escrito que fui eu que dei ordem.
Vao ver se o mar da megalodonte.
Podiam fazer um cartoon semelhante com um soldado soviético a ocupar os estados bálticos, ou o Turquestão, ou a esmagar a primavera de Praga!
Comunismo, capitalismo… duas correntes com as mãos igualmente sujas de sangue oprimido!
Mais preto acho que não sou, mas mais índio, sem dúvida.
Mais preto, mais índio, mais amarelo, mais tudo. Tudo, excepto supremacista branco, aka “democrata” liberal.
Por falar em índio, lembras-te dos massacres dos índios Yanomami na Amazónia por parte de madeireiros/garimpeiros apoiados por Bolsonaro?
Foi só há um par de anos! Mas na imprensa ocidental, é como se nunca tivesse acontecido.
A investigação por suspeita de genocídio está em curso.
Mas sabendo o que é a “justiça” no Brasil, deve acabar como a do assassinato político da Mariele Franco…
Mas do “genocídio” dos Uigures, que nunca aconteceu, as PRESStitutas ocidentais falam constantemente.
Faz lembrar a propaganda Ucraniana sobre o “genocídio” de Holodomor, onde acusam os Russos de matar Ucranianos à fome propositadamente, mas esquecem-se sempre de dizer que a catastrófica seca nessa região matou à fome também muitos Russos. A seca, os erros iniciais da reforma agrária soviética, e a decisão de muito porco capitalista/proprietário na altura, de queimar/destruir as colheitas só para não as terem de partilhar com os pobres que morriam à fome às vezes à porta das casas desses ricos.
E o ocidente gosta muito de propagandear esta treta, da forma mais aldrabona possível, sem nunca referir as fomes cíclicas nos países capitalistas nessa época, como a fome da batata na Irlanda, que levou 25% da população (mortos ou emigrados), e a fome causada pela Grande Depressão com filas de esfomeados esqueléticos nas ruas de Nova Iorque. Até há relatos de mães que vendiam filhos para comprar comida.
Os porcos capitalistas ocidentais e os nazis ucranianos nunca se lembra desta parte da história.
E por falar em indios, lembrei-me dos Indianos. Ou os habitantes de Bharat, que é como realmente se chama esse país. Tantos que foram exterminados pelo supremacista branco imperialista britânico, mesmo às ordens de Churchill.
E como é que a propaganda ocidental lembra Churchill? Lá está, só lembra a parte boa, da liderança da resistência contra os Nazis alemães. O racismo, o imperialismo, o belicismo (tinha um plano oara fazer guerra contra os Sociéticos assim que a Segunda Guerra Mundial acabasse!), o fascismo oligárquico tipicamente dos “gentlemen” britânicos, os massacres nos países ocupados pelo império, etc, nada disso é lembrado.
Mas assim que passamos a fronteira geopolítica entre Ocidenre colectivo, e o “resto” do Mundo (um “resto” que é +85% da população mundial, e cada vez mais!), vemos que na Rússia e na China ninguém faz reescrita da história. Todos lembram quer as partes boas quer as partes más do passado, dos Soviéticos do georgiano Stalin num caso, e dos primeiros tempos da revolução comunista de Mao no outro caso.
Num episódio de um programa de turismo, em que uma actriz britânica foi à China passear, até um engraixador lhe soube explicar isto, como se perante ela estivesse um sábio pofessor universitário: temos de lembrar o bom e o mau da história, porque o bom deve ser celebrado, e o mau deve-nos ensinar lições.
Mas nos regimes do ocidente, da “democracia” Liberal, não é assim. É propaganda, manipulação, mentira descarada, e reescrita da história. Tal e qual como os bons montrengos fascistas que eles são.
Por isso Hollywood andou tantos anos a chupar fundos públicos do regime para financiar filmes de cowboys, onde se imortalizou o “herói” (o supremacista branco, colonialista, genocida, racista) e o “vilão” (o ser humano indígena que nada mais fazia do que proteger-se da invasão).
Mais tarde vieram os filmes de propaganda sobre o “herói” que invadiu e esterminou no Vietname, Laos, e Camboja.
