O climatologista

(Dieter Dellinger, 07/08/2018)

climatologista

O climatologista, Carlos da Câmara

Este climatologista da Faculdade de Ciências de Lisboa, Carlos da Câmara, disse que o fogo de Monchique era uma desastre anunciado por causa da imensa massa verde ou combustível ali existente.

Mas ao Observador não explicou como se acende uma massa verde grande ou pequena, pois o calor no Algarve e, em particular, na Serra do Monchique não foi superior ao verificado em todo o Portugal.

Porque não ardeu o Parque do Monsanto, algo anunciado na Assembleia da República pelo Curto no passado inverno?

É evidente que o climatologista não diz três coisas: 1) Como se acende a massa verde; 2) porque não arderam as muitas massas verdes e serras existentes por todo o Portugal; porque razão no ano passado ardeu Pedrógão Grande, Pinhal de Leiria, Sertã, registaram-se 16.450 incêndios no País e não ardeu Monchique com as mesmas temperaturas.

É óbvio que o Carlos da Câmara e o Observador (pasquim do PSD) querem politizar um incêndio sem explicarem quem o ateou.

Toda a gente sabe que o fogo só aparece por via de uma chama de uns 800ºC e nunca pela temperatura de 40ºC e é uma vergonha que um professor ou investigador da Faculdade de Ciências não saiba isso. Eu frequentei essa Faculdade, mas já sabia isso da temperatura do fogo do laboratório de química e física do Colégio Moderno.

Qualquer que fosse as massa verde existente na Serra do Monchique e nas outras serras do país só há fogo se alguém chegar uma chama violenta a uma parte da massa verde.

Os estúpidos do Observador julgam que o povo português acredita que um incêndio aparece por falta de ordenamento da floresta e salientam o caso dos eucaliptais das celulósicas que não ardem.

Claro, não ardem porque quem paga aos INCENDIÁRIOS não lhes deu ordens para isso.

Basta ver as estatísticas: em 2016 arderam cerca de 66 mil hectares; em 2017 foram 563 mil hectares queimados por INCENDIÁRIOS motivados pelo PSD e Magistrados que não levaram ninguém a tribunal para que Rui Rio possa dizer que com os fogos o Governo terá de ser demitido e o Rio passar a Primeiro Ministro com apoio do PS??????.

António Costa sabe que Rui Rio tem tanto conhecimento de incêndios e até de política como um drogado arrumador de carros e parece que o homem da Faculdade de Ciências deve estar ao mesmo nível.

O Sr. Curto sabia que Monchique ia Arder

(Dieter Dellinger, 07/08/2018)

bombeiros1

Esta manhã, a RDP noticiou que o Presidente da Associação Nacional dos Bombeiros Profissionais, Sr. Curto, terá avisado há muitos meses atrás que iria haver fogo em Monchique. Alguns jornais dizem o mesmo. Ora façamos um raciocínio porque pensar não é ofensivo nem faz mal a alguém:

1) O Sr. Curto sabia que a Serra de Monchique iria arder este ano quando não ardeu no ano passado apesar de meio milhão de hectares terem sido pasto do fogo e em Monchique as condições para o mesmo não eram piores que no ano passado em que houve um ano de seca, o que não aconteceu este ano.

2) Se sabia, não foi por ser adivinho ou ter alguma informação técnica especial, mas porque sabe que os incêndios são ateados por INCENDIÁRIOS que os bombeiros devem conhecer por estarem em contacto com as populações e saberem o que as pessoas dizem e viram.

3) No ano passado ardeu o centro e o norte, talvez no raciocínio do Sr. Curto teria chegado este ano o momento para a zona sul, até por saber que o turismo injeta 30 milhões de euros por dia na economia da nossa PÁTRIA e em várias declarações, incluindo na AR, o Sr. Curto deu a entender que é inimigo da atual solução governamental. Para ele PÁTRIA é o País mais um governo do seu agrado. A oposição anda louca de RAIVA com os 30 milhões por dia que os turistas trazem e daí atacarem o Algarve. Sim, se o fenómeno do fogo fosse natural como disse o cientista que fez um relatório sobre Pedrógão Grande, Monchique teria ardido no ano passado.

4) De qualquer forma, o Sr. Curto deverá ser ouvido pela PJ e Procuradores da Justiça a fim de revelar o que sabe sobre os incendiários e o que havia de especial na zona de Perna Negra onde começou o grande incêndio de Monchique.

5) Consta que na Perna Negra não há padarias com fornos a lenha e parece que nem passa o cabo de alta tensão da EDP, mas é o local ideal para os INCENDIÁRIOS atearem o fogo dada a sua relativa inacessibilidade.

6) Neste preciso momento estou a ouvir o Sr. Curto na SIC a POLITIZAR o incêndio de Monchique, criticando o Governo e chegou a afirmar que precisa de ter uma entrevista com o ministro Eduardo Cabrita.

