A propaganda imperialista e a ideologia da “esquerda” ocidental

(Gabriel Rockhill, entrevistado por Zhao Dingqi, in Resistir, 12/01/2024)

Considero esta entrevista de leitura obrigatória para quem se considere politicamente de esquerda. Desfaz todos os mitos que os aparelhos ideológicos e culturais do Ocidente têm vindo a criar para desvanecer as lutas sociais e a contestação.

Depois de a lerem, podem tentar responder a várias perguntas:

1) Acham que vivemos em democracia?

2) Acham que existe liberdade de imprensa?

3) Acham que existe liberdade de expressão?

4) Acham que as chamadas “causas fracturantes” abalam o sistema e devem ser a pedra angular da acção política?

Boa leitura.

Estátua de Sal, 13/01/2024

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4 pensamentos sobre “A propaganda imperialista e a ideologia da “esquerda” ocidental

  1. Todas as sociedades são governadas por aqueles que demonstram maior capacidade de predação. É o legado de milénios de seleção natural, que os colocou no topo da pirâmide hierárquica pelo facto de os humanos viverem em matilhas, como os lobos, os leões ou as hienas. Os desenvolvimentos tecnológicos e científicos desafiam continuamente os paradigmas estabelecidos, e são contrariados pelo establishment assim que são susceptíveis de pôr em causa o seu domínio sobre o resto da população. Numa altura em que se assiste aos massacres de 7 de outubro e de Gaza, é imperativo para a sobrevivência da nossa espécie que o obscurantismo não impeça a sua evolução para a liberdade, a justiça e a igualdade, e só a liberdade de expressão pode garantir que qualquer “verdade”, por mais perturbadora que seja, possa ser expressa nas nossas sociedades primitivas.

    A liberdade de expressão é uma grande mentira. Simplesmente não existe. Existia certamente nas sociedades primitivas, na medida em que as opiniões e as crenças eram divulgadas localmente, dentro das barreiras geográficas e utilizando as línguas locais. Mas as sociedades são estruturadas, hierárquicas e têm uma língua comum dominante. As opiniões e crenças dominantes são as da classe que detém o poder económico e na qual todos se vêem obrigados por um simples instinto de sobrevivência. As minorias que a sociedade pode engendrar são aquelas que ela rebaixa ou exalta. Os pontos de vista e as opiniões da minoria desvalorizada não interessam a ninguém, porque não podem ser ouvidos e não têm voz. Por outro lado, quando a minoria está na ribalta, todas as suas fabricações são tomadas como verdadeiras, pelo simples facto de se encontrar no topo da pirâmide social.

    A “tal” liberdade de expressão em Portugal tem dois pesos e duas medidas. Quando se diz algo contra os católicos ou os muçulmanos, é liberdade de expressão, mas quando se diz algo contra os judeus, deixa de haver liberdade de expressão e passa-se a ser culpado de antissemitismo!

    Que hipocrisia e ironia quando vemos todas as ações destes activistas e wokistas que fazem “movimentos” para impedir a expressão de opiniões que os incomodam, verdadeiros adeptos da censura. O seu comportamento é tão ou mais fascista do que o daqueles que criticam e querem silenciar.
    Teria gostado de ver exemplos de desrespeito pela liberdade de expressão vindos dos simpatizantes ideológicos e políticos… basta ir às universidades, tornou-se a política do pensamento único e aqueles que se opõem são amordaçados.

    A invenção do sujeito, essa ilusão nascida com o desenvolvimento da burguesia, faz supor a liberdade de ação e de pensamento. Ela é perpetuada contra a antropologia e as ciências sociais no seu conjunto desde o início do século XX. Esta ilusão é necessária para perpetuar o sistema, ou seja, para ocultar as relações de produção capitalistas: É através dos seus patrões que os trabalhadores aprendem que são donos da sua própria vida e, em particular, da possibilidade de votar para decidir o mundo em que pretendem viver. Esta ilusão subjectiva é um dos pilares da alienação: o trabalhador “esquece” que está desapossado do seu trabalho e do produto do seu trabalho, que a força social que representa é propriedade do capital, ao qual se vende. O trabalhador vende o seu capital (a sua força de trabalho) a capitalistas suficientemente desprezíveis para o obrigarem a destruir a sua própria vida, a sua liberdade e a possibilidade de pensar fora do paradigma. O sistema de acumulação e de concentração capitalista mundial é feroz e não se detém perante nada para conservar o poder.

