Tancos? A imprensa de referência (ahahahahah!) explica

(Por Valupi, in Blog Aspirina B, 11/10/2018)

marcelo_azeredo

(Os direitolas querem a cabeça do Ministro. Só do Ministro? Parece pouco. Trata-se de conjugar o verbo saber. Eu sei, tu sabes, ele sabe. Se o ministro sabia, Costa sabia, logo venha a cabeça de Costa. Se Costa sabia, Marcelo sabia, logo venha a cabeça de Marcelo, que será sempre o responsável último por ser o Comandante Supremo das Forças Armadas. 

Está em curso uma tentativa de golpe de Estado de opereta contra o regime democrático. Os direitolas estão à espreita. De cabeça em cabeça até à derrocada final das instituições do país, tentando abrir caminho para um Bolsonaro á portuguesa.

Estátua de Sal, 11/10/2018)

Era uma vez um ministro da Defesa que qualificou a discriminação contra alunos no Colégio Militar por razões de orientação sexual, discriminação assumida publicamente pelo subdirector do estabelecimento de ensino, como “absolutamente inaceitável”, pedindo explicações e exigindo medidas concretas para evitar casos desses. Perante a ausência de medidas concretas, Azeredo Lopes exigiu a demissão do subdiretor – o que o então chefe do Exército, general Carlos Jerónimo, considerou uma intromissão abusiva na cadeia de comando militar e, por isso, demitiu-se.

Estávamos em 2016, e a partir daí esse ministro da Defesa passou a sair à rua com alvos pintados nas costas, no peito e na cabeça. Os magníficos generais portugueses não iriam perdoar a afronta do civil armado aos cágados.

Em Maio de 2017, esse mesmo ministro da Defesa lembrou-se de encomendar material para reforçar a segurança no paiol de Tancos, algo que os seus antecessores no cargo não fizeram, talvez por falta de tempo ou lembrança. Porém, este ministro da Defesa de que falamos não teve a presença de espírito para, concomitantemente, mudar as instalações do seu Ministério para Tancos, em ordem a ele próprio poder levantar os olhinhos, entre um papel e outro que tem de assinar, para ir vigiando a cerca por onde os meliantes ameaçavam entrar. Errou gravemente, pois alguém terá percebido que o ministro da Defesa não ia mesmo conseguir defender o perímetro do paiol de Tancos a partir da sua escrivaninha em Lisboa, pelo que fizeram o óbvio: gamaram o que quiseram e puderam antes que chegasse o tal material de segurança encomendado pelo tal ministro da Defesa.

Assim que a imprensa de referência (ahahahahah!) soube do episódio, de imediato exigiu a cabeça do ministro da Defesa. Porquê? Porque se a imprensa de referência (ahahahahah!) não servir para dar cabo de ministros da Defesa já marcados para abate pelos valentes generais do exemplar Exército português, então servirá para quê? Só para pagar aos directores-pavões e aos caluniadores profissionais que contrata para encher o chouriço? Pois. Entretanto, a rapaziada da Polícia Judiciária Militar organizou uma cegada com a rapaziada da GNR de Loulé e com um rapaz tímido que só pedia para o deixarem em paz, número artístico esse que vai entrar para a História. Nesse entusiasmo todo, alguém se lembrou que era muita fixe envolver o ministro da Defesa. Se não para a diversão na Chamusca, seguramente para o after party. Vai daí, foram falar com o chefe de gabinete do ministro, o general Martins Pereira, e até lhe entregaram uma folha com uma história. Consta que esses valentes testemunharam um telefonema do general chefe de gabinete para o ministro que não estava no gabinete nessa memorável ocasião.

Estes são os factos conhecidos publicamente e a imprensa de referência (ahahahahah!) está em êxtase porque, diz, é desta que o ministro da Defesa vai pelos ares. E porquê? Porque se insinua à boca cheia que o ministro da Defesa mentiu ao negar ter tido conhecimento do memorando e de ilegalidades nele inscritas. O que, portanto, implica que o primeiro-ministro também mentiu, e logo na Assembleia da República. E se o primeiro-ministro mentiu e tem tido a cobertura do Presidente da República enquanto os cães ladram e tentam abocanhar um pedacinho do Governo, então o Chefe de Estado, que acumula com ser o Comandante Supremo das Forças Armadas, também nos está a tourear. É esta a tese da imprensa de referência (ahahahahah!).