Vieram os filmes de reescrita da história da segunda guerra, que fazem de conta que a USSR não esteve lá, e que os “heróis” que falam inglês ganharam tudo no dia D.
Os filmes do Rambo sobre o “herói” do Pentágono ao lado dos “herois” Mujahideen (os Talibã).
Neste século vieram os filmes sobre os “heróis” que foram espalhar a “democracia e liberdade” nos territórios dos “terroristas”, desde a Líbia até ao Afeganistão, passando por quase tudo pelo meio.
Ah, quase me esquecia, os filmes sobre os “heróis” da NATO que se foram “dedender” dentro da Sérvia, ao lado dos “inocentes” Bósnios.
Até os filha da p*ta dos filmes dos “heróis” da Marvel têm propaganda da NATO/EUA.
E hoje em dia estamos na fase dos filmes e “documentários” sobre os “heróis” do UcraNazistão, ou do projexto colonical nazi-sionista chamado “israel”.
É um século inteiro de cowboys anglo-americanoa sempre “herois”, e sempre a lutar contra nativos, índios e outros, que são sempre is “vilões” ou os “terroristas”. Até em filhas da p*ta de séries de comédia esta propaganda entra de uma forma ou de outra. E enquanto a realizadora Leni Riefenstahl filmava as saudações romanas acompanhadas de ‘sieg heil’ e ‘heil hitler’, os “progressistas” de Hollywood filmam a bandeira USAmericana e/ou a farsa militar do porco imperialista genocida, acompanhadas de um ‘thank you for your service’, muitas vezes acompanahdo da treta ‘defending our freedom and democracy’.
E agora, a este rol de propaganda nazi, junta-se novamente o ‘slava ukraina’, tal como se escrevia e dizia entusiasticamente na Ucrânia ocidental no início dos anos 40: ‘slava ukraina, heil hitler’. Nessa altura, na Galícia (Lviv e arredores), o “índio” era o Polaco ou o Socialista.
Na África do Sul, durante o regime israelita (Apartheid) que lá existiu, o “índio” era o preto, até Mandela era “terrorista”. O “herói” era sempre o cowbow com pele branca e cabeça de supremacista.
Por isso, dizeres preto ou índio ou amarelo ou eslavo ou cigano ou indígena, etc, para mim, vai dar ao mesmo. Sou tudo isso e mais alguma coisa que me possa ter esquecido. Só nunca serei um nazi-fascista, isto é, um supremacista branco belicista genocida imperialista/colonialista que se auto-intitula “democrata” liberal residente num “jardim” rodeado de “selva”. Isso nunca!
Bom, concordo praticamente com tudo, e entendo as metáforas e o sarcasmo, o que quis dizer é que não me parece que o Obama não sinta na pele o preconceito de ser preto, digamos assim em linguagem simplória, mesmo sendo um cidadão norte-americano privilegiado, ao ponto de ter sido hiPOpoTamUS. Basta ver o que a alt-right e a outras correntes de extrema-direita mais sectária (Klu Klux Klan, etc) dizem dele (e sei que não é nenhum anjinho nem é o pacifista que o antecipado Prémio Nobel da Paz que lhe atribuíram mal foi eleito, sem nada feito que o diferenciasse de Bush e dos antecessores). Daí ter dito que mais preto não sou, e sim mais índio (uma variação da tua alegoria sarcástica).
O Obama foi uma espécie de “lavagem de imagem” do supremacismo anglo-saxónico e um amaciamento da política desenvolvida com o Patriot Act e outros instrumentos de política externa repressiva, um “cidadão do mundo convertido ao sonho americano”, e também para estimular a população afro-americana, e não só, a voltarem a ter esperança e a reverem-se na política americana.
