MARCELO, UM PUSILÂNIME?

(Joaquim Vassalo Abreu, 04/04/2018)

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Poderão dizer-me: mas Marcelo é o nosso Presidente da República e, como tal, o supremo Chefe da Nação e o Comandante-em-Chefe de todas as Forças Armadas. Pois, mas Cavaco também o foi, era apenas o que me apeteceria dizer.

Mas tenho que dizer algo mais e, quanto ao título, ele é uma interrogação e não uma afirmação pois que, perante o que a seguir explanarei, a pergunta surge-me com naturalidade.

É que o que na verdade se verifica é que quando a agenda de qualquer um deles, que deveria ser normal, linear, transversal e patriótica, se torna em pessoal, nós tendemos a fazer perguntas destas, perguntas essas que põem em causa o nosso respeito pessoal  e tendemos a ficarmo-nos apenas pelo respeito institucional.

E daí a pusilanimidade! Mas o que é, no fundo, um pusilânime? É todo aquele que, mesmo pretendendo demonstrar o contrário, tem fraquezas de ânimo e mesmo alguma cobardia em enfrentar grandes desafios, desafios tidos como tabus. E também se poderá acrescentar que em relação a factos preponderantes que são da sua jurisdição eles se alheiam, virando a sua atenção para os que o não são ou apenas o são indirectamente.

Tudo isto vem a propósito das nossas Forças Armadas que, segundo o Correio da Manhã e o Expresso, cada vez mais parecidos um com o outro deva-se dizer, estarão em fase de pré levantamento! PorquêNão sei, de facto não sei e nem sequer suspeito. Mas o Expresso deste fim de semana, do qual só li a primeira página, afirma em parangonas que “CHEFES DE ESTADO MAIOR UNEM-SE CONTRA O GOVERNO”! Acrescentando, em subtítulo, que acusam o Governo de tratar as Forças Armadas com “iniquidade”e de por em causa a “segurança colectiva”! Eu achei isto da ordem do fantástico! E vocês, não?

Mas, para ajudar, o nosso queridíssimo General Ramalho Eanes, também na mesma capa, e isto só pode ter sido obra do acaso, afirma que “Pusemos as nossas Forças Armadas num Gueto”. E mais não li!

Pusemos, Sr. General? Quem, eu? Este Governo? Eu não sei se esclareceu porque mais não li, mas suspeito que tal não tenha explicado. Mas posso tentar interpretar, mas à minha maneira, claro está.

Não vou aqui elucubrar sobre as Forças Armadas porque desse tema nada conheço, não andei na tropa, não fui à guerra, nunca peguei numa “canhota”, nem tão pouco saberei correctamente dizer todos os cargos da sua hierarquia. Apenas sei que no Exército começa em Soldado Raso e acaba em Marechal! Mas há coisas acerca delas que eu sei e que todos nós sabemos!

Sabemos, por exemplo, que é um Órgão de Soberania, que tem um específico poder, um poder que lhe advém das armas e outros apetrechos de guerra que só elas podem possuir e manobrar, mas a quem cabe o dever patriótico, especificado e aceite, de defender o nosso território de qualquer ameaça externa, de proteger as nossas fronteiras e de defender a nossa soberania, em suma. É o que lhes cabe!

Também sabemos que o Presidente da República em exercício é o seu Comandante Supremo e, portanto, o seu mais alto responsável e dignitário. Ninguém é nomeado sem a sua concordância e aval e a ele cabe, que não ao Ministro, que apenas administra as dotações orçamentais e formaliza nomeações, tratar da sua estabilidade organizacional e objectiva.

Mas observando o quão célere é este nosso Presidente a comentar tudo e todos, a dar palpites sobre as acções do Governo, sobre as suas medidas e sobre tudo aquilo a que a ele directamente não diz respeito, ficamos, pelo menos eu fico, espantados por, naquilo que directamente lhe diz respeito, ficar mudo e quedo, retraído e ausente. Mas porquê? Não será isto uma definição para “Pusilanimidade”?