Quanto à hipótese de os militares terem querido resolver a coisa só entre eles e, de caminho, terem aproveitado para queimar irremediavelmente o ministro da Defesa, isso já são ideias muito rebuscadas, completamente loucas, que a terem alguma veracidade teriam de ser primeiro validadas pela imprensa de referência (ahahahahah!). Fiquemo-nos pelo bom senso, sentido de Estado e respeito pela Lei que os factos conhecidos permitem constatar, então.


Fonte aqui

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18 pensamentos sobre “Tancos? A imprensa de referência (ahahahahah!) explica

  1. Lixo, ehhhhhhhh c’a nojo!!!

    1.
    Então, Manuel G., ontem e hoje censuraste o artigo do Daniel Oliveira no Expresso Diário?

    Expresso | Armas, mentiras e um ministro

    Um ministro que é informado por militares que há uma operação para proteger alguém que roubou amamento ao Estado português e ludibriar a justiça e nada faz é cúmplice de um crime contra o país. Se for verdade, Azeredo Lopes não terá apenas de ser demitido. Terá de responder criminalmente
    Já não há mesmo dúvidas, porque os envolvidos o confessaram: a Polícia Judiciária Militar e a GNR de Loulé conspiraram para fazer reaparecer as armas roubadas em Tancos, impedindo que a justiça apanhasse o criminoso. Dizer que o fizeram a bem do interesse nacional apenas sublinha o grau de alienação que parece estar instalado nas Forças Armadas portuguesas. Aquelas pessoas estão convencidas que ao se protegerem a si estão a proteger o país. E que chega isso para justificar a colaboração com um criminosos e a obstrução da justiça. Aquelas pessoas não percebem que vivem num Estado de Direito. E que esse Estado de Direito as inclui.

    Chega-se lá por aqu, simples:
    https://expresso.sapo.pt/blogues/opiniao_daniel_oliveira_antes_pelo_contrario/2018-10-10-Armas-mentiras-e-um-ministro

    2.
    Entretanto, e que tal este post da Penélope, também no Aspirina B, vindo de quem exactamente antes tinha linkado um artigo miserável do DN online que m-e-n-t-i-a sobre a inexistência de um “memorando” que explicasse o que foi a vergonhosa mentira Azerediana sobre Tancos?

    Termina assim, olha: «Para alguns jornais, as fontes são um “Mente-me, que eu quero”. Ganhei juízo e não pago mais para isso.», alguém escrever sobre isso é lindo quando é isto que lhes aquece o estômago!, mas eu acho que os Valupis e as Penélopes deste mundo deveriam ter escrito, antes, que finalmente ganharam vergonha porque, em princípio, o juízo vem a seguir.

    Nota. Por falar nisso, tu como CEO D’A Estátua de Sal queres passar pelos pingos da chuva, pois fizeste o mesmo, e não pedes desculpa aos leitores ou ainda ninguém percebeu?*

    Eu contribuo imenso para a crise da imprensa diária
    10 OUTUBRO 2018 ÀS 20:26 POR PENÉLOPE 3 COMENTÁRIOS

    Nota final, sobre asterisco. Nesse balúrdio que são três comentários de m. desde ontem (!!!) um deles é do nick que também anda por aqui. Os três são bastante burros, típicos de gajos com dificuldades de aprendizagem, limitações várias e/ou de alucinados (?), pois nem percebem sequer o que está em cima da mesa (e o porquê de mais um post de merda).

    [Fui, e ligeiramente agoniado.]

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    • RFC, pias muito, mesmo para o papel de mocho sábio. Aqui ninguém censura ninguém. E tu és a prova viva disso mesmo. Do Daniel publico o que o meu próprio descernimento me aconselha. Não tenho nenhum contrato nem obrigação de publicar o DO. O mesmo com o MST, a Clara Ferreira Alves e outros. Estes últimos, a maior parte das semanas estão “censurados” (usando a tua métrica para o que seja censura), por não cumprirem os “mínimos” que a Estátua exige. Noutras semanas saem com parangonas. O mesmo se passa com o Oliveira, tem dias em que argola e fica em quarentena. É a vida, como dizia o Tó Guterres. Acontece aos melhores. 🙂