A propaganda hollywoodesca já faz parte desse pacote, mas não podemos esquecer que também há bom cinema americano, e banda desenhada (comics), e música, e arte e literatura (John Steinbeck, para citar um nome). O McCarthyismo incidiu sobretudo sobre esse(s) meio(s), os seus criadores e artistas, foi um dos sectores da sociedade americana onde essa perseguição, esse sufoco e essa injustiça mais se sentiu. Por alguma coisa os meios mais reaccionários e conservadores o fizeram. Não me parece justo colocar todos os criadores e artistas americanos (e mesmo as suas personagens fictícias, ou recriações históricas) no mesmo saco de gatos, existem diferenças, e é óbvio que todos serão muito patrióticos e americanistas, cada um à sua maneira, faz parte da cultura deles, e nisso não posso ser tão entusiasta quanto eles.
Assim como não me sinto “americano”, não me sinto alemão, nem inglês, nem francês, nem espanhol, etc, mas sei observar e tento compreender a sua cultura e das suas criações, e tento formar opiniões consistentes sobre elas sem preconceitos e sem as tomar a todas por iguais ou a mesma coisa, e há coisas que gosto verdadeiramente de várias culturas diferentes da minha, e penso que isso me enriquece como ser humano, assim como há coisas que não gosto nem um pouco na minha cultura e isso também não é nenhum pecado ou errado, daí devermos dar espaço às pessoas para serem diferentes – tudo o que a extrema-direita, o nazismo, o sionismo, o fascismo não defende nem permite, recorrendo a todos os meios para o conseguir – propaganda, sabotagem, violência, engenharia social, arquitectura do caos, segregação, miserabilização. O dividir para reinar (“não estás connosco estás com eles”), o mentir, o iludir, manipular, subornar, torturar, massacrar, tudo isso não é defensável do meu ponto de vista, está errado, venha de que cultura vier.
Bom comentário.
“E como é que a propaganda ocidental lembra Churchill? Lá está, só lembra a parte boa, da liderança da resistência contra os Nazis alemães. O racismo, o imperialismo, o belicismo (tinha um plano oara fazer guerra contra os Soviéticos assim que a Segunda Guerra Mundial acabasse!).”
Chamava-se ‘Operation Unthinkable’. Mas mais “democrático e civilizacional” ainda era o plano americano que visava reduzir a União Soviética a pó com 400 bombas nucleares. Tal plano foi elaborado em 1949 e nessa altura a URSS não só não tinha uma única bomba nuclear como nem sequer tinha ainda feito o primeiro teste. Chamava-se o humanitário planozinho ‘Operation Dropshot’ e pode ser consultado aqui, no insuspeito ‘The Sun’:
https://www.thesun.co.uk/living/2268796/a-declassified-military-plan-reveals-how-the-usa-was-prepared-to-annihilate-the-ussr-with-terrifying-nuclear-force/
Um cheirinho:
“Along with 300 nuclear weapons, 29,000 high-explosive bombs were to be dropped on 200 targets across 100 Soviet towns.
The conventional bomb sites were reportedly chosen to wipe out almost 85% of the Soviet Union’s industrial capability in one stroke.
With Soviet industry crippled, the planners behind Operation Dropshot hoped they could beat off a full-scale Russian onslaught without needing to wage a bloody ground war.
Meanwhile, a further 100 nuclear weapons would be targeted to destroy USSR bombers before they could even take off, in order to prevent a devastating counter-attack.”
Sobre o modo como o imperialismo americano usa o cinema para lavar a cabeça aos borregos, um livro interessante:
https://www.amazon.com/National-Security-Cinema-Government-Hollywood/dp/1548084980
Um texto que o mundo deveria ler
Cresci a ouvir falar em terrorismo palestiniano. Terroristas palestinianos sequestraram um avião aqui, puseram uma bomba ali, mataram inocentes europeus e americanos, etc…, etc…
Se a minha família não fosse de esquerda eu nada saberia sobre o terrorismo israelita, sobre a invasão de milhões de crentes judeus vindos da América e da Europa massacrar e expulsar os palestinianos para aí se instalarem.
Tudo porque Deus teria dado aquela terra aos seus longínquos antepassados. Ou aqueles que eles reivindicavam como seus longínquos antepassados.
Cresci com os crimes hediondos de Israel mas eles eram sempre apresentados como resposta ao terrorismo palestiniano.
