O terrorismo e as táticas nazis de alguns ucranianos

(Major General Raúl Luís Cunha, in Facebook, 10/05/2023)

O terrorismo e as táticas nazis de alguns ucranianos e dos seus apaniguados em Portugal (sob a orientação de um confesso admirador do nazi Bandera e provável agente do SBU) estão em ação em Portugal com a complacência e mesmo a cumplicidade das autoridades.

 Assim, as acusações de ativistas ucranianos já levaram o reitor da Universidade de Coimbra, Amílcar Falcão, a despedir o professor russo Vladimir Pliassov, que liderava o Centro de Estudos Russos. Também se verificaram várias tentativas de impedir – ou no mínimo perturbar -, as reuniões de comemoração da vitória sobre a Alemanha nazi em manifesta postura anti democrática de cariz fascista.

O nosso PR discursa afirmando a sua devoção aos valores da democracia e liberdade e entretanto não mexe um dedo para evitar que os direitos constitucionais, que são permanentemente limitados, sejam repostos como seria o seu dever.

Nos canais de televisão nacionais vêem-se cada vez mais uns miseráveis pivôs, sem qualquer nível moral e cultural, a tentar impedir, aos poucos comentadores que tentam ser isentos e verdadeiros, a expressão de tudo o que saia do discurso propagandista vigente.

Sonega-se toda a informação com interesse, escondem-se e até se elogiam as evidências das atividades terroristas de alguns ucranianos em Portugal e noutros países da Europa e só assim se consegue que o nosso povo seja o pior informado da Europa e, consequentemente, um recetáculo aberto para a disseminação do ideário nazi-fascista.

Pouco falta (aliás já começou) para que seja um facto a perseguição e opróbrio de todos aqueles que tentam manter um mínimo de dignidade e elevação no meio da baixeza que reina na nossa classe política e académica. Contam-se pelos dedos de uma mão os que não se sujeitam ao miserabilismo da mentira e falsidade que campeiam na nossa sociedade.

Fico absolutamente enojado e envergonhado quando vejo um autointitulado antifascista – que até se arma em grande moralista -, a repreender os elementos de um partido de extrema-direita, e ir logo depois apertar a mão todo sorridente a um nazi e genocida, só para ficar bem na fotografia e tentar retirar vantagens políticas e sociais desse facto – um farsante, que infelizmente bem me enganou.

Ainda hei de ver alguns destes nossos “democracas” (tipo Ana Gomes, Álvaro Beleza, Marques Mentes, Paulo Portas e Santos Silva) a queimarem na praça pública as obras de Tolstoi, Pushkin e Constantino Simonov. Mas Deus é Grande e um dia prestarão contas ao Altíssimo por todas as suas malfeitorias…!


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Do chouriço à insuflada passando pelo milhafre e pelo nojeiras

(Major General Raúl Luís Cunha, in Facebook, 14/04/2023)

Lamento, mas agora e aproveitando a ideia e partes de um texto que encontrei algures na “net”, vou mesmo ter de escrever sobre algo que me tinha prometido evitar – é que acabei de ouvir o comentador “chouriço” a anunciar, com a maior desfaçatez, precisamente o contrário do que tinha revelado há apenas dois dias quando atribuiu aos russos a malvadez de revelar documentos secretos do Pentágono, e já quando tinha caído um míssil na Polónia, também se tinha apressado a debitar os seus habituais dislates sobre as pérfidas intenções dos russos. É natural perdoarmos um erro, mas nunca um contínuo de falsas suposições, mentiras e trapaças, com o claro objectivo de enganar o público e levá-lo a continuar a apoiar um bando de criminosos que, tal como ele, também aldrabam este mundo e o outro.

Ainda aqui há tempos, o “chouriço”, em debate com outro comentador, disse que não tinha quaisquer dúvidas que a Rússia iria sofrer uma derrota militar no campo de batalha, denotando desse modo uma de duas características, a escolher por quem o ouviu, ou de ser um profundo ignorante da ciência militar, ou então de ser um mentiroso mentecapto.

