Eles mentem, eles trapaceiam, eles roubam. Eles bombardeiam e deturpam.

(Pepe Escobar, in Sakerlatam, 23/09/2024)

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É possível argumentar que a Noite de Retaliação Balística do Irão, uma resposta ponderada às provocações em série de Israel, é menos consequente no que diz respeito à eficácia do Eixo de Resistência do que a decapitação da liderança do Hezbollah.

Ainda assim, a mensagem foi suficiente para deixar os psicopatas talmúdicos em frenesi; apesar de todas as suas negações histéricas e da grande repercussão, o papel higiênico de ferro e o sistema Arrow foram de fato inutilizados.

O IRGC divulgou que a salva de mísseis foi inaugurada por um único Fatteh 2 hipersônico que derrubou o radar do sistema de defesa aérea Arrow 3 – capaz de interceptar mísseis na atmosfera.

E fontes militares iranianas bem informadas afirmaram que os hackers entraram em modo de ataque cibernético pesado para interromper o sistema Iron Dome pouco antes do início da operação.

O IRGC finalmente confirmou que cerca de 90% dos alvos pretendidos foram atingidos; a implicação era que cada alvo deveria ser visitado por vários mísseis, com alguns sendo intercetados.

É objeto de especulação aberta quantos F-35s e F-15s foram destruídos ou danificados em duas bases aéreas, uma das quais, Nevatim, no Negev, ficou literalmente inoperante.

A parceria militar entre Irão e Rússia – parte de sua parceria estratégica abrangente que será assinada em breve – estava em vigor. O IRGC usou o recém-fornecido bloqueador eletromagnético russo para cegar os sistemas de GPS de Israel e da OTAN – inclusive os das aeronaves dos EUA. Isso explica o Iron Dome atingindo os céus noturnos vazios.

Enquadrando a retaliação do Irão como um casus belli

Nada disso mudou substancialmente a equação da dissuasão. Israel continua a bombardear o sul de Beirute. O padrão continua o mesmo: sempre que são atingidos, os genocidas gritam de dor ou choramingam como bebês irritantes, enquanto sua máquina de matar continua funcionando – com civis desarmados como alvos privilegiados.

Os bombardeios nunca param – e não vão parar, da Palestina ao Líbano e à Síria, passando pela Ásia Ocidental, e levando à “resposta” Noite Balística do Irão.

O Irão está em uma posição geopolítica e militar extremamente difícil, para não mencionar a geoeconómica, ainda sob um tsunami de sanções. Obviamente, a liderança em Teerã está totalmente ciente da armadilha que está sendo preparada pelo combo sionista talmúdico-americano, que quer atrair o Irão para uma grande guerra.

Jake Sullivan, um dos pilares do combo Biden, que está realmente ditando a política dos EUA (em nome de seus patrocinadores), considerando a condição patética do zumbi na Casa Branca, praticamente explicou tudo:

“Deixamos claro que haverá consequências – consequências severas – para esse ataque, e trabalharemos com Israel para garantir que isso aconteça.”

Tradução: A Noite da Retaliação está sendo considerada um casus belli. EUA e Israel já estão culpando o Irão pela possível mega-guerra que se aproxima na Ásia Ocidental.

Essa guerra é o Santo dos Santos desde, pelo menos, os dias do regime de Cheney – duas décadas atrás. E, no entanto, Teerã, se assim decidir, já tem o que é necessário para arrasar Israel. Eles não o farão porque o preço a pagar seria insuportável.

Mesmo que os psicopatas talmúdicos e os zio-cons finalmente realizassem seu desejo, o que é uma possibilidade remota, essa guerra, depois de uma campanha de bombardeio devastadora, só poderia ser vencida com a presença maciça de botas americanas no solo. Seja qual for a interpretação que se faça do Think Tanklândia/pântano da mídia controlado pelos zio-con, isso não acontecerá.

E a Marcha da Insensatez continua ininterrupta: o Projeto Sionista, um abraço mortal entre EUA e Israel, contra o Irão. Mas com um grande diferencial: o apoio da Rússia e, mais à retaguarda, da China. Esses três são a principal tríade do BRICS. Eles estão na vanguarda da tentativa de construir um mundo novo, justo e multinodal. E não é por acaso que eles são as três principais “ameaças” existenciais ao Império do Caos, da Mentira e da Pilhagem.