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      • Ó Manuel G., tem dias em que eu não percebo sinceramente se me queres dar umas tangas ou se queres que eu seja um ilustre burro. É o caso de hoje, c-e-n-s-u-r-a-s-t-e o Daniel Oliveira e dás de comer fardos de palha ao leitores d’A Estátua de Sal do calibre do dos posts do Dieter há dias (que, depois de andar a “compilar” a informação sobre Tancos saiba-se lá a pedido de quem, ou por iniciativa própria sem se dar pelo ridículo da coisa, revelava urbi et orbi que quem roubou as armas foi o Manelinho ou Manuelinho, LOL). Ou o lixo que corre no esgoto do Aspirina B, cuja caixa de comentários respectiva, tal como acontece normalmente, é de morrer a rir (além do Manuelinho, o daqui, anda por lá uma Mariazinha hilariante). Ou ainda aquela ali em baixo, cujo autor até agora ignoto que se assina como um Eldad de ressonâncias berberes ignoro, lá está, quem seja (e ainda bem).

        https://media.istockphoto.com/photos/spanish-straw-donkey-with-clipping-path-isolated-on-white-picture-id177003996

        Aliás, no mundo civilizado só tu os conheces.

        2 – AZEREDO LOPES

        O Ministro da Defesa, face à gravidade dos factos relacionados com o desaparecimento de armas de Tancos, espera [LOL], tal como o Presidente da República, que todos os factos que estão a ser investigados sejam cristalinamente [LOL] apurados. Quais os factos? Houve roubo ou furto [LOL]? Ou nem uma coisa nem outra [LOLOLOL]? Qual a teia de autores e cúmplices [LOL]? O inquérito criminal revelará o que se conseguir apurar.

        Eis que, de repente [LOL], um militar de patente vem do estrangeiro expressamente [LOL] revelar ao MP factos [LOL], explicações e delações [LOL]. E, perante a total ausência de indícios [LOL], factos [LOL] e provas [LOL], vêm o CDS de Cristas e o PSD exigir a demissão do ministro. Ministro que, de resto, negou, completa e categoricamente, o conhecimento dos factos [LOL]. Factos que ainda nem sequer conhecemos [LOL].

        https://estatuadesal.com/2018/10/11/responsabilidades-politicas/, isto é de morrer a rir!

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      • «Nota. Por falar nisso, tu como CEO D’A Estátua de Sal queres passar pelos pingos da chuva, pois fizeste o mesmo, e não pedes desculpa aos leitores ou ainda ninguém percebeu?», e não te esqueças das devidas desculpas (que aqui não se apreciam tangas nem se gosta de palha)!

        ______

        (Queres ver que o Ministro tem razão e não sabia mesmo de nada? Esta história de Tancos parece uma telenovela brasileira do tempo dos coronéis e dos jagunços a soldo. Uma espécie de “tropa fandanga”. Sou incapaz de prever o desenrolar dos próximos capítulos do folhetim. Com um bocado de jeito ainda se vai dizer que quem roubou as armas foi o Sócrates a mando do Ricardo Salgado… 🙂 Razões para isso? Importa pouco. Lança-se a atoarda, vende-se mais uns jornais, ataca-se o Governo e depois logo se vê.

        Comentário da Estátua, 06/10/2018)

        https://estatuadesal.com/2018/10/06/tancos-%E2%80%B3a-pj-nao-nos-passou-a-perna%E2%80%B3-diz-militar/#comments

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        • RFC, parece que estás muito bem informado sobre o roubo de Tancos. Chuta para cá a informação de quem roubou as armas para ver ser o meu dito “espírito empreendedor”, que tu invocas de quando em quando, factura mais uns cliques. A Estátua fará um figurão a divulgar a “caixa” em primeira mão. 🙂

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          • Desculpas, não Manuel G.?

            Notas sobre quem roubou, que é uma coisa importante c’omó caraças no que à política diz respeito e de que toda a gente fala (e, por isso me penitencio, mas ainda não tinha ensado nisso)!

            1.
            Foi o Paulinho (e não o Manelinho nem o Manuelinho), segundo a sábia doutrina e a lábia do Dieter?

            3) No âmbito das investigações feitas pela PJ Militar houve uma informação que o roubo teria sido cometido por um tal Paulinho etc., LOL.

            2.
            Foi o berbere, porque os factos são factos são factos são factos que, afinal, não o são (os factos, duh!)??