Tudo isto e todas estas afirmações, afirmações que a serem verdadeiras colocam em causa a saudável convivência institucional, não lhe merecem qualquer comentário? A ele, ainda por o comentador mor do reino? Estranho, não acham?

Adjectivo esse que lhe pode igualmente ser aplicado em outros contextos como, por exemplo, no da Justiça! Porque é que ele que tanto intervém em tudo o que se trate de Administração Interna e não o faz quanto à Justiça? Será que ele, tal como eu, também não se quer meter com o Correio da Manhã, o muito preclarado verdadeiro órgão de informação do Ministério Público?

Mas eu até condescendo que em relação à Justiça ele não se pronuncie, pois o que vemos é que quanto a ela ninguém se pronuncia, muito embora se façam acerca dela programas sem fim, enfim, mas em relação às Forças Armadas Sr. Comandante-em-Chefe, nada? Mesmo quando um jornal como o Expresso, onde V. Exª foi preponderante, publica o que publica, quando um General como Ramalho Eanes diz o que diz, e já nem falo do tal CM, V.Exª nada tem a dizer? Nem se pergunta: o que se passa? Será que querem mais dinheiro? Só poderá ser e V.Exª disso terá que saber. E, não falando, aperta o nó ao cerco, não será Sr. Comandante? Quando pode lá vai ajudando, não é Sr. Presidente?

Devem queixar-se de “falta de meios”, não será? Todos dizem o mesmo, sempre dizem, os da Justiça também quando ela não funciona, não é? Os das fronteiras idem. Os da Judiciária, idem aspas e Etc.

Mas as Forças Armadas terão a tal “falta de meios” para quê? Há alguma guerra contra nós no horizonte? Algo que não saibamos? Temos mais Generais que qualquer país da Europa. Não chegam? Temos dois submarinos que não funcionam. Querem mais dois que funcionem, é? Os Pandurs são novos e estão enferrujados. Querem outros? Ou sentem-se num gueto porque, não havendo uma guerrinha que seja, se estão a sentir inúteis na sua enorme utilidade? Ou será porque, não havendo essa tal guerrinha que seja, se dão consciência da enormidade de Generais que têm para tão poucos Soldados?

É que deve ser mesmo muito chato, muito aborrecido e mesmo muito deprimente, passar horas, dias e mesmo anos esperando a dourada reforma, sitiados nos seus gabinetes jogando joguinhos de guerra virtual e à batalha naval! E aí eu até que acho compreensível o tal de “gueto” e a inevitável irritação.

Como não ter como poderem demonstrar a sua sabedoria de guerra, os seus conhecimentos geoestratégicos e coisas assim, assim num campo real e não apenas naqueles exercícios a fazer de conta.

As messes já são uma grande chatice e Jogar às Sueca (coisa para menores e não graduados), à Canastra, ao King, ao Bridge e mesmo ao Pocker é também já uma rotina medonha e perigosa para a saúde pois é sempre acompanhada daqueles Whiskies, a cujo preço só eles têm direito, que vão suavemente destilando…Eles até que têm razão: isso não é vida!

E aí, enfim, muito me admira a falta de sensibilidade do seu Comandante-em-Chefe, alheio que demonstra estar a estes pungentes problemas. Problemas que os fazem sentir-se num “gueto” e a acharem tudo isso uma “iniquidade” que, pondo os seus cérebros num fastidioso “stress”, colocam em perigo a “segurança colectiva”!

Que afrontem o Governo eu até acho normal. Quem não o afronta por falta de meios, por falta de progressões nas carreiras e falta de condições de trabalho…Quem?

E digo mais: com todo o acervo de compaixão que o meu coração encerra, da Tropa eu tenho pena, tão abandonada mostra estar! E tenho pena porque, pretendendo sentir o que eles sentem, sem uma guerrinha que seja, para que serve ela?