Faz já mais de um ano que aguardo a primeira ocasião em que, de alguma forma, os comentadeiros  entusiastas do Zé nazi consigam ter um mínimo de isenção e de razão – é que as certezas das suas análises deixam muito a desejar.

Por mais que tentem, o “chouriço” e os seus comparsas não acertam uma. Sejam dele, do “marmota”, da “insuflada”, da “cínica”, da “sonsa”, do “tolo”, do “milhafre”, ou do “nojeira”, todas, mas todas as análises, esboroam-se, duas ou três semanas depois, face às realidades. Se bem nos lembrarmos, pouco mais de um mês depois do início do conflito anunciavam-nos que o exército russo já não tinha, nem munições nem botas. Também já vinham, a caminho da frente, as mães russas para ir buscar os seus filhos, pois já só sobravam poucos soldados russos a combater no terreno.

Depois revelaram-nos a desorganização das forças e a sua moral de rastos. Os russos foram retratados, por esses miseráveis especialistas, como uma tropa fandanga e sem liderança, que estava a ser dizimada pelos fabulosos militares ucranianos, como, por exemplo, o “fantasma de Kiev”.

Seguiu-se o anúncio das sanções, os boicotes ao gás e ao petróleo. A garantia de que os russos iriam ficar isolados e sem capacidade de produzir qualquer armamento. A Rússia já só tinha equipamento velho que teve de ir buscar aos depósitos. Os reservistas que foram chamados estavam mal treinados e seriam trucidados pelos ucranianos. Segundo o “chouriço” – ou um dos seus cúmplices – a Rússia só tinha mísseis de longo alcance para mais dois ou três ataques. De facto, a precisão das informações difundidas foi mesmo um “fartar vilanagem”. Enquanto nos vendiam essa treta – de que a Rússia estava quase a colapsar –, os russos lá continuaram com a sua operação para atingirem os seus objectivos.

Apesar dos esforços do “chouriço” e dos demais arrivistas, para nos convencerem de que a Rússia não tem hipóteses, a verdade é que, apesar do apoio de toda a Europa e dos Estados Unidos – em dinheiro, armas e mercenários – começa a ficar óbvio que a Rússia vai sair vitoriosa desta situação. As munições, parece que afinal não vão acabar, e cada vez que o Zé drogado vai a correr fazer um discurso a pedir mais mísseis, “tanques” e aviões, os russos atiram com outra sessão de bombas e drones. Quando dizem que eles estão sem mísseis, atacam 10 cidades ao mesmo tempo. Quando afirmam que não souberam evoluir, afinal aprenderam a usar drones iranianos, baratinhos e letais.

Nada, absolutamente nada do que comentam condiz com a realidade. Se tudo isso fosse apresentado numa televisão ucraniana, compreendia-se. Há que tentar dar ânimo a quem está a combater. Mas, por que razão anda esta cambada a vender-nos uma realidade inventada e sem qualquer fundamento, uma propaganda tão asquerosa? Não será certamente por muito gritarem que aquilo que desejam passe a ser a realidade.

Pelo que se está a perceber, os russos estão a segurar firmemente a Crimeia e o Leste da Ucrânia e talvez ainda o mais que estará para vir. O discurso irresponsável da Comissão Europeia de “apoiar o tempo que for necessário” – ou até as opiniões de especialistas, como o “chouriço”, que nos garantem que a resolução do conflito passa pela derrota da Rússia – é de uma autêntica insanidade. Parecem vendedores de farturas a desejarem que a feira não chegue ao fim.

Desde que sejam os ucranianos a morrer, e eles a dizer, de bem longe e no quentinho do estúdio, que há que continuar a combater, está tudo bem para o “chouriço” e para os demais irresponsáveis. Em vez disso e por uma questão de coerência, poderiam ir dar localmente um contributo físico.

