(Tradução de Fernando Oliveira, in A Tertúlia Orwelliana, 06/09/2025)

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Uma das causas contribuintes da 2.ª guerra na Ucrânia (a que começou na semana de 15 a 22 de Fevereiro de 2022) foi a expansão da OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) – também conhecida por NATO, o seu acrónimo inglês – em 5 ondas sucessivas (1999, 2004, 2009, 2017, 2020) em direcção às fronteiras da Rússia – espezinhando assim as garantias de segurança dadas a Mikhail Gorbachev (presidente da União Soviética) e Eduard Shevardnadze (ministro dos Negócios Estrangeiros da União Soviética) em representação da União Soviética, pelos EUA, Reino Unido e França (as três outras potências ocupantes da Alemanha no fim da 2.ª Guerra Mundial), de que a OTAN não avançaria «nem um centímetro em direcção ao Leste da Europa» (James Baker III, ministro dos Negócios Estrangeiros dos EUA no governo de George H.W. Bush, 1990), em troca da sua anuência à chamada “reunificação” da Alemanha.
Agora, pela primeira vez em tradução portuguesa (e por iniciativa e obra de Fernando Oliveira), o público de língua portuguesa pode aceder, em primeira mão, a toda a documentação histórica que comprova as garantias que foram dadas à União Soviética ‒ e, por conseguinte, à sua sucessora legal, a Federação Russa ou Rússia ‒, sobre a NÃO expansão da OTAN e que foram reiteradamente espezinhadas pelos Estados que as deram.
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