Nada me foi dito por esses presstitutos, durante décadas, sobre a naqba, sobre os assassinos que arrasavam aldeias a bomba.
Sobre os buldozes que removiam com eficácia restos de casas e os corpos calcinados dos seus habitantes. Sobre os assentamentos judeus que aí se instalavam onde durante muitos séculos tinham vivido outros.
Os israelitas sempre nos foram apresentados como uns coitadinhos, descendentes de gente massacrada em campos de concentração e rodeados de inimigos que combatiam com heroísmo.
Os maus eram sempre os outros, os que se tinham recusado a aceitar uma pretensa vontade de Deus e a abandonar a sua terra ou viver ocupados, escravizados.
No início da minha vida adulta tive de emigrar. As oportunidades eram poucas por aqui.
Por lá conheci um palestiniano que trabalhava como um mouro.
Um dia estava um colega a queixar se que estava roto de cansaço. Respondeu o palestiniano com todo o descanso, “o trabalho aqui e bom, faz se bem, trabalhar nos campos para os judeus, de sol a sol, isso sim e mau”.
Condições próximas da escravatura, outra vertente em que ninguém nos falava. Certo e que a frente do palestiniano ninguém mais se queixou do trabalho mesmo que estivéssemos com vontade de deitar literalmente a língua de fora.
A mim a ideia de trabalhar de sol a sol sob um clima inclemente assustava me. O calor para mim era simplesmente assassino. Recusei trabalhar na hotelaria por saber que não aguentaria o Verão. Por isso estava ali.Percebi que se tivesse nascido palestiniano talvez não tivesse sobrevivido aquela miséria, que se calhar nem precisava de uma bala israelita.
Sim, aquele homem tinha histórias de um sítio bem pior.
Sobre o terrorismo israelita fui aprendendo noutros lados, também por jornalistas que reconheciam em privado o que não lhes era permitido dizer as claras. Um bom par de copos desata línguas.
Sobre o terrorismo israelita nunca ninguém me disse nada.
Por isso levei algum tempo a entender que não era Israel que respondia ao terrorismo palestiniano mas o contrário.
O terrorismo, a invasão, a agressão, estavam do lado de Israel. Os palestinianos eram as vítimas que resistiam como podiam.
Para serem chamados de fanáticos e bárbaros. Pouca gente seguiu Freitas do Amaral quando ele referiu “a tragédia de um povo que já só consegue resistir suicidando se”.
Um povo massacrado por gente que “criminosamente acreditam que aquela terra lhes foi dada por Deus”.
Não sei o que e que chamariam hoje ao homem se ainda fizesse parte do mundo dos vivos e disssse uma coisa dessas.
Mas é essa a verdade. O crime está do lado de Israel. E os seus vizinhos estão do lado da resistência contra criminosos supremacistas.
Teem o direito de resistir e não serem enxovalhados por comentadeiros que certamente se fossem palestinianos não estariam vivos.
E o Ocidente, mais uma vez, está do lado do terrorismo e do crime.
Mesmo que esses criminosos estejam a destruir aldeias cristas no Líbano. Mesmo que a sua sanha atinja crentes de religiões que dizem seguir.
Estaremos sempre do lado de Israel, diz o senil Biden. A segurança de Israel e uma razão de estado, diz o sacana Scholz, enquanto a polícia espanca manifestantes contra o genocídio.
Estaremos sempre do lado errado.
Tudo isto e grotesco.
A tudo que escreveu apenas me surge acrescentar que a personalidade e integridade de cada um é forjada de acordo com a honestidade de tratamento e convivência do seu meio social e familiar. Nem todos podem ser forjados de modo sólido, fortes e lutadores por verdades que se vão descobrindo, principalmente quando o Estado se abstém do objectivo de proteger a formação de novas gerações cada vez mais sólidas de convicções de cooperação e não de exclusão e entrega essa tarefa a interesses privados. A utilização do poder (condicionador de acesso a bens materiais ou ao afecto de alguém), da religião pelo Estado para manietar, manipular raciocínios críticos do que observa, constata cada um conduziram à sujeição de muitos (demais representantes de partidos políticos e governantes) ao suborno e, por isso a que muitas verdades em Estados policiais não pudessem sequer ser sussurradas. Assim vivem e viveram muitos comunistas, como “leprosos” nos países controlados directa ou indirectamente pelos EUA.