Com o Projeto Ucrânia indo pelo ralo da História, além de enterrar de vez a “ordem internacional baseada em regras” no solo negro da Novorossia, a verdadeira frente principal da Guerra Única, a nova encarnação das Guerras Eternas, é o Irão.

Paralelamente, Moscovo e Pequim têm plena consciência de que quanto mais o Excepcionalistão se atolar na Ásia Ocidental, mais espaço de manobra eles terão para acelerar o esvaziamento do Leviatã instável.

Gaza-no-Litani

O Hezbollah tem um período muito difícil pela frente. Os recursos – especialmente o fornecimento de armas e equipamentos militares, através da Síria e por via aérea do Irão para o Líbano – se tornarão cada vez mais escassos. Compare isso com a cadeia de suprimentos ilimitada de Israel a partir do Excepcionalistão – sem falar nas toneladas de dinheiro.

A inteligência de Israel está longe de ser ruin, pois os comandos entraram profundamente, em segredo, no território do Hezbollah para coletar informações sobre a rede de fortificações. Quando – na verdade, se – eles chegarem a áreas povoadas no sul do Líbano, haverá demência de bombardeios e artilharia pesada contra áreas residenciais.

Essa operação poderia muito bem ser chamada de Gaza no Litani. Ela só acontecerá se a complexa rede do Hezbollah no sul do Líbano for rompida – um grande “se”.

Jeffrey Sachs, com todas as suas boas intenções, foi o mais longe que pôde para caracterizar os israelenses como terroristas extremistas da supremacia judaica. Praticamente toda a Maioria Global agora está ciente disso.

O que vem a seguir no planeamento talmúdico-zio-con pode incluir uma terrível bandeira falsa, possivelmente após a eleição presidencial dos EUA, por exemplo, em um navio da OTAN ou em tropas dos EUA no Golfo Pérsico, para prender o novo governo na guerra há muito planejada dos EUA contra o Irão. Dick Cheney terá um orgasmo – e morrerá.

Faltam menos de três semanas para a cúpula do BRICS em Kazan, sob a presidência russa. Em nítido contraste com o genocídio e as guerras em série na Ásia Ocidental, Putin e Xi estarão de portas abertas em nome do BRICS+, dando as boas-vindas a dezenas de nações que estão fugindo do Ocidente coletivo como uma praga.

A Rússia agora está apoiando totalmente o Irão – e, assim como na Ucrânia, isso significa que a Rússia está em guerra com os EUA/Israel; afinal, o Pentágono está abatendo diretamente os mísseis iranianos, enquanto Israel é o estado preeminente de fato dos EUA, totalmente apoiado fiscalmente pelos contribuintes americanos.

A situação fica mais complicada a cada minuto. Imediatamente após uma reunião muito importante entre Alexander Lavrentiev, enviado especial de Putin para a Síria, e Ali Akbar Ahmadian, secretário do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, Tel Aviv entrou em demência total – o que mais – e atacou armazéns das forças russas na Síria.

Houve uma resposta conjunta da defesa aérea da Rússia e da Síria. O que isso mostra é que os psicopatas talmúdicos não só estão obcecados em cuspir fogo contra o Eixo da Resistência, mas agora também estão indo atrás dos interesses nacionais russos. Isso pode ficar muito feio para eles em um piscar de olhos – e é mais uma ilustração de que o nome do (novo e mortal) jogo é EUA/Israel vs. Rússia/Irão.

Fonte aqui.

5 pensamentos sobre “Eles mentem, eles trapaceiam, eles roubam. Eles bombardeiam e deturpam.