7) Um gajo qualquer está agora a dizer que o fogo não se combate com mais meios, mas com capacidade técnica e inteligência, está a completar o objectivo dos INCENDIÁRIOS que é POLITIZAR o fogo de modo a que se possa cumprir a vontade de RUI RIO quando disse que os fogos deste ano deverão levar à demissão do governo e, mais, ele deveria ir a Primeiro Ministro com o apoio do PS. Que grande patriota? Um político quer ver a PÁTRIA a arder e em compensação ser eleito Primeiro Ministro.

É sabido que Rui Rio é um economista que nunca deve ter pegado numa mangueira e sabe tanto de incêndios como qualquer drogado arrumador de carros.

8) A SIC diz que foi detido na zona do Porto um INCENDIÁRIO que tentou provocar 7 incêndios em Crestelo e Silvares. O homem não teria antecedentes criminais, o que quer dizer que a justiça nunca se preocupou com ele, mesmo que tenha incendiado muita coisa nos anos anteriores.

9) Por último não posso deixar de denunciar a SIC ao mostrar a Serra da Arrábida e filmar sítios recônditos insuscetíveis de serem atingidos por viaturas de bombeiros. Aquilo é a mais rica zona florestal da Europa em termos de espécies raras. Os filhos de Balsemão, pelos vistos, querem aquilo ardido para conseguirem que Rui Rio expulse António Costa do Governo. Não podemos baixar os braços e temos de partilhar estes e outros textos sempre a atacar os INCENDIÁRIOS e a magistratura sem PÁTRIA e dizermos: VIVA PORTUGAL.

Motivar os Incendiários

(Dieter Dellinger, 05/08/2018)

marcelo_nada

(Já tivemos de tudo. Um Presidente fixe, um presidente múmia, agora temos um empedernido presidente nadador-salvador. Enquanto o país arde, a sul, ele toma banhos a norte para que os portugueses – e a comunicação social, sobretudo -, não esqueçam os fogos já apagados do ano passado. Quando se apagarem os fogos actuais lá irá ele rumar a sul para dar mais umas braçadas salvíficas.  

Em suma, o rei do reality show: leva sempre a toalha, os calções azul-turquesa, e claro, as televisões…

Comentário da Estátua, 06/08/2018)


 

Marcelo anda a visitar as zonas ardidas no ano passado e a elogiar as populações sem nada dizer sobre os esforços dos bombeiros hoje e no ano passado. As populações foram vítimas dos INCENDIÁRIOS, mas nada puderam fazer de concreto para apagar os 16450 incêndios de 2017. Marcelo, apesar de jurista e conhecedor do crime, nada disse sobre os incendiários nem os quis desmotivar para este ano.

Marcelo anda a motivar as pessoas para queimarem a Pátria e os esforços dele estão a dar resultados: um empreiteiro atirou pedras a um helicóptero e tentou esvaziar o local perto do incêndio em que deveria abastecer-se de água; outro ou outros incendiários quiseram resolver o problema da direita antes de tempo e tentaram incendiar um quartel de bombeiros e queimaram três viaturas especializadas que foram bem caras para os contribuintes..

A comunicação social e, em particular, um comentador da SIC criticou o Governo por terem vindo viaturas para os sapadores florestais em que as bombas de água não tinham potência suficiente. Mas, os cobardes da SIC e dos restantes órgãos da comunicação social não tiveram a CORAGEM de dizer quais as marcas dos carros defeituosos e quem fez a venda. O comentador da SIC deu a entender que as viaturas e bombas não foram inspecionadas quando esse tipo de material não sofre uma inspeção por parte do gabinete do ministro, mas sim pelos utilizadores que devem inteirar-se do respetivo funcionamento e verificar se está tudo bem e foi nessa inspeção que detetaram que algumas bombas não eram suficientes.

Todos sabemos que a maior parte do material de combate a incêndios é representado por uma empresa do “filho” do Marta Soares, nomeadamente as únicas empresas alemãs que fabricam e exportam em grande quantidade, pelo que são quase as únicas no Mundo que podem fornecer muito material com a celeridade necessária.

Marta Soares, através do filho, convenceu os fabricantes alemães e outros que era o único a dominar o mercado e a conhecer as condições em que o material seria utilizado em Portugal. De qualquer modo o fabricante deverá substituir rapidamente as bombas por outras mais potentes, o que parece que foi feito em parte e está em vias de ser completado

Se não o fizesse deveria pagar uma multa.

De resto, quando o Estado faz aquisições vultuosas paga um sinal de compromisso de compra a quem ganhar o concurso, geralmente da ordem dos 10 a 20% e paga o restante contra entrega ou a prazo se for isso combinado.

Se o pagamento foi feito contra entrega, fica sempre uma garantia 10 a 20% por pagar para ver se o material vem sem defeitos.
Assim o fornecedor ou substitui as bombas ou não lhe é paga a referida garantia.

Só os patrões da Comunicação Social é que fingem que desconhecem estes procedimentos que devem praticar quando compram material para as suas televisões.