    Estamos mais preocupados do que nunca. Estará a opinião pública consciente do avanço progressivo de uma sociedade disciplinar, do controlo digital total, do fim das liberdades, da intimidade, da soberania sobre o próprio corpo, com a OMS a poder decretar qualquer injeção, por exemplo, graças ao tratado global sobre a pandemia que está a ser assinado? Porque é que a imprensa já não desempenha o seu papel de informação e de debate? Porque é que a esquerda e o centro estão ausentes destas questões de liberdades fundamentais? É tão terrível como assustador!

    As liberdades públicas, nomeadamente a liberdade de expressão, tendem sempre a ser discretamente postas em causa pelo Estado. Isto é particularmente verdade na Internet, onde a expressão é ameaçada por mecanismos que são insidiosamente postos em prática com a indiferença dos nossos meios de comunicação social (que deveriam estar atentos a um espaço onde estão presentes e estarão cada vez mais) e do público em geral. Um exemplo: fiquei triste quando baniram o Russia Today do Youtube. Não que eu fosse procurar informações neste canal, mas pela primeira vez, enquanto cidadão, foi-me negado o acesso a um meio de comunicação que o resto do mundo pode consultar. Sei que a decisão foi anunciada pela Comissão Europeia, mas esta não tem autoridade para decidir o que um Estado-Membro pode ou não autorizar em termos de acesso à informação. Foi o Conselho dos Presidentes que chegou a acordo. Mas, repito, continuamos a viver numa democracia, com controlos e equilíbrios eficazes. Estou a pensar nos activistas de regimes efetivamente autoritários, para os quais a simples palavra “liberdade” pode significar anos de prisão.

    Dividir a opinião, estigmatizar um lado e outro, para manter o Poder e fazer o que se quer para si. É uma estratégia que tem sido cultivada e explorada desde literalmente “o início dos tempos”. Espero que no século XXI os cidadãos sejam mais inteligentes do que aqueles que detêm o poder eleitoral.

    Que raio é a “democracia”? Será que ela existe?

    A partir do momento em que utilizamos a palavra “democracia” para descrever a nossa forma de governo, seja ela americana, alemã ou Portuguesa, estamos a mentir. A democracia só pode ser uma ideia reguladora, uma bela ideia pela qual nos apressamos a batizar uma grande variedade de práticas. Estamos longe disso, mas temos de o saber e de o dizer” .

    “Somos vítimas de um uso incorreto das palavras. O nosso sistema (as ‘democracias’ ocidentais) não pode ser chamado ‘democrático’ e descrevê-lo desta forma é grave, porque impede a realização da verdadeira democracia, roubando-lhe o seu nome”.

    “A democracia é o nome roubado de uma ideia que é violada todos os dias”

    Etc ….

    E isto é tanto mais verdade quanto esta pseudo-democracia é duplamente enfraquecida pela godilotacracia e pela maioritairocracia, como se um erro se tornasse benéfico quando é aprovado por mais de 50,01% de nem sequer a totalidade dos recenseados mais ou menos alfabetizados económica, política e culturalmente.

  2. Quanto ao nosso circo em termos de política externa nada vai mudar. O nosso Governo foi de uma diligencia extrema no assunto apoio à Ucrânia. Tivemos o grotesco palhaço que ilegalizou partidos, prendeu, matou e entregou opositores a Rússia a discursar na sessão solene do 25 de Abril. Só o partido do mofo teve tomates para abandonar a sala quando o traste falou.
    Tivemos o nosso primeiro ministro a rumar a Kiev prestando vassalagem ao grotesco palhaço dando lhe 250 milhões de euros que miuta falta faziam aos nossos quatro milhões de pobres. Tivemos o nosso presidente da República a repetir na Ucrânia o grito dos banderistas.Demos a Ucrânia os poucos tanques operacionais que tínhamos. Até cuecas camufladas para as meninas mandámos.Fomos irrepreensíveis.
    No genocídio em curso na Palestina nada a apontar a nossa prestação. Participamos nas romarias a Tel Aviv, governantes falaram no direito de defesa de Israel, com alguns tímidos apelos a contenção, fica sempre bem, a bandeira medonha do genocídio flutuou no Castelo de São Jorge e iluminou a Assembleia da República. O Presidente da República insultou nos ao dizer que somos todos israelitas. Va lá chamar genocida e racista a quem queira. Cereja no topo do bolo, nenhuma voz se levantou em defesa do secretário geral da ONU nosso compatriota e vilmente enxovalhado pelos genocidas. Como se vê, aqui também nada que possa ser repreendido pelos donos do Ocidente.
    Taiwan vai pelo mesmo caminho. Já se ladra com a ameaça chinesa e se propõe restringir os negócios com a China.
    Por isso a nível de política externa ninguém poderá fazer pior, até porque não temos recursos para isso.
    A nível interno é que o circo vai pegar fogo. Se agora temos quatro milhões de pobres somos capazes de ao fim de quatro anos termos só dois porque quem pode emigrar emigrou e outros morreram a fome. A população total talvez ronde os seis milhões. Com a sede de vingança com que eles estão vai correr mal para muita gente. Mas se temos uma gente que sonha com não pagar impostos e mandar os ciganos para campos de concentração nos campos do Alentejo não há nada quem se possa fazer. Quem tem pernas para fugir que fuja. Mas no dia 10 de Março, se houver pernas para andar, vou votar. Não há de ser com o meu voto ou a falta, dele que a tripla topo giggio/cabelo lambido/chunga ex comentador desportivo se senta lá.