 Por exemplo, o “chouriço” e a “insuflada” e em vez dos habituais disparates, podiam ir juntar-se aos mercenários, nas frentes de combate na Ucrânia, para porem em prática as artes guerreiras que apregoam ou pensam possuir.


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Traidores vivos e heróis mortos!

(Hugo Dionísio, in Facebook, 08/03/2023)

Depois das revelações de Seymour Hesh – ver aqui -, a propósito da autoria da operação de destruição do Nord Stream, muita informação tem corrido debaixo das pontes. Não que a comunicação social corporativa, subserviente a Washington, tenha tido a veleidade de dar a atenção que o assunto poderia suscitar, nada disso. A prova, contudo, de que Hersh está no caminho certo e sabe do que fala, é-nos oferecida, hoje, de bandeja, pelo New York Times – ver aqui -, jornal que podemos classificar como sendo o verdadeiro órgão de comunicação central ao serviço do Comité Nacional do Partido Democrata (NDC).

As revelações de Hersh, apontando com minucia toda a operação, referindo as discussões havidas na cúpula do poder dos EUA, não deixaram de gerar mau ambiente entre os “parceiros” e “aliados”, nomeadamente, entre a Alemanha – vítima do acto de guerra e terrorismo industrial -, e os EUA. Não me refiro, claro, a Scholz ou Baerbock. O primeiro é marionete e a segunda é missionária evangelizadora da lavagem verde americana. Refiro-me a gente das forças armadas ou da indústria, muitos com espinha dorsal suficiente para fazer sentir o seu desconforto junto dos enviados da Casa Branca.

Numa operação que faz transparecer – para quem o quiser ver – a forma como funciona, hoje, o jornalismo, que passou de “investigativo” a “justificativo”, o NYT publica uma peça que visa sacudir a água do capote americano, apontando a autoria a um grupo “pró-ucraniano” de identidade convenientemente não divulgada. O próprio artigo é o exemplo concreto da inocuidade jornalística face ao poder instituído: milhares de caracteres justificativos de uma versão que não aponta um nome, um método, uma fonte de financiamento ou de logística. Nada vezes nada. São duas páginas de discurso redundante, inócuo, especulativo e genérico. Um exemplo concreto do “jornalismo de qualidade” quando se trata de criticar, denunciar, apontar ou responsabilizar o poder vigente. Pegar nisto ou num qualquer jornal do fascismo, tem o mesmo resultado: desinformação absoluta.

Os “jornalistas” do NYT referem que uns tais U.S. Officials, que nunca diz quem são, baseando-se num novo relatório da Inteligência, que também não dizem qual é, sugerem que um grupo “pro-ucraniano”, que também não identificam – e que ficamos sem saber se são ucranianos, indonésios ou guatemaltecos -, terá sabotado, sem nunca dizer como, o gasoduto. A explicação mais óbvia – o NYT não a dá -, reside no facto de este grupo ser da CIA e, por aí, se faz a ligação a todo o processo desvendado por Hersh.

Vejam bem: não basta fazerem-nos acreditar que os russos seriam capazes de bombardear uma central nuclear que têm na sua posse; que os russos sabotaram um gasoduto que era seu e lhes rendia muito dinheiro; ainda nos querem fazer acreditar que um qualquer grupo “pró-ucraniano” teve o poder, a mestria, os fundos, a ciência e a capacidade de instalar toneladas de dinamite no fundo do mar, usando sofisticadíssimos meios e tudo isto ocorrendo numa região extremamente vigiada pela NATO e pela própria Rússia! É obra! Isto representa todo um novo nível de efabulação.

E porquê, um novo nível? Porque, até aqui, arranjavam versões inverosímeis, mas fornecendo culpados, bodes expiatórios e detalhes enviesados, como sucedeu na aldrabice hollywoodesca de Bucha, nas valas comuns de Kupyansk ou no voo MH17. Neste momento, sentem-se tão à vontade, que até fornecem versões sem culpados, sem detalhes e sem qualquer substância que possa apontar numa qualquer direcção. Ler esta comunicação social, é como levarmos porrada sem conseguirmos, sequer, identificar de onde veio. A isto chamam transparência, credibilidade e fact-checking. Claro, se não derem factos, acertam sempre!