E concluo: Poxa, com esta Tropa já nem é possível haver PAZ!

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Longe da Dinamarca

(Por Valupi, in Blog Aspirina B, 17/11/2017)

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Em matéria de escândalos, o maior de 2017 (até agora, mas ainda há tempo para superar a marca) na categoria imprensa é o da publicação de excertos de um suposto relatório de um suposto serviço de informação militar pelo Expresso (Ver aqui). Tudo no episódio tresanda a golpada política, uma repetição da “Inventona de Belém” no que ao intento de ataque político e promoção de alarme público diz respeito. Primeiro, não compete a qualquer serviço de informação, militar ou civil, estar a coligir e tratar opiniões estritamente políticas e de natureza subjectiva. Segundo, mesmo que elas sejam inclusas nalgum relatório, serão sempre como apêndice de contexto e sujeitas ao sigilo institucional que justificará a sua recolha. Terceiro, a decisão de fazer chegar a jornalistas um relatório secreto que vai ser explorado sensacionalmente como arma de arremesso contra o ministro da Defesa configura um crime. Se não for crime já com moldura penal aplicável, de certeza que ficaremos a precisar de uma. Porque quem tal fez expôs material relativo à segurança nacional a quem não tinha autorização para o consultar, pode-se até esquecer o uso que depois foi feito do mesmo embora seja uma agravante.

As explicações dadas pelos responsáveis do Expresso ficam como um monumento à desonestidade intelectual, expõem impante aversão ao código deontológico da profissão. Agarraram-se à prova de terem na sua posse 63 páginas escritas por alguém, e que nelas estavam realmente as passagens que resolveram publicar e destacar. Assumiram a postura mental de uma criança de 7 anos que foi apanhada a meter as mãos no bolo de aniversário às escondidas antes da festa e que depois se desculpa repetindo que o bolo estava ali em cima da mesa, pelo que a culpa era de quem o lá tinha deixado. Mas nada quiserem assumir em resultado de todos os serviços de informação militar terem declarado oficialmente não terem produzido essa resma de folhas. Ou seja, perante a resposta estatal ao mais alto nível que colocava esse documento, no máximo, como uma peça cujo âmbito e resultados não tinham sequer entrado nas operações formais dos serviços secretos militares, e ainda menos tinha chegado aos órgãos institucionais servidos pelas secretas, os responsáveis por uma escabrosa e indigna notícia falsa optaram pela absoluta irresponsabilidade.

A coisa tem relação com outra coisa, chamada “Operação Zeus”. O que nela surge gravado na acusação, mas com provas que parecem indiscutíveis, será, por sua vez, o maior escândalo nas Forças Armadas até onde a minha memória alcança. Um escândalo em que os valores pecuniários envolvidos são a parte que menos gravidade tem. É o esquema, a sua extensão e a sua duração que mais importa legal, cívica e, acima de tudo, politicamente. Porque quando se põe como hipótese, nascida de testemunhos, que esse tipo de corrupção possa ocorrer há pelo menos 30 anos, e quando se olha para as patentes dos arguidos, então é perfeitamente legítima a suspeita de estarmos, apesar do choque, apenas a olhar para a ponta do icebergue. Isto também se liga, fundamentalmente, com a nossa imprensa (ou falta dela).