  3. Acho que em Taiwan não nos vai dar para esticar muito a guerra. Só nos vai servir para falar mos mal da China, lançar mos sanções, cantar mos talvez canções, acendermos velas em solidariedade nas noites. Como quando, corria o ano de 1981,se não me engano, fomos instados a por uma velinha nas janelas em solidariedade com a Polónia e o Less Walessa, que acabou como um bêbado sem préstimo que vive de vender autógrafos a turistas. Por coincidência, nessa noite até faltou a luz no sitio onde eu então vivia. Terra onde muita gente era bem de esquerda, migrantes do Alentejo e Algarve e nos estávamos nas tintas para o walessa. Eu tinha pouco mais de meia dezena de anos mas já merecia certamente cadeia segundo os defensores da democracia liberal. Todos nós rimos com a velinha.
    Também haverá velinhas sobre Taiwan e altares com fotos de bombardeamentos as portas de sedes de partidos que não engoliram a arara, com mofo ou sem ele.
    Mas Taiwan não é uma pais maior que Alemanha e Inglaterra, uma grande estepe. Não tem uma zona a Leste que interesse não deixar que lhes aconteça o que está a acontecer aos palestinianos. Tudo o que a China tem de fazer é bombardear. Ou simplesmente deixa Los estar por ali até se cansarem de ladrar. Com a devida defesa das zonas costeiras não vá lá cair um míssil made in USA sobre populações civis. De uma pequena ilha não pode sair uns armada invencível capaz de destruir a China, não podem sair bombas que consigam arrasar grande parte do território. A população de Taiwan não é suplantada pela China numa reles proporção de um para três como era a ucraniana pela Rússia antes da guerra. É impossível esta gente sonhar com uma grande guerra de desgaste. Teriam de entrar em guerra aberta com a China mas esse risco não vão correr. O risco correrá todo por conta dos burros Taiwaneses como na Ucrânia lhes vamos dando as armas mas o risco corre todo por conta dos ucranazis e de militantes de extrema direita que para lá mandamos. O que ate nos dá jeito, quanto mais aspirantes a Breivik deixarem a vida nas estepes ucranianas melhor. Agora numa ilha é muito mais complicado mandar para lá, esses reforços, especialmente depois da guerra começar. Alguém está a ver a China a deixar os portos e aeroportos de Taiwan operacionais para que possamos impunemente mandar homens e armas e fazer as romarias que fazemos a Kiev.
    A única coisa que conseguirão fazer é destruir a imagem da China junto dos vassalos, que o resto da malta já nos conhece bem e não nos compra. E causar algum prejuízo económico a China. E fazer alguns bons negócios a vender armas a Taiwan enquanto a miseravel ilha as puder pagar. Afinal de contas, para a vida dos Taiwaneses estão se eles na tintas como se estiveram para as vidas dos ucranianos. Mas se forem os próprios Taiwaneses a querer embarcar numa proxy war contra a China, como quiseram os ucranianos ocidentais, embalados numa suposta ascendência viking, não há muito a fazer.
    Afinal de contas fazer guerras e a única coisa em que somos bons. Esta em Taiwan é que é capaz de ser curtinha.
    Quanto a apoiar mos o genocídio em curso na Palestina,nada de novo. Todos nós o fizemos.
    A Alemanha apoia hoje o genocídio Israelita e o presidente namibiano não ficou calado, nem poderia. O primeiro grande genocídio alemao foi justamente contra as duas grandes etnias que habitavam aquele território, os Namas e os Herrero. A Alemanha chegou tarde a colonização mas foi de uma crueldade extrema, inaudita. O genocídio contra os judeus, os ciganos, os eslavos, os que de alguns forma não encaixavam na ordem nazi não foi o primeiro cometido pela Alemanha. Por isso o genocídio para eles é normal. Teriam feito o mesmo a população do Donbass e a de toda a Rússia se tivessem conseguido armar a Ucrânia como queriam. Ou se a Rússia tivesse tão poucas armas como eles pensavam que tinham.
    Também Portugal não está livre de culpa e pena. As zonas de população negra do Norte de Angola foram arrasadas após os levantamentos da UPA. Aí tambem houve um massacre de colonos brancos e uma resposta completamente desproporcionada,ensandecida. Nunca saberemos quantos foram mortos. Os nossos dirigentes não tiveram a pouca vergonha de dizer em público nada parecido com o que os dirigentes israelitas teem dito. Mas o extermínio de toda a população negra chegou a ser equacionado. Mas cedo viram que nunca teríamos população branca suficiente para assegurar os trabalhinhos de corno.
    Ingleses, franceses, todos os colonizadores teem histórias semelhantes. De desprezo pelo outro, pelo diferente, pelo negro, pelo árabe, pelo preto da neve.
    Do outro lado do mar, os 25 milhões que habitavam o território dos Estados Unidos foram reduzidos a dois milhões. Foram considerados combatentes estrangeiros hostis e massacrados.
    Por isso, tal como os ataques de 7 de Outubro não vieram do nada, tambem o nosso apoio ao genocídio não vem do nada. Simplesmente está nos na massa do sangue, e o que sempre fizemos.

