Perante a pobreza de análise e o enviezamento ideológico dos “comentadeiros” que pululam pelos canais ditos de informação (CNN, SICN, RTP6 e NOW), ouvir quem sabe de guerra e de geopolítica é sempre salutar. Até os canais do YouTube do Brasil já descobriram a excelência das considerações do Major-General Agostinho Costa, pelo que ei-lo numa muito atual entrevista dada a Ricardo Cabral do canal Geopolítica e História Militar.
A CNN continua a vender-nos propaganda da mais rasca – a que chama informação -, e já nem faz questão de disfarçar para que a julguemos muito imparcial e prosélita da liberdade de opinião. Nos últimos tempos tem sido um chorrilho de Ferro Gouveia, Soller, Serronho e José Carmo, qual deles o pior.
Assim – tal como aconteceu em tempos ao Major-General Carlos Branco -, cheguei a julgar que o Major-General Agostinho Costa também tivesse sido “cancelado” na CNN, já que a sua última intervenção tinha sido em 4 de abril. Mas, afinal não. O Major-general Agostinho Costa, por razões pessoais esteve duas semanas fora do país, mormente em Angola, tendo dado uma excelente entrevista à TPA (Televisão Pública de Angola), sobre a situação geopolítica.
De forma que, foi com muito agrado e atenção que segui hoje na CNN a intervenção de Agostinho Costa no CNN Meio-dia, analisando a complexidade do atual momento geopolítico. O programa aqui fica e a intervenção do Major-general começa por volta do minuto 20. É seguir o link aqui.
O Irão não está a surpreender só na arte da guerra mas também no palco da comunicação e da ironia. Trump deve estar a espumar de raiva. Coitada da besta furiosa. É ver os dois vídeos abaixo.
Poder falso, músculos falsos, dentes falsos, latido falso, o melhor que já fez foram duas pontes e um parque na cidade. Agora sente-se no seu trono dourado e sinta vergonha, brincou com o fogo, agora observe a sua própria chama”, diz o refrão de uma das músicas.
Outros tópicos? A estratégia dos aliados de Trump de usar a guerra para manipular os mercados, o novo estatuto de superpotência geográfica do Irão e a fúria impotente de Trump nas redes sociais.