Assino por baixo.
“trabalhar nos campos para os judeus, de sol a sol, isso sim e mau”.
Condições próximas da escravatura”
– isto é o relato dos Palestinianos “com sorte”. Os Palestinianos com (ainda mais) azar, ou têm colonos ilegais (os tais de “civis inocentes”) a apontarem-lhes metrelhadoras para impedir os Palestinianos de sequer apanharem azeitonas nas suas oliveiras que já tinham celebrado séculos de idade ainda antes sequer de algum maluco no Ocidente se ter sequer lebrado de inventar uma coisa chamada sionismo.
E outros vêm as SS Nazis, i.e. as IDF, a usarem bulldozers para destruir e barricar as estradas de acesso aos seus campos agrícolas.
Outros vêm os “democratas” israelitas a fazer muros, tão altos que até tapam a vista do horizonte, à volta das suas casas e aldeias e vilas e cidades na Cisjordânia, impedindo-os de irem sequer arranjar um trabalho caso não haja ganha-pão na sua zona.
Têm de passar por uma fronteira, arrisco dizer, ainda mais controlada que aquela entre a Rússia e a Ucrânia, têm de ver bem de perto o interior do cano de uma arma com a bala que os pode matar a qualquer momento, e se por acaso o nazi-sionista das SS (IDF) estiver mal humorado, o Palestiniano ou não passa e tem de voltar para trás para passar fome, ou é exterminado logo ali e post-mortem designado como “terrorista”.
Num documentário em que chorei, numa zona da Cisjordânia havia aulas de jornalismo de guerra para crianças Palestinianas! Ensinavam-nas a, perante as tais “operações stop”, muitas vezes feitas a quem vai simplesmente a andar na rua e não apenas a quem vai de carro, esconderem-se e filmar ao longe, e nesse documentário vi um exemplo de algo que garantiram acontecer FREQUENTEMENTE: ao nazi das IDF dá-lhe uma vontade de matar mais um, dá vários tiros no civil, e depois, para colocar “terrorista” no relatório, coloca uma faca na mão do cadáver para dizer que “o terrorista fez um ataque com faca”. Isto é filmado FREQUENTEMENTE por crianças na Cisjordânia!
Uma paicóloga dessa escola que falou para esse documentário, disse que muitas crianças têm stress pós-traumático e pesadelos constantes que lhes perturba o sono.
Uma dessas crianças, uma menina pré-adolescente, entrevistada nesse documentário, falou do que passa DIARIAMENTE para ir para a escola, e num dia quem fez o documentário filmou o percurso todo para ficar registado e ninguém poder negar.
Primeiro, tem de observar pela janela de casa se há israelitas num muro que fica mais alto do que a sua casa. Se estiverem, ela corre o risco de ser apedrejada. Por esse motivo, o pai construiu uma JAULA (com grades metálicas e completada com rede mais fina como nas capoeiras das galinhas, à volta de toda a casa!
Enquanto ela sai de casa e ainda está na jaula, mesmo assim corre o risco de levar com mijo ou cuspo.
Nessa parte superior do muro, os israelitas que o fazem são crianças e adolescentes na maioria. Mas também lá passam adultos, e tropas das IDF, que ajudam à agressão/humilhação em vez de cumprirem qualquer lei.
Depois de sair da jaula, desce pela colina (caminho de cabras em terra batida e pedras) até ao muro da vergonha, onde deixa de ver o horizonte.
Segue pela sombra do muro até ao checkpoint das IDF. O primeiro de vários.
Seguem se as provocações, insultos, ameaças, ódio, apalpões para as meninas, cuspo, e a “tradicional” metralhadora apontada à cabeça e a poucos centímetros da cara da criança Palestiniana.