  4. A minha resposta é NÃO a todas essas perguntas.

    Mas há uma luz ao fundo do túnel: a criacão de partidos de Esquerda não-woke e não alinhada com o USAtlantisml, nem presa a fanatismos ideológicos.

    Na Alemanha, essa nova Esquerda, pode ter entre 15 e 20 por cento dos votos, ultrapassando os 30 no leste.
    É o partido da ex-líder do Die Links, que rejeita o wokismo, defende a soberania, uma abordagem equilibrada na economia que resolva o problemas socio-económicos sem esmagar o mercado, e recusa qualquer continuação do apoio aos UkraNazis.

    É isto que Portugal precisa também. Um partido que defenda o que está certo, sem se distrair com homens de saias e pronomes, sem fazer visitas ao UkraNazistão, sem fazer vénias a Washington, e fazendo isto sem soar a mofo e bafio tipo PCP.

    Esta é a teoria, fico a fazer figas pela prática.

    A minha questão é outra: neste regime autoritário e genocidas em que vivemos, será permitido a um partido assim (e ao de certo modo equivalente à direita, o AfD) ter esta quantidade de votos e fazer parte da tomada de decisões?
    Temo que não.
    Vimos como foi com o Syriza… Enquanto os Euro ditadores USAtlantistas NeoLib+NeoCon não quebraram a espinha aos Gregos, não descansaram.

    Por falar em Alemanha, mais uma vergonha Hitleriana veio desse regime, que decidiu apoiar no TIJ o regime genocidas dos naZionistas.

    Eis a resposta à altura de quem partilha os meus valores de decência e humanismo nesta questão, o Presidente da Namíbia:

    🇳🇦🇩🇪🇵🇸🇮🇱 Namibian Presidency Statement:

    💬 “Namibia rejects Germany’s Support of the Genocidal Intent of the Racist Israeli State against Innocent Civilians in Gaza

    On Namibian soil, Germany committed the first genocide of the 20th century in 1904-1908, in which tens of thousands of innocent Namibians died in the most inhumane and brutal conditions. The German Government is yet to fully atone for the genocide it committed on Namibian soil. Therefore, in light of Germany’s inability to draw lessons from its horrific history, President Hage G. Geingob expresses deep concern with the shocking decision communicated by the Government of the Federal Republic of Germany yesterday, 12 January 2024, in which it rejected the morally upright indictment brought forward by South Africa before the International Court of Justice that Israel is committing genocide against Palestinians in Gaza.