  1. Já fizeram tabua rasa do direito internacional quando encheram a América Latina de ditaduras fascistas, quando aqueceram as costas a duas ditaduras ibéricas, quando lançaram sobre a Rússia um bêbado sem prestimo, quando destruíram Afeganistão, Iraque, Libia e Síria e por aí fora.
    O direito internacional para esta gente sempre foi uma anedota, um monte de palavreado sem sentido para usar quando dava jeito.
    Há mais de dois anos que apoiamos nazis numa guerra contra um vizinho. Nazis que só não fazem o que Israel está a fazer porque o adversario e outro. Nazis que agora exultam porque enquanto levam porrada no Donbass conseguiram atear um fogacho num terminal petrolífero na Crimeia e garantem que detiveram mísseis hipersonicos russos sobre Kiev. Quando toda a gente sabe que os mísseis hipersinicos são impossíveis de travar e foi por isso que os fanáticos messiânicos viram 20 caríssimos F 35 ir para o galheiro, entre outros estragos.
    Mas os nossos presstitutos acreditam nisto, ou fingem que acreditam porque as contas teem de se pagar e o emprego faz falta.
    Quem apoia nazis pode muito bem apoiar o maior bando de homicidas fanáticos messiânicos que Israel já teve a mandar.
    Não que Israel não ande a fazer disto desde que achamos boa ideia dar lhes uma terra onde já havia gente porque Deus lhes teria dado essa terra não sei há quantos anos.
    Não e de hoje que esta cambada se esta nas tintas tanto para o direito internacional como para os mais elementares direitos humanos.
    Simplesmente agora é tudo muito mais sordido e até mete censura.
    Um partido político instalou cartazes a pedir o fim do genocidio tendo uma bandeira da Palestina como pano de fundo.
    Em metade desta Europa muito democrata esse partido estava a ser chamado a pedra e formalmente acusado de antissemitismo.
    Ontem em Berlim uma manifestação contra o genocídio foi atacada por uns tais sionistas ditos de esquerda anti fa que se intitulam anti alemães ante a indiferença da polícia.
    Se até já podemos ser atacados por bandalhos sionistas sem que as autoridades façam nada ao mesmo tempo que nos atacam como antissemitas se os criticamos e nos manifestamos contra eles isto está mesmo tudo lixado para não dizer pior.
    Mas já há muito que esta gente se está nas tintas para o direito internacional.

  2. A russia e a china têm obrigatoriamente de se colocar JÁ em campo no auxiliio ao Irao, para contrapor a nto que est´ao lado de israel. e mais uma vez o eixo do mal, a nato está no lado errado, está a dizer ao mundo que está implicitamente ao lado do crime, do terror, do genocidio e do holocausto. Quem diria que naçoes que se dizem democratas e preocupadas com o direito e a lei internacional faça tábua rasa destes valores. É bastante triste este mundo de hoje.

    • A NATO não está do lado errado, a NATO É o lado errado.

      Não é possível estar do lado certo enquanto se estiver numa organização militar OFENSIVA que nada mais é do que a forma de os EUA tornarem toda a Europa no seu vassalo e num campo de guerta por procuração.

      Se não se cumpre a Constituição de Portugal, então está na hora de uma revolução em Lisboa.

      A Constituição diz que Portugal deve ser contra o colonialismo e o racismo, as 2 características base do Apartheid de “israel” que comete genocídio e limpeza étnica na Palestina cada vez mais ocuoada.
      No entanto, o regime viola a Constituição e está do lado dos colonizadores racistas e assassinos.

      A Constituição diz que Portugal deve ser militarmente neutral, tal como Suíça, Áustria, Irlanda, Mongólia, Turcomenistão, etc.
      No entanto, o regime viola a lei fundamental e está ao lado dos criminosos de guerra belicistas que destruíram a Sérvia e a Líbia, e também destruíram muitos outroa países e assassinaram MILHÕES de seres humanos, mas aí sem usar a insígnia da NATO de forma oficial…

      A Constituição diz que a censura deve ser proibida.
      No entanto Portugal censura os canais de NOTÍCIAS da Rússia, ao mesmo tempo que difunde os canais de MENTIRAS do império genocida ocidental com capital em Washington, incluaive o i24 que diariamente promove abertamente o genocídio dos Palestinianos.

      A Constituição diz que a o jornalismo em geral e a RTP em particular têm o dever de garantir qur os Portugueses sabem a verdade.
      No entanto é só presstitutas a repetir mentiras e propaganda todos os dias, e em nenhum lado se mostra ou defende o trabalho verdadeiro de reais jornalistas como o Bruno Amaral de Carvalhoe.

      A Constituição diz que Portugal deve ser independente, soberano.
      No entanto, Portugal obedece a não-eleitos em Bruxelas e Franfurt e Londres e Washington. Até para aprovar uma mudança do IVA na electricidade para os mais pobres é preciso pedir autorização e só depois se pode discutir isso no Parlamento.
      Mas venha qualquer ordem da ditadora de Bruxelas, e ai de quem não obedeça. Nem se pode discutir sequer, que é-se logo acusado de pecado contra a igreja do EUropeísmo.