            O Ministro da Defesa, face à gravidade dos factos relacionados com o desaparecimento de armas de Tancos, espera [LOL], tal como o Presidente da República, que todos os factos que estão a ser investigados sejam cristalinamente [LOL] apurados. Quais os factos? Houve roubo ou furto [LOL]? Ou nem uma coisa nem outra [LOLOLOL]? Qual a teia de autores e cúmplices [LOL]? etc., aqui dispenso o LOL,

            3.
            Foste tu e não dizias nada, RFC?

            4.
            Ou foi o sempre surpreendente e divertido Cantiflas (a cores, desta vez), afinal?

            José Laranjo diz:
            Outubro 11, 2018 às 8:29 pm
            Ó José Fernando Silva, ainda ninguém confirmou, nem sei se a própria PJ vai deixar dizer, mas está-se mesmo a ver que não foi ninguém ligado ao Governo ou a solução governativa, a Geringonça…

            O que achas, surpreendi-te Manuel G.?

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          • Manuel G., sei que ficarás desiludido (tal como o Dieter, o Carlos Esperança, a sôtora Virgínia, No País das Maravilhas, idem o sôtor Bruno Preto, o Daniel, a minina Danielle, o alucinado Soixante, o émulo do Cantiflas, pincipalmente estes!, e, ainda!, a versão imortal de António Costa e, eventualmente, o Marcelo Rebelo de Sousa),mas declaro por minha honra, aqui e agora, que estou indisponível para ocupar o cargo de CEO d’A Estátua de Sal depois da tua demissão bem como o posto de ministro da Defesa Nacional.

            Disse.

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            • Essa agora. Ministro morto, ministro posto. Quanto à minha demissão não está, para já, “escrita nas estrelas”… 🙂 Se não queres ser CEO da Estátua, que tal candidatares-te a Ministro da Defesa? Na tua qualidade de “mocho sábio” farias um excelente lugar! 🙂

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              • Pois. mas deixa-me pensar por um bocadinho que é pena que digas não (vou tentar explicar-te o porquê e prometo-te que serei breve, a seguir).

                Se tivermos disponibilidade para estar atentos, o processo de demissão do Azeredo Lopes deveria representar o enterro de uma certa maneira de fazer política, de fazer spin e a assumpção da morte (artística?) daqueles que integram as margens daquilo a que eu venho chamando como firma do Valupi, Tangas & Cª, Limitada, E tu e A Estátua de Sal, e os diversos tipos de leitores, fazem parte disto, lamento dizer-te embora não queira saber nada sobre as razões subjectivas e objectivas para o fazeres (pessoais e instramissíveis, ponto).

                No entanto, e este é que é o assunto, andando nós por onde andarmos vale a pena ir seguindo o que se passa no Aspirina B quando aquele blogue resolve “defender” algo ou alguém. E vale a pena porque tudo aquilo que se sabe hoje sobre os podres do que foram os bastidores da chamada “agência de propaganda” socrática surge ali desnudada e à vista de todos os que quiserem olhar e ver. E digo isto apesar de saber que a antiga máquina ter vindo a ser paulatinamente desmembrada (Câmara Corporativa, Jugular, mesmo a performance do João Quadros por exemplo, é seguir a pauta das recomendações no CC que se obtém um ponto da situação quase perfeito). Há pouco tempo,aliás, um leitor mais informado dizia que, desde sempre, se rebolou de riso com os posts da personagem Valupiana e que este tipo era o mais apalhaçado blogger em actividade (as palavras são minhas mas nada mais verdadeiro, pensei, que eu também acho).

                No caso do Azeredo Lopes, portanto, não sabendo eu se a malta da old school infiltrou o gabinete do Ministério da Defesa, ou se ele está no âmago do acontecimento que são os lugares do gabinete do PM ou, ainda, se ocupa ou ocupava a Presidência do Conselho de Ministros, hello!, o certo é que o estertor do que ficou conhecida como a estratégia de ataque comunicacional, o spin, ao estilo de José Sócrates.foi jogada nas suas características essencias (em desespero de causa?) e,… perdeu.

                Se estiveres recordado, esta estratégia teve dois pontos altos, escolhidos por mim: o frete prestado pela Global Media através do DN e da TSF depois seguida, caninamente, pela Penélope no Aspirina B e pel’A Estátua de Sal ecoando uma mentira reles, a primeira; e, a segunda, a indecorosa campanha negra lançada sobre a pessoa de Vasco Brazão que, assumidamente, se soube logo que saiu também do interior da máquina ministerial. Nos bons velhos tempos dos governos de José Sócrates teria sido gizada no seu gabinete, como eu te disse. Agora, mesmo pondo a possibilidade de que não tenha sido no do António Costa, o que é verdade é que andei suficientemente atento e não dei por nenhum exercício de autoridade do próprio, do seu chefe de gabinete, adjuntos e assessores (e se alguém o poderia ter feito eram estes). E, sabe-se que, quem cala, consente…

                Dito isto, entenderás, é mesmo uma pena que, da tua parte, não fiques apenas pelo rei morto.