No caso do desaparecimento das armas em Tancos houve logo ao começo um aspecto que sobressaiu, tendo ficado ocultado no fluxo noticioso e opinativo seguinte – o da tensão, e mesmo conflito, entre as judiciárias militar e civil. Essa disfunção, posto que era suposto termos os dois corpos policiais a colaborarem exemplarmente, rebentou num novo escândalo, igualmente de imediato abafado, aquando da recuperação do material na Chamusca; onde a Polícia Judiciária Militar esteve no local durante um tempo indeterminado antes de ter chamado a PJ. Que se está a passar? Por mais jornalistas e jornaleiros que consultemos de nada de nada ficaremos a saber. O caudal noticioso e opinativo produzido tem sido um exercício clássico de baixa política e assassinato de carácter. Nesta autêntica campanha pela demissão de Azeredo Lopes, liderada pelo Expresso e pelo DN, a figura de Marcelo tem sido instrumental. Embora as suas declarações sobre o caso de Tancos sejam, literalmente, de um rigor institucional sem mácula – posto que se limita a dizer que se tem de investigar, e só depois apurar responsabilidades judiciais e políticas – elas são invariavelmente apresentadas como se fossem uma forma de crítica e pressão sobre o ministro da Defesa. Como se competisse ao Governo fazer o trabalho das polícias, é o que a imprensa portuguesa tem vendido desde que se tornou público o desaparecimento do armamento. Marcelo poderia pôr na ordem a comunicação social, mas também aqui está a fazer uma gestão política cuja lógica é similar à dos jornalistas: aproveitar os casos que apareçam para avançar com a sua agenda. Mas qual é a agenda dos jornalistas que fizeram uma jura para abater o Azeredo, antigo par com quem talvez tenham contas a acertar ou a quem não suportam o estilo por ser demasiado independente da pressão mediática para o que estão habituados?

A resposta, qualquer que ela seja, está ligada com esta evidência: nunca ninguém leu no Expresso, no DN, ou viu na SIC, ou ouviu na TSF, ou noutro órgão à escolha, uma reportagem, uma mísera notícia, que permitisse começar a desvendar o que se passa nas Forças Armadas; lá onde a corrupção, como se deixa indiciado pela “Operação Zeus”, criou um verdadeiro Estado militar. Em contrapartida, Azeredo Lopes tem mostrado conseguir enfrentar as pressões castrenses sem vacilar no respeito pelo interesse público e pela Lei, como se viu no caso do Colégio Militar.

Quando vemos jornalistas a aceitar e publicar documentos apócrifos com ataques políticos canalhas, ou quando vemos jornalistas a perverterem declarações numa entrevista para criarem desgaste político e o abate de um governante, a única conclusão é a de que algo cheira a podre. E essa podridão está muito longe da Dinamarca.


Fonte aqui

O REI FALOU! Calem-se…

(Joaquim Vassalo Abreu, 18/10/2017)

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O Excentíssimo Sr. Presidente da República, quero dizer o REI, porque amigo do Povo como todos os Reis, falou e disse! Mas o que disse? Nada! Como todos os Reis…

Mas, como parêntesis, eu não posso ser considerado um adepto incondicional deste Rei porque, antes mesmo dele ser eleito, eu escrevi umas diatribes acerca do cujo e às quais, como estão escritas, eu não posso renegar! Foram escritas e publicadas no meu Blog, esse que todos conhecem!, nos dias 11 e 13 de Dezembro de 2015, O Marcelo nada! e  O MARCELO NADA (2).

Mas ele hoje falou e disse! O quê? Pouco mais que nada. Mas o Rei Marcelo é o supremo Comandante-em-chefe de todas as Forças Armadas, e chefe maior da Nação, o que quer dizer o seu principal responsável. O responsável supremo, melhor dito.

Ou não? Será ele apenas decorativo? Pois não parece! Pois ele quer saber de tudo e sobre tudo opinar…embora não emitindo veementes avisos como o outro…

Ele comanda, como disse ( mas será que é apenas decorativo?), tudo o que são Forças Armadas, da terra, do mar e dos céus, armadas e não armadas, e já agora ele é, para além disso, dono de tudo o que é político e não político, para além de todos os beijos e abraços e também das selfies

Mas, perante a calamidade, da qual todos devemos pedir desculpa às vítimas pela nossa inoperância e alheamento, os militares que ele tão galhardamente comanda foram para o terreno? Isso era com as chefias…

Demiti-los e já! E os tais meios humanos que faltavam e não apareceram, ficaram onde? Nos quartéis! Fazendo escalas e jogando à sueca, para nào falar em jogos mais “hard”? Isso é com as chefias…

Mas então para que serve o Sr. Presidente, Comandante-Em-Chefe de todas as Forças Armadas e Rei daqui e de além mar, pois temos a Madeira e os Açores para além das Berlengas e das Selvagens, num momento de crise aguda? Para inspeccionar as tropas em desfile, para beijar e para ” selfiar”! E para falar…Mas só!