      A Constituição diz que os votos devem todos valer o mesmo, no entanto alguns eleitores do PS e PSD elegem mais deputados com os seus votos (às vezes alguns são até eleitos pelo Método d’Hondt na prática sem voto nenhum), enquanto que outros partidos vêem os seus votos atirados ao lixo e a sua percentagem de deputados no Parlamento muito mais baixa do que a percentagem de votos no total nacional.
      Chamar a isto “democracia representativa” é como chamar “virgem santa” a uma actriz porno que faz cenas de gang bang…

      Portugal merecia uma revolução.
      Mas já não há Capitães nesse país.
      Só há soldados da NATO, a falar inglês nas missões de treino, às ordens de instrutores anglo-americanos, a serem mentalmente programados para matar em nome do império fo Uncle Sam, enquanto fazem amizades com Ucranianos que glorificam o Nazismo, ou israelitas que praticam o genocídio.

      Se calhar, vai mesmo ser preciso os soldados portugueses irem morrer longe, em massa, numa trincheira no Donbass ou Galileira ou Taiwan, de forma a que também este regime mude.
      É bom lembrar que se não fosse a guerra do Ultramar, ainda hoje os portugueses estariam a fazer saudações ao senhor doutor e a meter a mão ao peito com camisas da mocidade portuguesa…

      E tudo isso foi compatível com a NATO.
      A NATO foi o seguro de vida de Salazar.
      Os países núcleo da NATO (EUA, Reino Unido, e França) foram quem deu à PIDE o know how para a perseguição política e os métodos de tortura!
      E é a NATO quem apoia Nazis na Ucrânia, genocidas em “israel” (i.e. na Palestina ocupada), e se prepara para acarinhar a adesão/anexação da ditadura da Moldávia à UE (que, como se sabe agora, não passa de um instrumento para garantir o financiamento do Complexo Militar Industrial do império genocida anglo-americano e nazi-sionista.

      É esta a natureza da NATO. É invadir o Iraque e assassinar 1 milhão de humanos, dos quais meio milhão de crianças, e dizer sem vergoha alguma que “valeu a pena” e “foi em nome da liberdade e democracia”.
      Repito como comecei: não é a NATO que está no lado mau. A NATO É o lado mau. Foi por isso que o ditador fascista Salazar foi um dos seus co-fundadores em 1949. Se a NATO fosse coisa boa, esse regime português não teria sido seu membro, e a Assembleia Constituinte de 1975 não se teria dado ao trabalho de escrever o tal artigo, tornado lei fundamental em 1976, sobre a necessidade de fazer de Portugal um país neutral, fora de qualquer bloco militar.

      Mas se fores à rua em Portugal fazer um vox populi, 95% não sabem do que é que eu acabei de falar. Apenas sabem repetir o que o Pavlovianamente lhes foi gravado no escassa massa cinzenta: “aliança defensiva”, “democracia e liberdade”, “ai ai os Soviéticos”, “Azov bons, Putin mau”, etc
      Os que se tornaram imunes à propaganda do regime e sabem mais que isso, são apenas um número em torno de 5%. Não me refiro a números inventados nem a uma percepção minha. Refiro-me à sondagem com a pergunta “quem é o principal culpado da guerra na Ucrânia”. Só cerca 5% souberam dar a resposta certa: NATO, EUA.

      E isto não é sequer debatível. Isto é um facto. Os EUA até tiveram a hubris de o anunciar publicamente há muitos anos, pela voz do seu Zbigniew Brzesinsky ainda no final do século passado, que o objectivo era alargar a NATO até cercar a Rússia, e depois fazer exatamente o que está a ser feito: uma guerra por procuração, com carne para canhão de um ou vários países do leste, e com armas e dinheiro dos países ocidentais, de forma a agredir a Rússia.
      E em 2019 tiveram (a RAND Corporation, think tank ligado ao Pentágono, onde se dá tacho a quem contribuiu para os objectivos da NATO/imoério dos EUA) o descaramento de publicar o plano com todas as guidelines/instruções passo a passo sobre como fazer esta guerra, acabar com o Nordstream, aplicar sanções à Rússia, fazer também golpe na Bielorrússia, e espalhar o caos no Sul do Cáucaso (a guerra e limpeza étnica em Karabakh, com os Azeris a usarem armas da NATO entregues pela Turquia) faz parte disto.