Mas o resultado e função imediata deste tipo de jornalismo “justificativo”, bem veiculado através de infindáveis “bots” nas redes sociais, também ao dispor dos mesmos poderes, está bem materializado na ilusão com que o comum dos mortais olha para a realidade – por mais contraditória – que o circunda.

Uma blogger ucraniana, no The Guardian – ver aqui  -, questionou a União Europeia: A União Europeia quer os ucranianos como parceiros vivos ou como heróis mortos?

Sendo difícil de acreditar, ao dia de hoje, que ainda haja quem pense que esta guerra não foi cuidadosamente planeada, preparada e provocada, poderíamos apontar, entre muitos outros documentos, um vídeo de 2016, onde os senadores Lindsey Graham e John MCcain discursaram perante Petro Poroshenko e militares ucranianos – o primeiro-ministro oligarca saído do golpe fascista de 2014 -, prometendo uma vitória “rápida” sobre a federação russa. Ora, se a Rússia, à data, não estava em guerra com a Ucrânia – ver aqui  -, … 2+2…

Assim, a resposta correcta, a dar à “articulista” do Guardian, é que, a UE, em especial, não quer saber se os “heróis” estarão mortos ou vivos. Primeiro não compete à UE sabê-lo. Como disse certa vez Joe Biden a Scott Ritter, no Senado, por causa das armas de destruição em massa que este último nunca encontrou e, por isso mesmo, considerando que a guerra seria um erro: “It’s above your pay grade.” (está acima do teu nível de decisão).

Se à UE não compete saber ou definir se os ucranianos terão de estar mortos, ou vivos, para que a parceria avance, já para os EUA, aqueles que decidem realmente estas coisas, arrisco-me a dizer que preferem os “heróis mortos”. Um “herói morto” não chateia, não se revolta, não critica e pode ser usado como instrumento de propaganda. Todos os objectivos determinados para a Ucrânia contam com uma proporcional parcela de vivos e mortos, em quantidades calculadas para a sua prossecução.

Já a pergunta, em si, demonstra toda a ilusão vendida. Quanto mais informação surge que prova a minuciosa preparação do conflito e a “mão invisível” dos EUA por detrás do mesmo, mais sectários são os posicionamentos de quem, à falta de argumentos e com receio de ver cair o edifício de mentiras sobre o qual construiu o seu posicionamento, opta por uma abordagem “futebolística”: eu estou deste lado, tu estás daquele, e não vale a pena conversar.

Mas a ilusão sobre as “boas intenções” do diabo ocidental, não são exclusivas do malogrado país construído a régua e esquadro.  De acordo com informação veiculada recentemente e desclassificada ao abrigo do “Freedoom of Information Act” – ver aqui  -, as inúmeras mensagens (cables) trocadas entre as embaixadas dos EUA e da Rússia, bem como entre Ieltsin e o staff de Bush Sr., demonstram que os governantes russos acreditavam piamente nas “boas” intenções, ao ponto de proporem acabar – como aconteceu de facto – com todos os mísseis balísticos que tivessem MIRV (um míssil poder atingir vários alvos), e propondo um tratado que apenas incidia sobre os silos terrestres, deixando de fora os dos submarinos, onde os EUA tinham ampla vantagem. Ieltsin acreditava mesmo – ou pelo menos dava-o a entender – que os EUA iam investir na economia russa e ajudar o país a recuperar.

Mas se a ilusão – não confundir com sonho – constitui uma das mais importantes armas das elites americanas, para a qual contam com poderosíssimos órgãos de comunicação e propagação de mensagens, capazes de criar realidades tão alternativas como a que os apresenta como defensores do mundo livre e da democracia, é também justo dizer que, se os russos caíram na esparrela, no final do século passado, se os ucranianos caem nela, especialmente, a partir do início deste século… Já os europeus ocidentais, devem pertencer a uma raça especial….