Ele revista as tropas, certifica-se que estão bem alinhadas, fazem-lhe continência e ele segue hirto e educado. Como manda o protocolo, dele e dos outros todos! Mas que manda? Nada!

Aí ele faz, sem dúvida, de figura decorativa! Mas, no caso premente, o que faltou? O Exército! E todo o mundo notou, Sr. Presidente-Rei-Em-Chefe! Culpa do Governo? Não, de V.Exª, quer dizer, das chefias…já me ia esquecendo…

Mas mais, para além dos meios humanos que todos reclamavam (não há bombeiros para acorrer a mais de quinhentos fogos, já lhe ocorreu?)  faltou também a sua larga e extensivamente frota, de tudo o que imaginar se possa, pois eu vejo-a amiúde desfilando aqui pelas ruas da Póvoa e pavoneando-se como que dizendo: “nós existimos”!

Mas elas têm tudo para desfilar, assim como desfilam no dia glorioso da Pátria e da grei, para além de Camões e das Comunidades, como desfilam todos os arsenais que reservadamente possuímos! Só não desfilam os submarinos pois estes, para além de boiarem na Doca de Santos, só andam pelos fundos dos mares, cumprindo funções de elevadíssimo risco…pois estão debaixo de água e isso é sempre um risco!

Mas, veja bem, ainda há quem pergunte, e só pode ser alguém que da sua própria Pátria mostra asco, para que servem as Forças Armadas e, concomitantemente, note a insinuação, o seu Comandante-Em-Chefe! Para desfilar, dizem eles, do fundo da sua enorme ignorância. Deus lhes perdoe, já que a Pátria tal não pode fazer…

Mas é isso, Sr. Presidente: Sua Exª disse nada, e nada é o que eu esperava ouvir, e sem surpresa!

Mas agora, digo-lhe com toda a franqueza Sr. Presidente, esperava mais de si! Para além de, sem quaisquer tibiezas, ter exigido do PM a demissão da Ministra e de toda a gente do aparelho de Estado, que como dizem os doutos comentadores falhou, enfim, que não da sua, o único imune a qualquer responsabilidade  como qualquer Rei deve ser, S. Exª, tal como a totalidade dos comentadores, opinadores, opinadores disto e daquilo e de tudo e de nada, sabedores e especialistas em tudo e até na “vox- populi”, não referiu nunca aquele pequeno pormenor: é que foram ateados mais de quinhentos fogos numa só noite!

A S. Exª, um ser tão arguto e de pensamento mais rápido que o do Lucky Luck, não lhe surgiu nada? Uma pequena estranheza que fosse? Nenhum assessor, na ausência de sua lembrança ( o Senhor pode ser dotado mas na intempérie de informaçào há sempre algo que pode escapar pois ninguém é sobre-humano, embora haja quem assim faça por parecer…), lhe insinuou sequer: Mas, Sr. Presidente  e Comandante-Em-Chefe de todas as Forças Armadas, do mar,da terra e do céu, é que são mais de quinhentos …! Eu sei, disse V. Exª seca e distraidamente…

E foi assim a decisiva intervenção das nossas Forças Armadas, neste inaudito e inusitado conflito entre as forças do bem e do mal, do mafarrico contra as gentes ordeiras, com o seu Comandante Supremo na chefia!

Tão grandiosa foi a vitória, pesem as mais de trinta vítimas (pedimos-lhe desculpa), que resta apenas dizer: Parabéns incendiários…great job!

PS: Perante as tamanhas alarvidades que eu tenho ouvido, as minhas banalidades são pormenor…


Fonte aqui