Pode fazer todo o caminho para a escola assim, de checkpoint em checkpoint, ou pode fazer o desvio.
E o desvio, a certo ponto, é saltando para cima de um muro de um cemitério, e caminhar em equilibrismo para não cair, enquanto contempla as campas.
No ano desse documentário a zona onde essa família vivia ainda era Cisjordânia Palestina. Hoje, um dos ministros mais nazis de “israel” um tal de Smotrich, já fez o anúncio: os colonatos ilegais não vão a lado nenhum, os muros são para expandir, as agressões dos IDF são “defesa” para agravar ainda mais, e toda a Cisjordânia será eventualmente anexada, e quiçá ainda mais umas terras para lá do dio Jordão, i.e. uma invasão da Jordânia.
Foi esta a receita recompensa para os Palestinianos da Cisjordânia, por terem assinado os acordos de Oslo e de Camp David, por terem confiado na via diplomática da Autoridade Palestiniana do Mahmoud Abbas, por terem sido mansos e posto de lado as armas.
Já os Palestinianos de Gaza, como nunca deixaram de resistir, mantiveram 100% da Gaza que tinham durante as décadas a seguir a esses acordos dos Papestinianos da Cisjordânia.
E é por isso que agora o extermínio está a acontecer.
Um povo a quem tudo foi feito, nunca se ajoelhou, e luta e resistirá até ao último sopro, tal como o herói da humanidade, líder do Hamas, Sinwar, há dias morto numa residência civil por um tiro de tanque. Não estava escondido num bunquer como o Hitler de Jerusalém, Netanyahu. Sinwar estava na luta, na linha da frente, a dar o corpo às balas.
Ferido, entrou numa “casa”, uma ruína sem paredes. Por esse vazio onde antes estava uma parede, o drone espreitou, e o tanque disparou.
Os nazis publicaram o vídeo do seu assassinato. Os “democratas” LIBERAIS celebraram, desde Washington até Kiev, passando por Lisboa.
Para o lugar do Sinwar, há outros 2 milhões. Perder um porta-voz é da menor importância para uma resistência organizada horizontalmente como o Hamas. E por mais drones e tanques que lhes mandem para cima, os nazi-sionistas genocidas nunca poderão matar uma ideia: a ideia de verdadeira humanidade, de verdadeira liberdade.
É isso que os Palestinianos querem. Nem mais nem menos. Deixem-nos viver! Deixem-nos olhar o horizonte! Deixem-nos trabalhar! Deixem-nos or à escola! Deixem-nos sair da jaula e do campo de concentração!
Mas o nazi-sionista genocida imperialistas não deixa. Há que defender a “democracia e liberdade” até ao último pedaço de carne da ultima criança em Gaza. Há que completar o EXTERMÍNIO.
Ou como o nazi Marcelo Rebelo de Sousa disse: “vocês (Palestinianos) é que começaram”, subentendendo que *nós (supremacista branco) é que o vamos acabar*.
E se o lado que “o vai acabar”, não aceita a paz, não aceita a lei, não acwita o cessar fogo, não aceita os direitos humanos, e chama “defender a democracia e a liberdade” a um GENOCÍDIO, então é só fazer as contas, para saber como vai acabar.
O tal que dizia “é só fazer as contas”, já as fez:
1) A primeira conta, é que já está no 2° mandato, logo não precisa de ajoelhar mais para chupar até à re-eleição.
2) A segunda conta, é o número de trabalhadores da ONU que já foram assassinados em Gaza em brutais ataques Nazis contras campos de refugiados à porta de hospitais.
3) A terceira conta, é o número de capacetes azuis nos Montes Golã que já foram vítimas da máquina de extermínio dos nazi-sionistas.
4) A quarta conta, é o número de jornalistas assassinados (alguns em bombardeamentos às suas casas, quando jantavam com as famílias!), uma conta que vai a caminho dos 180.
5) A quinta conta, são os seres humanos exterminados em Gaza, um valor entre os 40 mil (confirmados pelo Hamas) e os 180 mil (estimativa de um grupo de médicos ocidentais).