    Worryingly, ignoring the violent deaths of over 23 000 Palestinians in Gaza and various United Nations reports disturbingly highlighting the internal displacement of 85% of civilians in Gaza amid acute shortages of food and essential services, the German Government has chosen to defend in the International Court of Justice the genocidal and gruesome acts of the Israeli Government against innocent civilians in Gaza and the Occupied Palestinian Territories.

    Germany cannot morally express commitment to the United Nations Convention against genocide, including atonement for the genocide in Namibia, whilst supporting the equivalent of a holocaust and genocide in Gaza. Various international organizations, such as Human Rights Watch have chillingly concluded that Israel is committing war crimes in Gaza.

    President Geingob reiterates his call made on 31 December 2023, “No peace-loving human being can ignore the carnage waged against Palestinians in Gaza”. In that vein, President Geingob appeals to the German Government to reconsider its untimely decision to intervene as a third-party in defence and support of the genocidal acts of Israel before the International Court of Justice.”

    🔴 @DDGeopolitics – via Telegram

    Assino por baixo.
    O ocidente está podre como não estava desde 1939 (ou 1933 ou 1945, consoante o ponto de comparação), e o Mundo inteiro está a ver e cada vez tem, cheio de razão, mais nojo de nós.

    Toda a gente decente percebe o nojo propagandístico e imperialista genocida que é a lenga lenga de continuar a dizer que a intervenção militar cirúrgica, limitada, e bem definida da Rússia contra Nazis é “brutal guerra de agressão”, mas que assassinar +30 mil humanos (+23 mil moeroa confirmados, e +7 mil desaparecidos) na Palestina em 3 meses, ou levar barcos de guerra de Washington e Londres até ao outro lado do planeta para bombardear um povo pobre que tenta parar um gsnocídio como pode, é “defesa”.

    E antes de melhorar, vai ainda piorar muito, o partido da CIA em Taiwan, os Zelensky de olhos em bico preparados para matar o seu povo com armas dos EUA, ficou à frente nas eleições, sem se chegar aos 50%, mas isso é suficiente para a continuação dos planos maléficos para a guerra proxy contra a China algures em 2025 ou 2026.
    Em Kiev também foi assim: palhaço “eleito” em 2019, POTUS anti-Rússia “eleito” em 2020, preparação da guerra em 2021, e ciolação de Minsk em 2022.
    Em Taiwan já está o palhaço no sítio. Em 2025 o POTUS será um ser cor-de-laranja anti-China, nesse ano a guerra será preparada com crescente presença da NATO em águas Chinesas, em no final do ano ou já em 2026 começa a “brutal guerra de agressão de Xi Jiping contra os civis de Taiwan”.

    Já está escrito. Mark my words. Falta só saber se quando o ocidente for também aí derrotado, se a guerra de distração, em vez de ser na Palestina ocupada, será ali algures em Esequibo, com nativos e Venezuelanos num lado a lutar pelo seu território, e imperialistas genocidas anglo-saxões do outro a lutar pelo roubo do petróleo da região.

    Dia 10 de Março há circo em Portugal. Os Portugueses serão convencidos/manipulados a votar em quem apoia UkraNazis, naZionistas e seu Apartheid, e é vassalo de €Uroditadores e de USAmerikkkanos. O Globalismo NeoLib+NeoCon não pode ser questionado, a Constituição é para a oligarquia vendida limpar o rabo, e os 4.5 milhões de pobres em Portugal são apenas um pormenor para quem controla a narrativa e quer ver a descida do IRS e IRC debatidos na campanha. Faltam 2 meses para o circo começar, mas os palhaços da trupe Milei já ganharam…

    Quem controla a propaganda, faz manchetes com o “escândalo” que é o Estado comprar meia dúzia de acões dos CTT, e não com o facto de Portugal ser das poucas parvónias onde uma empresa assim deixou de ser 100% estatal (nem nos EUA se atreveram a fazer tal coisa).

    Dá ideia que este NeoLiberal-Fascismo foi um Coronómico-vírus que teve origem num mercado em Chicago, e que quando chegou ao Lisbogal, após passar de elite traidora em elite traidora, sofreu mutação para uma estirpe ainda mais agressiva e letal.
    A diferença é que nesta pandemia, é WallStreet quem substitui a OMS, e em vez de confinamento e máscara para reduzir a transmissão, é obrigatório o consumo de MainStreamMerdia para aumentar a transmissão. E ai de quem se vacine contra este bicho…

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