Afinal, colonizados de facto desde o Plano Marshal, o qual, a troco de dinheiro para a reconstrução, impôs uma série de condicionalidades que visaram – e conseguiram – fomentar uma lógica governativa liberal pró-americana; alvo de instalação de uma série de bases militares e de políticas diversas de condicionamento económico, industrial e militar, aplicadas sob a capa do “livre comércio” e “livre concorrência”… Ainda hoje, a esmagadora maioria dos povos europeus estão convencidos das “boas intenções” do diabo americano. Mesmo que, tais “boas intenções” se repercutam numa Europa cada vez mais insignificante no mundo, mergulhada numa profunda crise económica e cujos Estados-membros foram desprovidos de qualquer resquício de soberania.

Se uma parte importante do povo, na sua ingenuidade, impreparação e vítima da ferocíssima máquina manipuladora, insiste em não se libertar da caverna e olhar para o mundo com os seus próprios olhos, o mesmo não se pode dizer de quem está de fora. Já há bastante tempo que os países do Sul Global perceberam quem manda de facto na UE. Vejam-se as imagens de Baerbock – Ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha – a chegar à India e a ser recebida apenas por três pessoas – ver aqui -, nenhuma do governo indiano. Teve direito ao oficial militar de serviço no aeroporto, ao assistente de bordo e ao embaixador alemão em Nova Deli. A India já não está para fazer fretes e participar em fantochadas…

Aliás, esta postura “missionária”, típica do funcionário corporate, sedento de agradar aos administradores de uma qualquer empresa, é bem visível na postura de Úrsula. Dorme no gabinete e trabalha de dia e de noite. Nada decide, só executa… Mas há que levar as ordens a sério! Afinal, a sua vida toda dependeu de fazer o que o chefe manda.

Assim, parece-me que, no final, não será só a Ucrânia que fornecerá os seus “heróis mortos”. A própria Europa, à beira da hecatombe económica de vítima de um cuidadosamente planeado suicídio, arrastada para uma guerra em nome de uma ilusão criada junto dos povos, que apresenta União Europeia e os EUA como parceiros ao mesmo nível, também acabará por ter a sua quota de “heróis mortos” para fazer parceria com a Ucrânia.

Com a inflação a subir – na Inglaterra os alimentos subiram 20% -, o número de insolvências a subir em flecha em todos os sectores – que “satisfação” ver o Eurostat apresentar o gráfico adornado com uma bandeira Ucraniana – (ver aqui), é razão para perguntarmos quanto tempo ainda durará a ilusão! Agora adicionem ao drama energético, um drama de carência dos mais básicos produtos do dia-a-dia, em preparação avançada pelos EUA, a pretexto da necessidade de sancionar a China, por esta fazer, supostamente, o que os EUA fazem quando lhes apetece: mandar armas para onde lhes interessa!

Dizendo o embaixador americano para a China que “nós é que somos os líderes do Indo-pacífico”, numa espécie de “a minha **** é maior do que a tua”, não deixa de ser curioso ver que a China “autocrática” vai crescer já 5,5% em 2023 e a actividade industrial atingiu máximos desde 2012. É razão para perguntar, que raio de tirania é aquela que apresenta níveis de dinamismo económico de fazer corar de vergonha um Ocidente que anda, há 100 anos, a propagar a teoria – e para azar nosso, a prática – de que só existe dinamismo económico com a sua versão de “democracia”.

Algo não bate certo aqui… E ter 5000 anos de história vale de muito nestas coisas das ilusões. Já por aqui, na era da infantilidade política, como no caso russo dos anos 90, no ucraniano de agora, também, na Europa, não serão os traidores como Ieltsin, Zelinsky ou Úrsula que figurarão entre os “heróis mortos” … Adivinhem quem serão? Os nossos filhos!

“Louve-se” a comunicação social do fact-checking que está cá para nos iludir do contrário e de que os culpados são os outros que se defendem, como nós o deveríamos fazer!

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