                [Não corrigi obsessivamente, fui.]

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                • RFC. Eu estou a leste dos “jogos florais” da corte. Publico o que me apetece, e pronto, sou apoiante da Geringonça, não faço segredo disso. Agora, nesta novela de Tancos, continuo como o tolo no meio da ponte. Venha o Sherlock Holmes desvendar quem roubou ou quem mandou roubar e para quê, e quem recuperou, e como, e a que preço. Charada total. Mas, usando a técnica do “raciocínio abdutivo”, tão cara ao Frade Guilherme de Baskerville (vai reler o Nome da Rosa), só pode ter sido alguém que o fez para prejudicar o Costa e a Geringonça, como se vê pela queda do Ministro. Ou seja, entrando no local do crime, olhando de soslaio para o cadáver, o outro também perguntava: – Quem é o herdeiro? Alguém se levantava e punha o dedo no ar. Pois bem, estava encontrado o principal suspeito. Ora, se tudo isto redunda no prejuízo do Governo, por que carga de água é que tu vens falar em “centrais de informação” socráticas a trabalhar no terreno? Para defender o ministro? Parece-me que o ministro não vale tanto risco. Por esse andar ainda vais chegar ao delírio total de achar que foi o Sócrates que montou a operação de Tancos e do roubo para tramar o Costa! Se é isso que achas, desenbucha, porque a Estátua passa já a informação ao JMT e vai ser um foguetório!

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            • Manuel G., sei que ficarás desiludido (tal como o Dieter, o Carlos Esperança, a sôtora Virgínia, No País das Maravilhas, idem o sôtor Bruno Preto, o Daniel, a minina Danielle, o alucinado Soixante, o émulo do Cantiflas, pincipalmente estes!, e, ainda!, a versão imortal de António Costa e, eventualmente, o Marcelo Rebelo de Sousa),mas declaro por minha honra, aqui e agora, que estou indisponível para ocupar o cargo de CEO d’A Estátua de Sal depois da tua demissão bem como o posto de ministro da Defesa Nacional.

              Disse.

              Ainda bem que não te lembraste de mim, ó RFC filho da burguesia.

              Por mim, nunca serisa SIÔ nem daqui nem de coisa nenhuma, que não chegas aos calcanhares nem da mulher da limpreza do Grande José Sócrates, nem do Grande Valupi que esse está ao mesmo nível (da senhora), muito menos ministro e não serviu de nada andares por aí aos caídos aofereceres-te para a pasta da Defesa. Bem feita, a escolha é o Cravinho (um nome de más memórias, o pai é do piorio).

              Caros, concidadãos, não se deixem enganar que nem p’rá Água nem pró Vinho, nem do p’ró Branco Velho, Tinto e Jeropija ele serve.

              Tenho dito, toma!

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              • Ah! Estive a ver lá no meu livro sobre engenharia mecânica que história é essa do SIÔ, e procurei a noite inteira mas os bichos devem ter ratado as páginas (ou usei-as para acender uma fogueira?) porque não dizem nada. Depois lembrei-me do Sinhozinho Malta di Roque Santeiro e, então, fiquei aqui a pensar que aquilo do SIÔ deve ser do primeiro livro do Jorge Amado. Não sei se foi O País do Carnaval (1931), mas lembro-me que li este romance tinha ele acabado de sair.

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  2. Sorry. Passo á imprensa da irresponsabilidade. E aos deputados perante os ministros. Caiu o muro de Varsóvia, e os deputados não viram; caiu o SMO e os deputados não repararam; levantou-se o Inoquo Defesa 2020 by Passos&Aguiar, e os deputados não leram. Inclui os das oposições. Surge um caso na imprensa, sai uma Comissão Parlamentar. Nada como mostrar trabalho, ainda que inútil. Mostrar imagem de trabalho ao estimado publico. Se o conteúdo for Zero, ninguém nota ou se queixa. A a a bem do Regime.

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    • Ó José Fernando Silva, ainda ninguém confirmou, nem sei se a própria PJ vai deixar dizer, mas está-se mesmo a ver que não foi ninguém ligado ao Governo ou a solução governativa, a Geringonça…

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