      Graças à NATO/EUA, o Mundo tem agora um Afeganistão controlado por maluquinhos Talibã.
      Se dependesse da Rússia/União Soviética, o Mundo teria ali um país normal da Ásia Central.
      Mas a NATO/EUA/Capitalismo Ocidental são uma e a mesma coisa. Em nome dos seus interesses e más intenções, preferiram radicalizar Mujahideens, dar armas a terroristas, e até promover “herói” Bin Laden, do que deixar aquele país seguir o seu próprio rumo.

      O mesmo no Vietname, Laos, Camboja, etc, etc, etc. Países inteiros destruídos, milhões e milhões de humanos assassinados (as estimativas desde 1945 andam entre os 20 e os 30 milhões) ora pelas armas ora pelo terrorismo económico chamado “sanções”.

      John Bolton, um porco imperialista dos EUA que durante a era Bush promoveu a destruição do Iraquez e durante a era Trump tentou promover a invasão da Venezuela, definiu assim as sanções, passo a parafrasear:
      “o objectivo é provocar a pobreza e a fome naquelas pessoas, e convencê-las a virarem-se contra o próprio governo”.
      De cada vez que uma presstituta ou um político da UE/EUA falam de Cuba, Irão, Venezuela, e dos “problemas económicos” e dos “regimes malvados”, é isto que estão realmente a defender. Genocídio.

      Genocídio aqui, milhões de mortos ali, milhões de esfomeados acolá. Isto é a natureza sa NATO. Porque a NATO não é uma aliança defensiva da Europa. É um instrumento do imperialismo anglo-americano. E desde SEMPRE, este imperialismo se baseou na supremacia branca (veja-se o Apartheid na África do Sul), no genocídio (veja-se a Palestina, ou a ocupação da América do Norte e extermínio das várias nações nativas), e na imposição do poder pela força um pouco por todo o Mundo. Veja-se a guerra pelas Malvinas/Falkland ou o que Ghandi e os Indianos tiveram de passar para deixarem de ser colonozidos pelo império.

      E quek fala da NATO e da UE, fala da Frontex e do ICC também.
      A Frontex, polícia fronteiriça da Europa, recebeu mundos e fundos para comprar veículos de guerra e armas, e entretém-se a disparar metralhadoras na direção dos barcos dos refugiados. E que refugiados? Aueles do Norte de África e Médio Oriente, que fogem da destruição e pobreza causada pelo império anglo-americano e francês (neste caso no Sahel e Sahara).
      E o ICC (International Criminal Court, ou Tribunal Penal Internacional), nunca emitiu um único mandato de captura por nenhum criminoso de guerra e assassino ocidental, como Bush, Blair, Obama, etc, nem sequer emite um mandato contra um genocida em directo, Netanyahu e companhia nazi-sionista, nem contra os nazis ucranianos que bombardeararam civis desde 2014. Apenas emitiu um mandaro contra o Putin.
      Nas palavras de um político da UE/NATO cujo nome não me recordo, esse “tribunal” não serve para castigar ocidentais, só serve para castigar os outros.
      É também edta a visão de Borrel e companhia quando chamam “jardim” ao que está dentro da UE, e “selva” ao que está do lado de fora.

      A natureza da NATO e deste regime ocidental em que vivemos, é o próprio mal. O regime é o império genocida de guerra permanete (forever wars) dos anglo-americanos, com os EUA como dono hegemónico do Mundo. Por isso Biden disse assim há uns meses: “eu estou ocupado a liderar o Mundo”.

      Se uns lideram, os outros seguem cegamente ou obedecem ajoelhados. É isso que Portugal é dentro da UE e da NATO. Um vassalo sem orgulho, nem dignidade, nem carácter, nem qualquer valor a não ser aquilo que o orçamento aprovado por um ditador em Bruxelas (Comissão) e outro em Frankfurt (BC€) aprovam para o orçamento da “defesa”, i e. o valor roubado aos contribuintes manipulados, usado depois para garantir o lucro dos donos do império, a oligarquia dona do Complexo Militar Industrial, que com o seu poder/dinheiro, é quem escolhe e financia os dois palhaços que discutem um com o outro sobre nada numa farsa chamada de “eleições”.
      Seja a Kamala ou o Trump, o imperialismo assassino continuará, a colaboração com nazis e terroristas continuará, o genocídio continuará, e o sistema económico de desigualdade pornografica continuará.
      Se uma abana uma bandeira arco-íris, e se o outro segura na Bíblia, isso é só para iludir.
      Nada disso muda o que quer que seja na natureza do império e da sua organização ofensiva nazi-fascista genocida e terrorista chamada NATO.

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