6) A sexta conta, é o orçamento dos EUA e de outros países da NATO, i.e. da “democracia” LIBERAL, que tem sempre mais DEZENAS DE BILIÕES em armamento para continuar o HOLOCAUSTO de um povo semita.
7) A sétima conta, é a probabilidade do plano (dos EUA) de escalada da guerra para envolver o Irão poder resultar em breve, como desejado desde que o ditador assassino pró-EUA Reza Pahlavi foi deposto por uma revolução popular.
8) A oitava conta é o número de dias que faltam para a fome no Norte de Gaza, invadida, destruida, cercada e bloqueada sem sequer entrada de ajuda humanitária, começar a matar ainda mais do que as bombas já mataram.
9) A nona conta, é o julgamento que a história fará de Guterres enquanto secretário da ONU, o único secretário da Mundo que ganha mais do que um jogador de futebol de um clube milionário…
10) e a décima conta, é até onde as palavras de tal secretário podem ir, em nome da verdade e dos direitos humanos, sem o tal Guterres ser preso ou assassinado numa rua de Nova Iorque, por quem nós sabemos.
Feitas as contas, Guterres lá decidiu dizer, muito politicamente correcto, coisas como: “o 7 de Outubro não foi o início, não aconteceu num vácuo”, ou “israel está a violar a lei”, ou “estão a matar pessoal da ONU”.
Tal bastou para ser insultado pelo porco nazi-sionista presente na Assembleia Geral, e para ser considerado persona non grata no Reichstag em Jesuralém.
Agora imaginem se Guterres tivesse nascido com coragem para dizer a verdade por inteiro e sem olhar ao politicamente correcto. Estaria hoje na lista de “terroristas”, e amanhã acordaria morto após o seu cérebro ir de encontro a uma bala de caçadeira… tal e qual como os “acidentes” dos dois whistleblowers da Boeing.
Quem se mete no caminho dos nazis-sionistas genocidas, mais cedo ou mais tarde acaba como o herói Sinwar, ou como o tal rapaz, filmado por uma criança, a ser assassinado por um SS (IDF) e a ser-lhe colocada uma faca nas mãos do seu corpo já sem vida.
Sejam pessoas anónimas, conhecidas, organizações, ou países inteiros.
Por isso, convém que o Irão deixe de cometer o erro de colocar a decência do Islão à frente da realpolitik, e deixe de recusar desenvolver uma arma nuclear por considerar, ainda hoje, que isso é incompatível com o Islão. Desenvolvam-na o quanto antes!
É que quem comete um extermínio, comete dois ou três. E o supremacista branco ocidental já vai nas várias dezenas de extermínios. O do Irão seria “só mais um”.
E aqui, tenho de mandar um coice à Rússia. Essa guerra dos EUA contra o Irão (via proxy israelita) não seria o início da Terceira Guerra Mundial. Seria apenas mais uma na coleção do porco imperialista anglo-americano no chamado Médio Oriente alargado.
Nem a Rússia nem a China iriam em defesa do seu aliado na SCO e parceiro nos BRICS.
Não têm a coragem que os Soviéticos tinham.
A Rússia nem sequer a sua amiga Arménia (e aliada militar na CSTO) defendeu quando o Azerbaijão invadiu Karabakh para fazer uma limpeza étnica (com armas da NATO, enviadas via Turquia). É certo que Karabakh era de jure do Azerbaijão e não estava coberto pela defesa da CSTO, mas caramba, bastava à Rússia dar um murro na mesa, e em Baku borravam-se todos!
Portanto, nesse aspecto, podemos estar “descansados”. Não há Multipolarismo nenhum, nem qualquer fim à vista para a hegemonia imperialista genocida dos anglo-americanos. Muito mais provável é que o Irão acabe todo como Gaza, do que de vermos o início da Terceira Guerra Mundial. Estamos (ocidentais) descansados. O imperialismo nazi-sionista genocida vai continuar a espalhar “liberdade e democracia” à vontade, sem as bombas nos caírem em cima. Vão continuar a cair só em cima do homem que não é branco… Portanto, “está tudo bem”.